História I love you, but you are my father - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Hyuna, Incesto, Jimin, Min Yoongi, Romance, Sexo, Suga, Yoongi
Visualizações 326
Palavras 1.519
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente 💗

Aqui estou eu com mais um capítulo da minha fanfic delicinha

Boa leitura!

Capítulo 12 - Reciprocidade e Frustração.


Fanfic / Fanfiction I love you, but you are my father - Capítulo 12 - Reciprocidade e Frustração.

Eu estou cansada.

Definitivame.

Essas duas semanas seguindo as dicas do Minnie foram desgastantes.

Eu amo meu pai. Isso é fato. Mas quando não há reciprocidade, não adianta teimar e querer forçar a barra. Não vale a pena o desgaste, entende? Amar sozinho é a mesma coisa que tentar nadar contra a maré sem estar em plenas condições, uma hora você cansa e desiste.

Dói vê-lo agir com indiferença diante de mim.

Ele sempre foge de mim, e eu que pensava que ele sentia ao menos um pouquinho por mim, começo a imaginar que na verdade eu me iludi todo esse tempo.

Talvez ele nunca tenha me visto como uma mulher, talvez ele nunca tenha retribuído meu sentimento.

A faculdade passou a ser desinteressante, pois eu não consigo focar meus pensamentos.

E aqui, voltando a pé para casa, permito que algumas lágrimas escorram no meu rosto.

Ele disse que vinha me buscar, e eu acreditei nele.

Das poucas palavras que ele direcionava a mim, eu ouvi com todas as letras. Eu vou lhe buscar, não volte sozinha.

Chegando perto de casa, limpei minhas lágrimas e assumi uma feição superior, de quem não se importou com nada.

Abri a porta e vi ele sentado no sofá, como ele sempre ficava ao voltar do trabalho.

Ele me olhou e logo uma feição culpada tomou conta de seu rosto.

— Olívia... Desculpe — disse ele. — Eu me esqueci.

Sorri fraco.

— Está tudo bem.

Ele me olhou confuso, pois durante essas duas semanas, tudo o que eu fiz foi sentar em seu colo, o abraçar, suspirar contra a pele de seu pescoço... E eu não fiz nada disso.

Suspirei e arrumei minha mochila, direcionando-me às escadas, para ir ao meu quarto.

Geralmente eu nunca dava moral ao cachorro, tanto é que o mencionei poucas vezes, mas hoje, o olhar bonito que o pitbull me lançou me fez sentar no chão e o acariciar. 

Nem percebi quando Yoongi veio e se sentou ao meu lado, na ponta das escadas.

Mas ao sentir seu cheiro, o olhei. 

Quando essa proximidade ocorria, eu fazia questão de chegar mais perto e aumentar a intensidade do meu olhar. Vi em sua expressão que ele estava esperando eu fazer isso. 

Não fiz.

Desviei meu olhar e o direcionei ao cachorro, que lambia minha mão.

Meu celular vibrou e eu atendi a chamada, colocando-a no viva voz.

— Liv?

Reconheci a voz do meu colega.

— Ah... Oi, Luhan. Tudo bem?

Meu pai arqueou uma sobrancelha.

— Estou ótimo — disse alegremente. Sorri fraco. 

— Que bom.

— Eu liguei porque eu estou te vendo muito cabisbaixa nesses últimos dias — disse ele. — Sei que não somos muito próximos, mas eu... E-Eu sempre te observei, e bem... Não estou mais vendo aqueles sorrisos iluminados.

Suspirei, pegando meu celular no intuito de tirar do viva voz e conversar a sós com ele. Yoongi tirou o celular da minha mão e o colocou no mesmo lugar de antes.

— Está tão evidente assim? — pedi, rindo de forma sarcástica. — Desculpe... 

— Por que está se desculpando? Eu aposto que você não está assim porque quer.

— É, tem razão... Escute-me, Luhan. Eu estou um pouco ocupada agora, se você quiser pode conversar comigo pessoalmente, sabe.

— Eu estava receoso em te ligar. Peguei o número do grupo da faculdade, mas pensei que você não saberia quem eu sou.

— Claro que eu sei! Você é o mais falado naquele lugar. Todas as meninas são caidinhas por você.

Sorri fraco.

— Do que adianta todas elas, se a que eu quero não me corresponde?

Aquilo foi como uma faca cravada no meu peito. Eu sabia como ele se sentia, pois era o mesmo comigo.

— Eu entendo perfeitamente... 

Minha frase saiu mais amarga do que o esperado. Eu evitava olhar para Yoongi.

— Bom... De qualquer forma... Nos vemos amanhã. Né?

— Nos vemos amanhã.

Ele se despediu de mim e eu peguei meu celular, guardando-o no bolsinho da minha mochila. Levantei-me para sair daquele lugar, mas, o meu corpo arrepiado reconheceu de imediato o dono da mão que me segurava pelo braço.

Suspirei. Virei-me para Yoongi, que me olhava com preocupação.

— O que está acontecendo?

— Não finja que se importa — ralhei. Ele arregalou os olhos. — Me larga.

Ele parecia incrédulo. Seu aperto em meu pulso se afroxou, mas, quando eu me virei para sair, ele me segurou outra vez.

O olhei pesadamente, mas agora ele tinha a cabeça abaixada.

— E nessas noites tão vazias de você, eu dizia estar cansado só para fingir que iria dormir e ficar no meu quarto chorando em paz — ele disse, com a voz embargada. — Você faz falta.

Fiquei sem palavras. Ele estava tremendo. Quando ele fungou pela primeira vez, eu entendi o que estava acontecendo, e eu posso afirmar: vê-lo chorar é a pior coisa que pode acontecer.

— Eu sempre estive aqui.

— Eu sei — ele afirmou, levantando seu rosto pela primeira vez em alguns minutos. Ele estava chorando mesmo. — Mas... Tem algo faltando. E... Ver você aqui, desistindo de tentar me arrancar uma reação, conversando com outro cara... Saber que você está triste e ao menos falou comigo me deixou acabado.

Ri em escárnio.

— Eu estou cansada — confessei, olhando em seus olhos. — Porque você não sabe, mas tenho corrido maratonas e vencido monstros gigantescos para conseguir sentir tudo isso sem arrancar minha cabeça fora.

— Sentir o quê? 

Mantive meu olhar no dele por alguns segundos, antes de negar com a cabeça e olhar para baixo, em um claro sinal de exaustão.

— Você acha que eu não percebi? Ou melhor... Você acha que foi fácil resistir a você? — tentei soltar meu braço do dele. Ele me puxou para perto. — Eu não sou forte o suficiente, Olívia. 

Entrelacei minha mão na dele, que estava segurando arduamente meu pulso.

— Antes de dormir, eu penso em você e sinto uma pequena esperança. Ainda espero pelo dia em que você baterá em minha porta, olhará fundo nos meus olhos e, com todo o brilho dentro dos seus, dirá que sente o mesmo por mim. 

Posso estar me iludindo, mas é quase impossível conter esses pensamentos.

— Mas para que isso aconteça eu preciso que você me diga como se sente. 

Apertou minha mão.

— Eu te amo.

— Eu também te amo, Olívia.

Desviei o olhar.

— Eu te amo como o Chim ama o Kookie.

Ele suspirou pesadamente e me puxou para um abraço apertado. 

— Existem coisas que precisam ser acertadas tanto na minha vida quanto na sua. Nós sabemos. Só não sabemos se serão mesmo acertadas — ele começou. — É uma sensação estranha e inédita para mim querer ficar com alguém mas ser impedido por motivos que extrapolam o mútuo querer, isto é, se o motivo fosse só a gente se gostar, nós já teríamos resolvido, Olívia, mas isso vai além. E talvez seja isso que me frustre tanto: a existência de barreiras quase que intransponíveis na nossa história.

Meu coração acelerou. Me afastei dele. Ele acariciou meu rosto e prosseguiu:

— Nós não vamos ficar juntos. Não agora, nem amanhã. Mês que vem também não. Não da nem para saber se um dia realmente ficaremos. Esta que é a verdade.

— P-Por que est...

— Mas eu preciso que você entenda que a nossa distância não diminui meu sentimento. A gente não pode ficar junto, mas a gente quer.  Vai que o tempo passa e transforma o nosso querer em viver.

A gente aprende a viver sem um monte de coisas e pessoas nessa vida, mas a única delas que não podemos viver sem somos nós mesmos. A gente não pode esquecer de quem somos, do que gostamos e de onde queremos chegar. Não podemos esquecer de quem gostamos e de quem gosta da gente; dos blogs que gostamos de ler, dos vídeos que gostamos de assistir e dos shows que gostamos de ver. Mas, do contrário, a gente pode tranquilamente aprender a viver sem aquele beijo, sem aquele sexo, sem aquela mensagem e sem a companhia daquela mão na nossa. A gente aprende que toda vez que vermos aquele filme vamos lembrar daquela pessoa, a gente aprende que toda vez que ouvirmos aquela música vamos lembrar daquela pessoa. A gente aprende que aquelas fotos também podem ser só aquelas fotos. A gente aprende que bobagem é lutar para esquecer e que só vence aquele que se respeita e busca aprender a lembrar. 

— Me larga.

Tentei disfarçar meus olhos marejados. 

— O quê?

— Me larga agora, Min Yoongi!

— Liv. Me entenda. Superar um amor perdido é punk, é barra, é foda. Mas viver uma vida preso a um sentimento que só pesa, intoxica, maltrata, é inaceitável.

Arregalei os olhos e soltei um riso incrédulo.

— Não dê desculpas para a sua covardia! — gritei. Ele me olhou. — Porque é isso que você é! Um covarde! 



Reciprocidade é tão simplesmente uma dívida de gratidão. É o mínimo.

As pessoas devolvem o que conseguem. Esperar reciprocidade às vezes causa frustração.

Tem que ser sempre genuíno. Do fundo do coração.



E se Yoongi não me ama o suficiente para se arriscar por nós dois, eu quero mesmo é que ele vá se fo... 

Tudo foi escurecido. Minha mente deu pane total. O porquê? 


Justamente porque o que eu menos esperava durante 

toda a nossa briga, é que Min Yoongi 

fosse me beijar com tanto desespero.




Notas Finais


Sim, povo! Teve um beijão ali, na boca mesmo skakaka (mais detalhes no próximo capítulo!)

Até mais!


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