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História I love u, you idiot - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii, meus amores!!

Bom, essa não é minha primeira fic, mas eram de outra categoria, e já apaguei até quase todas que eu havia postado por aqui porque o modo como eu escrevia já não me agrada muito. Essa também não é minha primeira fic nesse universo, mas, sinceramente, ficou meio merda kkkkkk
Mas tô aqui para tentar novamente! Essa fanfic eu dedico com todo meu amor ao meu melhor amigo e para a maravilhosa garota que fez essa capa incrível com apenas lápis, papel e sua mente genial. Sem eles, eu não teria postado. Amo vocês!

Eu realmente espero que gostem, então…
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Harry Potter

Acordei com o irritante e constante barulho do maldito despertador, me fazendo desligá-lo quase imediatamente e voltar a dormir, nem que seja por mais cinco minutos. Os minutos mais aconchegantes daquela manhã, que mal havia começado, até que a porta do meu quarto é, brutalmente, aberta. Pulo da cama e olho para o que, pelo o que eu entendi, parecia ser minha mãe abrindo as persianas alegremente. Meus olhos ardiam ao contato com os primeiros raios de sol.  Eu estava sem óculos.

Por que eu não tranco a porta do quarto?

- Anda, Harry! Hoje é seu primeiro dia de aula, e se não levantar agora mesmo, vou ser forçada a chamar seu pai, então não precisará nem tomar banho. 

Lílian, Lily, Evans Potter. Essa é minha mãe. Antes que me perguntem, sim, ela é mandona! Meu pai costuma dizer que isso é uma das coisas mais atraentes nela. 

Vai entender, né?!

Mas admito que ela é uma mulher incrível! Exceto quando ela quase destrói minhas retinas nas manhãs de aula. Ela é a pessoa mais maravilhosa que eu já encontrei, e que, provavelmente, nunca acharei igual. Sou muito grato por ela ser minha mãe. 

Seu cabelo tem um tom de um vermelho escuro e intenso, pele alva e os olhos cor esmeralda incríveis, que fez meu pai ficar caidinho de joelhos quando a viu pela primeira vez - literalmente. Bom, é o que ele diz. Sim, eles são o casal mais clichê da Inglaterra!

Eu sou uma cópia quase exata do meu pai. Alto, moreno, cabelos negros rebeldes por natureza. Até minha personalidade é parecida com a dele, divertida e imatura, mas tinha uma exceção, eu possuo os lindos e vibrantes olhos da minha mãe, diferente do meu pai, que são cor de avelã.

- Estou te esperando lá embaixo. - ela saiu do quarto fechando a porta em seguida. 

Me levantei, ou melhor, me arrastei em direção ao banheiro, completamente embriagado pelo sono. Quando a água quente tocou em meus músculos, tudo me fez relaxar. Se ficasse mais tempo no chuveiro, era capaz de cochilar. 

Me visto preguiçosamente, uma camisa preta, calça da mesma cor e All-Stars. Pego meus óculos - não enxergo absolutamente nada sem eles -, minha mochila. Eu estava pra começar o último ano do colegial. E quase esqueço do casaco do time da escola, Hogwarts High, ele é vermelho em grande parte, mas amarelo nas mangas compridas e em alguns outros detalhes, havia um grande leão estampado na parte de trás. 

Eu pratico esportes. Futebol americano, para ser mais exato, e eu quero a vaga de capitão, assim como meu pai foi um dia! Até ano passado, o time estava sob a liderança de Oliver Wood. Porém, como ele já havia se formado, estaríamos procurando por um novo atleta para carregar o tão cobiçado título, então eu teria uma chance!

- Bom dia, família! - entro na cozinha e dou um beijo no topo da cabeça da minha mãe, que estava distraída tomando café e lendo algum livro.

- Bom dia, querido.

- Ei, cadê o meu? - meu pai pergunta indignado, enquanto apontava a espátula na minha direção. - eu faço seu café e não ganho nada? É isso?

Ele tentava manter uma postura séria, mas era quase impossível com o avental de ursinhos azuis que usava.

James Potter. Meu pai. O completo oposto da minha mãe. Relaxado, divertido e via tudo com uma maneira meio infantil e mágica. Como eu disse, o que rendia algumas desavenças com minha mãe. Eu já questionei muitas e muitas vezes quando criança ao meu padrinho, Sirius Black, o motivo por minha mãe não odiá-lo ao invés de amá-lo e ter tido um filho com este. Ele sempre gargalhava alto e apenas dizia que algum dia eu entenderia, que por um tempo ela o “odiava”, mas não passava de bobeiras de adolescentes. Bom, eu continuo sem entender mesmo com o passar dos anos.

Gargalhei e fui em sua direção lhe dando um beijo em sua bochecha, ganhando um “bom dia, moleque” e ovos com bacon como recompensa. 

- Então, vai tentar ser capitão esse ano? - meu pai pergunta, enquanto se sentava e comia seu próprio café da manhã.

- Bom, vou tentar. Espero que o fato de eu ser o quarterback me dê alguma vantagem. - indaguei um pouco desanimado. 

- Ei, você vai conseguir, querido. E mesmo que não aconteça, não será o fim mundo porque você vai continuar fazendo o que gosta! Mas me prometa que, independentemente do resultado, você vai dar mais valor a escola esse ano. - diz minha mãe, antes alheia a tudo em volta, agora com um tom rigoroso na voz.

- Vou tentar. Prometo. 

De repente uma buzina soa. 

- E come tudo logo, se não perde sua carona. - praticamente, engoli o café da manhã. 

Me despeço dos dois e vou em direção a saída. Dou de cara com uma Land Rover vermelha. Entro no carro depressa e vejo meu melhor amigo, Rony Weasley, no volante.

Ron e eu somos melhores amigos desde… desde sempre. Não me lembro de momento algum da minha infância em que ele ou a família dele não estivesse. Ele é alto - mais do que eu -, ruivo alaranjado e sardento, assim como toda sua grande família. Sim, era enorme! Sr. e Sra. Weasley e mais sete filhos: seis homens e apenas uma garota. Eu amo a família Weasley, é como se eles também fossem parte da minha e eu da deles. 

Ron tem uma personalidade calma e relaxada, competitivo e um ótimo colega de time, mas também é um pouco explosivo em relação a muitas coisas, porém o que realmente irritava a ele era o excessivo ciúmes pela irmã caçula, coisa que todos os seus irmãos tinham em comum. Taí outra coisa que nunca entendi muito bem o porquê…

- E aí, cara! Pronto pro primeiro dia de aula? - ele falou com um sorriso animado. Estranho.

- Não. - olhei para trás e me deparei com uma ruiva distraída com um livro. - Fala, pirralha.

- Oi, boçal. - ela cumprimenta sem desviar os olhos do livro. Dou um sorriso de lado.

Ginny Weasley, a filha mais nova dentre os tantos homens. Tem um gênio extremamente forte, é corajosa e não deixa nada a abalar. É uma das garotas mais inteligentes da nossa turma. Isso mesmo, ela é mais nova que o Ron um ano, assim como eu, ambos dezessete. Mas quando ela estava no nono ano, o pulou por estar mais avançada que os demais, e como se não bastasse ter de aturá-la quando vou pra casa dos Weasley, agora tenho que fazer isso na mesma turma todos os dias. 

Olha, sobre eu ter dito que não entendia o fato dos seus irmãos terem ciúmes dela.. não é de toda a verdade. Eu, de certo, entendia. Ginny sempre fora uma garota bonita desde de pequena, mas, com o decorrer do tempo, se tornou perigosamente linda, se não for uma das mais lindas do nosso ano ou da escola. Seus cabelos, diferente da sua família, é mais puxado para um tom de dourado e.. avermelhado. Suas sardas eram espalhadas por todo o seu corpo; no rosto, apenas na área do nariz e bochechas. Tinha ótimas curvas, provavelmente por ser capitã de vôlei... 

Não que eu tenha notado isso! Não, eu só estou comentando, com total imparcialidade! Eu tenho namorada! Mas não posso dizer que sou cego…

O fato é: a Ginny nunca irá encontrar uma pessoa por ser esquentadinha e ser cabeça dura. É isso que eu quero dizer!

- Por que você me chama assim, mesmo? - me virei já sabendo da resposta.

- Porque gosto de falar a verdade de vez em quando. - dei um sorriso. 

Não disse?! Esquentadinha.

Ginny Weasley

Não consegui dormir direito essa noite, não sei bem explicar o motivo. Talvez seja apenas a ansiedade pela volta das aulas, mas será que isso é motivo o suficiente para que eu não tenha mais de duas horas de sono nessa última semana?

Olhei no relógio. 05:30. As aulas só começavam às 08:30. Isso me deixou ainda mais ansiosa e agoniada. Então optei em descer e fazer um chá para ver se me acalmava o suficiente para me fazer tirar um cochilo, mas a ideia foi pro buraco. 

Suspirei assim que terminei a bebida e limpei tudo. 

Vejo o horário, 5:50. Daqui a pouco minha mãe acordaria e começaria a fazer o café da manhã de todos, eu, Ron, Fred, George e meu pai.

Gui, Charlie e Percy haviam se mudado de casa há muito tempo, poucos anos depois de terminarem o ensino médio ou faculdade. Fred e George preferiram não fazer faculdade, e sim, abrir sua própria loja de esportes, tendo direito a parede de escalada e uma quadra de basquete considerável. Estava se tornando a loja preferida de toda Hogsmeade, mesmo ainda estando no seu estágio inicial. Isso fez apenas sobrar os quatro irmãos malucos da família para atormentar nossos pais. 

Frustrada, pego meu celular e começo a digitar um número, mesmo sabendo que quem me atenderia iria, provavelmente, me matar assim que eu a encontrasse. Depois do quarto toque, ela atendeu.

- Alô? - sua voz embargada denuncia a sonolência. 

- Luna? Te acordei? - mordi o lábio inferior já prevendo a bronca.

- Ginevra, são... 5:55 da manhã e você ainda tem a petulância de perguntar se você me acordou? - ela bufou frustrada. - deixa eu adivinhar, não consegue dormir de novo?! 

Murmurei em concordância, o que a faz suspirar.

- Olha, meus neurônios ainda não acordaram, então que tal falarmos sobre isso na escola, sim?! Tenta ouvir um ASMR ou sei lá. 

- Tudo bem, bom cochilo. - tento não demonstrar decepção na minha voz.

- Valeu. Prometo que conversaremos sobre isso quando nos encontrarmos! - nos despedimos e eu fiquei só mais frustrada do que antes. Eu teria que esperar mais de duas horas para poder desabafar!

Subi em direção ao meu quarto e olhei em volta. Medalhas de vôlei, pôsteres das minhas bandas, filmes e famosos favoritos. Meu quarto é aconchegante, com uma cama de casal com várias luzinhas em volta, as paredes são azul-claro, com uma, em específica, cheia de fotos desde a minha infância até os dias de hoje. É um pequeno hobby que eu adquiri: tirar fotos de tudo que me agradava, como, por exemplo, uma em que eu havia visto o nascer do sol mais lindo que poderia imaginar e tive a grande sorte de estar com minha câmera, recém ganhada de presente de natal de Gui - meu irmão mais velho -. em mãos para registrar aquele momento mágico. Eu tinha sete anos. Desde então, venho guardando recordações durante minha vida toda. Pego uma em que estava eu, Luna e Mione abraçadas posando para a câmera que estava com o Ron, todas com um grande sorriso no rosto quando soubemos que iríamos estudar na mesma escola. Tínhamos onze anos e Mione, doze. 

Outra era uma em que tirei da minha família toda reunida, assim como a família Potter, que pareciam mais que felizes, gargalhando talvez de alguma piada feita por Fred ou George, talvez ambos. Até mesmo o Potter parecia mais agradável que os dias de hoje, mas ainda tínhamos apenas oito e nove anos, eu ainda não imaginaria o que acontecer alguns anos mais tarde. Ninguém imaginaria.

Harry James Potter, ou como gosto de chamá-lo: boçal, boboca, babaca, idiota, imbecil, cretino… bom, a lista é grande. O motivo desses xingamentos... eu nunca contei a ninguém, nem mesmo à Mione ou Luna. Mas o que elas sabiam é que eu tive, não uma quedinha, mas um abismo pelo melhor amigo do meu irmão quando era mais nova, que, na época, também era meu melhor amigo. Do tipo que me envergonho até hoje. Depois de um tempo, enjoei e vi que ele não era isso tudo. Era isso o que deixei que elas acreditassem. E um pouco a mim mesma. 

Afinal o que ele tinha de tão especial?!

Eu sei o que estão pensando: talvez seja os olhos profundamente verdes e hipnotizantes, como se pudesse ler minha alma com um simples olhar. Ou fato de, quando crianças, ele foi um dos maiores incentivadores para que eu entrasse no time de vôlei e dos meus sonhos. Ou como quando ele era carinhoso até a pré-adolescência.

Até que tudo mudou quando sua namorada entrou na sua vida, Cho Chang. 

Acordo dos meus pensamentos ao ouvir meu despertador alarmar. 6:30. O desligo e vou a caminho do meu chuveiro e faço questão de lavar meus cabelos calmamente, assim como todo o processo de me arrumar. Decidi colocar um suéter curto azul-claro e o ensaquei em uma calça cintura alta e meus All-Stars brancos; sequei meu cabelo no secador e logo fiz duas tranças embutidas, me olhei no espelho e gostei do visual, mas passo um pouco de base envolta dos olhos para esconder as olheiras profundas. Olhei a hora e já eram 7:45. 

Desci, e fui em direção à cozinha, me deparando com um banquete que estava sendo devorado por Fred, George e Ron, principalmente Ron. 

- Bom dia, gente. - eu anunciei indo em direção a minha mãe e lhe dando um caloroso abraço e depois um beijo em meu pai e repetindo o processo em cada irmão.

- Bom dia, maninha. Pronta para deixar o Roniquinho no chinelo esse ano? - George comenta com a boca suja de calda de panqueca.

- Ei! eu ainda tô aqui, sabia?! - Ron o encarou irritado. - mesmo que não seja de total mentira… - o escutei resmungar.

- Prontíssima! - sorri confiante e vou até o meio da mesa e pego torradas e a geleia de morango e trato logo de devorar sobre o olhar indignado de Ron. 

- É assim que se fala! Roniquinho, não nos leve a mal, mas você precisa melhorar suas notas, estão quase todas no vermelho. - Fred o provoca.

- O ano ainda nem começou, seu idiota!

- Mas já é previsível, mané! - diz Fred dando de ombros. 

- Basta, vocês dois! O dia mal começou e já estão brigando! Francamente. - mamãe censurou.

- Desculpa, mamãe. - ambos dizem em uníssono.

- Desculpa, maninho, sabe que é mais forte do que eu. - Fred pisca em direção a Ron que o desculpou, reciprocamente.

- Vamos, Ginny? Se não nos atrasaremos, e ainda temos que buscar o Harry. - ele fala enquanto se levantava ainda comendo um pedaço de bacon.

- Por que temos que buscar aquele idi… - o olhar da minha mãe me repreendeu. - aquele ser maravilhoso do Harry Potter?

- Porque  o ser maravilhoso do Harry Potter ainda não tem o carro tão esperado e como eu sou um ótimo melhor amigo, vou dar carona todos os dias até que ele o consiga. - revirei os olhos. Refletindo se não seria melhor ir de ônibus daqui pra frente.

Passei um tempo significativo com o Ron e Potter falando sobre o como estavam animados para o treino de futebol para descobrir quem iria ser o próximo capitão. 

Naquele mesmo dia também haveria uma votação para saber quem iria ser a capitã do time feminino de vôlei, e mesmo que eu tenha tido esse título desde a oitava série, eu ainda estava nervosa. Esse ano soube que várias garotas dedicadas iriam tentar entrar para a equipe e, consequentemente, concorrer a vaga.

Mal percebi que já tínhamos chegado. E, assim que o carro estacionou, logo saí do carro sem dar a chance de Ron ou o Potter falar alguma coisa. 

Em casa, éramos amigos e irmãos, mas, quando chegava na escola, cada um ia para a direção contrária, eu não sabia bem o motivo daquilo acontecer, mas começou quando entramos para o ensino médio. Não nos misturamos. Aquilo até que me incomodava um pouco. Mas só um pouco.

Vou até à secretaria e pego o número do meu novo armário e o horário das aulas e no caminho avistei uma loira com os cabelos encaracolados e brincos estranhos. Luna. 

Luna Lovegood, uma das minhas melhores amigas. Loira com os cabelos enrolados, grandes olhos azuis cristalinos, pele levemente bronzeada, mais alta que eu e com um estilo único, principalmente por causa de seus brincos enormes e chamativos, eles são a marca registrada dela. Ela adora fazer teorias sobre tudo. Casais, séries, filmes e o motivo pelo qual estudamos em uma escola tão… padrão. 

Ela estuda comigo desde que entrei no colégio, éramos uma dupla inseparável, até eu adiantar um ano, tanto que a maioria das pessoas da escola duvidavam da nossa sexualidade por causa disso. Principalmente da minha, já que por todos esses anos nunca fui pega com qualquer garoto que seja. Claro que eu tinha amigos homens, mas aquilo não impedia que os rumores se espalhassem.

- Olá, mi amor. Conseguiu cochilar? - neguei. - que droga! Acho que devo agradecer por ter me ligado porque o cochilo que eu tirei foi melhor do que as outras horas de sono. - ela olhou para minha mão. - então, qual é o número do seu armário? 

- 304. E o seu? - digo tentando ver o papel em sua mão.

- 256. - ela falou desanimada.

- Oi, meus amores! - Hermione chega com um grande sorriso no rosto. 

Hermione, Mione, Granger, minha outra melhor amiga. Ela é mais baixinha que eu, cabelos castanhos escuros e cacheados, olhos da mesma cor e sua pele marrom. Ela é a garota mais inteligente da nossa turma. Na verdade, da escola inteira. Ela tem uma personalidade controladora e calculista, mas, na maior parte do tempo, é uma garota doce e paciente. Isto é, quando o Ron não está por perto para irritá-la. Só tinha um problema: ela também é melhor amiga do Idiota. E ter que dividi-la com ele era um inferno!

- Parece que vamos ficar separadas. - ela diz olhando nossos papéis. - 198. - ela ergueu o papel em suas mãos. - enfim, vamos, Gin? Temos aula daqui a dez minutos e você sabe que eu odeio chegar atrasada.

- Sim, eu sei. - sorri e olhei para Luna. - nos vemos no intervalo?

- Conte com isso, gatas. - ela piscou para nós e foi em direção ao seu armário. - Não se esqueça, ainda vamos ter aquela conversa! - ela gritou entre a multidão.

- Te encontro daqui a pouco. Mesmo estudando nessa droga de escola, me perco todas as vezes para achar meu armário. - bufei e ela sorriu.

O quê? Essa escola é enorme!

- Até.

Vou procurando meu armário atentamente tentando não confundir minha mente com tantos números. 301, 302, 303, 304. Isso! 

Confirmo minha senha e quando abro, já me vejo decorando toda a superfície do armário com fotos, bugigangas e adesivos. Coloco minha mochila dentro dele e tiro o meu caderno e estojo, até que sinto mãos firmes apertarem minha cintura me fazendo pular de susto e derrubar tudo.

- Mas que por...

- Calma, pirralha. Eu não sabia que ainda sentia cócegas. - revirei os olhos ao identificar a voz e notando a diversão por trás dela. 

- O que você quer, imbecil? - pego meu material do chão e ele se encosta no armário ao lado com um sorriso maldoso. 

- Por uma desavença do destino, parece que somos vizinhos de armários. Então você vai ter que aguentar ainda mais a ver esse meu rostinho lindo pelo resto do ano. - ele sorri folgaz.

- Acho que eu joguei pedra na cruz pra merecer uma coisa dessas! - resmunguei encarando-o, fazendo ele aumentar ainda mais o sorriso. 

Antes que ele pudesse fazer mais um comentário, seus olhos e óculos foram tapados.

- Adivinha quem é? - Sua voz irritante me fez grunhido baixinho.

- Hum, acho que deve ser a minha linda namorada. - ele diz com um sorriso.

- Acertou! - ele se vira e lhe tasca um beijo. - ah, oi, Ginevra.

- Chang.

Acho que concordamos que aquela era a deixa perfeita para eu vazar. 


Notas Finais


Então…
O que acharam? Já tem um personagem preferido? Alguém aqui é fã da Cho? Qual é a casa de vocês? Teve alguma parte que gostaram mais?
Bom, me contem suas opiniões!
Vocês merecem as estrelas e além!
Beijinhos!:)


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