História I Know U - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Visualizações 12
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse cap tá bem suave
D E S F R U T E M

Capítulo 3 - A Rake and a Cactus


Fanfic / Fanfiction I Know U - Capítulo 3 - A Rake and a Cactus

                             I KNOW U
                         Chapter 3: A Rake and a Cactus

Fomos interrompidos por um grito estridente vindo lá de baixo:
- CADÊ AQUELAS PESTES?
- Ai meu Deus, o que a gente faz, o que a gente faz? – eu comecei a ficar desesperado; não sabia o meu destino.
- Ei, ei, se acalme biscoito, prometo que vai ficar tudo bem 
- E se a gente se esconder?? – eu estava muito assustado
- É melhor não, senão nossa punição vai ser maior ainda... – ele tinha uma expressão preocupada.
-Tae, o que vai acontecer com a gente? – Minhas glândulas lacrimais começavam a trabalhar.
- Não sei parceiro, não sei... 
De repente uma figura feminina e nada amigável surgiu a porta; ela não estava nada contente:
-Podem me explicar o que está acontecendo aqui?
Kim Taehyung interveio:
- Perdão senhora Min, pode me dar seu devido castigo.
Eu não podia deixar aquilo acontecer, afinal ele só tentou me defender daqueles garotos e agora ELE seria punido?
- A CULPA FOI MINHA – Foi a primeira vez que levantei a voz.
- Biscoito, não pr... – eu o interrompi
- Obrigado, mas você já fez demais.
- Ora, ora, acabou de chegar e já está causando confusão? Olha o seu tamanho garoto! – Ela disse zangada.
- Os dois me dêem as mãos AGORA!
Nos entreolhamos. Fomos erguendo nossas mãos devagarinho como se já soubéssemos nosso fim. Me lembro de um barulho, de um grito e de uma dor. Uma dor profunda que fez com que minhas glândulas lacrimais trabalhassem pesado. 
Olhei pra minha mãozinha que agora estava vermelha. Como ainda existiam pessoas más naquela época! Olhei para Tae. Ele não estava chorando, mas segurava fortemente sua vontade. 
- E você, rapazinho... – Ela olhou para mim profundamente
- Tenho um pequeno serviço pra você. – Ela dizia maliciosamente.
A Senhora Min me puxou para fora do quarto, descemos as escadas e chegamos no jardim.
.
.
.

Caro leitor, gostaria de dizer que os acontecimentos seguintes foram escritos em meu diário, o qual havia ganhado dos meus pais e comecei a escrever no dia da minha punição. 
Aqui só irei citar histórias que foram importantes pra mim. Você poderá perceber que a linguagem não é de uma criança de 5 anos porque iria ficar muito cansativo, então adaptei à uma linguagem mais adulta.
Você poderá perceber a presença de diálogos, os quais adicionei para ficar mais interessante a leitura ;)

1 DE AGOSTO DE 2002

Meu amigo diário, (sim, o chamava de amigo rsrs)
Hoje foi um dia diferente na minha vida. Eu digo diferente porque experimentei coisas que nunca fiz antes. Coisas boas e ruins. 
Primeiro, cheguei no orfanato de Jeju, mas não fui bem recebido. Em compensação ganhei um amigo, alguém que me protegia, que era meu porto seguro: Kim Taehyung.
Foi estranha a minha sensação durante àquele abraço. Eu me senti bem, renovado e protegido 
Só que isso durou pouco, porque fomos castigados e levamos uma palmada na mão, mas tudo isso era uma injustiça! Não fomos nós que começamos a chamar o outro de ‘’bebê’’...
Agora o meu destino: fui levado para o jardim, cujo descrevi como entristecedor. ‘’As plantas estavam mortas e despedaçadas, as flores estavam murchas, haviam muitas folhas espalhadas e a grama estava mal cortada.’’
O que eu tinha que fazer? Lembro bem das palavras daquela mulher:
-  Tá vendo aquilo ali? – ela apontou para uma vassoura engraçada, não era uma vassoura comum, mas acho que já tinha visto aquilo no jardim da minha casa...
- S-sim senhora.
- Vai usar esse ‘’troço’’ pra... – eu a interrompi assim que lembrei o nome
- Esse ‘’troço’’ seria um Ancinho? – Eu cutuquei a onça com vara curta.
- É, isso aí que você disse...Mas como sabia que isso era um... o quê mesmo?
-Um ancinho. Meus pais e eu tínhamos um lindo jardim que adorávamos cuidar! Eu adorava comprar sementes com minha m... –fui interrompido.
-Tá, ta, não estou interessada na sua vida pessoal e sim no seu castigo. Escute com bastante atenção porque eu não vou repetir: enquanto você não juntar TODAS as folhas secas do jardim NÃO tem lanche pra você. OUVIU?
Eu abaixei a cabeça e assenti tristemente. Quando virei pra trás vi milhares e milhares de folhas em todos os lados. Aquele dia eu ia passar fome.
Peguei o ancinho com dificuldade, pois era um pouco grande para mim e comecei a juntar as folhas, uma a uma. Ia demorar uma eternidade. E minha fome ia cada vez mais aumentando. E de novo meus pais vieram à cabeça. Aquele dia já tinha dado pra mim.
O tempo ia passando depressa, mas a minha eficácia continuava a mesma. Tinha que admitir que eu era lento como uma tartaruga. E pra completar de vez em quando vinham umas correntes de vento que acabavam com todo meu sacrifício.
Olhei para dentro do orfanato e vi uma fila indiana em direção à sala de jantar. Certamente era hora do jantar e adivinha quem não ia comer? O ‘’bebê’’ aqui. No meio da fila vi Taehyung. Ele me viu. Nos entreolhamos. Acho que o Tae piscou. Espera... Kim Taehyung piscou pra mim!? Alguma coisa ele estava aprontando.
Depois de algum tempo sentei na grama e encostei em uma árvore para descansar. Parecia que aquilo não ia terminar nunca! De repente alguém cobriu meus olhos:
- Adivinha quem chegou pra te salvar? – disse a pessoa misteriosa.
-T-Tae é você? – fiquei um pouco receoso
- ‘’ É SENHORA MIN PRA VOCÊ’’ –ele disse sarcarticamente enquanto se revelava
Dei uma leve gargalhada. Ele era bom com imitações, haha
- O que ta fazendo aqui?
- Olha, eu juro que esperava todo tipo de reação, talvez um ‘’Oi de novo’’ ou um ‘’ EAE PARÇA’’ ou até um ‘’sai daqui’’ menos essa pergunta óbvia, haha.
... – eu fiquei calado.
- Quer que eu responda né?
- Quero.
- Vim te ajudar, ora! – disse sorridente.
- Tae, olha isso é perigoso pra nós dois. Se alguém pega você me ajudando a gente ta frito.
- Ficar mais frito do que eu já tô é impossível kkkkk
Nós dois rimos. Tae interveio:
- Ah, quase ia me esquecendo. Peguei um biscoito pra você. Um biscoito pra um ‘’biscoito’’ kkkkkk – impressionante como ele conseguia me fazer sorrir.
Olhei para o biscoito com desejo antes de devorá-lo. Nunca tinha tido a sensação horrível que era passar fome.
- Obrigado amigo. – dei um sorriso e fui correspondido com outro.
- De nada amigo 
De repente veio uma rajada de vento muito forte que espalhou todas as folhas que eu tinha juntado. Tudo por água abaixo.
- NÃO, NÃO NÃO! – eu gritava inconformado
- Ei, ta tudo bem eu vou te ajudar agora! Só preciso de outro disso...
- O quê, um Ancinho? Usamos ele pra juntar folhas espalhadas além de outras coisas – porque ninguém sabia o nome disso? Grr
- Tá sabendo, hein biscoito? – ele bagunçou meus cabelos
Olhei pra baixo sorrindo timidamente.
-Agora sim, temos tudo pronto pra usar o ancinho...Só falta o Ancinho kkkk – ele fazia piada com absolutamente TUDO kkkk.
-Talvez tem algum depósito por aqui, ou um porão... –Olhava para todos os lados procurando.
-Vem, vamos dar um olhada. – Tae me puxou e começamos a procurar por todos os cantos alguma abertura na parede ou no chão. Até que achamos um porão.
-Pronto pra entrar biscoito?
Eu era um pouco medroso, mas depois de tudo que já tinha passado naquele dia qualquer coisa se tornava irrelevante pra mim.
- Já nasci pronto – respondi com convicção.
- Esse é o meu ‘’biscoito’’.  - ...MEU?
Entramos. Obviamente estava tudo escuro até eu encontrar um interruptor. Lá encontramos várias ferramentas de jardinagem: tesoura de poda, pá, regador e mangueira, luvas, pulverizador, algumas máquinas que não sabia o nome e, claro, um ancinho.
Me perguntava o porque de tantas ferramentas se ninguém usava pra nada, porque o jardim continuava horrível, sem cuidado nenhum.
- Encontrei o tal Ancinho, agora vamos ‘’picar a mula’’ daqui.
Estava prestes a sair quando notei algo que me chamou a atenção.
Em meio à prateleira que guardava as ferramentas de jardinagem havia um cacto praticamente morto. Imagine à quanto tempo esse cacto estava morrendo ali.
-Espera Tae, acho que posso cuidar dele!
-Cuidar?Dele? De que voc... – ele próprio se interrompeu quando virou pra trás e viu a planta semi-morta.
- Eu sei que cactos são super resistentes, mas mesmo assim precisam de água de vez em quando. Principalmente de luz. Acho que posso me encarregar disso. – dei um meio sorriso.
-Mas como pretende cuidar dele? Se ele precisa de luz não pode ficar aqui...
-Ainda não sei, mas vou encontrar um lugar!
Saímos do porão e começamos a juntar as folhas novamente. Desta vez não foi tão trabalhoso, pois Tae era rápido e ágil.

Finalmente acabamos aquela árdua tarefa e quando ia colocar o Ancinho encostado na árvore percebi que estava oca.

- É isso! – coloquei cuidadosamente o cacto no buraco, coube tão perfeitamente que parecia feito para ele.-

Esse menino é um gênio! – Tae falava enquanto apoiava seu braço em meus ombros

Fomos caminhando vagarosamente para dentro do orfanato. Passar o tempo com Tae me fez esquecer da minha própria fome.

E assim terminou o ‘’dia diferente na minha vida’’.

                       X To be Continued X


Notas Finais


O próximo capítulo será escrito em forma de diário também ;)

Aaah! O cacto que está como foto de capa do capítulo... Eu que fiz AAAAAAAAAAAAAAAA ❤❤❤❤❤😍😍😍😂😂😂😂

Fuii 😘❤


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