História I know he's married - James Rodríguez - Capítulo 6


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Categorias Cristiano Ronaldo, Francisco "Isco" Suárez, James Rodríguez, Luka Modric, Marcelo Vieira, Marco Asensio, Sergio Ramos, Toni Kroos
Personagens Francisco Román Alarcón Suárez, James Rodríguez, Marcelo Vieira, Marco Asensio, Personagens Originais, Toni Kroos
Tags Adultério, Copa Do Mundo, Futebol!, James Rodriguez, Nick Slater, Real Madrid
Visualizações 253
Palavras 6.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HOLA MIS AMORES, COMO VOCÊS FORAM FODAS PRA CARALHO ONTEM RESOLVI DAR UMA APRESSADA NA ESCRITA PARA POSTAR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.
Muito obrigada por todos os comentários e favoritos, amei todos.
Agora, aproveitem e se deliciem com esse capítulo.
QUE A PUTARIA COMECE!!
OBS: leiam as notas finais!!

Capítulo 6 - É assim que eu ganho um jogo


Sai do banheiro, parando na moldura da porta. James me olhou dos pés a cabeça e humedeceu os lábios, os olhos sombreados pelas sobrancelhas escuras, o dando um olhar sexy e felino. Mordi o lábio, travamos uma conversa silenciosa. 

E como se tivéssemos acordado ele veio até mim sem pressa e passou a mão pela minha nuca. Fechei os olhos me permitindo aproveitar sua carícia na base dos meus cabelos, estava prestes a soltar um suspiro de prazer quando ele desceu a mão pelos meus ombros e por todo meu flanco. Os dedos contornando meu corpo e suas curvas até o fim da camisa amarela, a qual ele levantou um pouco olhando entre minhas pernas. Me liquefiz quando passou a língua entre os lábios, os olhos faiscaram de desejo. 

Gostando de me provocar ele seguiu as mãos para minha bunda e a apertando com tanta pegada que eu gemi. O vi sorrir enquanto se aproximava de mim, massageando aquela região e subindo a outra mão por dentro da camisa até minha cintura, puxando-me para si. Ergui o olhar para o dele, James olhava para meus lábios e eu rocei os meus nos dele, brincando com aquela distância. Sedento, ele avançou na minha boca, mas eu recuei e ri sapeca. O jogador mordeu o lábio prendendo um riso. Deslizei as unhas pelos cabelos rapados até a nuca e fiquei na ponta dos pés me aproximando mais e o torturando, até que o beijei e ele pediu passagem, quase me convidando para dançar com ele. Só com o beijo senti todo meu corpo entrar em êxtase. James distribuía carícia com a ponta dos dedos pelas minhas costas e cintura. Meu corpo vibrava em direção a ele, como se uma reação física estivesse acontecendo ali. Algo digno de ser estudado, porque não era normal.

Para provoca-lo deslizei meu pé pela sua perna, enquanto as mãos maliciosas entravam pela camisa dele, as falanges escorregando pelas costas e sentindo os músculos deliciosos. O beijo ia ficando mais intenso, feroz. O calor que exalávamos era coisa se outro mundo. Nossos corpos já exigiam tanta proximidade que até as roupas estavam se tornando uma parede grossa. 

Mas eu não ia terminar isso agora, ah não. Parti o beijo e mordi o lábio seguindo até a mesa com o balde e champanhe. 

— Temos muito o que comemorar hoje, não? — Tirei a garrafa do gelo e ele sorriu passando o polegar no lábio. 

Minha Deusa interior estava pirando com esse olhar, esse sorriso safado descarado desgraçado. 

— Claro. — Então caminhou até mim e ficou tão próximo que podia sentir a respiração no meu rosto. Mas foi a garrafa que ele tirou das minhas mãos, afastando-se um pouco para abri-la.

Observei os movimentos dele enquanto abria o lacre de arame e depois o estourar da rolha.

Puff! 

E apenas o suspiro da bebida deslizando pelo gargalo, a fumaça dançando na boca. Peguei as duas taças e ele as preencheu com o líquido dourado borbulhante. 

— À mais uma vitória e as outras muitas que virão — ergui a taça. 

— À você e esse grande dia — sorri e nós brindamos. 

Aquele liquido desceu suave pela minha garganta, o gosto da uva apurado e álcool sutil. Era um dos melhores champanhes que já tinha bebido. Era um Chandon afinal. 

Peguei um morango e levei a boca, notei os olhos do colombiano descerem pelo meu corpo, mas fingi que estava olhando para a paisagem negra diante das janelas.

— Essa camisa ficou muito melhor em você que em mim — ele disse após um último gole na taça. 

Eu me virei para ele e dei um gole.

— Acha mesmo? Eu poderia dizer que a recíproca é verdadeira, mas acho que preferia você sem camisa — dei de ombros e o jogador rio baixo e grave. Senti tudo arrepiar com isso.

Ele mergulhou para mim, as mãos se apoiando na mesa flanqueando meu corpo.

— Já eu preferia você sem nada — disse no meu ouvido. Mordi o lábio e dei uma ultima mordida no morango, fiz bem devagar para ele acompanhar cada movimento. Ele observou tudo e então se aproximou, deixando a taça na mesa e dessa vez descendo o rosto até meu pescoço. Ali ele despejou um beijo que me fez suspirar. 

James deslizava os lábios e distribuía beijos lentos e torturantes até a curva do meu ombro. Eu agarrava seus ombros fazendo de tudo para prender os arfados. Então ele desceu as mãos pelas minhas coxas e as puxou, sentando-me na mesa. Enrosquei minhas pernas nas dele, deslizando os pés por sua extensão. Tombei a cabeça para trás quando ele chupou a curva do meu pescoço, mordendo em seguida. 

James fazia aquilo sem a mínima presa, se deliciando com meu estado. As mãos dele deslizavam das minhas coxas até minha cintura, apertando quando necessário. Meu corpo todo arrepiado, meu meio húmido o suficiente. Enquanto isso as minhas mãos escorregaram para baixo da camisa ele, as falanges deslizando ela extensão de suas costas.

E assim puxei sua camisa para cima, já estava mais que na hora de nós livrarmos daquela peça. Ele se afastou o suficiente para tirá-la, mas eu não deixei que se aproximasse sem que eu pudesse apalpa-lo como deveria. 

Com jeito de criança conhecendo o paraíso eu o toquei, minhas mãos subindo de descendo por todo daquele abdômen malhado, sentindo cada ondulação rija, cada músculo tencionando com meu toque. Mordi o lábio e me abaixei. Beijei seu peito e fui descendo pelo abdômen e o fitando enquanto o fazia. Ele fez questão de humedecer os lábios e suspirar me encarando, deixando-me mais louca de tesão.

Cheguei a sua calça de moletom e brinquei com o elástico. Essas calças costumam ser tão traiçoeiras com os homens. E deixei que, sem querer, minha mão deslizasse pela sua coxa, me propiciando senti-lo perfeitamente duro. Foi ia que um gemido sôfrego rolou por sua língua. Mordi o lábio e estava preste a acaricia-lo quando o jogador segurou meu pulso. 

— Primeiro, permita-me — então puxou minhas pernas mais para si me fazendo deitar na mesa e se ajoelhou na minha frente. Ele pegou minha perna e beijou o interior até a coxa e depois fez o mesmo com a outra, ignorando meu meio, já pulsando de desejo. 

E quando ele ameaçou chegar lá, me fazendo sentir o fantasma da sua boca, me torturando, seguiu para cima. Os lábios subiram pelo meu ventre e por todo meu abdômen, a respiração batendo no rastro frio que ele deixava, me fazia ficar arrepiada. 

James levantou a camisa sobre meus seios cobertos pelo sutiã rendado. Ele humedeceu os lábios e meu corpo ficou tenso, mas quando sua mão envolveu perfeitamente meu seio o massageando devagar e a boca seguiu para o outro, o beijado por cima do tecido fino. Meus seios já haviam se tornado pedra, e eles estavam doloridos dado ao prazer acumulado prestes a se romper. 

E quando mais o jogador me acariciava mais perto eu chegava do ápice. Meu corpo se contorcia e eu já havia sentindo um espasmo, me segurando para não me soltar ali sem quer senti-lo. 

— James...por favor — pedi apertando os dedos dos pés, tentando controlar meu corpo. 

O colombiano ergueu a cabeça, um sorriso malicioso nos lábios e veio até meu ouvido.

— Que queres, mi amor? — Sussurrou e foi aí que senti sua mão no meu meio. Os dedos acariciaram a região e eu não consegui prender um gemido, que soou alto e claro. Ele sorriu contra meu pescoço e afastou os dedos.

— Que queres, Mia? — Indagou novamente e mais uma vez seus dedos aproximaram, dessa vez tão superficialmente, girando no meu ponto de prazer, tão torturante que meu quadril se moveu sem meu consentimento.

— Você, eu quero você — falei entre arfados. 

— Não se preocupe, vou te comer aqui nessa mesa como minha refeição favorita — sussurrou rouco e então mais um espasmo veio e eu me segurei nele gemendo baixinho. 

James se afastou sorrindo, satisfeito. 

Argh! Filho da puta! 

Então ele se ajoelhou novamente e colocou minhas pernas sobre seu ombros. James beijou minhas coxas as apertando e lambeu o líquido que eu já havia liberado como se fosse mel. Só então chegou a meu eu mais íntimo. O toque por cima do tecido húmido me fez encolher. Ele me olhou, como se esperasse um consentimento meu e eu assenti.

Puxou minha calcinha para o lado, o vi humedecermos lábios, os olhos faiscando. Então senti sua língua em mim, arrancando-me um arquejo de prazer. Fechei os olhos tombando a cabeça, minhas mãos entrelaçadas as suas mechas enquanto ele me tinha ali naquela mesa. 

Cada movimento seu era como se meu mundo se reduzisse as sensação que me fazia sentir. Ele me banqueteva sem pressa, como se realmente me degustasse. E eu estava prestes a chegar no meu primeiro orgasmo quando ele diminuiu quase parando.

— James... — implorei sentindo que estava prestes a romper. Ele me sobrou e eu tentei me encolher mais ele segurava mais quadris. 

— Goza pra mim, Mia — só de ouvir sua voz senti meu corpo todo responder e não consegui me segurar. Mordi o lábio arqueando as costas enquanto expulsava aquela tensão de mim e recebia o êxtase do prazer em troca. 

Mas antes que me derramasse por completo ele tornou a mim, a língua me massageando afinco e eu agarrei seja cabelos. Não conseguia pensar direito, o prazer que eu sentia se prolongou e minhas pernas ficaram inundadas. Eu já nem sabia se estava gemendo e se estava alto demais. E ele penetrou dois dedos em mim, me fazendo eu arquejar em resposta, sentido ondas por todo meu interior. Os dedos iam e vinham me puxando para mais um ápice tão rápido que nem parecia real. 

James não descansou, ele queria mais e mais de mim. Olhando nos meus olhos chupou meu ápice e passou a língua devagar. Eu já não tinha mais condições de segurar nada, meus apoios foram quebrados e meu corpo tinha se rendido a ele com uma facilidade incrível. 

E só bastou mais duas estocadas para que eu gozasse nele gemendo alto e agarrando seus cabelos. James continuou com os dedos até que eu terminasse e quando o fiz ele se ergueu, os cabelos bagunçados e a boca avermelhada humedecia por mim.  

Ele veio para cima de mim, as mãos deslizaram pelos meus flancos, me apertando, me sentindo em suas mãos. A boca e os dentes traçando um caminho até minha boca e eu completamente relaxada ria envolvendo seu corpo com minhas pernas. 

Então tomei sua mão na minha, ele me fitou enquanto eu levava os dedos que me preencheram até a boca. Os chupei devagar, o fazendo imaginar se aqueles dedos fossem outra coisa. Ele soltou um grunhido abafado e eu ri. 

— Eu te surpreendi, amor? — Essa voz rouca era um tesão. Sorri.

— Se continuar com esse bom desempenho pode ganhar o jogo — ele despejou um beijo no meu ombro.

— Como já disse, eu só entro para ganhar — me arrepiei dos pés a cabeça e ele se ergueu me puxando junto. 

Nossos corpos ficaram colados e eu o puxei pela nuca o beijando. Chupei sua língua sentindo o meu gosto agridoce misturado ao dele enquanto minhas unhas deslizavam por toda suas costas. James apertava minhas coxas e minha bunda com vontade. 

No entanto eu parti o beijo o empurrando. Desci da mesa e o puxei até a cama. O fiz sentar na beirada e me pus em sua frente.

O colombiano se apoiou nas palmas das mãos e me fitou enquanto eu me virava de costas. Comecei tirando a camisa bem devagar e joguei no chão, depois deslizei os dedos até o fecho do sutiã e o tirei. O olhei por cima do ombro, James tinha a boca entre aberta e uma de suas mãos apertava sua ereção. Eu conseguia senti-la pulsar daqui. 

Soltei um risinho brincando com o elástico da ultima peça. O ouvi xingar quando empinei para trás e comecei a tirar a calcinha. Soltei os cabelos e me virei.

Os olhos do jogador deslizaram pelo meu corpo nu com a intensidade de mil sois. Mordendo o lábio me aproximei devagar, ele me encarou de baixo para cima enquanto eu colocava um dos meus joelhos entre suas pernas. James deslizou as mãos pelo meu corpo, das coxas até a cintura, despejando por fim um beijo no meu ventre. Acariciei seus cabelos e movi meu joelho no volume em sua calça. Ele gemeu baixinho e ergueu o olhar para mim me puxou para seu colo. 

Os beijamos enquanto deixava minhas mãos livre por todo seu corpo. Eu queria despertar cada molécula do seu corpo e fazê-las se verterem a mim, o fazer me desejar com cada parte, cada partícula. 

Então comecei a rebolar no seu membro e ele gemeu durante o beijo. Eu o sentia perfeitamente contra mim, mas precisava de mais contato. Puxei a calça de James para baixo e pude ver o desenho perfeito da sua extensão na boxer. Humedeci os lábios. Voltei a me sentar nele, e o simples contato o fez pulsar fortemente. James apertou minha bunda tentando impor seu ritmo em mim.

— Calma, Rodriguez. Primeiro, permita-me — sussurrei no ouvido dele e segurei suas mãos rebolando no meu ritmo. 

Deslizava as mãos pelo seu abdômen e e rosava os lábios no peito dele até sua orelha, brincando com os arrepios que lhe causava e os suspiros que arrancava. Eu adorava quando ele tentava prender um gemido, as mãos descontando na minha bunda o quanto ele tinha que se controlar para não gozar ali. 

— Mia... — gemeu sôfrego e eu afastei o suficiente para ver seu rosto, ele era o retrato do prazer condido. — Eu não sei até quando vou conseguir me segurar — sorri com malícia e parei. 

Não precisei dizer nada. Apenas puxei sua boxer para baixo, fazendo seu membro pular para fora quase batendo na barriga de tão rijo. Meu meio pulsou na hora. Ele estava completamente nu na minha frente, o corpo de um atleta, a extensão grossa e longa...

— Pode tentar só mais um pouquinho? — Falei o envolvendo com a mão, um fio de pré gozo escorreu da glande. Ele engoliu seco. Prossegui com os movimentos, o sentido como granito nas minhas mãos. 

James tinha a respiração rasa, tentava se segurar ao máximo, já eu estava fazendo o máximo para que não conseguisse. Ele mordeu o lábio prendendo um gemido que soou como um grunhido abafado. Deslizei a mão por todo ele sentindo sua veias dilatando, só de imaginar ele dentro de mim pulsando como está agora já me liquefaço. 

Mas quando eu massageei sua glande com movimentos circulares foi o estopim. 

O jogador inverteu as posições e ficou por cima de mim. Mordi o lábio. 

— Você é muito mole, Rodriguez — provoquei. Mas ele não levou aquilo na brincadeira.

— Vou te mostrar o quão mole eu sou — James se apoiou com um braço e com o outro conduziu o membro até minha entrada, mas não me preencheu imediatamente. Ele se esfregou em mim, me torturando. Eu gemi com aquilo, o sentindo entre meu lábios até o ápice entre minhas coxas. Seus olhos se mantinham nos meus, fitando cada reação minha.

Eu já estava no meu limite, no limiar a loucura. Eu precisava dele. Precisava senti-lo inteiro dentro de mim. 

— Não seja tão mal — pedi entre arfados e ele me olhou friamente. James esticou o corpo até a gaveta do criado mudo e tirou um pacotinho preto de lá. De joelhos entre minhas pernas ele colocou a camisinha. Arfei com a cena e ele mergulhou para mim.

— Você não gosta de caras maus, Mia? — Antes que eu respondesse me penetrou de vez com todo aquele comprimento.

Me pergunto como escondia aquilo dentro do short quando jogava. 

Soltei um grunhido pela abertura abrupta, e ele também. Unimos nossos lábios enquanto ele começava a se movimentar devagar dentro de mim. O beijo era delicioso, nossa bocas expressavam o quanto estávamos sedentos um pelo outros. Eu deslizei os pés pelas pernas fortes e as mãos por aquelas costas musculosas e pelos braços, eu queria mapear cada pedaço daquele corpo. Ele escorregava pela lateral do meu corpo, me apalpando com força.

A medida que saía e entrava ia aumentando a intensidade e a velocidade. Aos poucos as coisas foram começando a ficar mais quentes, o beijo já não conseguia mais abafar meus gemidos e nossos corpos suavam como se estivéssemos em uma fornalha. Ele metia duro e profundo em mim, sem pena alguma e eu me quebrava ao seu redor completamente rendida.

James colou nossas testas jogando o quadril contra o meu enquanto eu empurrava o meu contra o dele em perfeita sintonia. Minhas mãos agarravam as costas dele, não mais como uma carícia, mais como forma de descontar meu prazer. As unhas deixando um rastro vermelho por onde passavam. Ele pulsava forte contra mim e senti-lo expandir enquanto eu me estreitava era sensacional. Éramos um emaranhado naquela cama. O colombiano enfiou o rosto no meu pescoço e estocou tão fundo que grunhi cravando as unhas nos seus ombros. Ele gemeu baixinho e em um comando silêncio para que continuasse assim o envolvi com minhas pernas. 

James o fez, segurando meu quadril e o puxando contra o dele. Ele ia tão fundo atingindo meu ponto de prazer repetidas vezes. Tombei a cabeça para trás gemendo, e ele não parava, não cansava. Sentia todo meu corpo implorava por aquilo, assim como o dele, tenso de tesão. Abri os olhos o fitando, os cabelos bagunçados, o maxilar rijo, o cenho franzido. Ele era tão viril. 

Então o primeiro espasmo veio e eu estremeci apertando os olhos. Mas James segurou meu maxilar.

— Olhe para mim, baby — e eu acatei seu pedido e ele aumentou a velocidade sentindo meu orgasmo muito próximo. 

— Awn... James... — Gemi no segundo espasmo olhando nos seus olhos e senti ele pulsar tão forte em mim. Aquilo o excitava, e a mim também. Então continuei.

Minhas pernas tremiam, bambas, as coxas já estavam meladas com a quantidade de lubrificação que eu expelia. Meu corpo começou a apresentar sinais do orgasmo, louco para expulsar toda aquela tensão dentro de si. 

James também estava chegando lá, sua respiração entrecortada e o rosto convertido para se conter, era como se segurasse uma tempestade.

Então eu estremeci sobre ele e gemi com a sensação de todo aquele prazer liberado. O jogador estocou mais uma vez e não conseguindo mais se conter gozou.

Ficamos entrelaçados inertes, aproveitando o êxtase que tínhamos causado um ao outro. Meu corpo todo formigava, minhas pernas ainda pareciam gelatina. Até que James se afastou um pouco ofegante para ver meu rosto, e o prazer que estava estampado nele. Pisquei ainda atordoada e me deparei com aqueles olhos castanhos, tão lindos. Acariciei seu rosto e o beijei devagar. Nossas línguas acariciando uma a outra sem presa alguma.

— É assim que eu ganho um jogo, baby — sussurrou contra meu lábios e eu sorri. 

— Eu adoro caras maus — sussurrei voltando a beija-lo. 

Inverti as posições, me sentando no colo dele. James partiu o beijo descendo pelo meu pescoço, enquanto a mão acariciava meus cabelos na base. Seus lábios desceram pelo ombro, clavícula até entre meus seios. Inclinei um pouco, lhe dando espaço completo. Então ele envolveu um seio com a mão, o massageando enquanto trabalho no outro com a boca. O jogador alternou entre um seio e outro, os deixando tão duro quanto pedra. Ele me fitou de baixo para cima e abocanhou meu seio direito, passando a língua lentamente pelo mamilo. Eu arfei deslizando as mãos pelos cabelos raspados até o alto da cabeça.

James subiu e me beijou. Então eu escorreguei uma das mãos pelo seu abdômen, pela virilha até seu mastro, já rijo de desejo. Deslizei as unhas dele e o jogador suspirou na minha boca. Eu o masturbei e ele enfiou os dedos em mim como resposta. 

O jogador apoiou a cabeça no meu ombro, e o sentir pulsar na minha mão. Seus dedos iam e vinham em mim, o polegar massageando meu clitores. Gemi contra seu ouvido e ele pulsou novamente. 

Notando que era a hora, eu me apoiei nos joelhos e peguei a camisinha na gaveta. Coloquei nele e o conduzi para dentro de mim. James soltou um grunhido ao me preencher novamente e eu mordi o lábio começando a rebolar no seu pau. Fiz devagar, degustando cada estocada, cada vez que meu corpo estremecia sobre o sobre, cada vez que ele se expandia em mim. Encaixados, os bicos dos meus seios rosando no seu peito, as mãos dele espalmadas na minhas bunda impondo seu ritmo em mim. Deixei que me comandasse do jeito que quisesse. James distribuía beijos pelo meu pescoço e ombro, a língua traçando caminhos lentos. Eu mordiscava sua orelha brincando, passando as unhas por seu corpo, o despertando. 

Então, em um ato surpreendente ele se levantou comigo no colo e nos levou até o banheiro. Lá ele me pôs em cima da pia e me beijou dando algumas estocadas, mas se afastou.

— Desce e vira de costas — disse sério, tão sério que me deu tesão. O fiz e pelo reflexo do espelho o vi me fitar milimétricamente de cima a baixo. Só aquele olhar já me fez diluir.

Então sua mão deslizou da minha coxa até minha nádega, arfei e ele deu um tapa. Gemi me apoiando na pia. Senti seus dedos me massagearem, o líquido viscoso os melando. E para me foder por completo ele os levou até boca. Minhas pernas ficaram bambas. 

— Você é deliciosa, mi amor — sussurrou no meu ouvido e dessa vez foi seu membro que senti entre minhas pernas. 

Arfei tombado a cabeça no ombro dele, James sorriu para o reflexo e me penetrou devagar. Uma mão dele subiu até meu seio, a outra comandava meus quadris até os dele. O jogador bombeava em mim e eu ficava cada vez mais excitada com nossa imagem no espelho. Me debrucei na bancada empinando para ele e consequentemente o dando mais espaço. 

O colombiano deu outro tapa na minha bunda e eu estremeci me derramando nele. 

Eu estava adorando esse lado mais agressivo dele, era tão excitante. 

James se debruçou sobre mim, o corpo colando ao meu, e sussurrou no meu ouvido:

— Mia, se você soubesse o quanto eu estava louco para te foder assim — o senti ir fundo e latejante em mim. 

Agarrei seus cabelos e gemi contra seu pescoço.

— Isso é bom demais — gemi. — Mais forte, James — ele apertou minha bunda e foi tão fundo que meu corpo se impulsionou para frente. Gritei. 

— É assim que você gosta, Mia? — Beijou meu ombro estocando novamente.

— Sim... — Ele deu outro tapa na minha bunda e se ergueu. 

Clamei aos céus, forças para não me desfazer ali, mas era muito difícil. Ainda mais quando vi seu reflexo no espelho 

James mordia o lábio abafando os gemidos, suas mãos grandes estavam no meu quadril, os braços malhados, o abdômen perfeito pingando de suor, o rosto congestionado de prazer. 

Eu queria muito fazer isso durar para sempre, mas meu corpo já não aguentava mais então eu me liberei nele. Ele veio em seguida, notei pela sua expressão de êxtase. 

O vi descer e então senti seus lábios. Ele beijou toda a linha da minha coluna e deu uma mordida na minha bunda. Me sobressaltei na bancada e me levantei o olhando pelo espelho. 

James me virou para si e me beijou. 

 

… 

 

Nos deitamos exaustos na cama, James acariciava minhas costas com as pontas dos dedos enquanto eu fazia desenhos aleatórios no seu peito. 

Eu havia achado de minha melhor transa tinha sido com o Nick, bem...essa deu de dez a zero nele. Puta merda Rodriguez! Eu perdi a conta de quantos orgasmos eu tive. 

— Ainda bem que não tenho treino amanhã, preciso me recuperar depois disso tudo — ele falou casualmente. Mordi o lábio lembrando de cada coisa que fizemos.

— Eu cansei você, Rodriguez? — Fiz bico e ele cerrou os olhos. 

— Você acabou comigo, Mia — Ele colocou uma das mãos atrás da cabeça e deslizou a outra até minha bunda, a apertando. Mordi o lábio. 

— Sabia que você é o segundo cara que eu transei em toda minha vida? — Ele me fita, parecia surpreso.

— Sério? 

— Sim, antes eu só tive o Nicolas. 

— Mas você nunca ficou com ninguém além dele? — Os dedos subiam e desciam por toda a extensão.

— Tive uns rolos, mas nenhum me pareceu o certo, então não passaram disso — James sorriu de canto.

— Eu pareço o certo para você? 

— Você é o mais errado de todos — eu sorri e vi um fantasma escuro perpassar seus olhos, só não sei porque. — Mas eu não consigo me segurar perto de você então...

— Irresistível, é o que dizem — revirei os olhos e ele colocou uma mecha do meu cabelo para trás da orelha. — Se quer saber Mia, nenhuma mulher me deixou tão louco assim antes. 

Louco a ponto de trair sua esposa, eu devo ser a maçã proibida em pessoa. 

— Irresistível, é o que dizem — dei de ombros e ele sorriu. 

Porque tão lindo Deus? 

— Que tal praia amanhã? — Sorri.

— Topo.

 

 

 

Os raios do sol incidiram no meu rosto quando acordei, apertei o olhos tentando fazer minha vista se acostumar com a luminosidade. Pisquei algumas vezes até ver a paisagem nítida. O mar, o céu e o sol. Então não foi um sonho? 

Mordi o lábio e me virei de barriga para cima. Procurei James na cama, mas ela estava vazia. Me espreguicei e levantei devagar puxando o lençol para enrolar meu corpo nu. Segui preguiçosamente até o closet e tirei minha necesserie da bolsa a levando até o banheiro. Escovei os dentes e lavei o rosto, mas estranhei que James não estivesse em lugar algum. 

Depois de minha higiene matinal eu tomo um banho de cabeça e coloco uma roupa. Volto para o quarto e noto um bilhete no criado mudo. 

Em caligrafia estava escrito:

" To te esperando no restaurante, não esquece do biquini. "

Mordi o lábio e peguei o cartão na porta descendo em seguida. O restaurante era grande, e estava quase vazio a essa hora. Já devia ser meio dia. Procurei James e o achei próximo as janelas viradas para o mar. 

— Bom dia — ele disse. 

— Boa tarde, você quer dizer — falei. — Devia ter me acordado — James deu de ombros.

— Eu queria te deixar descansar, afinal ontem foi puxado — o chutei por baixo na mesa ele riu. — Além do mais, você fica linda dormindo — corei e desviei do seu olhar para a toalha da mesa.

— Você já comeu? — Perguntei e ele negou. — Está esperando a muito tempo? 

— Não, acordei a uns vinte minutos, desci para já ir pedindo. Imaginei que você acordaria com fome — sorri. 

— Mal convivemos e já me conhece tanto — falei com carinho exagerado e ele riu. — Estou sempre com fome — nesse exato momento o garçom chegou nos servindo de torradas, geleia de frutas vermelhas e queijo brie. 

Começamos a comer, e então eu perguntei:

— O time já foi? — Deu um gole de água.

— Alguns já voltaram para São Paulo, outros quiseram ficar para curtir as praias e o hotel — anui.

— Um banho de mar vai ser ótimo hoje.

— Não vejo a hora — ele concordou, mas então seu celular começou a vibrar em cima da mesa. Mesmo sem querer ver, notei o nome na tela: Amor. 

Desviei o olhar para o mar e continuei comendo, fingindo que estava tudo bem. 

— Com licença — pediu ele.

— Tudo bem — forcei um sorriso e ele se levantou para atender a ligação. 

— Oi amor — o ouvi falar enquanto caminhava para longe. 

Respirei fundo, meu estômago revirou. Tudo caiu em cima de mim como se o fio que prendesse a realidade fosse cortado. Lembrei que não éramos só nós, que não éramos um casal, que eu não era sua namora ou sei lá o que.

O que eu era? O que ele sentia por mim? O que eu sentia por ele? O que eu estava fazendo? 

Pensei em levantar e ir embora. Porque aquilo era tão errado, ele era tão errado e isso era muita loucura. Mas quando olhei para ele do outro lado, meu coração apertou. Eu não queria ir, eu não queria deixar isso para trás e não queria deixá-lo.

Então fechei os olhos e tentei ignorar todos aqueles sentimentos confusos, toda aquela angústia momentânea que me deu só de pensar. 

Voltei a comer, enfiando água goela a baixo para a comida descer. 

James demorou tempo o suficiente para o nosso almoço chegar e eu o esperei para comer. 

Ele voltou minutos depois, com um sorriso apaziguador. 

— Finalmente, eu estava morrendo de fome — falei antes que ele soltasse alguma coisa que me fizesse pensar. 

James sorriu, percebi que aliviado. 

Comi pouco, eu já tinha ficado enjoada o suficiente, mesmo que James tentasse me distrair com conversas e piadas, e mesmo que minha mente lutasse para apagar a memória de que um dia eu soube que ele tinha família, meu corpo lutava contra aquilo. E se tornou muito difícil comer.

— Você está bem? Não comeu quase nada para quem estava morrendo de fome — eu formulei um sorriso. 

— Foram as torradas, elas me encheram — ele anuiu, mais ainda estranhava minha mudança sutil de comportamento. — Podemos ir? 

James assentiu e pediu a conta. Insisti em dividir, mas ele quis pagar. Na saída do hotel, o fiz colocar boné e óculos escuros, mesmo que as emissoras de televisão não estivessem mais por lá, sempre poderia haver um celular com uma câmera. 

James envolveu minha mão com a sua, respirei fundo. Ele sabia porque eu estava estranha, mas eu não queria estar demostrando isso. Afinal, eu havia aceitado. No entanto era complicado aceitar algo que nunca provei, mas eu o quis e eu ainda o quero. 

Atravessamos a rua e encontramos a praia logo a frente. A areia amarelada e o mar esmeralda brilhando a luz solar. Pegamos as cadeiras de madeira próximas ao mar, aquela área da praia era cuidada pelo hotel, então era seguro deixar as coisas ali. 

Deixei a bolsa com toalhas lá e tirei minha saída de banho, deixando a bolsa. Quando me virei James me fitava nos pés a cabeça.

— Tem uma babinha caindo, Rodriguez — falei apontando para o canto da minha boca, para sinalizar. Ele inclinou a cabeça. 

— Engraçadinha — pisquei. — Vamos pro mar? 

— Claro — ele tirou a camisa. Gostaria de ter dito que não olhei, mas foi impossível. 

— Você vai ficar aí me olhando, ou vai vir? — ele deu um passo para trás e o sol incidiu nele, o fazendo cerrar os olhos. Deus! Que sexy esse homem. 

— Eu não tava olhando nada — passei por ele na direção do mar. 

— Claro que não estava — ele falou atrás de mim, olhei para trás sorrindo.

— Quem chegar primeiro ganha alguma coisa especial hoje a noite — gritei correndo para a imensidão azul. 

— Você disse algo especial? — Ele gritou e eu ri alto, em segundos o jogador passou correndo por mim, tentei alcançá-lo, mas James de deu uma empurradinha para o lado.

— Ei! Você ta roubando — gritei tentando recuperar o que eu perdi. 

James ri dando língua para mim como uma criança. 

Ah não! Eu não vou perder não! 

Acelerei, mas só consegui alcançá-lo já no mar, com a água no quadril. Pulei em cima dele, envolvendo seus ombros com meus braços e a cintura com minhas pernas. Ele segurou minhas coxas e virou a cabeça na minha direção. Sorri e ele aproximou nossos rostos, roçando seu nariz no meu até me beijar. 

— Eu ainda ganhei — disse com um sorriso sapeca. Desço do seu colo com um grunhido. 

Ele ri se virando para mim.

— Precisa aprender a não apostar nada que tenha haver com o físico com atletas — diz cruzando os braços. Reviro os olhos o empurrando.

James se desequilibra e cai na água. Gargalho. Mas minha graça terminou quando ele me puxou junto. Cai e ouvi sua risada sobre água. Voltando a superfície puxei a cortina pesada dos cabelos encharcados para trás. 

— Ai! — levei as mãos ao olhos. James se aproximou.

— O que foi? 

— Acho que entrou no meu olho — esfreguei os olhos e ele segurou meus braços, meio sem jeito.

— Me desculpa. Foi sem querer, Mia — dava para notar na sua voz que estava preocupado. Neguei e com as mãos em cima do rosto escondi um riso antes de passar o braço pelo espalho d'água o atingindo de surpresa. 

— Você não fez isso — eu gargalhei jogando a cabeça para trás. 

— Vingança, mi amor — James estreitou os olhos, o rosto pingando. 

— Ah é? Vingança é? — Ele se aproximou e eu recuei até que o braço envolveu minha cintura, puxando-me para si. — Agora você não foge — sussurrou contra meus lábios e eu sorri. O colombiano roçou os lábios nos meus, antes nós beijarmos roubei seus óculos escuros. 

 

Voltamos a praia rindo, o sol e o fato de estar molhada me fez puxar a espreguiçadeira para fora do guarda sol. Peguei o protetor solar e espalhei na parte da frente aproveitando que James fazia os pedidos ao garçom. 

— Passa em mim? — ele anuiu, se levantando e pegando o produto nas minhas mãos. 

Me ajoelhei na espreguiçadeira. 

— Deite — obedeci, deixando minha bunda levemente empinada. O senti em cima de mim e o jogador não deixou passar, dando um tapinha na minha bunda. Virei a cabeça para trás o olhando com a boca aberta, abismada. Ou melhor, fingindo estar. 

— Você me provocou, Mia — cerrei os olhos e me virei de volta deitando a cabeça nos braços.

Ouvi sua risada gostosa — que arrepiou até certos lugares — e ele despejou o creme branco nos meu ombros. James foi descendo até o final das minhas costas, suas mãos deslizaram pela minha pele, espalhando o protetor e me massageando. Fechei os olhos apreciando seu toque e o vento marítimo beijando meu rosto. Quando terminou deu mais um tampinha na minha bunda. 

— James! — Ele riu erguendo as mãos em rendição. 

— Minha vez, baby — disse jogando o protetor para que eu pegasse. O fiz. Me sentei e ele ficou na minha frente. Seus ombros já estavam ficando avermelhados e as bochechas também. 

Fiz questão de passar o creme bem devagar, e nas costas utilizei minha técnica de massagem rápida relaxante. Ele estava um pouco tenso. 

— Onde aprendeu isso? — Disse quando, terminei. 

— Fiz um curso de chácaras e massagem para um trabalho da faculdade — dei de ombros voltando a me deitar na canga. 

— Impressionante, me sinto muito mais leve agora — sorri e o garçom chegou com nossas bebidas. 

James se sentou ao meu lado e ficou observando o mar enquanto levava a cerveja aos lábios.

— Por Deus! Senti muita falta disso — ele disse inspirando o ar marítimo. 

— Mais e as praias de Mônaco?  

— Não são como as da América. 

— Verdade, aqui tem esse calor humano — ele anuiu dando mais um gole.

Bebi minha água de coco e ficamos conversando preguiçosamente. Não era como se amanhã ele fosse para um lado e eu para outro. Era comines tivéssemos todo o tempo do mundo, era como se nós conhecêssemos a anos. 

Por um momento eu me peguei o observando lamber o canto da boca, era uma mania dele, algo que eu achava muito sexy, ainda mais quando ele cerrava os olhos. 

E enquanto conversávamos percebi que eu adorava estar com ele, não só pela atração, ou porque ele era um cara engraçado e tinha um papo ótimo. Eu simplesmente gostava da sua presença, podíamos estar calados, mas algo nele me passava uma certa sensação de conforto. O que era muito estranho, porque nós conhecemos a tão pouco tempo.

Voltamos ao hotel no pôr do sol, o recepcionista me deu dicas de lugares para jantar e subimos para o quarto. 

— Quer tomar um banho? — Perguntou ele com um sorriso malicioso e os olhos brilhando. Eu mordi o lábio. 

— Adoraria.

 

 

 

O bistrô ficava no centro, em uma casa colonial pintada de vermelho com molduras brancas. A decoração era estilo intimida regional. Luzes baixas, meio amareladas e parede descascada com tijolos aparentes. O maître nos levou a uma mesa no canto mais íntimo. Sabia muito bem que James já havia comido uma boa comida francesa, afinal ele morava em Mônaco, então resolvi sair do convencional e o trazer em um restaurante de comida regional estilizada. 

O garçom chegou logo, nos deu o cardápio e concordamos que pedir o menu no chef seria a melhor opção. O sommelier nos indicou um vinho tinto suave. 

— De que horas você tem que se apresentar amanhã? 

— Depois do almoço, meu voo sai as nove. 

— O meu as dez, tenho o almoço do aniversário do meu avô. 76 anos é pra poucos — ele sorriu.

— Da parabéns por mim a ele — minha vez de sorrir.

Não deixei de imaginar que se meu avô o conhecesse, o adoraria. James e ele passariam horas conversando sobre futebol, já que meu avô é um amante da liga dos campeões e dos grandes times. Ele até jogou no Flamengo quando mais novo, mas a carreira não foi para frente e decidiu seguir para faculdade, mais tarde se tornou um grande empreendedor.

Mas preferi não comentar, as vezes eu me filtrava para não falar muito sobre minha vida para James. Porque eu sabia que ele ia embora logo. Afinal de que me adiantaria falar coisas como estas, o deixar conhecer mais de mim se ele não ia ficar? 

— Darei — foi o que respondi levando o taça aos lábios.

O jantar foi ótimo, eu nunca havia comido uma carne de sol tão macia, até parecia filé mignom. Fora os outros pratos. 

Em um momento eu fui ao toalete e quando voltei ouvi James ao telefone:

— Estou com saudade. Eu também te amo, boa noite — então eu hesitei, como ele estava de costas não percebeu que eu fui até o bar e pedi a conta a um garçom.

Por sorte quando voltei ele já havia desligado.

— Já pedi a conta, até porque vamos ter que acordar cedo amanhã — falei com um sorriso ameno. Ele tomou minha mão na sua, o único gesto de carinho naquela noite. Não podíamos nós dar ao luxo de algo mais. 

— Gostaria que tivéssemos mais tempo — suspirei.

— Vamos ver ainda e se você ficar até a final... — ele sorriu. 

— É uma pena que o horário é apertado no Rio, apenas uma noite — apertei sua mão.

— Podemos fazer muitas coisas em uma noite, Rodriguez — ele abriu a boca, sei que estava prestes a falar algo totalmente inapropriado pela forma que seus olhos brilharam. Mas o garçom chegou. 

Recolhi minha mão e depois que ele pagou a conta, mesmo eu insistindo que seria desnecessário, o garçom perguntou baixinho.

— Desculpe incomodar, mas o senhor é James Rodriguez, não é? — James sorriu para ele. 

— Sim, eu mesmo — disse em espanhol. O homem entendeu e abriu mais ainda o sorriso.

— Eu sou um grande fã de futebol, tenho acompanhado todos os jogos, se importa pode tirar uma foto comigo? — Perguntou intercalado o olhar entre mim e o colombiano. Eu sorri para ele e James não hesitou.

— Claro que não — ele se levantou e o homem sacou o celular no bolso do avental. 

— Eu tiro — falei em prontidão. O garçom entregou-me o celular já aberto na câmera e esperei eles se prepararem para foto. Tirei duas só pra garantir. 

— Obrigada, senhora — eu sorri.

— Não tem de quê. 

— Gracias, senhor — James sorriu para ele.

— Foi um prazer.

Nós dois saímos juntos do restaurante e o resto da noite foi...bem, foi incrível.


Notas Finais


AGORA EU QUERO SABER DE TUDO!!! Quais seus momentos favoritos? Gostaram do James mais bruto? Gostaram do casal? Vocês gostaram do capítulo?
Quero muito saber!!
OBS: Se vocês continuarem comentando como ontem, vou fazer meu máximo para postar o mais rápido, quem sabe até todo dia hein...
Sério, vocês não tem ideia de como eu fiquei feliz. Obrigada por tudo 😘


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