História I Love You - Capítulo 1


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Categorias Demashitaa! PowerPuff Girls Z, Meninas Super Poderosas (The Powerpuff Girls)
Personagens Ace, Arturo, Big Billy, Boomer, Brick, Butch, Docinho, Durão, Ele, Explosão, Florzinha, Fortão, Fuzzy Confusão, Kaoru Matsubara (Powered Buttercup), Lindinha, Macaco Louco, Miyako Goutokuji (Rolling Bubbles), Momoko Akatsutsumi (Hyper Blossom), Prefeito de Townsville, Princesa MaisGrana, Professor Utônio, Sedusa, Senhorita Bellow, Senhorita Keane
Tags Blues, Greens, Reds
Visualizações 63
Palavras 3.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Essa fic é algo que criei para comemorar o natal, já estava planejando ela antes, mas.... Acreditam se eu disser que tinha esquecido da ideia inicial!?
É. Sou maluquinha mesmo! 😂
Boa leitura! Próximo cap vou tentar postar perto do natal! 😘

ATENÇÃO: Capa do capítulo temporária!

Capítulo 1 - I'll never leave you


Fanfic / Fanfiction I Love You - Capítulo 1 - I'll never leave you

O vento frio da janela aberta acordou a criança de cabelos ruivos. O menino abriu os olhos piscando várias vezes para se acostumar com a luz solar. Ele se sentou na grande cama coçando o olho direito mas ouviu um ronco ao seu lado, quando olhou viu seu primo de cabelos pretos só de cueca verde virado de costas para ele. Olhou para o lado esquerdo onde devia estar seu outro primo mas não estava lá. Logo ouviu um pequeno choro do andar de baixo e o som do aparelho de aerosol e logo entendeu que seu primo estava inalando aquilo. 

Bocejou e foi engatinhando até o lado vazio da cama e, com dificuldade, conseguiu descer. O ruivo andou em passos lentos até a porta do quarto, se esticou até a ponta dos pés e girou a maçaneta com dificuldade, não conseguia usar direito aquele tipo de maçaneta. Ele abriu a porta e após sair do quarto a fechou novamente, com cuidado para não acordar o primo.

O pequenino foi andando pelo corredor até chegar na porta do banheiro e a viu entreaberta, ele empurrou a porta e colosecrean para dentro com um olhar de precaução. Viu sua tia de cabelos escuros curtos escovando os dentes. Ela usva uma regata preta sem sutiã e um shortinho de dormir curto e verde, estava descalça e com os cabelos totalmente bagunçados, ela olhava para o espelho com aqueles olhos verdes maravilhosos e um olhar de tédio. Ela pareceu só notar a aparição do sobrinho quando já havia terminado de fazer sua higiene bocal. Ela o fitou na porta com o seu típico olhar de criança, inocência e susto. Ela sorriu para ele de lado e se encostou na pia de calcário larga, com os braços cruzados e posição de adolescente rebelde.

- Brake. Entra aí. - o ruivinho obedeceu de pronto, indo para frente de sua tia, segurando com as duas mãos a parte de baixo no meio de suas pernas, coberta pela calça do pijama em conjunto com a blusa de mangas longas vermelho com branco. Sua tia olhou para ele e sorriu mais uma vez. - Está apertado, ruivinho? - o menino assentiu com um olhar pidão. Ela suspirou e se desencostou da pia e descruzou os braços, os esticando para o sobrinho. - Vem, a tia Bc vai te ajudar.

Ele esticou os braços e ela o pegou no colo com ele sentado em seu braço e agarrado a seu pescoço, abriu a tampa e a borda da privada e o virou para ela. Brake abaixo a calça do pijama e fez o que tinha a vontade de fazer. Sua tia assim que percebeu que tinha acabado abaixou a tampa da privada e deu descarga, foi até a pia e o colocou em cima dela. O menino lavou suas mãos e escovou os dentes, após isso a mulher o colocou no chão e saiu com ele do banheiro, apagando a luz e fechando a porta branca.

- Brake - ele a fitou - diga a tia Bubbles que eu quero panquecas. Vou acordar o Burst, se não esse garoto dorme até amanhã. - ela foi até o quarto de onde o menino saiu e entrou, fechando a porta.

Brake sorriu e foi correndo até a escada, desceu com cuidado e já que não conseguia segurar o corrimão segurou o que os mantinha na escada. Assim que desceu ele viu seu primo de madeixas louras assistindo televisão com o controle na mão e a chupeta azul na boca, junto com seu polvo laranja de lacinho azul na cabeça. O menino usava uma camiseta azul com o desenho de um coelhinho dormindo e um shortinho de dormir azul escuro. 

Brake escutou um barulho na cozinha e foi até lá, a cozinha era separada da sala por uma bancada. Viu sua tia loira de marias-chiquinhas com um vestido azul claro cheio de babados e chinelos brancos nos pés. Ela preparava algo no fogão distraidamente.

- Tia Bubbles... - chamou-a com carinho e ternura na voz infantil.

Bubbles se virou com o pequeno susto para seu sobrinho ruivo e sorriu ao vê-lo.

- Bom dia, meu amor! O que houve? - perguntou deixando o fogão de lado, indo a mesa e limpando as mãos no pano de prato.

- A tia Butter disse que era para você fazer panquecas para ela. - disse inocentemente. Viu sua tia encher as bochechas e cruzar os braços.

- Ela pensa que eu sou o quê? - falou consigo mesma. Logo se acalmou e descruzou os braços fitando seu sobrinho com um sorriso doce, sua especialidade. - E você, Brake, o que quer comer? - perguntou.

Brake colocou o dedo indicador da mão direita no queixo e virou a cabeça para o lado, pensando.

- Cereal! - respondeu voltando a posição normal - Com suco de maracujá! - completou com um sorriso.

Bubbles sorriu e assentiu.

- Saindo então cereal e suco para o meu sobrinho! - falou sorrindo. Se virou para o armário e pegou uma tigela. - Vá assistir com o Brooke, meu amor! Daqui a pouco estou lá.

- Está bem. - Brake saiu correndo e subiu o sofá se sentando ao lado do primo. 

- Brake! - o ruivo olhou para seu primo loiro. - Escole o canal! - ele lhe estendeu o controle.

Brake o pegou e fitou o controle confuso, em seguida fitou o primo com curiosidade. 

- Sua voz está esquisita, você está bem? - perguntou ao primo enquanto colocava a mãozinha na testa do garoto, depois de afastar a franja loura. O primo loiro estava corado, com olhos cansados, soltava suspiros e pior! Tinha deixado sua polvo de pelúcia cair no chão. Claramente o menino não estava bem! Brake sabia disso. Brooke, seu primo mais novo, nunca largava do seu bichinho de pelúcia, não deixava sequer tocar no chão. Brake se preocupou. E em sua expressão estava estampado isso, pois Brooke percebeu o olhar preocupado do primo e sorriu terno. O sorriso dele é igualzinho do de sua tia Bubbles. 

- Estou bem! Bem, muito bem! - o louro levantou os braços fingindo animação. Brake desconfiou.

O menino soltou um "Uhm" e depois voltou-se a TV grande. Colocando no primeiro desenho infantil que apareceu. A Bela e a Fera. Ah! O menino ama essa história, sua mãe o ensinou a amar. Na verdade, as três crianças são a fissuradas por todo o trabalho da The Walt Disney Company. Mas cada um têm seu filme favorito.

- A Bela e a Fera? Vai passar o que depois? - perguntou uma voz sonolenta.

Os dois primos se viraram para ver a tia morena descendo as escadas com seu filho no colo, o mesmo ainda de cueca estava sentado nós dois braços da mãe com os bracinhos pequenos em volta do pescoço feminino e a cabeça apoiada no ombro direito dela. Um olhar sonolento para a TV. A morena parou de andar do lado do sofá. Brake foi para o lado e sua tia colocou seu primo sentado do lado do ruivo. Agora estava, Brooke do lado esquerdo e o moreno dorminhoco do lado direito.

- Bom dia Burst! - saldaram os primos. Brooke um pouco desanimado. Enquanto a tia ia direto para a cozinha.

Burst se virou para eles com um olhar de tédio.

- Bom dia. - ele bocejou e limpou uma lágrima de seu olho direito. A outra mão no sofá, no meio de suas pernas abertas. - Está doente, Brooke? - fitou seu primo louro assim como o ruivo fazia.

- Não, não! Eu estou, bem... - Brooke de repente perdeu a fala e começou a cambalear. Os dois primos arregalaram os olhos.

- B-Brooke? - Brake perguntou estendendo a pequena mão direita, com o controle na esquerda.

O lourinho capotou no braço do sofá com os olhos brancos e gemendo. Os primos se assustaram e gritaram.

- Tia Bubbles! Mamãe! Brooke morreu! - Burst gritou assustado.

Em dois segundos as duas moças aparecem na sala com olhares assustados. Bubbles vestia um avental azul com babados e uma espátula na mão direita.

- Brooke! - as duas gritaram e foram ao seu socorro.








- Eu entendo isso tudo, Blossom. Mas você deve compreender, uma transferência dessas é muito repentina! O natal já está quase chegando! E as aulas de todas as faculdades já chegaram quase ao fim! Não têm como esperar até o ano que vêm? - perguntou o pequeno homem sentado em sua cadeira de frente para a ruiva.

Blossom usava um vestido simples branco, com flores rendadas também brancas quase imperceptíveis. As mangas eram longas mas Blossom as colocou no cotovelo, era de botões até a parte da cintura, eles também brancos. Na cintura do vestido parecia ter um elástico, o vestido era do tamanho de seus joelhos. Nós pés tinha uma sapatilha vermelha e os cabelos presos em uma trança lateral. No pescoço um colar e pingente de ouro, o pingente em forma de coração. Seu filho lhe deu no seu aniversário, assim como suas irmãs ganharam os delas. Dentro do pingente colocou a foto do seu tesouro mais precioso. A ruiva ganhará um de ouro em formato de coração com um grande rubi no centro do coração, Buttercup um em formato de estrela de outro com pedrinhas de esmeralda nas pontas da estrela e Bubbles um de pingente em forma de círculo, com três safiras no centro, parecendo três bolhas de sabão.

- Eu tenho noção do quanto meu pedido é insano, mas minhas irmãs e eu realmente precisamos disso, Prefeito. - disse a ruiva seriamente.

- Mas... - o homem tentou argumentar. Mas a expressão de Blossom e a determinação em seus olhos róseos lhe dizia que ela não desistiria. 

- Com licença, Prefeito. - a assistente ruiva ao seu lado o interrompeu e se virou para Blossom. - Nós iremos fazer o possível para ajuda-la, Blossom! - falou sorrindo.

Blossom sorriu e se levantou da cadeira em frente ao Prefeito. Seu sorriso iluminava toda a sala.

- Agradeço muito, senhorita Bellum! - ela se curvou para os mesmos no estilo japonês, onde passará todos esses anos de faculdade. E estava quase alcançando a porta da grande sala mas ouviu.

- Só têm algo que deve prometer, querida. - disse a senhorita envergonhada.

Blossom se virou confusa para a mesma.

- O que devo prometer? - perguntou a fitando por cima do ombro.

- Você e suas irmãs deveram agir na cidade novamente. - falou temerosa com a resposta da ruiva.

Blossom abaixou a cabeça e sua mão ficou congelada na maçaneta. A franja ruiva tapando os olhos de cor única. Se passou um minuto na sala e Blossom não respondeu, continuava na mesma posição.

- Por favor, Blossom! Depois que vocês saíram, vários malvados têm machucado e roubado Townsville sem nenhum pingo de remorso! Crianças e adultos estão sumidas! E a polícia não têm dado conta de tudo que está acontecendo! - o Prefeito começou a chorar e juntar as mãos em forma de oração.

Os dois ficaram olhando para Blossom com preocupação. Ela levantou a cabeça e os fitou com um sorriso e expressão de liderança.

- Já fiz essa promessa a muitos anos, e ela nunca foi esquecida ou anulada. - a ruiva viu os rostos dos dois mais velhos se encherem de esperança e alegria. - As Powerpuff Girls voltaram. - foi a última coisa que disse antes de sair da sala.

Assim que a ruiva fechou a porta atrás de si, fitou o chão branco onde podia ver seu reflexo e suspirou fechando os olhos. Já fazia quatro anos que ela e suas irmãs haviam partido de Townsville e a deixado desprotegida. Teria que conversa com suas irmãs sobre isso, mas por enquanto o que importa é pensar em uma coisa mais a frente. O que comprar para os pequeninos de presente de natal? Brooke e Burst, poderia conversa com as suas irmãs sobre eles. Mas e Brake? Apesar de ser mãe a quatro anos, ainda não se sentia preparada para tudo que pudesse ocorrer com seu menino. 

Blossom saiu do grande prédio e foi passando pela calçada, ainda com seus pensamentos ao longe.

Blossom sabia que ser mãe era uma grande responsabilidade, maior até mesmo do que ser uma heroína e líder. Ser mãe era amar seu tesouro mais precioso do que a si mesma! E Blossom sabia e sentia que amava muito a Brake, toda vez que o pequeno sorria, poxa. Era inacreditável que alguém pudesse sentir tanto amor e felicidade! 

Quando Blossom descobriu que seria mãe, até pensou em colocar a criança em um orfanato, mas algo em seu coração mudou quando dormiu na primeira noite ao descobrir da gravidez.

"Da escuridão Blossom viu um pequeno bebê de cabelos ruivos, nu e com os olhos fechados, sua pele era branquinha como a mais pura neve, tudo nele era bem pequeno, o nariz, a boca, os ouvidos e até mesmo a cabecinha! Parecia ser um recém-nascido . Dormia tão tranquilo e era tão pequeno, que a ruiva tinha medo de lhe tocar e acabar por machuca-lo.

Blossom de repente sentiu uma emoção em seu coração. Uma criança tão bela e pequena! Por que estava sozinha?

A ruiva olhou em volta e não viu ninguém perto ou longe do bebê, só havia os dois e a vasta escuridão no local. Blossom ouviu um choro e fitou novamente o pequenino, ou será pequenina? 

Assim que Blossom pós seus olhos na criança, o viu chorando. Estava sujo e machucado, leve lesões no braço direito e chorava como se tivesse o pior dos machucados.

Blossom se comoveu com a situação e seus olhos se encheram de lágrimas. Se aproximou do bebê a passos lentos e, com receio, o pegou no colo. A criança, ao sentir o abraço feminino, parou de chorar quase imediatamente e suas feridas magicamente foram curadas. 

Blossom olhou em volta mais uma vez. Essa criança não têm pais?

A ruiva estava mergulhada em pensamentos até ouvir uma voz infantil dizer palavras que mexeram com seu coração.

" Eu nunca ouvi sua voz, mas sinto seu amor emanar para mim. Estamos longe, mas sei que estás comigo. Não preciso lhe conhecer para saber que me ama mais que tudo, mamãe! "

Os olhos de Blossom se encheram de lágrimas mas ela estava atónita demais para perceber que chorava. Ela fitou o bebê e viu. O bebê, tinha os olhos redondos com maravilhosas íris róseas.

Blossom arregalou os olhos.

- O quê..? - sua voz estava falha.

Rapidamente, uma grande construção cinza apareceu e Blossom ouviu dele choros e súplicas infantis enquanto mãos pequenas batiam nas janelas e nas portas com força. Um orfanato.

De repente o bebê em seus braços foi puxado com tamanha rapidez que Blossom não conseguiu fazer nada. A criança começou a chorar enquanto era puxada por algo invisível até o orfanato.

O mais esquisito de tudo foi a causa do choro. As feridas haviam ido embora, por que chorava então? 

Foi ai que Blossom compreendeu.

A criança desde o início não chorava por machucados. Chorava por não estar com quem prometeu o amar. A criança não havia se machucado fisicamente, mas sentimentalmente. Mesmo sendo tão pequeno, o bebê tinha uma rachadura enorme no peito e uma pergunta que o atormentaria para toda a vida 'Por que minha mãe não me quis?'.

Blossom então entendeu. O bebê era seu filho, e ele precisava dela, mais do que qualquer um! Ele dependia da mãe.

Uma criança coloca toda sua confiança no adulto, um filho deposita toda sua esperança nós pais, se a criança não tiver pais, com quem irá contar? Com quem irá chorar quando sofrer? Com quem vai comemorar ao ganhar? Quem irá lhe aconselhar quando não souber para onde ir? Quem irá lhe dá bronca ao errar? Quem lhe dará o tamanho amor que os pais são capaz de dar? Amigos ou romances, nada se compara ao amor que os pais têm. Uma criança que nasce sem os pais, nasce com uma solidão no coração. Aquelas que sorriem, tentam não chorar. Aquelas que choram, não conseguem sorrir.

" Somente uma mãe entende o sofrimento nos olhos da criança, Blossom. "

Blossom não soube mais o que houve depois.


A ruiva não sabia o que foi aquilo. Não sabia se havia sido uma visão ou um simples sonho. Mas aquilo abriu seus olhos. Céus! Se aquilo não tivesse acontecido, poderia ter feito a maior idiotice do mundo.

Blossom acordou de seus pensamentos ao ouvir seu celular tocar. O pegou em sua bolsa preta modelo Tote no primeiro bolso que viu. Viu a foto de sua irmã morena com Burst no colo, isso aconteceu no shopping, no começo desse ano. Blossom atendeu rapidamente.

- Alô? 

- Mamãe? - a voz no outro lado surpreendeu a ruiva.

- Brake? O que houve? Por que está com o celular de sua tia?

- Estamos indo ao hospital! Tia Butter não pode falar agora.

- O quê!? Ao hospital? O que aconteceu? Você está bem? Seus primos estão bem? - Blossom já estava para ter um ataque em plena rua.

- Eu estou bem! Burst e as minhas tias também! Mas Brooke passou mau e desmaiou e agora-- - Blossom ouviu alguém gritar do outro lado da linha - E vomitou no Burst agora.

- Okay! Passe rápido para sua tia. - Blossom estava com uma expressão séria e caminhava bem rápido.

- Tá bom! - Ela ouviu um barulho e Brake passar para alguma de suas irmãs.

- Alô? - perguntou a ruiva para ter certeza que alguém estava do outro lado.

- Oi, Blossom. Aqui é a Buttercup, fale rápido, o sinal daqui a pouco vai abrir.

- Buttercup, a qual hospital vocês estão indo?

- Ao hospital perto da nossa escola antiga.

Blossom suspirou aliviada. Esse era um dos melhores hospitais da cidade.

- Okay. Estou já ai!

- Primeiro passe na casa do Professor e pegue algumas roupas para Burst e para o Brooke, eles vão precisar de tomar um banho no hospital. - a ruiva ouviu alguém protestar e constatou que foi seu sobrinho moreno. Ouviu algo a mais e Buttercup voltou - Bubbles pediu uma roupa para ela também. O sinal abriu, tchau.

- Tchau. - Blossom desligou e colocou o celular de volta a bolsa.

Ela andou mais um pouco e fez sinal para um táxi. Assim que entrou deu seu destino e partiu para a casa de seu pai.




Continua...


Notas Finais


Eu me emocionei com esse cap! Demorou muito para escrever kkk

"Servia Samuel ao Senhor sendo ainda criança". 2.18a

Bye Bye 😘👋


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