História I love a criminal - Capítulo 18


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Categorias Cara Delevingne, One Direction, Zayn Malik
Personagens Cara Delevingne, Liam Payne, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ação, Cara Delevingne, Drama, Liam Payne, Luta, Mistério, Reencontros, Romance, Sexo, Vingança, Violencia
Visualizações 9
Palavras 3.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


é só isso por hoje pessoal

Capítulo 18 - Trezentos e oitenta e...


Liam P.O.V

Se passou uma semana desde o nosso "sequestro", as coisas estão tão calmas que me pego preocupado ás vezes, Valerie não aguenta mais ficar aqui parada assistindo séries e filmes, principalmente os de ação na verdade. parece que piora.

Pode se dizer que está tudo bem entre nós, não conversamos sobre o nosso "relacionamento" por mais que eu queira falar sobre o assunto, mas sei que isso não é o que ela quer e que acabaria assustando ela e tudo mais, estou seguindo o ritmo dela e parece que está dando certo. Transamos ontem e foi mais incrível do que da primeira vez, e ela não saiu da cama a noite toda, dormimos juntos e acordamos juntos, acho que esse é um típico caso para se usar a frase do se melhorar estraga.

Saímos algumas tardes para acabar com os restos dos panfletos que divulgavam o preço da cabeça dela e acabamos com uma grande parte, ela até bateu em alguns caras como aviso e disse que espalhassem o boato de que se James a quisesse morta era para ele matá-la pessoalmente, claro que foi totalmente contra a minha vontade, mas funcionou em partes, as pessoas pararam de tentar matá-la, mas é óbvio que James não apareceu para fazê-lo.

Aluísio voltou de viagem ontem, disse que tinha coisas para resolver aqui algo sobre ter arranjado uma tia mãe da esposa dele para cuidar da filha enquanto James estivesse vivo, ninguém pode saber que a filha dele está ligado a nós, é um grande perigo. Valerie parece estar se apegando a ela, me lembro como se fosse ontem o dia que conversamos sobre crianças e ela disse que não tinha vontade de ter filhos, mas a quem eu quero enganar? É claro que nós não vamos ter filhos, mesmo se ela quisesse, isso aqui é literalmente uma aventura porque quando tudo acabar e ela conseguir matar James tudo vai mudar, Aluísio vai embora, eu vou embora e ela vai embora, cada um para um lado, sem tempo para despedidas e para marcar reencontros.

O relógio marca nove horas, um novo episódio de big bang a teoria começa a passar na televisão, voltamos a minha casa para pegar algumas coisas que estavam faltando e peguei meus dvd's de série para tentar entretê-la, está dando um pouco certo, ela até ri quando Sheldon diz algumas coisas engraçadas, e eu pensando que ela não tinha senso de humor. Aperto meu abraço e ela se mexe, estamos deitados de conchinha no sofá, ainda não dormi no quarto dela talvez seja um avanço muito grande, eu não sei, mas me sinto um pouco desconfortável por ela não se sentir muito á vontade para me convidar para dormir com ela lá. 

O celular de Valerie toca, e ela pega el na mesinha de centro e se senta no sofá para atender e me mostra o visor do celular indicando que é Jack que está ligando e ela coloca no viva-voz.

- Alô Jack, qual é a boa? - disse com a voz suave.

- Valerie? - uma pausa, sua voz está falha e ofegante deve ter corrido bastante, mas por qual motivo?

- Jack? Sou eu, o que houve com a sua voz? A ligação está péssima, onde você está? - ela ficou um pouco apreensiva, ela apoiou uma mão no sofá que nem percebeu e me olhou.

- Eu descobri... - a ligação chiou e não deu para ouvir o que ele disse - você me ouviu? Eu descobri onde o galpão fica. - ele tossiu e ela fez uma careta junto com uma risada.

- Isso é ótimo, mas porque você está ofegante? - ele demorou algum tempo para responder, e quando um barulho de tirou foi ouvido ele começou a falar.

- Estou sendo perseguido, mas você sabe que não sou tão bom e fugir quanto você... - a ligação chiou de novo e ela apertou o sofá, sinal de que estava começando a ficar com raiva - escute com atenção está bem? Eu descobri o galpão que o James vai usar, ele vai fazer um leilão, - outra pausa e mais tiros, Valerie começou a balançar a perna por causa da ansiedade e eu coloquei a mão em sua coxa fazendo-a parar e ela sorriu quando olhou para mim - ele vai fazer um leilão com todas as merdas que ele costuma vender... - ligação chiou mais uma vez.

- Em qual galpão vai ser? 

Esperei pela resposta tão ansiosamente quanto ela, mas ela não veio, não sei se isso era tão ruim quanto estava aparentando ser mas alguma merda iria acontecer no final.

- Os números são aleatórios, mas o dele vai acontecer no número trezentos e oitenta e... - um barulho de tiro ecoou e a ligação ficou muda.

- Jack?! Jack?! Me responde por favor. - ela mordeu o lábio e respirou fundo, claro que demonstrar qualquer emoção que transparece fraqueza para ela não estava no catalogo.

Ela ficou olhando para o chão por um tempo e se levantou sem falar nada, levantei do sofá e observei suas costas enquanto ela subia as escadas.

- Aonde você vai? - desliguei a tv e fui atrás dela.

- Eu vou para Wolverhampton. 

Liam Off

Zayn On

Bati na lateral do caminhão que levava o último carregamento de armas para o leilão que aconteceria daqui a uma semana, estamos preparando tudo antecipadamente para não ocorrer erros, apesar de ser um leilão ilegal vai ser tudo formal, como aqueles leilões de ricos em filmes. Eu não queria fazer parte disso, ele também via leiloar animais extintos mas se eu quiser ter minha vingança preciso passar por isso, e em comparação a tudo o que já passei estando nessa vida, isso não é nada.

Não consegui dormir bem depois da minha conversa com Jason ontem, a ideia de que a loira poderia ser minha irmã é frustante. Ela cresceu tanto, não é mais a pirralha que eu insistia em proteger e implicar quando éramos crianças, não consigo pensar nisso sem sentir um aperto no coração. Mas e se esse fio de esperança for inútil e ela for apenas ninguém?

E como seria contar para ela que o cara para quem ela trabalha matou nossos pais, e o que fez ela ser como é, ao invés de ter uma vida normal? São muitas perguntas, mas só vou poder saber da esclarecer tudo depois que o teste de dna chegar daqui a uma semana, no mesmo dia do leilão.

- Zayn! - Jason me chama.

Ele se aproxima de mim com uma cara espantada e com o tablet em mãos, caminho até ele curioso pra saber o que houve e ele põe uma das mãos sob o meu ombro.

- Eles capturaram... o... Jack. - ele apertou o meu ombro como se estivesse esperando uma reação agressiva de mim, e eu teria senão soubesse da possibilidade daquela garota ser a minha irmã, e desde que a conheço sei que ela não faria nada que fosse obrigada a fazer e sim porque gosta e se ela trabalha com ele, significa que gosta dele.

Depois da minha conversa com Jason sobre o exame de dna eu venho pensado bastante em tudo, tenho tantas perguntas para fazer que se eu digitasse tudo no google ele travaria. Como Jack a conheceu? Por onde ela andou e o que fez chegar até onde está? Onde ela estava no dia que nossos pais foram mortos? Se ela realmente for a minha irmãzinha e James mentiu sobre isso, sobre o que mais ele mentiu durante todo esse tempo? Talvez eu não devesse matar só Jack, mas matar James talvez seria bom também.

Fechei os punhos e os olhos, Jason tinha que acreditar que eu estava furioso decidido a matá-lo, não podia contar ao meu amigo que queria conversar com Jack antes de fazer qualquer coisa, mas é claro que ele não concordaria, ele sabe que se James descobrir que desobedeci alguma ordem sua eu levaria uma surra daquelas, mas nada iria me impedir de descobrir a verdade. Ele me olhou com ternura e eu sorri sem empolgação, qualquer dia desses eu mataria meu melhor amigo do coração com essa minha história de vingança.

- Não precisa se preocupar Jason, não vou fazer nada precipitado vou esperar o exame de dna sair antes, aliás, hoje a noite preciso conversar com você primeiro sobre algo que quero fazer. - dei dois tapinhas em suas costas e comecei a andar em direção a sala de James.

- Que coisa? - ri com a sua curiosidade, ele sempre foi curioso demais, talvez nem esteja vivo no fim do dia de tanto se corroer para adivinhar o que quero fazer.

Passei pelo pátio olhando para as pessoa que passavam por ali, pareciam pessoas normais se não fizessem coisas ilegais e cruéis. Nunca fui a favor de James traficar animais ou mulheres, mas ele nunca me ouvia e era contra todo tipo de argumento que eu criava, mas eu já tinha em mente que mudaria isso quando ele morresse, mas ele nunca morria, primeiro porque ninguém nunca conseguia chegar perto o bastante para conseguir realizar tal ato e porque ele nunca ficava doente, a maioria das pessoas que trabalham com ele pensam que ele tem algum pacto com o diabo, já eu, sei que ele é o próprio diabo. Mas o tráfico de mulheres e animais caíram depois que ficou muito perigoso, a polícia estava mais esperta e a cada dez jornais oito passavam reportagens sobre eles estarem descobrindo cada vez mais sobre cativeiros e libertando-os, o mercado acabou tendo uma queda.

Por mais que drogas e armas também estivessem sendo cada vez mais descobertos os compradores não se importavam tanto, viciados só querem uma coisa, matar seu vício e as armas eram para a defesa deles, até hoje eu fico surpreso quando um cara rico compra de nós, principalmente os políticos corruptos que insistem e dizer que precisam de uma segurança a mais, tolos.

Entrei no corredor que dava na sala de James, lá têm uma prateleira de livros que têm um fundo falso e dá para a sala que ele chama de sala da verdade, ás vezes eu acho ele muito louco, ter fundo falsos nos lugares que ficamos como se fossem filmes de suspense e dar nomes idiotas as coisas é tão patético, mas até que funciona. Uma vez levamos um cara de uma máfia para a sala da verdade porque ele sabia algumas coisas que não deveria saber, o chefe dele veio até aqui e para não criar uma desavença entre as duas máfias James deixou que ele revistasse todos o local e é claro que ele não achou nada, somos aliados até hoje e o cara está morto, é assim que funciona, se você sabe demais, resolve abrir a boca e não têm força de fogo o suficiente para se garantir você morre.

Abri a porta da sala no final do corredor e entrei, não tinha ninguém, a câmera de segurança virou e capturou a minha imagem mas ninguém apareceu, então eu resolvi entrar na sala da verdade. 

 Entrei na sala e analisei o ambiente calmamente, duas câmeras na sala e uma mesa no centro uma cadeira de cada lado dela, James em uma e Jack em outra eu diria que a conversa entre os dois é civilizada se o rosto de Jack não estivesse coberto de sangue assim como algumas partes de seu corpo olhando assim de longe eles até se pareciam um pouco, exceto por James estar acima do peso e Jack em perfeita forma, observando assim de longe cheguei a conclusão de que os dois se conheciam de algum outro lugar, mas de onde?

Jack olhou para mim de onde estava sentado e sorriu, os dentes avermelhados pelo sangue que escorria de seus lábios e entrava na boca. Pisquei várias vezes pra conter a raiva avassaladora que de repente tomou conta de mim, fechei os punhos com força, a minha única vontade nesse momento é de socar a cara dele até ele ficar desacordado e depois matá-lo mas não posso fazer isso, ainda, preciso descobrir o que James escondeu de mim durante todo esse tempo e talvez Jack saiba algo sobre isso e caso na saiba, ele não será mais útil para mim.

- O que está fazendo aqui? - James olhou na minha direção e veio até mim, com o semblante raivoso e os olhos cerrados, ele alternou seu olhar entre Jack e mim - Eu ia pedir para te chamarem. - não ia não.

- Calma irmão, o moleque só está louco para me conhecer, certo Zayn? - como ele sabia o meu nome? E como assim, irmão? Com certeza James estava escondendo mais coisas do eu poderia imaginar. Observei seu rosto quando Jack o chamou de irmão e por um momento vi pânico em seu rosto, mas foi coisa de segundos e logo a feição raivosa estava lá novamente, precisava falar a sós com Jack urgentemente.

- Ele acabou e chegar e levou um tiro, está claramente delirando vou pedir para alguém cuidar do ferimento e assim que ele estiver preparado nós vamos interrogá-lo pra extrair coisas sobre aquela garota que está arruinando os meu negócios. - ele deu um soco na parede fazendo o seu drama de sempre, ele parecia irritado com algo, não só com os negócios, mas com algo além disso e isso com certeza tem haver com ela.

- Então quer dizer que a minha garota está te causando problemas? - ele riu e depois tossiu, ele cuspiu sangue no chão ao seu lado e levantou a cabeça com um sorriso orgulhoso. Orgulhoso dela? Talvez a relação deles fosse mais do que negócios, amantes talvez? De irmãos? Ou talvez de pai e filha? - E olha que eu não ensinei muita coisa para ela, tudo que ela precisava era de um incentivo, aliás... está no sangue dela, né irmão?

A cada minuto que eu passava naquela sala com os dois eu só conseguia ficar mais confuso, se eu achava que James tinha escondido algumas coisas agora eu tinha certeza.

Um sentimento de angústia tomou conta de mim e eu me senti vazio, já se passou tanto tempo desde que a minha família morreu que eu me acostumei com o vazio e com o fato de não ter que me preocupar com alguém, se importar com os sentimentos das pessoas ao meu redor, conheci Jason e parece que o vazio em meu peito ficou menor e depois conheci 

Isa ele sumiu por completo, apesar de não estarmos mais juntos eu ainda sinto o vazio preenchido, mas agora com a hipótese daquela garota ser a minha irmã parece que ainda falta uma parte, é como se meu coração tivesse diminuído o espaço de Jason e Isa para poder dar espaço a minha irmã, quer dizer, ainda não sei se é ela, mas meu coração já sabe que é ou talvez esteja apenas enganado.

Jack não falou dela com malícia, e muito menos demonstrou superioridade sobre ela falou de igual para igual, seja lá o que tenha acontecido e qual a circunstâncias tenha feito eles se conhecerem, eu sinto que ele a trata bem, e isso é o suficiente para eu conversar com ele antes de querer matá-lo.

- Você fala demais, - ele me olhou e colocou a mão sob meu ombro - Vá dormir, amanhã começamos o trabalho com ele. - resolvi concordar, se eu começasse a insistir em falar com ele James poderia desconfiar e mudar a localização dele e tudo iria por água abaixo. Olhei uma última vez para Jack, ele fez um aceno com a cabeça e eu apenas o encarei e depois fui embora, porém James permaneceu lá.

Observei as câmeras no corredor e no pátio, observei calmamente todo o tipo de vigilância eletrônica até chegar no dormitório que eu divido com Jason eu preciso falar com Jack sem a presença de James, senão não vou conseguir descobrir o que eu quero e eu não me aguento mais de tanta curiosidade.

- Pega o seu tablet, temos trabalho a fazer. - falei assim que passei pela porta e a tranquei, Jason tomou um susto e se sentou na cama pegando o tablet em mãos e ligando o macbook.

- Vamos fazer algum trabalho? O que James quer dessa vez? - ri, ele não gostar nada da ideia que eu tive, mas Jason nunca me deixaria na mão.

- Quero que você entre no sistema e dê um jeito nas câmeras que vigiam todo o perímetro do nosso dormitório até a sala do James. - ele arqueou as sobrancelhas e negou com a cabeça.

- Nem pensar que eu vou fazer isso, de jeito nenhum, hã hã. 

- Se você não me ajudar eu vou fazer sozinho, você não quer que eu seja pego, quer? - persuasão sempre funcionou com Jason, com as mulheres não surtia tanto efeito porque era difícil Jason se interessar por alguma, ele gosta das inteligentes e bom, por mais que eu odeie dizer isso, são raras a mulheres inteligentes nesse ramo. As inteligentes o suficiente preferem continuar no mundo normal, bom, eu não as culpo, eu também preferia.

- Certo, - ele suspirou - e o que você quer fazer lá? - olhei em seus olhos e balancei os ombros, eu preciso fazer isso.

- Preciso falar com Jack, sem o James por perto - Jason abriu a boca para começar a falar mas eu o interrompi - e isso não está em questão, eu já decidi e pronto.

Saber a verdade pode mudar o rumo da minha história, literalmente, se não for a minha irmã eu vou matá-la e tudo vai continuar normal, apenas mais uma morte para lista. Se ela for, o mundo vai virar de cabeça para baixo, vou ter que convencê-la de que sou o irmão dela antes que ela tente me matar e acima de tudo, se isso for verdade, ela não vai precisar se preocupar em matar James, porque eu mesmo vou me encarregar disso.


Notas Finais


não esqueçam de comentar pessoinhas, obrigada.
até o próximo, bjss


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