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História I Hope You Don't Leave Me. - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


esse é o penúltimo capítulo antes de passar pro futuro deles
estou ansiosa aaaaaa

Capítulo 23 - My Light.


Pov Sina.

3:30 da madrugada.

Meu corpo tenso sentado sobre uma das poltronas naquele quarto, um silêncio irritante me deixando cada vez mais inquieta. O que eu sentia? Raiva, muita raiva. Os meus motivos? A ausência de Heyoon. O que mais? Ciúmes de Heyoon. Mais um ponto? A rejeição de Heyoon. Mais um para finalizar? A minha falta de controle.

Minha respiração nem era mais normal, eu estava nervosa. Se existe uma coisa que você precisa aprender sobre mim, é que nunca deve me rejeitar, nunca. Jamais me deixe de lado, jamais me troque por alguém, jamais me diga com todas as letras que "não quer, não vai" fazer qualquer coisa comigo. Jamais faça isso, não se eu amar você, com toda a certeza estará pisando nos meus sentimentos de uma maneira lastimável. Eu perdi as forças das minhas pernas quando ouvi da boca de Heyoon que seu desejo não era dormir ao meu lado aquela noite.

Como? Por quê? Por birra? Eu não conseguia, eu não queria entender, tudo o que eu queria e precisava era dormir... Com o corpo grudado, fundido ao dela. Eu não precisava dizer, pensar, me desculpar ou fazer qualquer coisa desde que ela estivesse ali, sentada do meu lado, debaixo dos meus olhos, seu cheiro doce entrando na minha respiração e me fazendo perceber que ela era minha e de mais ninguém. Eu estava querendo matar o Diabo e o mundo no auge da minha irritação, e quando mais eu precisava dela, tudo o que ela fez foi se afastar. Eu queria esganá-la, ou beijá-la... Não, eu queria estapeá-la, eu queria... Ela.

Lembranças e mais lembranças me rasgavam por dentro, notificações de erros em todos os parágrafos daquela história me deixando sem ar. Eu solucei quando fui puxada pelas pernas de volta para recordações, meu subconsciente me castigando sem dó. Ele deveria ter dó?

Está vendo como você é uma pessoa horrível, Sina? Minha consciência dizia, meu corpo indo para trás e para frente lentamente meus olhos fechados com força. Olha o que você fez, Heyoon vai guardar mágoa por isso pelo resto da vida. Você prometeu que nunca voltaria a machuca-la, e olha só o que você fez.

- Para.

Eu disse para mim mesma, ou melhor, para o monstro da culpa que me assombrava enquanto apertava mais minhas mãos contra meus ouvidos, como se aquilo fosse me fazer parar de escutar.

Você não a merece, afaste-se, deixe que ela arrume alguém melhor que você. Neguei com a cabeça ferozmente, abri meus olhos para enxergar o nada, a visão embaçada me fazendo tornar a fecha-los. 

Logo você vai machuca-la novamente, você sempre faz isso, nem mesmo consegue confiar nela cem por cento

- Eu confio. - Corri as mãos pelos meus cabelos. - Eu a amo.

Amor não é o bastante. Você não é o bastante para ela.

Nós tivemos a nossa primeira briga desde que começamos a namorar, e o pior era saber que a culpa do que vi nos olhos dela foi exclusivamente minha.

6:20 da manhã.

Bocejei, passando a mão por meus cabelos bagunçados. Meus lábios levemente feridos do tanto que os mordi a noite inteira com pensamentos horríveis. Virei um pouco na cama, afundando minha cabeça no travesseiro ao lado. O cheiro dela estava presente ali em poucos segundos que ela ficou abraçada com ele. 

Havia passado a noite inteira em claro e sentir aquele cheiro gostoso era como passar com um caminhão me massacrando ainda mais. Eu precisava dela.

Pisquei me sentando na cama quando ouvi duas batidas na porta do quarto. Estranho. Me levantei com uma forma que desconheço e abri a porta. 

Se a minha aparência poderia ser comparada a de um Zumbi naquele momento, ela mudou para a alegoria fantasmagórica quando vi Shivani de pé na minha porta assim que a abri.

- Vai me deixar entrar ou prefere conversar na porta? Tanto faz pra mim.

Eu tive certeza naquele segundo de que eu estava fodida, mais fodida do que estive a madrugada inteira. Engoli a saliva que se formou na boca e dei dois passaos para o lado, liberando a passagem. Shivani entrou sem ao menos olhar na minha cara.

Fechei a porta e respirei fundo antes de me virar, a encontrando de pé no meio do tapete, os braços cruzados em baixo dos seios, uma expressão de sono tão grande que imaginei que ela deveria ter passado a noite em claro... Com Heyoon.

- Eu não sei o que te traz aqui es...

Tentei desconversar, ou talvez só quisesse ganhar tempo para a pensar o que falar

- Você sabe o que me traz aqui a essa hora da manhã, e sabe com todos os detalhes. - Pressionei os lábios, estava trêmula sob o olhar que Shivani mantinha em mim. - Olha, Sina, eu não sou Heyoon, Sabina e muito Menos Any, então vou lhe implorar para não se fazer de cínica comigo. Eu estou sendo boazinha em vir aqui com toda a calma do mundo para ouvir da tua boca a tua versão, porque se eu fosse levar em consideração o estado que Heyoon passou a madrugada inteira, eu teria entrado aqui já te pegando pelos cabelos.

- Eu peedi o controle. - Confessei em um fio de voz, meu corpo se abaixando até que eu estivesse sentada com as costas na cama. Shivani continou em pé a minha frente. - Eu já estava estressada antes, quando vi as mensagens da Momo no celular dela, eu surtei, eu não a suporto. Perdi o controle que estava em minhas mãos e falei o que não devia, fiz o que não devia. Eu estou tão arrependida, eu passei a madrugada inteira me condenando por isso.

- Posso ver que passou a madrugada inteira em claro, você está horrível. - Sua voz fria estava me dando arrepios. - A minha vontade era de entrar aqui e te deixar mais horrível ainda, não vim porque Heyoon não permitiu. Doce demais, não é? Pois é. Talvez o problema dela seja esse, ser doce demais. E sabe qual é o seu problema? Idiotice demais. Depois da merda que você fez, ela ainda zela intensamente pela tua paz de espírito.

- Eu sei...

- Não, você não sabe. - Shivani bufou curvando-se para frente. - Heyoon passou a noite inteira chorando no meu colo por culpa tua. Eu senti vontade de te torcer ao meio quando ela bateu na minha porta com os olhos vermelhos, porque eu tive a certeza que você tinha feito merda sem ela ao menos ter dito alguma coisa. Sabina conseguiu faze-la dormir por pelo menos 10 minutos, foi o tempo que eu tive para vir aqui. 

- Shivani...

- Eu estou falando, não terminei. - Levei as costas da mão até os olhos para enxugar minhas lágrimas. - Aquela garota te ama, Sina, ela vive, ela respira você. Pelo amor de Deus, é assim que você agradace? É assim que você a ama de volta? Nós erramos? Sim, errar é humano, e todo mundo faz isso, mas acontece que uma vez é tolerável, agora errar duas se torna completamente desnecessário. Você sabe que errou em tocar num assunto terrível.

- Eu sinto muito. - Cobri o rosto com as mãos, todos os cantos do meu corpo ardiam naquela culpa filha da puta me deixando dolorida.- Eu sinto muito por isso, eu... Eu estou tão arrependida, eu vou pedir desculpas para ela, eu não queria causar problemas no nosso relacionamento, eu juro por Deus. Eu fiquei cega por um determinado tempo e quando cai na real já havia sido estúpida. Eu sei que errei, estou reconhecendo isso. Já estou me sentindo culpada o bastante, você não pode imaginar o quanto está doendo, me rasgando por dentro

Shivani ficou em silêncio por algum tempo. Arrependimento é algo que consome a gente, tira qualquer rastro de bem-estar, nos joga em um mar de espinhos que se infiltra por baixo ea pele sem a intenção de sair.

- Você sabe o que significa pra mim, não sabe? Independente de tudo, nós sempre fomos próximas o suficiente, não é? - Ela me perguntou um pouco mais perto. Apenas sacudi a cabeça em positivo, estava com vergonha de olha-la. - Sabe que você e o resto das meninas são minha segunda família, não sabe?

- Sei...

- Olha pra mim. - Shivani ordenou com um tom de voz um pouco mais suave, seu corpo ainda de pé. Demorei alguns segundos para olha-la, e acho que gostaria mais se não tivesse feito isso. Sua postura era extremamente protetora, como uma leoa raivosa curvada sobre seus filhotes, pronta para arrancar a cabeça de qualquer animal que se atrevesse a mexer com eles. O problema todo é que eu tinha mexido com um de seus filhotes, mexi com Heyoon, e aquilo nitidamente era algo inadmissível para Shivani. - Você sabe que entre todas vocês, Heyoon é o meu bebê. Ela é como Kassaya ou Nakia. - Suspirou falando o nome de suas duas irmãs mais novas.- Eu as protejo com unhas e dentes e dou tapa na cara de quem for se algo as machucar. Heyoon é assim para mim e eu realmente não posso suportar que ela esteja machucada. O problema é que está me doendo do mesmo jeito de te ver assim, entrei aqui com vontade de te matar, mas posso ver nos seus olhos o tamanho do seu arrependimento e sei o quanto você a ama.

- Muito. - Funguei.- A amo muito.

- Eu sei disso. - Senti Shivani se abaixar na minha frente, suas mãos pousando sobre meus joelhos dobrados. - Portando, o que vou lhe dizer pode soar um pouco grosseiro, mas é necessário. Você precisa parar de ser idiota, Sina, precisa parar de surtar por qualquer merda, por qualquer mensagem. Heyoon é tua namorada. Heyoon te ama, ela lutou por você durante todo esse tempo, ela jamais olharia para outra garota. Nós somos amigas desde que cheguei aqui aos meus oito anos de idade, e ela te ama de verdade.

- Eu tenho noção disso, por isso está doendo tanto saber que fiz merda.

- Fez merda e das grandes, sua idiotice ultrapassou limites quando tocou no nome daquela nojenta da Savannah. Aquela garota é o demônio para Heyoon, tocar no nome dela é arrasta-la de volta para aqueles meses em que vocês sofreram, em principal ela nessa situação. Quando a insegurança dela falou mais alto do que antes. Você precisa faze-la superar isso, precisa fazer com que ela não se doa mais ao ouvir o nome dela, precisa fechar a fenda que abriu de novo no peito dela, Sina.

- Eu não consigo... Ela não me merece.

- Olha pra mim. Você é ima pessoa maravilhosa, Sina, com o coração bom e puro cheio de amor pela minha amiga. Mas você errou, e se arrepende, então você precisa ir atrás dela, ela é a garota que você ama. 

- Você acha?

Perguntei depois de enfim tentad controlar meu choro, Shivani se sentou na minha frente segurando meu rosto nas mãos.

- Heyoon só tem olhos pra você, Sina. Corra atrás dela enquanto vocês tem tempo.

Fiquei alguns instantes raciocinando tudo. Foi então que ela me abraçou, um abraço bom e necessário. Seu carinho em meu cabelo fez-me acalmar um pouco, mas eu só iria me acalmar nos braços de Heyoon.

Depois que Shivani saiu do quarto, eu fui tomar um banho. Chorei mais do que deveria em baixo do chuveiro. Tomei coragem e sai do quarto que estava depois de me vestir. Um casaco preto e uma bemuda jeans. 

Suspirei. Parei a frente da porta do quarto de Sabina, segundo Shivani, minha garota tinha "dormido" ali. Dei duas pequenas batidas na porta do quarto. Meu coração sambando dentro do peito. Demorou um pouco, quando vi minha amiga abrir a porta com um olhar desconfiado sobre mim. 

Eu mal foquei nela, e sim em Heyoon sentada na beira de sua cama. Os olhos inchados, os cabelos levemente bagunçados, estavam úmidos, inalei profundamente quando senti o cheiro deles. Camomila. Ela tinha um olhar vazio e triste. Me condenei mil vezes por tê-la feito passar por tudo isso.

- Bom... Acho que vocês precisam conversar, eu vou indo.

Sabina me olhou, sorriu de canto e deixou um beijo na minha cabeça. Parecia estar me dando coragem, e saiu do quarto fechando a porta.

- Eu...

- Não quer se sentar?

Perguntou-me sem me encarar, seus olhos fixos em seu colo. Era como se fossemos duas estranhas, como se nunca tivéssemos nos beijado, feito amor e trocado juras e promessas em todos os cantos. E por culpa de quem? Minha, é claro. Não respondi nada, apenas me aproximei de sua cama e me sentei de frente para ela, minhas mãos suando de nervoso. Por onde começar a me desculpar.

- Olha... Se você vai me dizer que tem razão e que só está vindo conversar comigo porque não quer que fiquemos mal, pode voltar. Eu realmente não preciso ouvir isso.

Ela começou a se defender ao erguer o olhar para me fitar, eu rapidamente neguei com a cabeça, me aproximando um pouco.

- Não, não. - Respirei fundo.- Eu não vim dizer isso, eu...

- Você o que, Sina?

Seu tom chateado me balançava, ficava difícil falar quando a tinha daquela forma. Suspirei e encarei seus olhos, os verdes nos castanhos, aquela troca de olhares conhecida. Uma troca de olhares um pouco mais úmida, mas ainda sim, em uma perfeita intensidade.

- Vim pedir desculpas. - Minhas mãos tremiam.- Eu vim dizer que sinto muito, que eu sinto muito, Heyoon.

Quebrei nossos olhares e abaixei a cabeça, meus olhos doeram quando as lágrimas os alcançaram novamente, eu não aguentava mais chorar.

- Você sente muito? É só isso que você sente?

Não a olhei, mas pelo tom embargado de sua voz a vontade de fazer o mesmo que eu... Chorar.

- Não, eu me sinto um lixo. Eu fui uma estúpida, estou me sentindo horrível pelas coisas que lhe disse. Eu sou uma idiota, eu sei que sou.

- Sim, você é. - Heyoon fungou.

- Você deveria me xingar, me bater, me desprezar pela burrada que cometi... De novo. - Limpei o nariz com a costa da mão direita.- Eu não tive consideração contigo, não fui honesta. Você passou o dia comigo, se certificando que eu ficasse bem e na primeira oportunidade que eu tive lhe abri uma ferida desnecessária.

- Isso, foi exatamente o que você fez.

- Eu não deveria ter feito tudo o que fiz. Vejo em seus olhos que passou a noite em claro e estou me condenando tanto por isso. Você não merece nada disso. Me desculpe por tudo o que falei, pela forma infantil e rude que agi.

- Quem é me garante que você não vai fazer a mesma coisa de novo? Em? Você me prometeu meses atrás que não voltaria a me machucar, mas olha onde estamos. Como é que eu posso ter a certeza que na primeira oportunidade que você tiver não vai voltar a me magoar?

- Eu garanto. - Curvei meu corpo para frente e arrisquei para segurar seu rosto molhado entre as mãos, nossos olhos se fuzilando, nossas respirações em confronto. - Eu garanto poraue eu aprendi pela segunda vez com o meu erro, eu não te protegi da primeira vez, te magoeei. Eu passei a madrugada inteira na merda, Heyoon, eu chorei por horas a fio porque sabia que tinha pisado na bola com você. Eu não posso lidar com isso...

- Sina...

- Não posso suportar o seu choro, suas lágrimas, não posso. - Colei nossas testas e fechei os olhos, um desespero horrível de perde-la tomando conta de mim. - Me perdoa, eu estou implorando. Eu juro que vou trabalhar todos os dias para te curar, eu juro, amod. Eu sei que tudo é muito recente pra você, que ainda te machuca ouvir e falar sobre certas coisas, eu sei. Por favor, confia em mim, eu não vou te magoar outra vez... Me perdoa.

- Independente do que tenha acabado de dizer, preciso que saiba que ainda estou muito magoada. - Concordei com a cabeça piscando rapidamente, minhas lágrimas atrapalhando minha visão.- Mas também estou orgulhosa por você ter caído na real o quanto antes, por ter engolido o orgulho para vir atrás de mim e assumir que errou.

- Nunca vou parar de dizer que errei e que me arrependo, nunca.

- Eu sei que se arrepende, posso ver isso nesses olhos que bem conheço e amo. - Ela sorriu triste e abaixou cabeça, secando os próprios olhos.- Infelizmente tive aue lhe causar uma boa noite de insônia para lhe mostrar que não é assim que as coisas funcionam. Eu não posso deixar meus amigos de lado por sua causa, não posso mandar todo mundo ir pra merda porque você quer que eu mande. Preciso deixar claro aqui e agora, mesmo que você não goste, Momo é minha amiga e continuará sendo.

- Heyoon...

- Me deixe terminar. - Concordei com a cabeça e me desculpei rapidamente, puxando sua mão direita para entre as minhas. - Momo é minha amiga, nada mais que isso. É apenas uma amiga e só, ela tem namorado e não precisa se corroer de ciúmes por causa dela ou me atingir de todas as maneiras quando ler uma mensagem dela. Entenda que eu sou sua namorada, sua mulher, entenda que eu te amo e estou lutando por você todos os dias com todos os pingos das minhas forças, Sina. Eu não desejo e não quero mais ninguém além de você. Olha pra mim...

Ergui os olhos quando sua mão levou a minha até seu peito, mais precisa em seu coração. Eu pude sentir o pulsar extremamente forte contra a minha mão. Mordi o lábio. 

- Está sentindo? Isso é tudo por você. Nunca em dezessete anos ele bateu assim por mais ninguém. Depois do dia que você me atropelou, vezes seguidas isso aconteceu e tudo piorou quando você me beijou naquele banheiro. Por favor, eu sou mais sua do que minha, acredite em mim quando eu digo que só quero você pro resto da minha vida.

Ela disse tudo aquilo olhando nos meus olhos, calando todas os meus medos. As vezes eu queria ser como ela, com toda aquela maturidade e inteligência. Ah, como eu a amava.

- Você me perdoa?

Sussurrei  acariciando seu rosto com meus polegares.

- Perdoou.

Vi aqueles lindos dentinhos brancos brilhando num sorriso fraco, que mesmo assim me fez derreter.

- Não terá um dia em que eu não vá me desculpar pelo que fiz você passar.

- Só Deus sabe o quanto eu pedi pra ter essa Sina de volta.

Ela fungou sorrindo, limpando seu rosto molhado. 

- Eu te amo mais do que qualquer coisa. Eu perdi as forças só em pensar de te perder.

Beijei seus olhos, ela me tocou pela primeira vez desde que cheguei naquele quarto. Sua mão tocou meu rosto desenhando o contorno de meus lábios, depois subiu para o meu nariz. 

- Eu aceito. 

- O que? - Perguntei confusa.

- Casar com você.

Se eu ainda tinha dúvidas de qualquer prova de amor de Heyoon, naquele momento todas foram por água baixo quando ela tocou seus lábios nos meus. Derrubando todas as mágoas que meu corpo tinha, trasnformando tudo em amor, aquela paixão quente que nos ardia, o problema é que nós nunca tivemos medo de nos queimar.




Notas Finais


o que acharam da briga de Siyoon, hm?


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