História I Hate You, but I Think Love You - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Little Mix
Personagens Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards
Tags Jadesy, Lerrie, Little Mix
Visualizações 110
Palavras 1.901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Poesias, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi sumidos rsrs

não vou me desculpar muito aq pra n ser chata, maaas, vamos apenas por a culpa na falta de criatividade e na minha preguiça e alguns problemas no percurso

não prometo q eu vá atualizar com muito frequência, mas vou voltar sim com a fic

então é isso, desculpem os erros e sigamos

se alguém ainda tiver paciência cmg ahaushasuh

Capítulo 32 - Capítulo 32: Leigh-Anne


Fanfic / Fanfiction I Hate You, but I Think Love You - Capítulo 32 - Capítulo 32: Leigh-Anne


− Eu me sinto... me sinto suja... − seus olhos são cravados em mim e vejo neles um brilho insano. − Saia da minha casa! Saia agora.

− Mamãe, por favor, eu... eu posso explicar.

− Explicar? − seu tom frio leva um arrepio assustador por todo meu corpo. − Acha mesmo que quero ouvir suas explicações?! Vá embora! − parte para cima de mim, puxando meu braço com força. Ela me arrasta para fora do quarto e me joga contra a parede.

− Você não é minha filha. Não é a Leigh-Anne que eu criei e dei tanto amor. Isso... − me olha com nojo. − é repulsivo.

Meu coração aperta em meu peito e em um salto, eu sento na cama. Olhando ao redor, percebo ainda estar no quarto de hóspedes na casa de Harry e Louis.

Minhas batidas estavam descontroladas e meu corpo todo suava. Passo as mãos no rosto, sentindo o suor frio impregnar em minhas mãos. Por Deus! Aquela já era a terceira vez seguida que eu sonhava com isso.

Afasto as cobertas e deixo meus pés tocarem o chão frio.

Ainda tremia um pouco, então resolvo tomar um banho gelado para tirar aquele suor e me acalmar um pouco.

Já iria fazer uma semana que Perrie e eu não conversávamos. Soube por Jade que Debora e Alexander estavam procurando internatos no sul do país. Algum lugar remoto onde Leigh-Anne Pinnock jamais colocaria os pés. O problema nessa equação deles é que, por Perrie eu iria até o inferno.

Enrolo a toalha em meus cabelos e me olho no espelho. Ultimamente, minha cota de visuais com cores neutras estava excessivo. Parece que tudo meio que havia se apagado. E para alguém que sempre se importou com aparência e com como a mundo a via, eu andava bem desinteressada.

Resolvo me dedicar a dar um aspecto menos tenebroso aos meus cabelos. Podia ouvir os passos do lado de fora do quarto − Harry provavelmente descendo para sua garagem e Louis se arrumando para ir pro hospital.

Eu deveria estar agradecendo-os 24 horas por dia pelo que os dois estavam fazendo por mim. Terem me abrigado quando eu mais precisava e estarem, tecnicamente, cuidando para que eu não quebrasse em milhões de pedaços irrecuperáveis.

Alguém bate a porta e eu apenas resmungo um “entre”.

− Fiz o café da manhã – Louis sorri, enquanto uma mão segurava a porta e a outra estava no bolso do jeans. Ele se escora no batente, esperando pela minha resposta. – Por favor, coma algo, o.k? Você parece um fantasma e não dos bonitos, tipo o cara de Ghost.

Aquilo me arranca uma risadinha.

− Certo, eu irei comer algo. – digo com sinceridade.

− Harry disse que você tem pensado em se inscrever para Manchester isso é bom, é uma ótima universidade.

− Mas também é uma das mais difíceis... – solto a escova de cabelo sobre a cômoda e me olho no espelho. Meus cachos pareciam com mais vida, o que já era um alívio.

− Moda?

− Hum? – olho-o com confusão.

− Você vai tentar moda? – ele parece interessado.

− É, mas... não sei... faz tempo que não desenho. Bem, anos, para ser mais especifica. Devo estar tremendamente enferrujada.

− Talvez devesse começar a pensar nisso então – ele sorri de forma a me passar calma. Esse era o dom de Louis, transmitir calma e gentileza a quem o cercava. – Preciso ir, já estou quase atrasado – parece tentado a dizer mais alguma coisa. – Tente comer algo. – é a última coisa que me fala antes de sair.

Harry estava na garagem, mexendo distraidamente em seu chevy. Paro na porta, segurando minha tigela de cereal, mastigando uma torrada, enquanto na outra mão havia um copo de suco. Louis não sabia fazer chá, o que infelizmente era um ponto negativo.

− Precisa de algo? – não tão distraído.

− Carona. Estou quase atrasada.

− Quase – ele respira, ofegante e se põe em pé. – Posso tomar um banho antes? – seca a testa com as costas da mão o que só piora a sujeira de graxa que havia ali.

− Claro. Ahm, você não tem trabalho hoje? – ele limpa as mãos no pano sobre a mesa e passa por mim.

− Só à tarde. – ouço seus passos subindo a escada e encaro meu café da manhã. Eu não estava com muita fome, a dias que não estava, mas precisava comer algo se quisesse estar viva para ver Perrie. Me jogo no sofá da sala e ligo a TV apenas para não ficar no silêncio enquanto comia.

Harry retorna minutos depois, usando apenas um jeans e uma camiseta com a estampa que mais parecia do tapete da minha avó. Faço sinal apenas para que ele espere eu largar as coisas na cozinha e pegar minha bolsa. 

Logo nós já estávamos em seu carro a caminho da minha escola.

 

-x-


− Pretende ir buscar seu carro?

− Não tenho cara de pau pra isso, Harry – solto meu cinto e automaticamente olho pela janela em direção a entrada da escola. – Merda.

− O que houve? – ele segue meu olhar, logo encontrando Debora enfrente as portas duplas, conversando com Monroe. – Ah, porra!

− Dê a volta.

– O quê?

− Só até a outra entrada, Harry – reviro os olhos, rindo em seguida. – Se quero entrar em uma boa universidade, pelo menos a escola eu devo levar a sério. – ele parece aliviado ao ouvir aquilo, pois logo a dá a volta com seu carro.

Vejo Debora rir de algo que Monroe fala e em seguida olhar em direção ao carro, como se pressentisse que estava sendo observada. Graças aos vidros escuros de Harry, sei que ela não pode nos ver, mas mesmo assim sinto o frio percorrer minha espinha.

− Quer que eu venha te buscar? Posso pedir que Martha me libere por alguns mi−

− Está tudo bem, Hazz – me inclino para beijar sua bochecha e empurro a porta do carro. – Peço uma carona a Jesy. – ele concorda.

− Tenho um bom dia. – seu sorriso de covinhas melhora um pouco meu humor. Aceno uma última vez e fecho a porta do carro, logo correndo em direção a entrada lateral do prédio.

Encontro Jesy próximo aos armários, mordendo o lábio inferior e olhando para seu celular com um expressão hesitante. Paro diante dela e pigarreio só então chamando sua atenção.

− Por Deus! – respira em alívio. – Você não a encontrou.

− Não – rio fraco e a abraço desajeitadamente. – Vi que ela estava conversando com Mo−

− Ela veio tirar Perrie da escola. – Jesy me corta, sem esperar que eu me preparasse psicologicamente para aquilo.

− Ela o quê?

− Foi o que Jade me disse. Ela não veio na aula hoje. Perrie pediu que passasse o dia com ela. Jade me mandou algumas mensagens. Quer ler? – me oferece o celular. Só então compreendo o porquê de sua expressão hesitante e nervosa.

− Por favor. – sinto como se um monstro enorme estivesse sentado em cima do meu peito. Pego seu celular e encaro as mensagens trocadas entre minha melhor amiga e a namorada. Parecia uma invasão de privacidade, para ser sincera.


Babe: não vou poder ir hoje
Perrie está passando por uma barra e tanto
Alex e Debbie tem passado noites conversando sobre o internato e sobre tirarem ela logo da escola
:(


Jesy: imagino como Leigh deve estar se sentindo

 

Ao ler isso, olho para Jesy vendo-a olhar para todos os lugares menos para meu rosto. Agradeço por ela se preocupar comigo e confiar em minha amizade o suficiente para me mostrar aquela conversa.


Babe: Perrie está sem celular, mas eles ainda me deixam ir vê-la pq para eles eu não sabia sobre Leigh e ela
É melhor assim, me sinto como uma ponte de informações :)


Jesy: ideia da Perrie, garanto


Babe: está duvidando dos poderes da sua namorada?!


Jesy: jamais!


Babe: sei...
Enfim, diga a Leigh para não se preocupar, o.k?
Eles não podem fazer tudo correndo
O internato em que estão pensando em colocá-lo é muito concorrido
E conseguir uma vaga é demorado, enquanto isso Perrie irá continuar estudando em casa, eles contrataram professores e tudo


Jesy: merda


Babe: e eu não sei
Passarei o dia com ela hoje pq Alex está preocupado em deixá-la sozinha


Jesy: o que isso quer dizer?

 

Sinto meu coração quase estourar em meu peito. Faço menção de entregar o celular a Jesy, porém ela me impede.

− Termine de ler.

− Não... Eu vou ir vê-la.

− Leigh, você não pode!

− Jesy – sinto meus olhos marejarem e meu corpo começando a tremer. Eu sabia o que aquilo queria dizer. Perrie não seria capaz de machucar a si mesma, seria? – Preciso. Vê-la.

− Termine de ler, o.k? – nego mais uma vez, esfregando meus olhos para impedir que eu chorasse ali mesmo. Não havia mais ninguém no corredor. Já estavam todos em aula, não que eu me importasse muito com aquilo no momento. – Leia. – ela põe o celular na minha mão e se abaixa para pegar a mochila. – Me entregue no almoço e, não ouse, fugir com meu celular.

− Je−

− Estou indo, Leigh-Anne. – me lança um olhar sério ao por a mochila no ombro e se afastar no corredor.

Rosno, irritada e volto minha atenção as mensagens.


Babe: ele não quis ser mais específico
E ela não fala sobre isso, fica apenas escrevendo naquele caderno e
Eu não me importo muito, apenas quero me certificar que ela não fique sozinha, sabe?
Isso pode ser horrível pra ela, machuca qualquer um
Ela e Leigh-Anne estava tendo algo forte e isso agora...
Quer dizer, sei que Alex se preocupa com ela e acha que ela não é capaz de cuidar de si mesma
e o fato de eles não estarem sabendo lidar com o estado dela agora
É frustrante para eles


Jesy: talvez assim eles percebam q estão cometendo um erro


Babe: eles estão claramente fazendo mal a ela


Jesy: Elas*
não entendo porque expulsaram Leigh, mas Perrie não


Babe: achei que só eu pensasse que isso fosse óbvio


Jesy: Quê?


Babe: eles ainda enxergam Perrie como uma garota doce, como se ela tivesse dez anos e a personalidade de Leigh faz parecer como se ela tivesse coagido Perrie a fazer oq fizeram. Bom, é difícil pra eles enxergarem, e, aceitarem que uma garota como Perrie, ou melhor, com a imagem que eles criaram dela seja capaz de se apaixonar por Leigh-Anne ou por qualquer outra garota


Jesy: vc acredita mesmo nisso?


Babe: que é assim q eles pensam?
bom, acredito
 

Jesy: quis dizer q Perrie não seja capaz de se apaixonar por garotas


Babe: q? hahahahah
Jes, Perrie é louca por Leigh-Anne desde q elas tinham
Oq? 15 anos?
Talvez antes, bem antes, mas ela era bobinha demais pra aceitar isso


Jesy: Leigh tmb sempre foi cabeça dura mas sabemos q o lance delas sempre foi mutuo

 

Ler aquilo tudo faz com que meu coração se comprima ainda mais em meu peito e que eu me sinto ainda pior.

Guardo o telefone de Jesy dentro da minha bolsa e fecho os olhos, respirando profundamente. Não podia aparecer em aula naquele estado. Estávamos falando do colegial onde qualquer coisa já virava notícia e, além do mais, todos já haviam se perguntado o porque de Perrie não estar vindo a aula e é claro, já haviam me questionado.

Eu precisava vê-la urgentemente, não aguentaria muito mais tempo às cegas.

 


Notas Finais


até ;)


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