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História I love you 3000 - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá gente!!!! Estou aqui de volta para postar essa história que devia ter sido postada no mês passado (nem tudo saiu como o planejado, como podem ver rs) Mas finalmente estou postando ela!! A fiz baseada no meu encontro com meu lindo namorado, no dia em que ele me pediu em namoro, há exatos dois meses atrás hehe

Lucas, eu te amo demais, você é a minha vida todinha, minha luz, meu vampirinho e meu namorado lindo. Espero que todos aproveitem muito a história!

Dulce, meu amor, obrigado por ter betado, e por sempre confiar em mim <3 Eu também te amo demais

Capítulo 1 - Capítulo um


Baekhyun mal conseguia segurar a emoção que sentia no peito naquele momento. Se pudesse, certamente sairia saltitando e gritando por aí, pois a felicidade que habitava em seu corpo precisava ser externada de alguma forma, e aquela seria a maneira perfeita de fazê-lo.

De fato, enquanto estava no próprio quarto, ainda se arrumando para o grande dia, acabava começando a rir de doer as bochechas, ou então dava pequenos pulinhos no próprio lugar, quase gritando de emoção, mesmo que não fizesse para não acabar assustando alguém da casa.

Estava se preparando para finalmente encontrar aquele por quem era apaixonado há bastante tempo, e a ficha ainda não havia caído. Fazia mais de um ano que não o via, e, céus, estava tão nervoso para encontrá-lo! Mal havia pregado os olhos aquela noite, pois ficava a todo momento pensando em como aquele dia seria perfeito, se algo acabaria dando errado em cima da hora, ou se o outro ainda iria gostar dele mesmo depois de o ver pessoalmente.

Estava ansioso demais, a cabeça não parava de pensar nem um segundo sequer, fosse tendo pensamentos muito felizes, ou então muito pessimistas e até mesmo irreais. Teve até mesmo uma hora em que ficara paranóico achando que a casa poderia explodir e iria acabar morrendo antes de ver o seu amor.

Mas, felizmente, Baekhyun não deixara a ansiedade se sobrepor a sua felicidade, e respirou fundo para conseguir manter a calma.

Marcaram aquele encontro de última hora, a oportunidade caiu feito uma luva, e os dois garotos - que, de certa forma, já estavam namorando, mesmo que informalmente - decidiram aproveitar a deixa. Ainda parecia um sonho, daqueles que você não quer acordar nunca e pedir para que não se transforme em um pesadelo.

O Byun saiu praticamente correndo ao receber a mensagem do quase namorado, dizendo que ele já estava chegando na estação de trem, que ficava bem perto da casa de Baekhyun. Despediu-se correndo dos avós, estes que ainda estavam almoçando, indo em direção à estação, sentindo as bochechas doerem por causa do sorriso enorme que enfeitava o seu rosto, o que, de fato, chegava a ser engraçado.

Quem andava ao lado de Baekhyun sabia o quanto ele odiava andar por aí sorrindo, ainda mais quando estava sozinho. Estava sempre de cara fechada ao passar na rua, tentando portar uma imagem mais ameaçadora e séria - principalmente porque se sentia mais seguro daquela forma - mas, naquele momento, não conseguia fazer aquilo.

Estava feliz demais, e pouco se importava com o que estava acontecendo a sua volta. Só pensava em como estava a alguns passos de encontrar o homem que fazia seu coração palpitar com um simples sorriso, e que o fazia a pessoa mais feliz do universo.

Chegou na estação ofegante e levemente suado por ter andado mais depressa do que o habitual, olhando para aquele tumulto de gente, procurando pelo maior. Os olhos castanhos, levemente puxadinhos para baixo, focavam em todos os rostos que passavam apressados pelo local, tentando avistar aquele que tanto aguardava, até que, de fato, o achou.

Chanyeol também parecia procurar por si, e não tardou muito para encontrá-lo, os olhares logo se conectando, causando borboletas dentro do estômago de ambos. Os dois desviaram-se da multidão incômoda, indo direto para os braços um do outro, em um abraço apertado, saudoso, e bem no meio de toda aquela gente.

— Espera, estamos atrapalhando as pessoas que estão passando, calma… — Baekhyun riu por terem realmente se abraçado no meio de todo mundo, ainda desacreditado que estava nos braços do quase namorado, puxando o Park para um canto, na entrada de uma lojinha de bijuterias, onde eles puderam voltar a se abraçar. — Eu estava com tanta saudades, meu amor… — Murmurou, se afastando um pouco para olhar ao redor.

Na realidade, o Byun queria mesmo era encarar o maior, mas não conseguia muito. Estava envergonhado, talvez um pouco nervoso ainda por causa do encontro, mas nada que não fosse sumir conforme o dia passasse. 

Chanyeol já não estava mais com os fios rosados, igual quando o conheceu no ano anterior, mas sim castanhos, longos e encaracolados. Estava ainda mais lindo, se é que isso sequer fosse possível, com uma aparência angelical e delicada. Era o ser humano mais lindo do universo, e se não fosse pela timidez, ficaria encarando aquele rostinho lindo para todo o sempre.

— Eu também estava… Se não te visse hoje, acho que morreria de tanta saudade! — Balbuciou manhoso, recebendo mais um abraço do menor, junto de um cafuné gostoso nos fios grandinhos.

— Fofo demais… Mas eu não deixaria você morrer, iria pegar um Uber correndo até sua casa para te dar milhares de beijos para te salvar! — Aquilo causara uma gargalhada gostosa no maior, agraciando os ouvidos do Byun.

Ouvia aquela risada praticamente todos os dias por conta dos áudios e ligações que viviam acontecendo, mas escutar pessoalmente… Era diferente. Causava ainda mais borboletas no estômago e uma arritmia cardíaca gostosa. Aquele garoto era simplesmente a perdição de Baekhyun.

— Então, eu estou no seu bairro, você quem manda, senhor Byun. Para onde vamos? — Chanyeol perguntou depois de um tempo, observando o menor pensar um pouquinho antes de começar a andar para o lado oposto de onde havia vindo.

— Vamos para o shopping! Tem bastante coisa lá para a gente aproveitar! — Baekhyun nem pensou duas vezes antes de segurar a mão do maior e entrelaçar os dedos, caminhando com ele até a escada rolante para que seguissem até a próxima parada. 

Lembrava-se de que, quando avisou a própria mãe sobre aquele encontro, esta pedira para que fossem discretos. Infelizmente, o mundo onde ambos viviam ainda era muito fechado, antiquado, mas nem por isso iriam abrir mão de sua felicidade. Principalmente Baekhyun, que estava decidido a tornar aquele o melhor dia do ano!

Por isso, apenas fingia que não estava vendo os olhares tortos e duvidosos que lhes eram direcionados. A própria alegria e a de Chanyeol eram muito maiores, e ofuscavam qualquer negatividade.

— Eu mal posso acreditar que você está aqui, parece até um sonho. — Baekhyun sorria todo bobo, olhando para cima para poder encarar o Park, que estava da mesma forma. Eram dois idiotas apaixonados, era possível ver mesmo de longe. 

— Logo logo isso será usual, meu amor! E iremos nos ver todos os dias, pois iremos estar casados! — Chanyeol falou convicto, meio rouco, deixando-se ser guiado pelo pequeno, que ria fraquinho. — Aqui é muito cheio, que horror. — O Park reclamou depois de receber um esbarrão de um bando de pessoas que passava pelo local e nem fizeram o favor de desviar do garoto.

— Bem-vindo! Este lugar é sempre assim, apesar de que, por causa do Natal estar tão perto… é como um fervo humano, eu sei. — Baekhyun riu, logo puxando ele para que pudessem seguir para a rua do shopping. — Mas você se machucou, vida?

— Não, foi só um esbarrão. As pessoas não tem mais educação hoje em dia. — Voltou a reclamar, o que causou mais algumas risadas do seu quase namorado. — Aquele é o shopping? — Apontou para uma construção grande, de tijolos alaranjados, para onde grande parte do fluxo de pessoas seguia.

— Sim! Bem-vindo novamente! — Falou teatralmente, abrindo o braço que estava livre. — Antigamente, aqui costumava ser uma fábrica têxtil. A estrutura foi mantida, por isso desses tijolos antiquados… É basicamente um patrimônio cultural deste bairro!

— Que legal! Parece ser bem grande e bonito. Onde eu moro não tem um shopping grande assim, gostei. — Chanyeol parecia criança novamente, pois ficava olhando para todos os lados, curioso acerca de todas as novidades que havia ali. Nunca havia ido até aquele bairro, era distante demais da sua casa, mas por Baekhyun iria até o infinito, e não se arrependia nem um pouco.

— Que bom, pois aí você poderá vir aqui todos os dias para conhecer um pouco mais do shopping. — O menor falou como quem não queria nada, sorrindo brincalhão.

— Garoto? Eu adoraria, de verdade, mas você mora longe demais, meu amor! Não tem como eu pagar quatro passagens todos os dias só para visitar o shopping.

— Não seja por isso, mora na minha casa, que aí você não vai ter que pegar condução nenhuma. — Novamente disse despretensiosamente, mesmo que no fundo estivesse somente brincando.

De fato, adoraria poder morar ao lado de Chanyeol e ficar perto dele todos os dias, mas ainda existiam muitos problemas a serem resolvidos, além de estarem no início da vida adulta. Nem trabalho possuíam, precisavam se tornar mais independentes e estabilizados financeiramente, e sabiam disso.

Mas tal fato não os impedia de sonhar e brincar esporadicamente.

— Eu iria adorar. Ia te chamar de maridinho o dia todo. 

— Park Baekhyun. Gostei de como isso soa. — O menor sorriu ainda mais aberto, sem se importar muito se as bochechas já estavam realmente doloridas. Nem ao menos notava, se fosse falar a verdade.

— Eu também. Ou então Byun Chanyeol! O que acha? 

— Achei ambos bonitos! Teremos que esperar até o dia em que iremos nos casar. — Ambos finalmente adentraram a porta principal do shopping, dando a Chanyeol uma primeira visão do lugar. Era amplo, arejado, estava lotado de pessoas e de lojas, e de gente dentro dessas lojas. Era verdadeiramente muito grande.

O casal ficou em silêncio, andando pelo lugar, virando em algumas esquinas que as lojas formavam.

— Honestamente, não sei para onde estamos indo. — Baekhyun revelou alguns instantes mais tarde, rindo de nervoso. Chanyeol o acompanhou na gargalhada, jogando o cabelo grandinho para trás.

— Você que está acostumado com este shopping, não eu! Estou meramente sendo guiado por você!

— Eu sei, mas eu não sei onde te levar! — Ambos caíram na gargalhada de novo, parando de andar. — Okay, para onde quer ir?

— Para onde quer me levar? — Respondeu com outra pergunta.

— Chanyeol! Não torne isso mais difícil do que já é! — Bagunçou os cabelos curtos, suspirando. — Já sei, vamos para uma loja de roupa então. Iremos experimentar algumas e tirar fotos conceituais igual aos casais do Pinterest, o que você acha?

— Eu acho simplesmente perfeito. Qualquer coisa que eu faça aqui vai ser perfeito, Baekhyun, pois eu estou com você. — Chanyeol sorriu galanteador para o menor, observando as bochechas gordinhas ficarem vermelhas com aquela declaração inesperada.

Adorava fazer Baekhyun ficar daquela maneira, era lindo de se ver, ainda mais de pertinho.

— Ai, garoto… Assim eu fico envergonhado, e com vontade de te encher de beijos! — Apesar de estar reclamando, não passava de fingimento. Sentia o coração quentinho dentro do peito todas as vezes que Chanyeol o tratava daquela maneira, o que acontecia mais vezes do que a sanidade conseguia suportar.

E ainda assim amava demais, e não poderia nem negar.

— Pois pode beijar, eu não ligo. — O desafiou, recebendo um tapinha forte vindo da mão livre de Baekhyun.

— Não me torture dessa forma! Aí eu te agarro no meio de todo mundo, e você fica com vergonha. Depois não reclame.

— Se me recordo bem, não foi isso que aconteceu ano passado, quando fizemos aquele piquenique… — A voz soou mais baixa, próxima do ouvido de Baekhyun. Chanyeol fizera aquilo de propósito, pois sabia que aquele ato iria desestabilizar o menor. O que de fato, aconteceu. 

Lembrar do piquenique era pedir para que lembrasse das provocações que o maior fizera, e de como deixou Baekhyun sem jeito e bastante vermelho no rosto. Todo adorável, realmente, mas também com uma semi ereção no meio das pernas.

— Enfim! — Coçou a garganta, desviando o assunto. — Vamos para a loja de roupas que tem aqui perto, e que eu gosto bastante. 

— Vamos! Me mostre o caminho, meu querido guia. — Chanyeol pediu, sendo logo atendido pelo quase namorado, que o puxou até que estivessem na loja falada. Tocava uma música pop que deveria ter sido lançada recentemente, e o menor foi logo para a parte favorita, onde havia algumas roupas que faziam jus ao seu estilo.

— Aqui estamos! — Uma vez mais, o Byun abriu os braços teatralmente, vendo o maior rir fraco.

— As roupas aqui realmente são bonitas, e… — Chanyeol se aproximou de algumas peças que haviam lhe chamado a atenção, porém, ao ver os preços, afastou-se na mesma hora, fazendo careta. — São terríveis, não gostei não. 

Baekhyun gargalhou alto, concordando com o namorado, olhando algumas das peças que estavam nos cabides.

— Aqui tudo é muito caro mesmo. Não acho que seja uma loja que valha a pena, por causa disso… — Falou baixo para que nenhum funcionário escutasse, seguindo com Chanyeol para que vissem mais algumas peças bonitas - e caras - antes de decidirem sair dali. 

O bolso de ambos gritava só de ver aqueles preços absurdos, e não estavam nem um pouco dispostos a pagar por nada daquilo.

Passaram a tomar uma casquinha de sorvete de chocolate e baunilha, quando chegaram na praça de alimentação, comendo enquanto andavam de mãos dadas pelo shopping. Acabaram entrando em algumas lojas, olhando os diversos produtos oferecidos por elas, e até mesmo brincando com alguns, quando foram em lojas infantis.

— O que acha de ir em uma outra loja de roupas? Essa tem um provador bem grande, e ele é bem vazio, sabe? — Baekhyun voltou a falar como quem não queria nada, com uma falsa inocência na voz, mas Chanyeol já conhecia aquele garoto bem o suficiente para saber o que ele estava insinuando.

Mas não era como se não estivesse a fim também, ainda mais tendo um namorado tão gostoso como Baekhyun.

— É mesmo? Então vamos até lá, amor, para eu poder conhecer. — Chanyeol decidiu parar de andar com os dedos entrelaçados com Baekhyun para passar seu braço pela cintura do menor, apertando o lugar com certa força. Pôde sentir, sob os dedos, o menor tremendo fraco por causa do toque certeiro, gostando bastante daquilo.

Andaram daquela forma até a outra loja, pegando algumas peças de roupas — bem mais em conta, desta vez — seguindo para a área dos provadores.

Como Baekhyun havia dito, o lugar estava bem vazio na área dos provadores, e não havia nada que impedisse eles de entrarem juntos na mesma cabine. E assim o fizeram, sem muitos problemas. Apesar do Byun querer ser tocado pelo namorado, estava envergonhado demais para pedir por isto diretamente, por isso manteve-se quietinho, apenas provando as roupas que havia escolhido.

Pelo menos até ver Chanyeol tirar a camisa larga que usava, e a sanidade correr para longe de si. O corpo dele era simplesmente a coisa mais linda que já havia visto em toda sua existência. Sabia que o maior estava acima do peso, e a barriguinha saliente e redondinha denunciava isso, porém, tudo o que fizera foi se aproximar para enchê-la de beijos e carinhos. 

Beijinhos molhados, outros fazendo um barulhinho, algumas mordidinhas e lambidas, foram o suficiente para fazer o clima dentro daquela cabine esquentar um pouco, mas não completamente de forma sexual. O jeito como Baekhyun acariciava apaixonadamente uma região tão… crítica para Chanyeol, o deixava completamente bobo.

Não achava-se digno de desejo. Nunca nem imaginou que alguém pudesse sentir tesão em vê-lo nu, mas ali estava Baekhyun, quebrando todos os paradigmas como se fosse muito fácil o fazer. 

Os beijos cessaram pouco tempo depois, quando o menor levantou-se para abraçar o namorado, enfiando o rosto no meio do peito do Park. Conseguia sentir o cheirinho gostoso que se desprendia da pele nua, assim como escutar os batimentos acelerados, e pensar que aquilo era culpa única e exclusivamente sua o deixava todo bobo. 

— Eu te amo três mil, amor. — Baekhyun sussurrou, percebendo que o maior o apertou ainda mais contra seus braços grandes, replicando com um “eu te amo” balbuciado também. 

Ficaram daquela forma, trocando carícias e beijinhos até chegar um determinado momento em que Chanyeol achou uma ótima ideia provocar um pouco mais o menor e mudar o clima dentro daquele cubículo. Enquanto estava abraçando o Byun de costas, subia a mão até ficar perto dos mamilos, porém, nunca de fato o tocando, passeando ao redor, arranhando fraquinho somente para sentir o corpo pequeno de seu amor tremer daquele jeitinho sexy.

A gota d’água para o menor foi quando o Park começou a lhe fazer cafuné, carinhosamente enfiando a mão em seu couro cabeludo, o deixando completamente relaxado antes de pegar uma mecha de cabelo e puxar sem muita força, fazendo Baekhyun quase gemer em surpresa. Chanyeol sabia, de fato, que o menor apreciava uma pegada forte, por isso o fizera, gostando de perceber que o Byun ficara mole em seus braços.

— Porra, Chanyeol… — Murmurou baixinho, torcendo para que o maior continuasse daquela maneira, até mesmo tentando deixar o pescoço mais à mostra. Mas tudo o que o Park fez foi dar um selinho singelo na bochecha gordinha de Baekhyun antes de se afastar.

— Sei o que quer, e não posso acender muito o seu fogo, senão você não vai parar até gozar. — Falou simplista, achando uma graça o biquinho que o namorado fez, todo emburradinho. Mas, no fundo, Baekhyun sabia que era verdade. Se Chanyeol continuasse com aqueles toques, iria implorar para que continuasse até o final, e não podiam se dar ao luxo de transarem em um provador de roupas.

— Tudo bem… — Soltou em um muxoxo.

— Mais tarde eu irei te recompensar, vidinha, eu prometo. — Chanyeol deixou um beijo na testa do menor, logo pegando as roupas que haviam escolhido para experimentar, a fim de que finalmente saíssem do provador.

Senão, iriam ficar ali para sempre, mesmo que fosse somente dando beijinhos e declarações bobinhas. 

A próxima parada do casal foi em um fast food. Ficaram tanto tempo andando pelo shopping, e até mesmo dentro daquele provador, que mal viram as horas passando, sendo somente denunciada por causa dos estômagos roncando.

— Onde iremos comer? — Chanyeol perguntou enquanto acariciava a própria barriga, brincalhão.

— Em qualquer lugar que tenha opção vegetariana. 

— Hm… Então nós temos pizza, sanduíches… e pizza? — Chanyeol olhou ao redor, tentando pensar em algo que agradasse ao menor. Porém, a maioria dos lugares não possuía uma opção sem carne, e sabia que o menor não comia “bichos mortos” como costumava dizer. 

— Acho que iremos de pizza, então. — Riu, puxando o menor para a melhor pizzaria que tinha na praça de alimentação do lugar. 

— Qual sabor? Mais de um? E o tamanho? — Direcionou um monte de perguntas para Chanyeol, enquanto olhava para o cardápio do lugar.

— Eu gosto de todos, então para mim tanto faz. — Deu de ombros, deixando o menor escolher. Baekhyun concordou, passando algumas páginas, parando quando algo chamou a atenção do Park. — Olha, aqui está dizendo que se a gente comprar uma pizza tamanho família, vem uma pequena, doce, de graça… O que acha?

— A gente aguenta comer? — Chanyeol olhou do cardápio para dentro da pizzaria, encontrando um desenho com o tamanho das pizzas. A família era a maior, e sabia que Baekhyun não era de comer muito… Comprar algo para jogar fora depois não valia a pena.

— Se não aguentarmos, levaremos para casa. O que acha? — Sugeriu, já que no fundo estava se sentindo compelido demais por causa da pizza doce. Principalmente quando lembrava-se de que o namorado era uma verdadeira formiguinha quando queria.

— Então tudo bem! Mas e os sabores?

— Vou pedir… De mussarela e quatro queijos, pode ser? — Analisou uma vez mais, vendo que, para sua infelicidade, eram as únicas opções sem qualquer tipo de carne.

— Por mim está perfeito, vida. — Singelamente, Chanyeol acariciou a mão do pequeno, segurando a vontade de apenas dar um beijo em seus fios castanhos. Ainda precisavam ser discretos, infelizmente.

— Está bem! Então tenta procurar um lugar para nos sentarmos enquanto eu peço? — Chanyeol concordou, mandando um beijinho voador para Baekhyun antes de ir fazer o que o menor havia pedido. A praça estava fodidamente cheia, como se todos do bairro tivessem decidido ir comer naquele local, naquela mesma hora, e estava bem difícil achar um mísero lugar vago.

Para sua sorte, notou duas pessoas saindo de uma mesa, e correu para perguntar se ali estava ficando vago. Ambos concordaram, permitindo que Chanyeol se sentasse. Baekhyun demorou alguns minutos para voltar com a bandeja na mão, meio sem jeito, pois estava carregando muita coisa, e qualquer deslize faria tudo ir ao chão.

O maior fora correndo ajudá-lo, pegando os refrigerantes — que estavam a ponto de transbordar — para colocá-los em cima da mesa, auxiliando Baekhyun em seguida.

— Nunca vi esse lugar tão cheio assim… — O menor murmurou, olhando ao redor antes de pegar os talheres, dando um garfo e uma faca para o namorado. — Acho que é o fato de ser dezembro. Deixa as pessoas malucas.

— Você me deixa maluco de amores, sabia? — Ditou a cantada como quem não queria nada, vendo as bochechas de Baekhyun corarem com força.

— Vamos comer, Chanyeol, vamos. — Cortou o assunto antes que ficasse ainda mais tímido, achando melhor que ambos enchessem a boca de comida. Só assim nenhuma cantada inesperada iria ser proferida.

Como Baekhyun já suspeitava, ambos não conseguiram comer tudo, deixando boa parte da pizza salgada, enquanto a doce fora toda embora em um piscar de olhos. Nenhuma surpresa, se fossem ser honestos.

Depois de embalar o que havia restado, ambos andaram um pouco mais pelo shopping, reclamando das barrigas cheias em demasia.

— Vamos para minha casa, amor? Agora vem a segunda parte do encontro. — Murmurou baixinho, aproveitando que estavam em um corredor bem vazio para deixar um selo singelo na bochecha de Baekhyun.

— Mas é claro, vida. — Olhou todo bobo para o Park, começando a andar com ele para a estação de trem, para que pudessem ir até o bairro onde o maior morava.


Notas Finais


Eu espero muito que vocês gostem dessa história! Semana que vem (dia 15) saí a att dela, está bem? Até lá!


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