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História I Hope You Don't Leave Me. - Capítulo 28


Escrita por:


Notas do Autor


tá ai mais um, espero que gostem.
sorry qualquer erro

Capítulo 28 - Broke Up With Me.


Pov Heyoon.

Parei o carro em frente a escola de Taehyung para pega-lo, já que Sina estava muito ocupada em seu estúdio. 

Uma semana antes, tinha acontecido o aniversário de Aimêe, tudo perfeito. E naquela segunda-feira, minha pequena não pôde ir para a escola pois devido ao frio, ela estava levemente resfriada. 

Com o passar dos dias, eu consegui organizar devidamente minha rotina com praticamente três empregos. Eu mal dava consultas na clínica, tinha vários psicólogos que eu  recém os contratei, estagiários. Então eu só atendia meus pacientes antigos, uma vez ao mês. Na Jeong Company Model, eu acabei me tornando em quatro anos a principal modelo de lá, então era o foco principal de tudo o que eu fazia. Desfiles e desfiles, fotos atrás de fotos. Aquilo me fazia um bem danado. E, sobre a  dança, eu tinha um representante em cada país nos quais eram localizados meus estúdios, o que deixava tudo mais leve para mim. Sem falar no fato de ser, a esposa da melhor e mais famosa fotógrafa da Europa.

Tirei o cinto e descendo do automóvel, ela me ligou, prontamente atendi, caminhando em passos lentos para dentro da escola.

- Hm, amor. Quer almoçar comigo hoje?

- O que devo esse convite?

Perguntei risonha, umidecendo os lábios.

- Falei com Sabina agora pouco e ela me disse que Aimêe está dormindo, você podia levar Taehyung para trocar de roupa e depois nós três nos encontramos.

- Por mim, tudo bem.

Dobrei o corredor da escola, enquanto me aproximava da sala em que meu filho estudava, o prédio era grande demais.

- Venham me buscar aqui... E, Heyoon?

- Sim?

- Eu amo você, nunca esqueça disso.

Sorri toda boba, ela desligou. Suspirei pesadamente guardando o telefone no bolso do sobretudo preto que vestia. Era incrível como nosso amor nunca mudava, aquela chama nunca apagava.

Um rapaz também esperava na porta da sala fechada, que respectivamente, era a de meu filho. Ele era bonito, aliás. Vestido todo de preto, também asiático, os cabelos da mesma cor das roupas. Seus olhos se encontraram nos meus, um sorriso educado me lançou.

Logo a porta se abriu e várias crianças agitadas saíram dali. Logo, vi meu pequeno coelhinho sair de lá com uma garotinha da mesma estatura e aparência, coreana. Eles conversavam animadamente quando o tal rapaz que ainda me olhava a pegou, tomando-a nos braços.

Os olhos de Taehyung passaram a procura de alguém, quando me achou. Um sorriso lindo nasceu, e eu me abaixei quando rapidamente ele veio me abraçar, passando os braços ao redor de meu pescoço.

- Olha, Claire, essa que é minha mamãe famosa.

A garotinha a nossa frente me olhou criticamente, suas bochechas rosadas. Se aproximou de nós, tocando meu rosto delicadamente. 

- Você é muito bonita, não é, papai?

Papai? Questinei-me sozinha enquanto ela segurava a mão do bentido homem que me olhava. Um sorriso branquinho e delicado surgiu nos lábios dele. 

- Diz, titio, minha mama é lindona. Eu disse pra você.

- Com certeza, pequeno, ela é mesmo. - Bagunçou os cabelos de meu filho, que gargalhou baixo.- Porque não vão buscar as coisas de vocês, hm? 

Os dois afirmaram com a cabeça e entraram na sala novamente. Voltamos a ficar a sós. Agora pude vê-lo de frente. A fraja que cobria sua testa muito bem arrumada, estendeu a mão para mim, seus olhos fixos nos meus por longos instantes, que eu logo toquei.

- Sou Jungkook, pai da amiguinha do Taehyung.

- Jeo...

- Jeong Heyoon, é meio impossível não saber quem é se formos levar em consideração o fato de seu rosto está estampado em todos os cantos de Paris.

Nossas mãos continuaram juntas, ele logo deixou um pequeno beijo na costa da minha. Sorri de canto, fofo, eu diria. Porém logo o soltei, enfiando minhas mãos nos bolsos do meu sobretudo.

- Você parece prestar bem atenção nas coisas.

Comentei baixo, erguendo uma sobrancelha.

- Digamos que seu filho é um grande fã seu e solta as coisas sem precisarmos perguntar, sempre venho buscar Claire mais cedo, ficamos conversando até sua esposa chegar e ele fala abertamente. E fora, que, eu em meus 24 anos, tenho uma leve admiração pelo seu trabalho como psicóloga.

Pela primeira vez eu vi seu sorriso abertamente, e era lindo. Os dentinhos dele perfeitamente alinhados o dando um ar de galã. Não que eu me interessasse, mas...

- Corrigindo a minha fala, você parece prestar bastante atenção em mim.

- Poucas coisas prendem minha atenção, senhorita. Coisas fascinantes como você, ai sim, prendem.

Jungkook sorriu todo bobo, não me contentei e sorri junto, negando levemente com a cabeça. Nossos filhos voltaram e prontamente, Taehyung se despediu e tocou a minha mão me indicando para irmos embora. 

- Foi um prazer conhecer você, Jungkook.

- Digo o mesmo, Heyoon. - Ele sorriu, deixando um beijo a cabeça de Taehyung.- Olha... Essa sexta, eu e Claire vamos sair para tomar sorvete, convidamos para Taehyung para ir. Espero que você o leve.

- Irei pensar no seu caso.

Ele soltou uma pequena risada, balançando a cabeça e indo embora.

Eu e Taehyung fomos para o carro e partimos para casa, em prol de trocar a roupa do mesmo. Assim que chegamos, empurrei a porta encontrando Sabina e Shivani ali. Como a mexicana ainda não tinha se mudado, eles ainda estavam em minha casa e Shiv vivia comigo. Taehyung foi para o quarto escolher a roupa que vestiria enquanto eu deixava as chaves do carro sob a mesa da sala.

- Fizemos o almoço para vocês.

Shivani comentou sorrindo, bloqueando o celular.

- Vou almoçar fora com Sina e Taehyung.

- Assim você desmerece minha comida, Jeong.

A voz de Sabina inundou o ambiente enquanto ela aparecia da porta da cozinha, um guardanapo em seu ombro.

- Sina está estressada e ela mesmo pediu pra sairmos. Sei que quando está assim quer espairecer, tenho que fazer isso por ela, pra depois não pegar porrada.

Comentei risonha, ajeitando os cabelos de Taehyung assim que ele voltou de seu quarto. Foi apenas tirar a blusa da escola, para vestir uma preta, que combinava perfeitamente com o casaco que vestia para o frio.

- Você está com uma cara estranha. - Shiv indagou, me alisando.- O que aconteceu?

- Conheci um rapaz hoje. - Comentei dando um breve sorriso. Que porra é essa, Heyoon?

- Hmm... Conte-nos mais. 

- Você parece muito interessada nisso, Sabina... Enfim, o nome dele é Jungkook, pai de uma amiguinha de Taehyung.

- Você quem muito interessada no papai ai. - A mexicana me alfinetou, jogando o guardanapo em mim.

- Jeon Jungkook? Se for o coreano que eu estou pensando, pai da Claire, ele é um gostoso mesmo. Sou pediatra da filha dele, e posso dizer que, aquele homem é um nível de gostosura extremamente.

- Shiv, Bailey sabe que fala de outros homens assim?

Ri de minha própria pergunta, pegando as chaves do carro de novo e meu celular.

- Olhar não tira pedaço, Jeong. Por isso que eu olho mesmo e Krystian nunca saberá.

Sabina deu de ombros voltando para cozinha. Ri negando com a cabeça.

- Mais tarde estou de volta, caso Aimêe acorde mais cedo, me ligue que voltaremos, amamos vocês.

Mandei beijos para as duas, pronta para encontrar minha garota.


Pov Sina.

Suspirei analisando cada detalhe das fotos a minha frente, analisando cada toque e pequenos traços.

Estava no escritório de meu estúdio, vendo e revendo as fotos da última edição da Vogue. Três modelos em minhas mãos, Roseanne Park, Kendall Jenner e a minha modelo, Jeong Heyoon. Tinha feito várias seções de fotos com as três, e eu tinha que escolher as melhores para a nova revista. 

Fotografar Heyoon era sempre um doce e delicioso tormento para mim, principalmente com ela de lingerie, mais precisa com uma Victoria Secret's. Suas curvas em perfeita claridade em todos os detalhes das fotos. Por mim, todas dela iriam para a capa, mas eu tinha que ser justa, mesmo que minha mulher fosse uma puta de uma gostosa, não é mesmo?

 Ouvi meu celular vibrar e prontamente o peguei, vendo a mensagem que havia chego.

"Termine de arrumar ai que já estamos chegando."

Me: "Okay, subam para me buscar."

Bloqueei o celular e voltei minha atenção para o que fui fazer ali, os olhos fixos em cada imagem das três belas mulheres a minha mesa.

Ouvi a porta se abrir e imaginei que fosse Heyoon, pois entrou sem bater. Continuei com o olhar sob as fotos, quando senti um perfume estanho que não era o de minha esposa, que presumia ser ali. Respirei fundo, tirando o óculos escuros de cima da cabeça para colocar na mesa, vendo aquela criatura ali.

- Quanto tempo, amor.

Respirei fundo de novo em desgosto. O que ela queria? Savannah. Aquela criatura nunca deixou de me perseguir, nunca, sempre que eu trocava de número ela conseguia e voltava a me infernizar. Já faziam quase oito anos, oito fuking anos e ela não cansava?

- O que está fazendo aqui, Savannah?

- Senti saudades, e você não respondia minhas mensagens. Não pode deixar sua esposa preocupada assim com você.

Ela ia dizendo tudo calma e categórica. Como ela podia ser tão cínica e sem amor próprio algum? Nem em anos conseguia superar uma mera paixonite de escola.

- Tem razão, por isso minha esposa, Heyoon, sempre sabe onde eu estou, afinal é com ela que eu sou casada há seis anos. - Disse tudo num sorriso extremamente irônico a vendo bufar.- Ela que é o amor da minha vida, já deveria ter se conformado com isso.

- Heyoon apenas uma vadiazinha que uma hora você vai cansar, tenho certeza.

- Olha, Savannah, eu poderia passar o dia citando todas as qualidades de Heyoon para você e lhe mostrar o quanto ela é uma mulher perfeita, mas tenho mais o que fazer, ao contrário aparentemente de você. Portanto, vá embora, antes que eu precise ser indelicada e tenha que chamar a segurança para lhe tirar a força, já que pedir espaço com educação não faz o seu tipo.

Eu estava andando para abrir a porta com pressa quando ela me pegou com certa força, o choque pela velocidade qual eu estava e a forma e a forma com a qual ela me puxou fez com que nossos corpos ficassem colados. Meu coração quase parou, tentei me afastar, mas ela me apertou.

- Me solta.

Foi tudo o que eu consegui dizer com raiva, antes de sentir a boca dela se chocar contra a minha. Todo meu corpo tremeu em desespero, um de seus braços se fechou com toda a força do mundo ao redor da minha cintura enquanto a mão livre me segurava brutalmente pela nuca. Ergui minhas mãos com dificuldade para empurra-la a todo custo, em vão. Que porra era aquela? Que direito ela achava que tinha para fazer aquilo? Estava sentido vontade de mata-la.

Mantive minha boca imóvel enquanto ela movia a dela, podia sentir meu rosto quente pelo esforço que estava fazendo para empurra-la. Minhas mãos doendo tamanha a força que eu colocava em seus ombros. Aquela fodida não tinha cara de quem era tão forte daquele jeito. Já estava quase chorando pelo esforço em vão ao tentar sair daquele aperto quando ouvi a porta da sala bater. Enxerguei com os olhos que mantive abertos durante toda aquela merda que Heyoon estava parada na frente da porta. Sua mão caída ao lado do corpo, e a outra segurava a de Taehyung que estava pasmo ao seu lado vendo tudo aquilo. Os olhos dela frios com gelo. Meu coração parou. Parei de respirar, meu corpo parou automaticamente de se mover.

- Mãe, vamos... 

 A voz de Taehyung era baixa, mas quase desesperada, puxando a mão de Heyoon. Parecia querer tira-la o mais rápido possível dali.

- Que cena mais comovente, Sina.

Um sorriso extremamente irônico, sujo e cheio de mágoa estava no canto de seus lábios. Só me senti livre do aperto dos braços daquela maldita quando a voz de Heyoon inundou o ambiente. Os olhos azuis do animal ali lutaram por longos segundos, que pareciam intermináveis, com os olhos castanhos da mulher que eu amava.

- Heyoon, me deixa explicar...

- Não se preocupe, eu já estava de saída, não queria atrapalhar.

Nunca ouvi a voz dela tão fria como estava ouvindo naquele momento. Meu corpo doía, meus olhos encheram-se de lágrimas.

- Heyoon, por favor, me deixe falar...

Eu disse de novo dando alguns passos em sua direção, toquei seu braço e ela puxou com força, recuou de imediato, colocando Taehyung nas suas costas.

O pior era aquilo, ver meu filho presenciando toda aquela cena.

- Não dirija a palavra à mim, Sina, não ouse.

Depois disso ela me deu as costas e saiu da sala batendo a porta, me deixando ali se pé como se um buraco tivesse sido aberto sob os meus pés. Levei as mãos ao rosto e comecei a chorar, querendo me virar para Savannah e estrangula-la.

- Você está vendo...

- CALA SUA BOCA. EU NÃO AGUENTO A SUA VOZ. - Gritei entre lágrimas raivosas e magoadas

 Um de meus seguranças rapidamente apareceu na porta, o olhar assustado me procurando. Eu estava desnorteada, ver aquele olhar de desprezo e dor de Heyoon sobre mim me fez revirar o estômago com força. Sabia que ideias atrás de ideias passavam pela cabecinha dela, e esse era meu maior medo. 

- Sra. Deinart, está tudo bem? Sua esposa saiu chorando e...

- Tira ela daqui.

Disse fria, olhando criticamente para Savannah, que me mirava com um sorriso de canto. Filha da puta! Minha maior vontade era de tacar qualquer coisa em cima dela. Tudo era culpa dela, tudo. Eu nutria um ódio gigantesco por aquela maldita mulher.

- Mas...

- Tira ela daqui agora!

Expraguejei antes de sair da sala a mais de mil atrás de minha garota. Meus olhos ardiam e quando desci as escadas para o primeiro andar a mais de mil, já que o elevador estava ocupado, a vi arrancando o carro a frente com força. 

Meu coração ardendo, eu precisava me explicar, ela precisava saber que eu não tive culpa.

Eu jamais trairia Heyoon.

Eu a amava.




Notas Finais


pra quem não sabe Jeon Jungkook é um integrante do BTS, só procurar.
não esqueçam de comentar, bjss.


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