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História I Love You - Draco Malfoy - Capítulo 6


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Notas do Autor


Penelope Park = imagem

Capítulo 6 - Iniciativa


Fanfic / Fanfiction I Love You - Draco Malfoy - Capítulo 6 - Iniciativa

- Cara que aproximação toda é essa de você e da mestiça? - Perguntou Nott.

- Não é da sua conta. - Respondeu Malfoy.

- Calma, só foi uma pergunta. - Falou Zabini

- Parem de chamar ela de mestiça, ela tem nome.

- Tá gostando dela, Draco? - Perguntou Zabini

- Porque se estiver tio Lucius não vai gostar nada disso. Por mais que eu adore a nossa vida de farra, ela não vai durar para sempre, temos que dar herdeiros para a nossa linhagem. - Disse Nott sério.

O platinado odiava com todas as suas forças as obrigações que ele tinha, por simplesmente ser sangue-puro, era um verdadeiro inferno.

Havia várias regras, dentre elas como sabar dançar todos os tipos de dança consideradas apropriadas aos olhos da elite do mundo bruxo, saber se portar em uma mesa, agir com simpatia em momentos sociais, fingir amizade com outros sangue-puros...

- Não sei porque se preocupam tanto com isso. - Os amigos arrrgalaram os olhos.

Antigamente, o garoto costumava ligar para isso tudo.

Na supremacia puro-sangue adultos agem como adolescentes, adolescentes agem como adultos, guardando segredos, espalhando fofocas.

Tudo isso em meio a um riqueza opulenta.

Essa comunidade é tão eletista que não se consegue comprar sua entrada nela.

É um direito de nascença, um direito de nascença que muitos não tem e quem nem as suas melhores realizações conseguiriam.

- Como assim? É importante, é isso que temos que fazer, se eu fosse um Malfoy. - Draco o interrompe.

- Se você quiser pode pegar o meu lugar, já que tem todos os preconceitos daquela família e você é o filho que o meu querido pai nunca teve. - Saiu andando.

Foi atrás de Pansy Parkinson, ela era sua foda fixa e sabia quw Draco era portador da marca negra, então ela seria a única pessoa que na cabeça dele poderia foder.

Blasio e Theodore apenas balançaram a sua cabeça em negação.

Zabini decidiu ir atrás da sua irmã e vê se ela estava causando alguma confusão, já que esse era o passatempo preferido dela.

Penelope Zabini, é um ano mais nova que seu irmão, também da sonserina. Era lésbica, Blasio era meio homofóbico e digamos que esse era um dos motivos de eles terem uma péssima relação.

Quando abriu a porta de um quarto lá estava Penelope, se agarrando com uma menina de cabelos vermelhos, que depois de um tempo percebeu ser Gina Weasley.

As duas não pareceram notar a presença do rapaz.

A única coisa que se passava na cabeça dele era que a ruiva era bem bonita, mas não se rebaixada ao ponto de ficar com uma traidora do sangue.

Estava aí mais um dos motivos dos conflitos entre os dois irmãos, Penelope não ligava para quem era puro-sangue ou não.

Blasio força um tosse e as duas param o beijo, elas estavam com os lábios vermelhos e Gina tinha as bochechas da cor dos seus cabelos.

A Weasley era bi no armário, ninguém sabia, ela e a Zabini se pegavam de vez em quando.

- Weasley fêmea, achei que gostase de homem.

- Eu gosto, mas também gosto de mulher, sou bi. - Respondeu fitando o chão.

- Então trate de escolher um lado.

- Já chega! Fala logo o que você quer ou vai embora. - Penelope disse firme.

- Só estava vendo se causou alguma confusão, mas está ocupada demais metendo a sua língua dentro da boca de uma mulher, uma Weasley e uma traidora do sangue.

A garota pegou sua varinha e fechou a porta colocando um feitiço.

- Ninguém mais vai nos atrapalhar.

- E se ele contar para alguém? - estava preocupada.

- Ele não vai.

- Como sabe?

- Ele tem vergonha de eu ser lésbica, não vai sair por aí espalhando que eu peguei mulheres, ainda mais quem ele considera traidora do sangue.

- Pelo visto o seu irmão é um babaca.

- Ele é. Mas agora a onde foi que pararamos?

Voltaram a se beijar como artes, era um beijo cheio de desejo.

Por mais que Gina já tivesse beijado outras garotas ainda não tinha transado com nenhuma delas e não se sentia pronta.

Então ficaram só se beijando.

Enquanto isso Elena e Izzy conversavam animadamente, a corvina já estava alterada, era bem fraca para bebida  a lufana ainda estava sóbria, tinha o costume de beber pouco.

- Vai lá falar com ele.

- Não é tão fácil.

- Se a vida fosse fácil não teria graça.

De longe Dylan Parker conversava com seus amigos e observava a loira com um sorriso bobo no rosto.

- Por que não vai falar com ela? - Segeriu Charles Wilson.

- Porque ela vive fungindo de mim.

- E daí? Você está a uns 10 minutos olhando para ela com um sorriso idiota.

- Ah, claro Wilson, aproveitando pego o meu orgulho e enfio no cu. - Respondeu ironicamente, tão amável quanto um coice de um cavalo.

- Se quer conquistar a garota vai precisar enfiar seu orgulho no cu e tirar a sua determinação de lá.

- Tá, mas quando você vai falar com a Ems? - Charles defiou sua atenção do amigo. - Viu não tem coragem, mas olhe e aprenda.

Dylan era o tipo de pessoa muito extrovertida, que faz piadas o tempo todo, mas odiava quando alguém duvida que ele era capaz de conseguir alguma coisa que ele queria.

Ele sabia bem o que queria, queria Izzy Scamander, sempre a admirou e a achou linda.

Foi passando por entre as pessoas, até chegar por trás da Scamander e sussurrar no ouvido dela.

- Nós temos que conversar. - Ela sentiu todo o corpo arrepiar e simplesmente assentiu com a cabeça.

Saiu de perto da amiaga, que observava tudo atentamente, segui para onde o garota estava a levando.

Era para um jardim, a onde não tinha ninguém.

- Sobre o que quer conversar?

- Porque está fugindo de mim como o diabo foge da cruz?

- E-eu não estou fugindo de você. - mentiu.

- Já te falaram que é uma péssima mentirosa? Se não queria nada comigo, era só ter me falado, não é muito legal brincar com os sentimentos das pessoas. - Dramatizou.

- Não é isso, é que...

O Parker virou de costas e foi andando.

- Dylan espera.

- O que foi? - Virou de volta.

Talvez por um ato impulsivo ou muita coragem.

A Scamander colocou a mão no rosto dele e o puxou para um beijo intenso, que foi correspondido de imediato.

No outro dia depois das aulas Blair estava na biblioteca lendo vários livros sobre voto perpétuo e vendo se a alguma maneira de quebrá-los e evitar a morte.

Obviamente ela já esperava que não tivesse, mas repetia para si mesma uma frase que Izzy sempre dizia "a esperança é a última que morre"

Draco viu de longe o que ela pesquisava e perguntou.

- Achei que iria desistir disso.

- Achou errado.

- Então eu também vou te ajudar.

Malfoy só se sentou para ajudar porque estava com peso na consciência, mesmo não pedindo ninguém para fazer um voto perpétuo para o ajudar se sentia responsável pela vida do professor Snape.

Nos últimos meses tudo que se passava na cabeça dele era que se nunca tivesse escutado o pai as coisas seriam bem mais fáceis.

- Não faz mais que sua obrigação, afinal isso é tudo culpa sua e das outras doninhas albinas. - Draco pensou em responder, mas ela não estava mentindo.

A Snape só queria ajudar o pai, não porque não achava o pai capaz de matar Dumbledore.

Na cabeça da garota o lorde iria perder, fazia muito mais sentido.

Caso ele realmente perdesse o lai teria matado Dumbledore, uma pessoa realmente muito importante, seria condenado a um beijo de dementador, se sobrevivesse a guerra.

Ela preferia muito mais que Draco matasse o diretor e depois arcasse com as consequências, mas não tinha certeza se ele iria conseguir.

Ficaram ali pesquisando por um bom tempo, mas Blair teve que ir fazer suas lições e Draco foi atrás de uma pessoa importante.

As duas corvinas estavam andando em direção a aula de defesa contra artes das trevas.

- Estamos atrasadas, o professor Snape vai tirar pontos da nossa casa. - Disse Elena.

- Desculpa, eu não estava achando os meus sapatos. - Respondeu Luna Lovegood.

- Não é culpa sua, é desses babacas que acham não aceitam ninguém diferente. - Luna deu um sorriso.

A Lestrange era uma das poucas amigas que ela tinha.

Surgiu de um corredor Draco Malfoy.

- Oi, lunática a Elena te vê depois. - A mesma lançou um olhar de ódio para ele.

- Luna, pode ir, te encontro daqui a pouco. - A loira assentiu e seguiu rumo a sala de defesa contra a artes das trevas.

Elena pegou o livro e bateu com certa força na cabeça do platinado.

- Nunca mais a chame assim! - De outra livrada nele.

- Ta bom, para de me bater - Olhou para ela como se fosse louca.

A Relação dos dois era como de irmãos.

Draco mesmo não gostando que ela foi para corvinal, a apoiou.

Ambos lembravam bem daquele dia, o senhor Lestrange tinha mandado uma carta furioso, falando que ela era a vergonha da família. Foi uma das poucas vezes que ele deu qualquer importância para a filha.

Depois de receber a carta Elena ficou chorando no banheiro da murta que geme, o Malfoy a encontrou e a consolou.

Elena foi praticamente criada pela Narcissa, a mãe de Draco, que sempre a tratou como uma filha, mas com um certo receio de que um dia ela ficasse como Bellatrix, a verdadeira mãe, irmã de Narcissa.

- Fala logo o que você quer, estou atrasada para a aula do professor Snape.

- Como você está?

Draco tinha se mostrado bastante preocupado com a garota.

Deis de que Bellatrix tinha fugido de Askaban as coisas pioraram consideravelmente para ela.

Não falava disso com as duas melhores amigas. Achava que as duas não entenderiam.

Izzy, que apesar da mãe horrível, tinha uma família legal, sem se envolver com magia das trevas.

Blair tinha o seu pai como comensal da morte e sabia que a relação dos dois era meio estranha, mas não estava tão envolvida com os assuntos das trevas.

Elena e todos tinha um pouco de medo do que Bellatrix poderia fazer com a filha, era óbvio que ela não faz o tipo maternal.

Além de ser capaz de coisas horríveis, matou o próprio primo e tentou várias vezes matar a própria sobrinha.

Mãe e filha ainda não tinha se conhecido.

- Eu estou b-bem. - gaguejou e mentiu.

- Todo corvino mente mal? - A Lestrange o mandou um olhar de ódio.

- Eu estou atrasada.

- Abaffito. A minha mãe me mandou uma carta hoje e Bellatrix quer te conhecer.

-O que? Mas eu não quero conhecer ela.

- Não acho que isso importa. Elena escuta com atenção, a guerra está cada vez mais próxima. Tem que decidir o seu lado, ou o da sua família, ou de hogwarts.

- Que família exatamente você está falando? - Perguntou levantando as sobrancelhas.

- Ah obrigado pela consideração. - Disse ironicamente. - A questão é, mesmo nossa família estando do lado de você-sabe-quem, você não precisa, tem seus amigos que vão lutar por hogwarts. Você pode escolher.

- Sinto muito - falou sincera.

Elena sabia que Draco era um comensal da morte, mas sabia que não tinha sido escolha do garoto, que mesmo sendo um mimado, egocêntrico, egoísta, manipulador, lá bem bem bem bem bem bem bem bem bem bem bdm bem bem bem bem bem lá no fundo, ele tinha um bom coração.

- Não sinta, só estou fazendo isso pra proteger a minha família. Eu vou proteger eles, você não precisa. - Falou com amor de um irmão mais velho.

- Obrigada, depois a gente conversamos estou atrasada para aula.

A Lestrange chegou 10 minutos atrasada para aula e perdeu 20 pontos da corvinal.


Notas Finais


Oi, vou mostrar mais do nosso casal mais no próximo capítulo, prometo!


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