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História I love you sister! - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, meus amores. Como vocês estão?
Espero que gostem desse capítulo!
♡manucuteever♡

Capítulo 22 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction I love you sister! - Capítulo 22 - Capítulo 17

Josh Beauchamp   

- Josh, acorda! - senti alguém me balançando. Abri meus olhos lentamente e vi um homem com aparência séria.    

Demorei um pouco para entender onde estava e que o homem era meu pai.    - O que foi...? - perguntei com preguiça.   

- Ande, levanta! Aconteceu alguma coisa com a Any!   

Meu coração disparou e em segundos já estava de pé. Milhões de perguntas me vieram a cabeça. Onde ela está?! O que aconteceu?! Foi o babaca do John?! Ela está com frio?! Por que tantas perguntas assim?!    

- Como assim?! - perguntei seguindo meu pai escada a baixo. Tia Priscila nos esperava lá em baixo com Belinha em seu colo.   

- Any ligou, pedindo socorro e não atendeu mais. Graças a deus, tem rastreador  no celular dela e vamos até o local. - Sua expressão era de medo.    

Eu engoli o seco só de pensar em Any em perigo. Belinha chorava horrores e acabou atrapalhando sua mãe. Fui até ela e a peguei no colo para deixar Tia Pri resolver tudo. Entramos no carro e meu pai ligou o GPS. Eu estava suando frio e a pequena menina não parava de chorar. Dei um beijo na sua cabeça enquanto acariciava suas costas.    

- Calma, ela está bem. - falei sentindo uma lágrima escorrer por minha bochecha.    

Esse tempo sem falar com Any foi triste. Minha relação com Jéssica não tinha mais graça. Eu não a amava como amava a Any. Óbvio que estava chateado com tudo o que ela disse para mim, mas meu coração parecia ignorar tudo o que meu cérebro capturava como alerta para eu me afastar.    

- Como você sabe que ela está bem? - perguntou Belinha me olhando nos olhos. Ela fungava de vez em quando de tanto que chorava.    

- Porque você tem uma irmã forte. Eu prometo que ela vai ficar bem. - disse ainda acariciando suas costas.    

- Promete que não vai deixá-la sozinha, que vai estar sempre com ela? - perguntou e eu hesitei.    

Seu olhar era puro e sincero. Não tinha como dizer não para aquela pequena. E também, parte de mim adorou aquele pedido.    

- Prometo que vou estar sempre com ela. - falei por fim encerrando a conversa. Belinha voltou a se deitar em meu ombro prestei atenção na conversa de meu pai com Priscila.    

– Tem certeza? Mas como que ela veio parar aqui? - perguntou a mãe de Any.    

- O GPS está mandando virar a direita... Ali! Ela está ali! - falou meu pai e na mesma hora ajeitei minha postura.    

Saí do carro e coloquei Belinha no banco que me olhou com medo. Me ajoelhei na sua frente e sequei suas lágrimas.   

- Eu fiz uma promessa, não tem com o que se preocupar.    

Segui meu pai preocupado. Queria que as palavras que disse para Belinha, fizessem sentido para mim, mas eu só sentia medo e angústia. Any estava deitada no chão, seu celular em sua mão e seu short estava manchado de vermelho escuro. Meu pai se agachou perto dela e recolheu os pertences. Felizmente ela estava respirado.    

- Josh, consegue pegá-la e colocá-la no carro? - assenti rapidamente e me ajoelhei para carregá-la.   

Por incrível que pareça ela ainda emanava seu cheiro doce de morangos, talvez cobertos com chocolate. Seu peso sobre meus braços era quase nulo, sua roupa estava suja por causa da terra. Quando entrei no carro, Any se mexeu e gemeu de dor. Seu corpo estava gelado e sua respiração pesada.   

Meu pai já dirigia em direção ao hospital enquanto Gabrielly acordava. Ela me olhou e sorriu imediatamente, mas depois fez uma expressão vazia.   

- Onde...? - tentou formular uma pergunta, mas acabou desistindo.   

- Descanse, Any. - falei com dor na voz.   

Tudo o que eu sentia era dor por vê-la naquele estado. Nem e importei com o líquido que escorria pelo seu short. Ela então fechou os olhos e pegou no sono. Belinha fez carinho em seus cabelos e pegou na minha mão.   

- Eu gosto da ideia de ter você como cunhado! - disse sorridente. Eu simplesmente amava a sinceridade das crianças.   

- É mesmo? Bom, eu também ia gostar de você como cunhada! Mas quem seria minha namorada? - brinquei no mesmo tom bobo e infantil que ela.   

- A Any, seu bobo! - falou rindo e então encostou sua cabecinha no meu braço.    

Any abriu os olhos lentamente e sorriu para mim. Sua expressão era sincera.    

- Eu gosto da ideia de ter você como namorado. - então ela voltou a dormir, me deixando ali com aquela frase martelando na minha cabeça.

  

 


Notas Finais


Tchau amores da minha vida,
Espero que gostem desse capítulo!
Tentarei publicar mais um hoje.
Mil beijos!
♡manucuteever♡


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