História I Hate you, I Love You - Stydia e Stalia - Capítulo 31


Escrita por:

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Categorias Teen Wolf
Personagens Aiden, Allison Argent, Cora Hale, Derek Hale, Ethan, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jordan Parrish, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Natalie Martin, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Visualizações 100
Palavras 4.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


aaa eu sempre fico: "escrever menos, escrever menos", aí quando posto o cap, ele fica com mais de 4000 palavras. Sorry por isso, sei que dá preguiça.

MAS ENFIM, só vou dar alguns recados de boa. Então, eu queria dizer que a fanfic vai dar uma radicalizada top, como estou viajando e tendo tempo pra pensar, estou criando várias ideias e eu queria expor ALGUMAS pra vocês, vai estar nas notas finais, sim, alguns spoilerzinhos. As coisas irão acontecer mais num futuro MUITO próximo, agora vai ser só uma base pra que isso aconteça então, não se assuste e não desista da fanfic ke.

BOA LEITURA SZ

e ah será será um hot agora? rsrs

Capítulo 31 - Cap 31


Fanfic / Fanfiction I Hate you, I Love You - Stydia e Stalia - Capítulo 31 - Cap 31

...Stiles Stilinski...

- CORRE! CORRE! VOCÊ VAI CONSEGUIR! - Gritava Stiles fixado no jogo do seu time preferido na tv - ISSO! ISSO! EU TE AMO METS!

Ele deu um leve pulinho, e junto com o cereal roubado do amigo, tomava um copinho de refrigerante, Scott não guardava bebidas alcoólicas em casa devido sua mãe. E falando nela:

- SCOTT! - Gritou Mellisa mal abrindo a porta de casa, se deparou com Stiles largado no seu sofá, o que era normal, pois Stiles passava mais tempo na casa do amigo do que na própria - Stiles, cadê o Scott?

- Ele está lá em cima falando com a Cora. - Respondeu o garoto.

- No quarto? - Ela entra na frente da tv e coloca os braços na cintura em postura de mãe - Com a porta aberta, certo?

- Ou fechada. - Disse Stiles, Mellisa logo bufou, e Stiles tentou aliviar a situação - Calma, Mellisa. Eu sou uma mãe ursa para o Scott, vou ficar vigiando eles de hora em hora. Ou minuto em minuto, ok?

- Confio em você, Stiles. Mas se você me desapontar, vou parar de comprar cereal! - Ela ergue as sobrancelhas - Pode avisar pra ele que vou pegar os dois turnos hoje e que o dinheiro está na mesa?

- Sem dúvidas. - Stiles deu um sorrizinho.

- Muito bem, eu já vou. Obrigado Stiles, e boa sorte para os Mets. - Ela sorriu, deixou uma porcentagem de dinheiro na mesa e saiu novamente de casa.

- Minuto á minuto vai ser ponto para os Mets. - Diz ele comendo mais cereal.

Até que seu celular vibra e chega uma mensagem de Lydia o chamando de volta para casa, algo havia acontecido, algo um pouco ruim. Ele olhou para tv e depois para mensagem, ficou em dúvida, mas foi para Lydia. Não avisou Scott que ia, pois seria rápido, então zarpou dali.

...

- Sejamos honestos um com o outro, começou á ter esse incômodo quando? - Perguntou Cora o olhando.

- Quando as coisas começaram á mudar, ela começou á ficar exigente demais, eu passei á não me importar. E continuar aquela relação não era mais especial, era como se fosse uma obrigação. - Respondeu Scott ainda o olhando.

- E quando soube que era pra parar com aquilo, de uma vez?

- Quando a Malia foi falar com a Lydia no hospital, depois de tudo que Stiles fez, elas ainda ficaram amigas, e eu não queria ficar...eu não queria ser...

- Ser um Stiles. - Ela o olhou nos olhos - Todos nós sabemos que o Stiles errou, e continua errando, alguns de nós sabemos mais do que os outros. Mas nós não podemos julgar ele, ele é um bosta? É, mas veja pelo lado bom, olhando no que ele fez, podemos ver o que não devemos fazer. Que nós devemos ter controle das nossas escolhas.

- Sim, e eu quero. - Ele também a olhou nos olhos - Mas ainda sinto um vazio, uma parte faltando. É como se estivesse marcado. Como se eu não fosse mais encontrar alguém que tenha as mesmas qualidades, as mesmas características.

- E não vai. Porque todas as garotas não são iguais, todas as garotas são especiais mas, de um jeito diferente. Não tente ficar com todas pra saber disso, mas basta apenas enxergar.

- E o que isso quer dizer? - Ele ficou cabisbaixo.

- Quer dizer que você vai saber quem é a pessoa certa pra você. Mesmo estando um pouco confuso com os sentimentos tentando te enganar, e você tentando enganar á sí mesmo falando que não está apaixonado por aquela pessoa, no fundo, você vai saber quem é a pessoa especial.

...

Stiles chegou logo na casa de Lydia e bateu na porta mais de 5 vezes, ouviu um mero grito "EENTRA" de dentro da casa e entrou na mesma. Viu Lydia jogada no sofá e Allison no outro, as duas com as expressões frustadas.

- Mas o que aconteceu de tão grave assim? - Perguntou ele.

- Nós conhecemos os gangstêres de rua. - Disse Allison se levantando.

- Mentira! - Disse Stiles erguendo as sobrancelhas - Mas que diabos as duas bonitas estavam fazendo lá?!

- Andando, conversando, como duas pessoas civilizadas fazem? - Respondeu Allison - Não sabíamos que eles estavam lá.

- Um deles tentou nos agredir, um cara de jaqueta de couro e com um cigarro fedorento. - Lydia disse suspirando no sofá.

- E vocês estão bem? Mais alguma coisa aconteceu?

Lydia até pensou em contar á Stiles que o cara da festa estava lá, mas a mesma seria vigiada pelo resto de sua vida para que estivesse á salvo. Lydia não queria alguém lhe controlando, principalmente seu namorado. Então, apenas balançou a cabeça negando.

- Por que eles apareceram agora? O que eles querem? - Disse Allison confusa.

- Eu não sei mas, duvido que alguém já não tenha chamado a polícia. Aquilo é uma rua sem saída, você só pode seguir reto, e pra seguir você teria que passar por todos eles. E quantas pessoas precisam andar por ali? Umas 30.000 pessoas?

- Por que não pergunta para seu pai? - Novamente Allison.

- Porque não sei como descrevê-los e porque não posso demorar, tenho que voltar pra casa do Scott.

- Como assim "descrevê-los"?

- Ué, ao mesmo tempo que eles vestem jaquetas de couro de gangues dos anos 90, vestem camisões e usam brincos dos anos 2000, além de gangstêres mafiosos ali, punks, filhinhos de papai.

- Deveríamos ficar na nossa para que nós não nos tornemos alvos. - Disse Lydia sentando-se no sofá.

- Lydia - Stiles foi até a ruiva e sentou-se ao seu lado, entrelaçou as mãos como sempre e a olhou - Não vai acontecer nada, não vamos fazer nada além de falar com meu pai. Vai ficar tudo bem.

- Não quero confusão, Stiles, principalmente envolvendo gangues de rua. - Disse Lydia o olhando.

- Que tal aliviar essa tensão? Hoje á noite, no bar que você escolher, com bebidas e comidas que você escolher, nós dois. Pode ser? Concorda? - Ele deu uma espécie de sorrizinho.

- Ah, Stiles, você consegue tudo com esse sorrizinho. Esteja aqui ás oito. - Ela deu um sorriso fraco.

- OK! ALLISON! - Falou Stiles dando um beijo em Lydia e se levantando indo até Allison - Vai ficar aqui ou vai me dar uma carona?

- Exercicíos são bons Stiles, eu vou ficar aqui e você vai por outro caminho que não seja aquele para o bem da sua saúde. - Ela sorriu.

- Muito bom Alli, até parece que você tem algum coração. - Ele sorriu e se foi para a casa de Scott.

...Lydia Martin...

Foi apenas Stiles estar bem longe da casa de Lydia, para que Allison gritasse de animação pela amiga, a ruiva tapou os ouvidos tentando não perder a audição.

- Quando foi que você fortaleceu suas cordas vocais? - Perguntou ela.

- AAAAAAAAH! VOCÊS SÃO LINDOS JUNTOS, VOCÊS SÃO TÃO MEU DEUS.

- Allison faça um pouco menos de escândalo. Vamos apenas sair pra beber alguma coisa.

- E DEPOIS? HEIN? HEIN?

- E depois nós vamos chegar em casa, nos deitar na cama, e dormir como se não houvesse amanhã. - Lydia sorriu simples.

- Nossa, só? SÓ? Eu realmente duvido, Lydia Martin. - Allison cruzou os braços ainda com um sorriso no rosto.

- Pois então duvide Allison Argent, não vou me importar com isso. - Ela ainda sorriu, até seu celular vibrar em seu bolso, olhou e se levantou do sofá - E aproveita essa animação toda e me leva no Café de novo, preciso encontrar alguém.

- Quem? - Ela fechou o sorriso.

- O policial que ficava no hospital, Jordan Parrish. - Ela foi até a porta.

- O policial? E o que ele quer? Que aleatório.

- Eu disse que estaria disposta á ajudar em algumas coisas na delegacia. E sim, aleatório porém ele é legal.

E as duas vão para o carro, em seguida, ao Café. Ao chegar lá, Allison se despede de Lydia e a mesma entra na lachonete/loja, logo avistou o agente tomando um simples café preto e quente, em companhia de um notebook, parecia vidrado no aparelho, nem mesmo percebeu Lydia se sentando á mesa.

- O que há de tão especial? - Perguntou ela arrancando um pequeno sorriso do jovem policial.

- Quando chegou aqui? - Perguntou ele.

- Agora. E também quero resposta imediata para: O que há de tão importante nesse notebook? E por que me chamou do nada?

- Os dois envolvem o mesmo assunto. - Ele virou o notebook para Lydia, mostrava uma das outras três denúncias que haviam feito no site da prefeitura da cidade - Retrata de mais de dois grupos numa rua sem saída, dizendo várias coisas que não fazem sentindo para essa cidade. E nesse relato aqui, está falando sobre...

- Drogas? Isso é sério? Está tendo tráfico aqui? - Ela o olha após ler.

- Por favor, fale baixo. Eu nem devia estar te mostrando isso, se alguém descobrir, vai custar meu distintivo.

- Por precisar de ajuda de uma adolescente muito inteligente que precisa de um guia para atingir seu objetivo de vida? - Ela sorri novamente.

- Por mostrar provas confidenciais para uma estranha, Lydia - Ele fala todo sério, até olhar nos olhos de Lydia e abrir um sorriso - Espera aí, "guia"?

- Professor? Influência? - Ela também abre mais o sorriso.

...Malia Hale..

- É sério, Demarco, não tem nenhum jeito de eu ir visitar algum amigo meu? - Falava Malia com o zelador da casa, que estava mais 30 minutos tentando convencê-lo.

- Srt. Hale, eu já disse que não temos triciclo em casa, nem mesmo bicicleta. - Explicava pela centésima vez o zelador.

- Não pode nem me dar uma carona? - Ela sorriu - Por favor, Sr. Mazzara, por favor.

- Srt. Hale, eu te digo de novo, eu não posso te dar carona sem permissão.

- 50 dólares e não falamos mais nisso, nem tocamos no assunto e ninguém fica sabendo.

- Nem o Sr. Hale? - Disse o homem inocentemente.

- Nem meu pai, nem o Derek, nem a Cora, nem o Buggie.

- E quem vai te levar pra casa, garota?

- Eu dou um jeito, eu sempre dou. - Ela disse entrando na casa, e enquanto ia pegando o dinheiro no quarto de Peter.

E foi apenas Malia entregar o dinheiro nas mãos do homem, e o mesmo buscar o carro de pequeno nível porém humilde em sua casa próxima dali, que zarparam para alguma lanchonete, onde sempre Malia ia. O zelador a deixou na calçada próxima á antiga casa de Kira. Malia viu a mãe da amiga e logo acenou sorrindo, a mesma fez o mesmo gesto e voltou á cuidar do jardim. A garota então, decidiu andar por aí, encontrar conhecidos e fazer alguma coisa ali para melhorar seu dia com a nostalgia.

...Stiles Stilinski...

Com muito cuidado para não fazer barulho, Stiles abriu a porta e logo a fechou sem um mínimo rangido, se jogou no sofá e viu que tudo estava intacto, ninguém havia percebido. Então os dois estavam tão concentrados assim? Stiles suspeitou disso, até demais, se levantou e subiu as escadas, bateu na porta e chamou por Scott e Cora. Ao abrir a porta sem mesmo autorização, Cora e Scott estavam sentados na cama conversando normalmente, os dois olharam para Stiles, e o mesmo deu um sorrizinho. Desceu as escadas para voltar ao seu sofá, e ouviu umas pequenas risadas dos dois, risadas suspeitas demais, mas voltou ao que lhe interessava, o jogo dos Mets.

Um tempo depois, já estava anoitecendo, o jogo já havia acabado e o tédio estava ali. Os dois desceram as escadas, Stiles se levantou com um suspiro cansado.

- E aí? Como foi? Hein? - Ele sorriu sem mostrar os dentes.

- Foi esclarescedor. - Disse Scott.

- Bom, eu tenho que voltar. Foi muito bem hoje, Scott. Você deveria organizar as suas ideias do mesmo jeito que me disse. - Ela sorriu.

- Muito obrigado, Cora me ajudou muito mesmo. - Ele também sorriu a olhando.

Stiles novamente estranhou, mas também foi se despedir do amigo:

- Cara, eu também já vou, eu conversei com a Lydia para saírmos hoje e eu não posso me atrasar dessa vez. - Ele bate na mão do amigo.

- Conversou? Quando?

- Ah...pelo...celular. Conversei quando o jogo já tinha acabado e eu não tinha nada pra fazer aqui. - Ele sorriu sem graça - Vamos embora, Cora. E sua mãe deixou dinheiro pra você ir comer alguma coisa.

Cora acenou para Scott e os dois saíram dali. A garota entrou no carro frente á casa de Scott, e Stiles se apoiou na janela aberta. Ele franziu o cenho enquanto a olhava suspeitamente.

- O que foi? - Ela perguntou ainda não ligando o carro. - O que esse olhar na sua cara?

- Que olhar? Não tenho olhar nenhum.

- Um olhar que me dá vontade de te bater. O que foi, Stiles?

- Ficou com o meu melhor amigo?

- QUÊ?! - Ela gritou sem querer, ela abaixou o volume da voz e falou rápido - Mas que merda de pergunta é essa?

- Ficou? - Ele ergueu as sobrancelhas.

- NÃO! Pelo amor de Deus! - Ela sorriu um pouco envergonhada pela pergunta.

- Tá sorrindo! Isso quer dizer que somos amiguinhos agora? Você não me odeia? NÓS SOMOS AMIGUINHOS?

E a cada "somos", Cora fechava o vidro do carro. Stiles deu um sorrizinho e se afastou do carro, olhou para a casa de Scott e foi embora dali, logo para a casa de Lydia.

...Malia Hale...

Malia estava andando por ali normalmente, cumprimentou alguns conhecidos, sentiu nostalgia de onde ia quando morava por ali. Até sentir uma enorme fome, do nada mesmo, andou por mais alguns lugares quando se deparou com uma lanchonete, ou loja como preferir, onde vendia alguns docinhos. Malia havia trago pouco dinheiro, o que não mataria sua fome, mas tinha que comprar pra matar um pouco.

Entrou na loja e foi direto para o balcão, escolheu um pequeno Brownie e logo ia se sentar para comer quando:

- MALIA! - Falou Lydia um tanto quanto alto, a garota sorriu e deu uma mordida na comida - Vem, senta aqui com a gente!

- Eu? Não, eu não quero atrapalhar. - Malia foi até Lydia e lhe deu um pequeno abraço.

- Atrapalhar? Não mesmo. Vem, senta aqui, faz tempo que não conversamos. 

- Ah, obrigada. - Ela sorriu ainda mais agradecida, sentou-se ao ladinho de Lydia e ofereceu um pedaço do pequeno bolo.

- Não, obrigada. Estou tomando um café com ele, Jordan, essa é a Malia, uma amiga muito especial mesmo. - Disse Lydia apontando e sorrindo para a amiga.

- Prazer em conhecê-la Malia. - O policial sorriu sem jeito.

- Prazer, Jordan. - Ela sorriu e comeu mais um pedaço do bolo.

- Malia, onde está seus primos, ou o seu pai? - Perguntou Lydia.

- Eu vim sozinha.

- E veio fazer o quê? Não me ache uma psicopata, estou apenas arranjando assunto. - Ela abriu o sorriso.

- Eu não tinha nada pra fazer em casa, todos saíram, então vim fazer uma visita. E você é a ultima pessoa que eu acharia que me mataria, você é fofa e top demais pra isso.

- Não ache que sou ingênua demais, eu poderia matar alguém, uma formiguinha, mas a ultima pessoa que eu mataria seria você.

- Isso é uma conversa meio estranha. - Malia deu uma pequena gargalhada.

- E estamos discutindo isso na frente de um policial. Que legal, vamos em cana. - Ela ergueu as sobrancelhas.

- Certeza. Qual é' seu guarda? - Falou Malia erguendo uma das sobrancelhas.

- Eu não vou prendê-las. - Jordan fecha o notebook e se levanta - Acho que vou voltar para a Delegacia, já está acabando meu horário livre.

- É sério, Jordan? - Disse Lydia também se levantando.

- Sim, acho que até mesmo passou do meu horário. - Ele olha no relógio, e pega o notebook da mesa, olhou para Lydia e Malia e sorriu simples - Prazer em te conhecer Malia, Lydia, muito obrigado por vir.

- Quando precisar, eu estarei aqui, Parrish. 

- No Café? - Diz ele antes de sair.

- No Café. - Ela sorri. - Espero que ele não tenha pensado que vamos matar alguém.

- Tenho pequenas dúvidas disso. Acho que também já vou, Lydia. - Malia se levanta.

- É sério isso? Mas você não está sozinha? Você veio de carro? - Lydia a olha nos olhos de Malia.

- Eu vim de carona...MAS TUDO BEM! - Ela fala um pouco alto quase rindo.

- CARONA?! - Gritou Lydia e algumas das pessoas que estavam ali olharam, Malia segurou o riso novamente e Lydia deu um pequeno sorriso no mesmo estado da amiga - Malia, e como você vai embora?

- Eu pego um ônibus, não tem problema.

- Porra Malia, se você tivesse falado...aaaa! Eu te levaria mas, eu vou ter um encontro com o Stiles e eu nem estou em casa. MAS OLHA, eu vou te levar até o ponto de ônibus e você, tome muito, muito cuidado! - Disse Lydia ainda a olhando e andando um pouco distante da mesa.

- Muito obrigado, Lydia, você é um anjo! - Disse Malia abraçando Lydia e a mesma também abraçando a amiga.

As duas entraram sorrindo uma para outra, conversaram sobre várias coisas dentro do carro, parecia que eram amigas há muito tempo. Malia desceu do carro, agradeceu Lydia com um abraço carinhoso e foi se sentar num pequeno banquinho ali. Num banquinho cujo lugar era um tanto quanto assustador, ninguém por ali, estava com um leve vento batendo em seus cabelos curtos, e apenas um poste de luz para iluminar a rua vazia.

- Vai mesmo ficar bem? - Perguntou Lydia franzindo o cenho e aparecendo no vitrô do carro, e estava tão preocupada quanto a própria Malia.

- Lydia, você tem um compromisso importante, pode ir, eu vou ficar bem e mando mensagem pra você quando eu chegar. Pode ser?

- Não me convenceu. Mas jura que manda mensagem pra mim?

- Eu juro! - Ela disse. Lydia ainda não parecia convencida, mas já estava atrasada pra chegar em casa, não queria mesmo deixar a Malia ali, era perigoso e de uma maneira, estava muito preocupada.

Entretanto, teve de ir. E ali ficou Malia, olhou para um lado, para o outro, não iria negar que ficava um pouco nervosa ali mas, era questão de um tempinho pra passar um ônibus por ali. Era. Passou-se dez minutos e nada. A garota logo teve uma ideia, uma ideia nada brilhante, mas tudo bem, pegou o celular e foi mandar algumas mensagens para seus primos pedindo socorro, venha os dois carros ou não. Estava na ultima letrinha quando, o celular descarregou completamente, foi ver a tela ficando escura e Malia já falou vários palavrões xingando o aparelho. Ela colocou o celular no bolso. E ficou cabisbaixa com o desânimo, seria obrigada á esperar o ônibus agora.

Passou-se um tempo, ficava mais tarde, e estava mais escuro, o único barulho que escutava era da eletricidade do poste que ficava ali junto com as mariposas que rodeavam os raios de luz. Isso mudou. Logo quando passou á ouvir passos e risadas, falas altas e barulhos de coisas batendo, a ironía era que as vozes eram apenas de garotos, isso pioraría a situação. Malia cruzou os dedos pedindo que virassem e fossem para outra rua qualquer, porém seus pedidos foram ignorados, pois lá vinha um grupo de garotos, com diversas vestes, como camisetas grandes e bermudas largas, outros com camisas sociais e calças jeans de alto nível, estilos emo, enfim, todos eles pareciam carregar cigarros ou outras coisas para fumar. Malia suspirou e se levantou indo na direção oposta deles, e na hora que se levantou, houve cochichos e risadinhas que sabia que estavam sendo direcionados a ela, e nisso aumentou os passos, ia se livrar mas logo teve que ouvir:

- Ei, garota! - Um deles falou, ela parou e já sentiu o coração gelar - Está perdida? Tá tudo bem?

- Ah, não, eu já estava indo embora...Valeu. - Ela nem mesmo se virou e já ia começar á andar novamente, quando a interromperam novamente.

- Espere aí! - Eles continuaram á ir em sua direção suspeitamente - Eu te conheço, não conheço?

- Acho que não, é só engano. - Ela tentava se esquivar.

- Se vira aí, linda. Talvez a gente te conheça. - Disse outro deles com a voz rouca e grossa. Malia se virou com o coração trincado de medo, o garoto a analisou e enfim disse - Beacon Hills High. E vem de uma família bem...fabulosamente rica.

- Aí me interesso. - Disse o primeiro cara cujo aparencia era de riquinho filhinho de papai. Ele pegou na mão de Malia sem permissão e deu um beijo forçado e cínico, ela logo se afastou com um pequeno ódio e perguntou franzindo o cenho.

- Como sabe da minha família? Eu nem te conheço.

- No último dia de aula que apareceu, foi embora num carro que não se diz que é de pobre. Só vem visitar esse bairro com os primos e só anda com os riquinhos metido á besta. Sabe como é, princesa. - Disse o outro.

- Diz que meus amigos são riquinhos, mas é uma hipocrisia quem está do seu lado. - Diz ela cruzando os braços e olhando o outro que beijara sua mão.

Eles deram uma gargalhada alta, e um deles pegou um cigarro que tinha cheiro de coisa pior, deu uma puxada e assoprou a fumaça nojenta no ar. Ele a olhou e disse:

- Nosso amigo aqui, nos fornece essa belezura. - Ele joga o objeto no chão e olha para Malia se aproximando demais - E o que a princesinha pode nos fornecer? Eu tenho uma ideia.

Ela se afastou em longos passos e descruzou os braços querendo correr dali. Não foi por falta de tentativa, mas um deles segurou seu braço com força, ela o olhou com raiva nos olhos e disse curta e grossa:

- Me solta, ou vai sofrer as consequências.

- Quer dizer que a garota gosta de brigar? - Ele disse sorrindo - Não sabia que elas serviam pra isso também, eu tinha certeza que elas serviam apenas para ficar dentro de casa no fogão e nos satisfazendo de um jeito bem...

Ele nem mesmo terminou de falar, com a outra mão, Malia deu-lhe um soco fortíssimo, forte até demais para o fazer soltar. E então ela correu rápido, mais do que suas pernas aguentavam, e sabia que aquele grupo de garotos nojentos estava atrás dela, ela se virou para vê-los e não parava de correr. Não demorou muito para trombar com uma pessoa á sua frente, até mesmo caída, ela falou um tanto desesperada:

- POR FAVOR, ME AJUDA! SÓ ME AJUDA, POR FAVOR!

- Malia? - Disse Scott ao seu lado se levantando um pouco - O que aconteceu? Por que tá assim?

- A gente tem que ir embora! Agora! - Ela tenta se levantar com a ajuda do amigo mas logo os dois são empurrados para cair na calçada.

- Aí linda, não foi legal o que você fez. - Disse um dos caras encurralando os dois.

- Nós temos que devolver no mesmo troco? - Disse outro.

- Vai ser uma pena arranhar esse rostinho lindo. - E outro.

- Não vão tocar nela! - Disse Scott se levantando.

- Não, Scott! - Disse Malia - DEIXEM ELE IR, VOCÊS QUEREM ACERTAR AS COISAS COMIGO, NÃO COM ELE.

- Então quer dizer que ele é seu namoradinho? Que clichê. - Disse um deles, ele se agacha com delicadeza e coloca uma mecha de cabelo da garota atrás da orelha - Seria bem legal fazer algo com ela na frente dele, né?

- NÃO ENCOSTA NELA! - Scott meteu-lhe um chute na cara do moleque, o mesmo caiu com dor. Infelizmente, outro deu um soco fortemente no rosto de Scott.

- NÃO ENCOSTA NELE! - Malia antes de se levantar, deu um chute enorme no saco do cara, sentiu a dor até de longe.

Dois haviam caído de dor, muita dor, Malia conseguiu sair daquele círculo que os cercava, diferente de Scott que os outros dois estavam o arregaçando. Ela não ia deixá-lo ali, de jeito algum, ela foi até um deles e o puxou pelo cabelo fortemente o afastando de Scott. Assim tendo chance dos dois correrem, e assim correram, o máximo que puderam, até chegarem perto da casa do Mccall e perceberem que os caras não estavam os seguindo.

Minutos depois, que Scott pediu uma pizza apenas, e Malia e o mesmo estavam comendo, enquanto a garota fazia um pequeno curativo no rosto do amigo. Enquanto colocava duas pequenas fitinhas com algodõezinhos próximos ao machucado que sangrava um pouco, ela falava concentrada:

- Obrigada, por me defender. E principalmente por estar ali. Mas, o que estava fazendo ali?

- Eu ia buscar comida. Aí tentaram me roubar e eu saí correndo. - Ele diz a olhando. - E o que estava fazendo ali?

- Esperando um ônibus pra ir pra casa. Eu vim visitar algumas pessoas e vim de carona. - Ela termina de fazer o curativo e senta ao lado de Scott.

- Eu te levo, já está tarde e seu pai deve estar preocupado. - Ele se levanta.

- Não se incomode com isso, sério, eu tô bem, eu vou de ôni...

- Malia, eu vou te levar. - Ele afirma a interrompendo - Tem um capacete na mesa da cozinha. 

Não teve chance, Scott foi buscar o capacete na cozinha, e os dois foram para a moto.

- Tá, e como eu vou me segurar na moto? Tem uma cordinha? Um cinto? - Diz ela se sentando atrás de Scott.

- Cinto, Malia? Sério? - Ele sorriu.

- Tem sorte que eu não falei colete. - Ela também sorri - E eu seguro nos seus ombros? - Ele a olha franzindo o cenho e sorrindo - Foi mal, eu nunca andei de moto.

- Tá, segura na minha cintura. - Ele diz e Malia acaba apertando sua barriga fortemente - Malia! Não tão forte, Jesus!

- Foi mal de novo.

E então os dois se vão, Malia vai falando o caminho para sua casa e foi um tanto quanto divertido, pois Malia era desastrada demais, ficaram surpresos por chegarem na casa e não terem caído da moto no caminho.

- Sério, valeu mesmo Scott, acho que teria acontecido coisas horríveis comigo hoje. Obrigado por ter aparecido na hora certa. - Diz ela tirando o capacete e entregando para Scott.

- Sabe que pode contar comigo quando quiser...E foi melhor conversar com você pessoalmente do que por celular. - Ele sorri.

Os dois sorriram, quando vem vindo uma enorme Limousine ali, ela estaciona ao lado da casa de Malia e os dois ficam se questionando, e dentro do veículo, sai Peter, com um terno e uma maleta, parecia tão importante.

- Malia, o que está fazendo aqui á essa hora? - Perguntou ele - E olá, garoto que não conheço que trouxe minha filha pra casa á essa hora da noite.

- Prazer, Scott Mccall, senhor. - Disse Scott apertando a mão de Peter.

- Filho da Mellisa Mccall, diga á ela que mandei lembranças, e que precisamos de um segundo encontro. - Ele dá um pequeno sorriso e entra pra casa, Malia sorri para Scott do mesmo jeito que o mesmo, pois não tinham entendido como Peter os conheciam.


Notas Finais


- Stiles finalmente conta para Lydia o segredo. (lembra do futuro MUITO próximo?)

- O cara misterioso dar as caras e ser um concorrente bem forte para Stiles.

- Malia e Lydia louquinhas e muito, muito próximas.

AGORA, criem expectativas e teorias, e também ideias porque estou aceitando até do gato da minha vó. E COLOQUEM NOS COMENTÁRIOS, please.


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