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História I love you, and you love me? - Capítulo 1


Escrita por: e iWuxian


Notas do Autor


Essa é uma tentativa falha de comédia romântica dos anos 80, com algumas gírias e estilos de roupas, assim como a música além de ser uma shortfic de 5 capítulos, então se não estiver tão bem, perdão ^^

É a primeira história do segundo ciclo, e para isso escolhi o tema 80's como podem ver, com uma Seulgi tentando de tudo para provar a sua amada que apenas ela existe em seu coração, e para isso contará com a ajuda de seus (des)ajustados amigos.

Os * em algumas palavras são algumas das gírias que eu usei para se os personagens se expressarem, o significado estará na notas finais!!! Boa leitura ^^

Capítulo 1 - Primeira tentativa


Youngjae havia acabado de sair de sua aula de química, com seus óculos redondos quase caindo de seu rosto e seus livros prestes a escorregarem de sua mão, o jovem de 17 anos tinha o rumo de seguir até seu armário e se livrar de todo aquele peso a mais que carregava todos os dias, mas como na vida sempre há um imprevisto, o gabarito da última prova de física que fizera na semana passada havia acabado por voar para longe, o fazendo arregalar os olhos levemente e ter que correr atrás do papel como um completo desgovernado. 

Correu como se sua vida dependesse daquilo, e na realidade, podia-se dizer que sim, dependia. Até conseguir pegar o papel, bem no meio do campo de futebol onde os garotos treinavam para o próximo campeonato daqui a um mês. Se agachou rapidamente sentindo todos os garotos ali lhe encararem e enfiou o mesmo na sua mochila, para não voar novamente. Mas quando pensava na possibilidade de ir embora e fingir que aquilo nunca havia acontecido, ele acabou por encontrar Seulgi sentada em uma das arquibancadas enquanto parecia refletir sobre algo bastante sério. 

Curioso em saber o que a melhor amiga pensava e sem querer abandoná-la sozinha, esqueceu-se completamente de seguir adiante, dando meia volta e se aproximando de mansinho como uma fera prestes a atacar sua presa. A Kang estava tão distraída que ao menos notou a presença do outro ao seu lado, e foi apenas com um estalo de dedos na frente de seus olhos que ela finalmente acordou do transe de mais de meia hora. 

— Ah, oi Jae, precisa de algo? — perguntou sem o mínimo interesse. 

— Agora você falou como se eu fosse o tipo de amigo que só aparece quando quer algo, o tipo de amigo falso — revirou os olhos, às vezes nem notava que falava verdades demais. 

A outra suspirou e negou com a cabeça levemente, fechando os olhos e enfiando os dedos finos por dentre a cabeleireira negra e lisa que caia como cascata. Do que adiantaria esconder as coisas de seu amigo? Nada, no fim ele sempre descobria e sempre tinha um jeito de ajudá-la. Ele era sempre a solução de seus maiores problemas, e talvez daquela vez fosse novamente. 

— Eu e a Irene brigamos — desabafou, abrindo os olhos e deixando seus dedos deslizarem por seus cabelos, até apoiarem sua bochecha e encarar Youngjae, que tinha um semblante estranho e surpreso na face. 

— Certeza que você não viajou na maionese* agora? Tipo, vocês nunca brigaram, como isso veio a ocorrer? — ajeitou seus óculos e por fim, resolveu jogar sua mochila de qualquer jeito no assento ao lado, aquela conversa parecia que iria demorar. 

— Ah, eu quero surtar, tudo por causa de ciúmes bobos ela acha que eu não amo ela de verdade, sendo que na realidade eu estou totalmente na deprê* — se jogou dramaticamente para frente, fazendo menção a um pequeno desmaio de mentira. — Você precisa me ajudar Youngjae, de algum jeito!!! Por favor!!! 

Segurou ambos os ombros do mais novo, o sacudindo como se ele fosse algum tipo de brinquedo que faz barulho para crianças dormirem. Soltando-se quase que de imediato do aperto em seus ombros — que por sinal estavam doendo, e muito —, o mais jovem arrumou seus óculos rumo ao rosto, e encarou a melhor amiga, sorrindo-lhe com inocência. 

— Certo. Mas antes, de qual flor ela mais gosta? — ergueu uma das sobrancelhas, vendo a morena tentar lembrar.

— Ah, ela adora rosas, seja qual for, ela as adora!!! — exclamou, com empolgação na voz, em seguida abraçou o mais jovem novamente — Obrigada Jae, Jae, quer o mundo? Eu te dou!!!

Riram ambos da brincadeira, e se soltando da garota, ele negou com a cabeça, fazendo uma careta em seguida.

— Baba-ovo* — e se levantou, puxando-a para irem a outro lugar tentar fazer algo que Kang Seulgi não tinha certeza se iria funcionar como perdão; dizer que amava Irene como nunca amou a ninguém antes. 


[...]


Seu turno já havia acabado, e o de Seulgi ao menos iria acontecer naquele dia, mas como a escola era um internato, não tinham como simplesmente voltarem para casa depois das aulas, era cada um para seu próprio dormitório. Então, aproveitando a deixa, resolveu levar a amiga até uma floricultura bem famosa que conhecia, e o mais incrível; não eram flores artificiais, e sim, de verdade. 

Ainda não havia contado a história toda para Seulgi, ou melhor, seu plano quase infalível para a garota se reconciliar com Irene e de quebra mostrar que realmente a ama, aquilo só não iria funcionar se Seulgi não fizesse acontecer, ou então se Irene não quisesse mesmo se reconciliar, mas aquilo já era um assunto que não era da sua conta. Depois de arrastar a mais velha três quarteirões depois da escola, ele enfim conseguiu chegar a onde desejava. 

Parou em frente da floricultura fleurs et fleurs, de uma senhorinha bem simpática que sempre queria lhe dar mais do que ele realmente desejava levar. Entrou na loja e escutou o rotineiro sininho soar, informando que alguém tinha entrado para uma nova compra. Logo não demorou muito para a madame Ana se apresentar no recinto, trazendo consigo um ramalhete de tulipas muito bem conservadas e cuidadas, mas seu sorriso aumentou ainda mais ao dar de cara com os dois jovens a sua frente, que lhe fizeram uma breve reverência em respeito. 

— Ah, olá meu jovem, o que lhe traz aqui a essa hora? — sorriu-lhe simpaticamente, indo guardar seu ramalhete e logo voltando a estar atrás do balcão de vidro, encarando-os minuciosamente — Creio eu que essa é sua amiga, já que você fala dela mas do que fala do seu namorado bonitão — riu com suas próprias palavras, fazendo o mais jovem corar e Seulgi gargalhar baixinho. 

— Então senhora Ana, essa é a Seulgi, minha amiga, e Seulgi essa é a senhora Ana. Bom, ela está precisando se reconciliar com sua namorada, ambas brigaram a pouco tempo por causa de uma doença contagiosa chamada ciúmes, então meio que eu tive um plano para reconquistá-la, mas a minha grande amiga aqui vai ter que voltar a azarar* sua atual namorada — deu tapinhas nas costas da mais velha, que lhe devolveu o ato com um peteleco.

— Doença contagiosa que só falta matar você né, e ainda tem o JB, não sei quem é pior — murmurou, recebendo um olhar mortal e que chegou a sair faíscas — Me deixa, eu 'tô de bode* 

Virou as costas e escutou a gargalhada ao lado, vendo a mais velha entre os três negar com a cabeça e entrar para o estabelecimento novamente, demorando alguns minutos e voltando com uma tulipa de cor branca em mãos, entregando a garota e abrindo um sorriso em seguida. 

— A tulipa branca significa perdão, assim como deve ser o amor de vocês, então se reconciliem logo, tudo bem? — perguntou, vendo-a assentir e logo pegar o dinheiro no seu bolso, estendendo para a mais velha, que prontamente negou com a cabeça — É um presente, meu para vocês, então, apenas aceite sem discussão!!!

— Ah senhora, eu lhes agradeço muito — rodeou o balcão e a abraçou, dando-lhe um beijo estalado na bochecha — Vamos Youngjae, preciso me desculpar com a Irene.

E se foi, deixando para trás a senhora que iria passar uma semana ajudando-a sem que a mesma nem desconfiasse. Acenando como despedida, Ana se pôs a rir dos jovens daquele tempo, não eram como os de antigamente, gostavam de muito agitamento. 

Já no meio da rua e com a tulipa que havia ganhado em mãos, Seulgi tinha uma das mãos na cintura enquanto rodava em círculos e sacudia seus cabelos como uma desgovernada enquanto Youngjae se recuperava de uma quase parada cardíaca por quase terem sido atropelados a cinco segundos atrás. Se ela continuasse a andar daquele jeito, iria abrir uma cratera no chão que os levaria ao núcleo da terra. E foi com esse pensamento que ele colocou o pé no meio da passagem, fazendo-a quase quebrar a cara no asfalto. 

— Se você não parasse com isso eu iria acabar te dando um tapa, agora se concentra mulher. Você já tem a flor e o significado; perdão. É justamente por onde você deve começar, escreva uma cantada e coloque junto com a flor no armário da Irene, é impossível que ela não veja — limpou seus óculos, os colocando novamente ao rosto. — Mas se ela não gostar, oremos Seulgi, porque eu não vou passar vergonha em frente a toda a escola por causa de vocês.

— Não se preocupa seu careta* ela vai adorar — e foi a última coisa que disse antes de sair saltitante como uma gazela, enquanto um Choi ia atrás da mesma orando para realmente dar certo. 


[...]


Primeira parte do plano já estava concluída, agora era a segunda; uma cantada bonita e que combinasse com a flor que lhe foi dada. A morena batia a caneta preta em sua própria cabeça, outra hora mordia a tampa, outra hora dizia desistir, e outra hora olhava Youngjae pedindo arrego. O amigo também não estava lá muito inspirado em frases de perdão, então, não tinha o que fazer, o jeito seria esquecer. 

— Ah, chega!!! Eu só quero uma simples frase de perdão, é pedir muito? — elevou um pouco a voz, ganhando um tapa no ombro e um “shhh” em resposta. 

— “Sei que não sou perfeita, e sei que você não quer me perdoar, mas por favor tente, porque eu sei que lá no fundo você quer voltar a me amar” — logo a voz tão conhecida de Jaebum foi escutada no corredor, calma e serena, como sempre, fazendo Youngjae se assustar e Seulgi dar um grito de alegria por finalmente ter conseguido algo. 

— Brotou de onde criatura subdesenvolvida? — o acastanhado perguntou, recompondo-se levemente ao ver seu namorado sentando-se na cadeira ao lado da sua. 

Logo quando o moreno de cabelos medianos, piercing no nariz, brincos na orelha, bandana na cabeça e roupas pretas iria responder, foi prontamente interrompido por mais vozes que surgiam no corredor do internato. Entre essas estava Wendy e Joy que pareciam que viviam no cio, mas de um jeito romântico, Jiyong e Seunghyun que era o típico “entre tapas e beijos”, Baekhyun e Chanyeol, que roubaram toda gayzisse do mundo para ficar pra eles, Taeyong e Jaehyun que era tão doce que dava diabetes e por último Mark e Jackson que pareciam duas pessoas completamente sem noção, só que juntas. 

Basicamente aquele era o grupo de amigos que quando um dizia: ah, eu vou pra uma festa de arromba, só se escutava o coro depois da fala: eu também. Eles basicamente eram a unha e a carne, o avião e a asa, eles se completavam. Por mais que sempre estivessem se comendo que nem bichos brutos, se amavam como irmãos. 

Sentaram-se todos á mesa, conversa vai, conversa vem, até a morena dar um grito que metade daquele corredor deve ter escutado. Mas o mais irritante mesmo não foi nem o grito que ela deu, e sim as perguntas bestas que todos faziam. Tanto que Seulgi acabou por se irritar e bateu na mesa com força, fazendo todos se calarem e prestarem atenção totalmente na morena. 

— Calem a boca seus embustes, eu ocupada com uma coisa séria e vocês que nem animais — foi a última coisa que disse antes de se levantar e seguir rumo a outro corredor, deixando os amigos para trás. 

— O que vocês acham de seguirmos ela? — foi a coisa que Jackson perguntou, logo sendo atropelado por todos os outros. 

Logo todos estavam atrás de Seulgi, como filhos atrás da mãe quando estão com fome. Pareciam a fila da cantina, mas não, era apenas um grupo de amigos que perseguia um deles para ficarem minutos depois. Seulgi observava no escanteio da parede as reações de Irene ao abrir o armário e dar de cara com a frase e a flor. Não negava, estava ansiosa. Cheirou a tulipa, e depois sorriu.

A primeira reação dela foi olhar para todos os lados desconfiadamente, como se achasse que era apenas uma brincadeira de mal gosto consigo, mas depois, vendo que ninguém ria ou tirava zoação, ela abriu a cartinha enfeitada, e logo em seguida o que se abriu foi seu sorriso.

— Parece que deu certo, mas também, se não funcionasse, meu deus, você podia apelar pra macumba — Wendy se pronúncia, provavelmente já sabendo sobre o ocorrido entre as amigas, porque Youngjae também tinha a língua solta. 

— Cala a matraca — a morena repreendeu, tendo sua total atenção em Irene, que depois de cheirar a flor, olhou ao redor para saber quem havia lhe mandando aquele belo presente. 

Vendo que seus amigos faziam muito barulho e estavam muito amontoados, Irene acabou por notar a movimentação no corredor ao contrário, fazendo uma curva para ir para o 2° ano. Estreitou as sobrancelhas e tratou de deixar seus materiais no armário, em seguida, a garota que usava uma calça de cintura alta listrada, uma blusa branca que mais se assemelhava a uma camiseta masculina e um tênis branco e preto nos pés, caminhou como uma leoa prestes a abater sua presa, lenta e silenciosamente. 

Youngjae arregalou os olhos levemente, e para não gerar encrenca para o seu lado, puxou a jaqueta de Jaebum fazendo o mesmo sair de perto dos outros, e notando que o Choi não queria confusão ou que seu plano fosse descoberto, todos foram se dissipando pelo corredor, tentando transparecer que eram apenas simples casais caminhando por aí em grupo, como se 12 pessoas em conjunto fosse normal para Irene, conhecendo os amigos que tinha, eles estavam aprontando.  

Seulgi foi a última que sobrou, notando apenas que foi deixada de lado quando viu as calças tão familiares em sua frente, fazenda-a erguer os olhos e dar de cara com a pessoa que mais amava depois de Deus e seus pais, seus amigos só vinham depois de Irene, e olhe lá. Deu um meio sorriso, tentando fazer que estava tudo bem.

— Oi amorzinho, como você foi na sua prova? — sorriu ainda mais, forçado.

A outra cruzou os braços abaixo dos seios, e bateu o pé no chão, definitivamente pronta para arrumar briga com a namorada. Ainda se encontrava chateada sobre o ocorrido a uma semana atrás, e a garota de fios negros ao menos se dava ao trabalho de pedir desculpas ou então dizer que estava arrependida. 

— E então Seulgi, já decidiu? — foi sua pergunta, fazendo a mais velha franzir o cenho desentendida.

— Decidi o quê? — perguntou sinceramente, vendo a outra revirar os olhos meio irritada. 

— Se já decidiu com quem vai ficar, comigo, ou com a Jisoo? — foi direto ao ponto, sem papas na língua. 

— Oxente mulher, ficou louca? Eu disse que aquilo foi um mal entendido, a Jisoo apenas caiu e eu ajudei ela a ficar de pé, não estávamos nos beijando ou fazendo outras coisas no banheiro feminino da escola, estávamos apenas conversando — viu a outra sorrir com ironia — Acredita em mim Irene, sabe que eu te amo. 

Viu um sorriso se abrir no rosto de Seulgi, a fazendo querer rir levemente, porém, ao se lembrar da situação em que estavam, voltou a fechar a cara e cerrar os punhos. Balançou a cabeça negativamente em direção a morena, e rodou seus calcanhares, mas antes de deixar a outra definitivamente sozinha, olhou-a por cima do ombro. 

— Prove quem realmente você ama, porque eu sei que Kim Jisoo gosta de você, a escolha está em suas mãos Seulgi — e se foi, deixando a mais velha para trás, entre a cruz e a espada. 

Se levantou como se sua vida dependesse disso, e realmente, dependia. Irene era muito cabeça dura pra entender que ela apenas quis ajudar sua prima a não cair do chão do banheiro, mas a outra parecia que não acreditava em suas palavras, mas a entendia, ela era muito insegura em relação aos sentimentos da namorada, então, a entendia. 

Com os dedos puxando seus fios negros levemente, foi caminhando até o corredor, dando de cara com todos os seus amigos a encarando esperançosos, mas ela apenas negou com a cabeça, vendo-os fazerem um coral de descontentamento. 

— Preciso da ajuda de vocês, de todos vocês — encarou cada um ali nos olhos, logo recebendo uma risada de Jaebum.

— Não vou ajudar nada, se der errado, a culpa no fim sempre vai sobrar pra mim — deu a volta, dando um tchauzinho com a mão para seus amigos, logo vendo Seunghyun, Jaehyun, Wendy, e até mesmo Jackson seguirem o amigo, parando apenas quando Seulgi se pronunciou.

— Ou vocês querem que eu conte o que vocês fizeram no verão passado? — cruzou os braços rindo maldosamente enquanto encarava Youngjae e o restante que havia permanecido consigo. 

Como Jaebum não estava muito longe, viu ele levemente se arrepiar, e depois girar os calcanhares correndo até a morena e tampando sua boca como se dissesse para ela se manter no sigilo. 

— Certo, iremos te ajudar — falou por si e pelos outros, vendo-os logo se pronunciarem.

— Não concordei com isso não — Jackson foi o primeiro

— Eu muito menos — Seunghyun acompanhou, erguendo as mãos como se dissesse que era inocente.

— Calado Seunghyun, iremos conversar mais tarde — escutou Jiyong apontar o dedo bem em sua cara, escutando as risadas de deboche voltadas para o mais velho ali. 

— Por mim 'tá tudo bem — Jaehyun se manifestou, recebendo um olhar atento de Taeyong, quase faiscante. 

— E você se mantenha calada Seulgi, aquilo não foi nada de grandioso — Wendy relembra, vendo a morena concordar e dar uma risadinha, apontando para Joy, que se aproximava. 

— Eu discordo, deve ter sido bem grandioso — colocou uma de suas mãos no ombro da loira, vendo-a sorrir sapeca. 

— Realmente, até eu queria provar essa grandiosidade — Mark concorda, de braços cruzados. 

— Como todos resolveram me ajudar de boa vontade, eu agradeço do fundo do meu coração, vocês são os melhores amigos que alguém poderia ter, por mais que sejam idiotas, irritantes, me tirem dos nervos, só fazem merda, me tiram dos nervos, me fazem passar vergonha, e eu já disse que me tiram dos nervos? — debochou, vendo os 24 pares de olhos diferentes lhe encararem como se perguntassem se aquilo era realmente sério. — Amo vocês.

Fez um coração com a mão, escutando algumas risadas, e logo se escorando entre Jaebum e Youngjae, enquanto tinha esse último esculachando o mais velho por algo que ele nem sabia como tinha acontecido. E ali começaria de verdade, o plano para reconquistar sua namorada.


Notas Finais


Viajar na maionese → Delirar

Deprê → Desânimo

Baba-ovo → Pessoa bajuladora

Azarar → Paquerar

Estar de bode → Mau humor

Careta → Antiquado

Os créditos dessa capinha diva e perfeita vão todos inteiramente para a @blububblegum ❤️😔 Amei 💅👁️👄👁️


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