História I Love my confused way - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charli, Charlotte, Cotton, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Personagens Originais, Priya, Rosalya
Tags Amor Doce
Visualizações 7
Palavras 845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Nova vida.


Fanfic / Fanfiction I Love my confused way - Capítulo 1 - Nova vida.

  

Escrita por: Sakurh

 

 I Love my confused way. _ Cap 1

 

_ Estou cansada de ser o que você quer que eu seja. Me sinto tão sem fé, perdido sobe a superfície

Eu não sei o que você esta esperando de mim, colocando sob pressão de seguir seus passos 

Cada passo que eu do é mais um erro para você 

Me tornei tão entorpecido, que não posso te sentir aqui. Me tornei tão cansado, muito mais consciente 

Estou me tornado isso. Tudo que eu quero fazer é ser mais como eu e menos como você 

Você não pode ver que esta me sufocando? Segurando tão forte, com medo de perder o controle 

Porque tudo que você pensou que eu poderia ser, desmoronou bem na sua frente

_ Link Park - Numb 

 

 

 

A jovem de cabelos negros como noite se despediu de seus pais e embarcou no trem indo rumo ao seu novo destino, seus sentimentos eram confusos, um misto de medo, angustia, tristeza e receio se faziam presente. Lívia não queria parti, por mas que arte fosse sua paixão ela, ainda sim ela não queria se afasta de seus pais. Porém devia ser feito, ela queria os orgulhar lhe mostrando suas pinturas, ela mantinha suas orbitas esverdeadas na janela admirando a bela paisagem. 

Lívia era uma jovem com seus 18 anos e aos olhos de seus pais, a menina tinha um futuro brilhante como artista. Há jovem tinha um talento incrível, desenhar era o que mais gostava fazer desde sempre. Mas por algum motivo não queria ir pra quela universidade, sabia que não se encaixaria naquela lugar, afinal ela não era nada comum. 

 

Não demorou tanto tempo para que ela desembarcasse. Quando chegou na frente do grande estrutura, sentiu um nó se formado em sua garganta, uma sensação estranha percorreu seu corpo, ela queria fugir, queria corre e abraçar seus pais. Mas não podia, engolindo em seco ela caminhou em direção a entrada, tinha que ajeitar a papelada e achar seu carro. A recepcionista lhe lançou um olhar estranho como se disse que ali não era o seu lugar, suas vestes eram estranhas para uma jovem. Lívia trajava uma camisa branca de bancas com a estampa da sua banda de Rock favorita Slipknot, um casaco grosso e longo preto que iam ate o meio de suas coxas, com mangas mais que cumpridas, uma calça preta jeans com alguns rasgos e uma bota cano baixo também preta. Ela ignorou o olhar recebido pela mulher e pediu todas as informações precisas, sua sala era a: A-b 3 no ultimo andar e seu quarto era o número 47, ela teria que o dividir com uma outra garota. Aquilo seria um problema, Lívia esperava do fundo de seu coração que ela não a reparasse. 

Com um suspiro cansado, ela foi até seu quarto ajeitar suas coisas. Quando chegou lá agradeceu aos céus pela sua colega não estar, Lívia ajeitou suas na sua parte de armário, ela se viu naquela comodo sufocante sozinha, sem querer ficar naquele lugar abafado ela pegou sua mochila e foi para o lado de fora do Campus, o jardim de lá tinha uma bela paisagem o que fazia Lívia querer o eternizar em suas folhas. Ela procurou um lugar calmo e se sentou-se debaixo de uma árvore que dava uma bela visão do ambiente. Com calma ela começou a traçar vários rabiscos em seu caderno. 

Ela ficou cerca de 2 horas ali desenhando e quando estava prestes a dar os toques finais em sua obra prima, escultou um grupo de mulheres falando de si. 

 

─ Que garota estranha. ─  Uma loira disse com cara de desprezo, sua voz suava com ar de nojo. 

─ Deve ser uma daquelas meninas dramáticas que sofre de depressão. ─ Uma morena alta disse risonha e todos as outras riram. 

 

De certa forma aquilo mexia com Lívia. Seria drama seu lamentar a morte de entes queridos, não suporta mas a pressão que era imposta sobre si, odiar seu passado imundo? Aquilo era drama? Se fosse Lívia era uma das pessoas mais dramáticas do mundo, pós se via descontado cada erro em sua pele. De toda forma já esperava por aquilo, seres humanos sempre julgariam os outros sem ao menos saberem seus motivos, o mundo era feito de aparências. Um sorriso podia esconder as tristezas, um casaco as cicatrizes e uma aparência social a podridão na alma de cada um. Esse era o modo que Lívia enxergava o mundo, com um suspiro cansado guardou todas as suas coisas e se levantou da grama. 

Ela olhou o céu laranjado e pedia aos Deuses que aquilo caba-se logo, mas bem no fundo ela sabia que ninguém olharia por si. Caso contrario eles lhe ajudariam nas noites em que implorou por ajuda, nos momentos que pediu desesperada por consolo, mas ninguém estava lá para ela nos dias complicados. No fim das contas ninguém se importa verdadeiramente, vivemos num mundo corrompido por mentiras, Lívia esboçou um sorriso sofrego e sussurrou ao vento. 

 

 

─  Por favor me leva.... ─  Então aquela fina lágrima percorreu seu rosto. 

 



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