História I Love You The Way You Love Me - Capítulo 1


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Categorias Wanna One
Personagens Daehwi, Kang Daniel, Seongwoo
Tags Kang Daniel, Light Angst, Little Daehwi, Ong Seongwoo, Ongniel, Wanna One
Visualizações 115
Palavras 2.845
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa fic é um especial de Valentine's Day. Não acredito que consegui postar antes do final do dia!
Eu pensei em fazer algo fofinho com ongniel, mas acabei colocando uma pitadinha de drama lol

Dedico essa fanfic para todos os shippers ongniel desse br e especialmente para o próprio couple. Ganhei meu Valentine's Day com as mensagens do Wanna One e do momento ongniel de hoje no Gaon chart. Vocês viram? ashaushakoaki
Tô ansiosa pro comeback também!

Enfim, aproveitem a fic e desculpe possíveis erros.

Capítulo 1 - You Made Me Happy Today


Daniel estava concentrado na música que tocava através de seus fones de ouvido. Tinha um bico formado nos lábios enquanto observava as ruas de Seul passarem rapidamente pela janela do ônibus, a paisagem noturna da cidade lhe servindo como distração. Era o último horário do transporte público e havia poucas pessoas o utilizando, por isso o loiro não se preocupou em conter as próprias caretas.

 

Estava chateado. Faltavam menos de vinte minutos para que o Valentine’s Day terminasse e ele não tivera notícias do seu companheiro pelo dia inteiro. Nem uma mensagem sequer. Sabia que Seongwu era um homem ocupado e que provavelmente o compensaria quando chegasse em casa, mas a sensação de desconforto não abandonava seu peito por mais que pensasse em todas as desculpas possíveis que explicassem o desaparecimento do moreno.

 

Eles haviam se despedido de manhã carinhosamente antes de sair para os respectivos trabalhos, beijando-se enquanto desejavam o ‘feliz dia dos namorados’ um para o outro. Ainda assim, uma parte de Daniel ansiara por receber uma mensagem durante o dia com declarações apaixonadas ou o endereço de algum restaurante que Seongwu reservara para um jantar romântico.

 

Talvez eles tivessem caído em uma fadada rotina depois dos cinco anos de casados, na qual eventos e surpresas não eram mais necessários. Daniel confiava nos sentimentos de Ong e tinha certeza que o mais velho também sabia o quanto era amado pelo loiro. Não precisavam de declarações extra melosas ou grandes eventos para provarem o amor que compartilhavam, isso era certo.

 

No entanto, Daniel era um cara romântico e gostava daquelas breguices. Gostava de proporcionar momentos doces para seu amado na mesma proporção que gostava de recebê-los. Por isso uma parte de si, mesmo sem querer, estava chateada com Ong. Estavam em um relacionamento há quase sete anos e ainda assim o moreno havia esquecido daquele pequeno detalhe de sua personalidade.

 

Foi por isso que decidira sair para beber com os amigos depois do expediente, ao invés de ir direto para casa. Teve receio de transparecer em seu semblante a decepção com o companheiro. Seongwu conseguia lê-lo perfeitamente, o loiro tinha certeza que assim que pusesse os pés em casa, o marido o questionaria até lhe arrancar a verdade. Não queria que Ong ficasse mal por sua infantilidade.

 

Não bebera muito, apenas aproveitara o bom humor dos amigos para se animar. Quando se despediu de todos, depois desculpar-se várias vezes por estar saindo mais cedo, amaldiçoou-se internamente. Havia esquecido de passar em uma floricultura antes que o comércio fechasse.

 

Ficou aliviado quando viu um pequeno canteiro de flores ao lado do ponto de ônibus e agradeceu aos céus pela rua estar parcialmente vazia. Colheu algumas das azaleias vermelhas para entregar ao marido, afinal não poderia chegar de mãos vazias em uma noite especial como aquela.

 

Daniel olhou para o precário buquê em suas mãos, suspirando. Esperava que Seongwu gostasse do agrado. Não era bem o que planejara dar para o esposo no Valentine’s Day, mas era melhor do que nada.

 

O loiro ficou com os olhos perdidos nas flores, tentando ser positivo. Quem sabe um jantar à luz de velas estava lhe esperando no apartamento deles. Sorriu bobo só de imaginar tal possibilidade. E se Seongwu tivesse levado Daehwi para dormir na casa de Minhyun e Jaehwan, o final da noite poderia ser ainda melhor do que ele esperava.

 

Daniel permaneceu absorto em seus pensamentos, bolando diferentes maneiras de oferecer prazer ao marido, quando o veículo parou em um dos pontos da movimentada avenida. O loiro olhou em direção a porta e assistiu o novo passageiro liberar a catraca com um cartão. Instantaneamente voltou a atenção para a janela, resmungando rabugento.

 

Não demorou para que sentisse uma presença ao seu lado. O recém-chegado ignorou todos os bancos livres, escolhendo o assento ao seu lado para sentar-se. Pelo canto dos olhos, o Kang viu a figura acomodar-se. A pequena criança, que o homem anteriormente carregava no colo, batia palmas animadamente acomodada sobre as coxas dele.

 

- Você parece chateado...

 

Daniel decidiu ignorar a tentativa alheia de puxar uma conversa, usando os fones de ouvido como desculpa. Embora tivesse desligado a música assim que pressentiu a aproximação do outro, continuou refugiando-se naquele pretexto.

 

Ouviu o homem suspirar pesadamente, enquanto movimentava a perna para que o pequeno garotinho ficasse entretido com o repetitivo balançar para cima e para baixo. A criança balbuciava palavras incompreensíveis e Daniel ficou tentado em pegá-la no colo. Porém, manteve-se firme, um misto de amargura e constrangimento o fazendo esperar pela pessoa ao seu lado voltar a falar.

 

- Desculpe, Niel-ie. Eu sei o quanto você deve estar chateado comigo, mas eu vou te compensar, prometo. - O loiro sentiu o coração doer com o tom pesaroso de Seongwu. Era exatamente esse tipo de sentimento que queria evitar quando decidiu adiar sua chegada em casa. Odiava ver o marido triste e odiava ainda mais quando essa tristeza era causada por ele. - Eu planejei tudo com tanto cuidado, há um mês atrás…

 

Um comichão de curiosidade percorreu o corpo de Daniel diante da confissão do moreno. Desplugou rapidamente os fones do ouvido e finalmente virou a face para encarar o companheiro. Seongwu olhava para o topo da pequena cabeça de Daehwi, os braços envoltos no corpinho dele como se aquilo trouxesse mais segurança para si do que para a criança.

 

- Eu reservei um horário naquele novo restaurante italiano que você quer ir, convenci o Jaehwan a tomar conta do Hwi, encomendei um buquê de rosas amarelas.... - O Kang olhou para suas patéticas azaleias e sorriu envergonhado. - Eu estava prestes a mandar a mensagem mais açucarada que você algum dia já recebeu de mim… En-tão eu recebi uma ligação da escolinha e… Eu tive tanto medo Niel-ie.

 

Seongwu ergueu o rosto para olhar o marido. Daniel arregalou os olhos e seu coração disparou no peito, a garganta trancando pelo desespero que lhe tomou conta. Ong tinha o rosto lavado por lágrimas, uma expressão de desamparo que pegou o mais novo desprevenido.

 

- O-o que aconteceu, hyung?  - indagou ansioso, virando o corpo totalmente na direção do mais velho. - Qual o problema, amor?

- No-nosso Daehwi sofreu um acidente na escola... - Os lábios do moreno tremiam pelo nervosismo. Era como se estivesse imaginando a dolorosa cena de seu pequeno bebê se machucando -  Ele se desequilibrou e bateu a cabeça.

- O que??? - O loiro abalou-se ainda mais, levando as mãos em direção a pequena criança.

 

Seongwu deixou que o marido pegasse o pequeno. Daniel segurou a criança cuidadosamente, erguendo-a diante de seu olhar, suspendendo-a minimamente para checá-la melhor. Sentiu como se algo pesado afundasse em seu estômago ao finalmente notar o curativo na cabecinha de Daehwi.  

 

O pequeno esperneou impaciente com a posição, dando indícios de quem ia chorar. Não demorou para que ele resmungasse e realmente começasse a choramingar. O loiro rapidamente o abraçou contra o próprio peito, aconchegando-o.

 

- Está tudo bem, bebê… - Girou o tronco suavemente de um lado para o outro, tentando acalentar o pequeno. - Papai está aqui, está tudo bem.

 

Sentiu quando Seongwu colocou uma das mãos em sua coxa, tentando de alguma maneira confortá-lo também. Daniel olhou para o marido, um misto de sentimentos contrastantes.

 

- Por que você não me avisou, hyung? – indagou, visivelmente contrariado.

- E-eu entrei em pânico, ok? - Ong levou uma das mãos ao cabelo, despenteando os fios em um sinal de frustração. - Quando eles me disseram que Daehwi estava no hospital, eu me desesperei. Tudo o que consegui pensar foi em sair do trabalho o mais rápido possível e ver meu menino. Eu realmente não sei como consegui chegar lá sem sofrer um acidente ou receber uma multa por ultrapassar a velocidade. - Seongwu sorriu amargurado. - Ao menos uma coisa deu certo hoje.

 

Daniel pousou uma mão sobre a do marido que ainda descansava em sua coxa. Acarinhou-a suavemente, consolando-o.

 

- Quando o médico disse que estava tudo bem com o Daehwi e me garantiu que a pancada não deixaria sequelas, eu tentei ligar para você. -  Daniel xingou baixinho, irritado consigo mesmo. Ele havia desligado o celular assim que ele e os amigos chegaram no bar. - Seu celular estava fora de área... Eu esperei um tempo e tentei ligar novamente, mas nada.

 

O loiro sentiu-se extremamente mal após ouvir o relato do mais velho. Como pudera ser irresponsável daquela maneira? Não era mais uma questão de opção deixar que seu lado egoísta falasse mais alto ou que escolhesse ser caprichoso. Ele e Seongwu eram pais agora e eram responsáveis por uma pequena vida. Deus, nunca se perdoaria se algo pior tivesse acontecido a Daehwi e ele não estivesse lá para dar apoio ao seu marido e filho.

 

- Desculpe Seongwu hyung, eu não sei o que eu tinha na cabeça quando desliguei o celular. - Daniel beijou a testa do filho, que ainda fungava, e murmurou um pedido de desculpas para ele também.

- Provavelmente um monte de maldições contra mim. - Ong disse bem-humorado, sorrindo sinceramente. O Kang apressou-se em negar, movimentando a cabeça fervorosamente de um lado para o outro.

 

Com o movimento brusco, Daehwi voltou a chorar. O loiro afastou o pequeno de seu tronco para mirá-lo. Os lábios da criança tremiam com seus lamentos, enquanto pequenas lágrimas saiam de seus olhos. O coração do loiro apertou-se outra vez.

 

- Ele ainda está um pouco sensível com o que aconteceu, o corte na testa dele não está nada bonito. Ele vai continuar um pouco ranzinza até ter uma boa noite de sono. - Seongwu abriu os braços e Daniel passou Daehwi para os cuidados dele. - Está tudo bem, Hwi. Você estava com saudades do papa Niel, não estava? Então não chore, bebê…

 

Ong limpou as lágrimas do filho, enquanto mantinha uma das mãos nas costas do pequeno para deixá-lo seguro em seu colo. Daniel assistia os dois, um sorriso enorme no rosto. Seongwu era um esposo maravilhoso e se mostrava, cada vez mais, um pai incrível. O loiro não conseguia acreditar que minutos atrás estivera chateado com aquele anjo. Que tipo de monstro ele era para irritar-se com o amor de sua vida por causa de uma mera data comercial.

 

- Por que você saiu de casa nesse horário, amor? - Daniel indagou, preocupado com o filho.

- Depois que eu desisti de tentar contatar você, eu liguei para o Sungwoon hyung. Ele me disse que vocês tinham saído para beber. - Seongwu tinha um bico nos lábios, sua atenção saindo um pouco da criança e flutuando para o marido. - Eu decidi te encontrar lá, mas no meio do caminho o Woonie me ligou e disse que você tinha ido embora. Então cá estamos nós. Foi uma surpresa em tanto, não?

 

Ong riu ao receber um soquinho de leve no braço. Foi a vez de Daniel formar um bico nos lábios. Ele jamais esqueceria o desespero que passara ao descobrir que havia acontecido algo de ruim com o filho.

 

- Shh shh bebê, lembra do que combinamos em casa? - Seongwu voltou a focar-se em Daehwi. Quando o moreno se curvou para pegar algo na bolsa do bebê que havia trazido, o Kang inclinou-se para distrair a criança. O pequeno já havia parado de chorar, apenas fungava mansamente.

 

Ong voltou a sua posição original e ofereceu um pacotinho colorido para o garoto. Daehwi bateu palmas animadamente, antes de pegar o objeto. O moreno sorriu docemente e murmurou algo no ouvido do pequeno. Daniel riu ao ver o filho contrair o corpo, a aproximação de Seongwu lhe causando cócegas e risos.

 

Quando afastou-se da orelha do filho, o mais velho voltou a encarar o marido. O loiro ficou curioso com o olhar expectante do companheiro. Já ia perguntar algo quando sentiu a mãozinha de Daehwi agarrar a manga de seu casaco. Olhou para o menino com um sorriso e surpreendeu-se quando viu a outra mão dele estendida em sua direção.

 

Daehwi lhe oferecia o pacote, os olhinhos brilhando com entusiasmo.

- Feliz dia dos namorados, papa Niel! - exclamou o pequeno, sorridente.

 

Quando Daniel pegou o presente com um sorriso bobo, Seongwu espremeu Daehwi em um abraço, derretido por sua fofura. O moreno dava parabéns para o filho por ter feito tudo o que tinham combinado direitinho enquanto o Kang abria o pacote. O loiro sentiu lágrimas formarem-se em seus olhos quando viu o que tinha ganhado.

 

Era um chocolate em formato de coração, confeitado com os dizeres:

 

Happy Valentine’s Day

OSW ♥ KODH

 

Se sentiu o cara mais estúpido da Coreia e, ao mesmo tempo, o mais sortudo. Será que havia salvado o país em sua vida passada para merecer uma família tão especial como a que possuía? Nem percebeu quando começou a chorar silenciosamente, contemplando com adoração o doce. Notou a própria reação ao sentir a mão de seu marido tocar-lhe a face, a sensação morna contra sua pele fria.

 

- E-eu sou um idiota, Ongie h-hyung! Eu não mereço vocês! - E de repente ele estava fungando e resmungando palavras que o outro não conseguiu captar muito bem. As lágrimas saindo de seus olhos sem parar, enquanto balbuciava desculpas.

- Parece que eu tenho outro bebê para cuidar agora. - Ong brincou enquanto limpava o rosto do loiro. Daehwi olhava de um Daniel choroso para um Seongwu risonho, claramente confuso. - Pare com isso, você não é um idiota! Não pelo o que está pensando… Au!

 

Daniel deu um tapinha no esposo, parcialmente ofendido. Viu como Daehwi erguia os bracinhos em sua direção exclamando “papa”, então pegou o filho no colo outra vez.

 

- Não tem problema querer algo especial no dia dos namorados. E você sabe que eu gosto de fazer todas essas breguices por você. - Daniel tinha um bico fofo nos lábios, mesmo que seu coração estivesse aquecido pelas palavras de seu amado. - O que aconteceu hoje foi uma eventualidade, Niel-ie… Não precisa se sentir culpado por isso. Eu realmente sinto muito por não ter feito todas as coisas que você merecia hoje, mas eu ainda posso realizar uma delas.

- Qual delas? - o loiro indagou curioso. Esperou em silêncio por uma resposta, enquanto observava Ong pegar um pedaço de seu chocolate e enfiar na própria boca. - O que..?

 

Daniel não conseguiu terminar a frase. Seongwu havia inclinado em sua direção, tampando os rostos deles com a bolsa de Daehwi. O moreno capturou os lábios do marido de maneira carinhosa, porém firme. Movimentou a boca de forma calma e apaixonada, para depois pedir passagem com sua língua e assim explorar a cavidade alheia.

 

O loiro gemeu quando sentiu o pedaço de chocolate ser empurrado para sua boca, impulsionado pela língua do marido. O contato era extra doce e deixou um gostinho de ‘quero mais’ na boca do Kang quando o chocolate se derreteu. Quando eles se separaram, Ong tinha um sorriso travesso nos lábios enquanto Daniel só conseguia olhá-lo abobadamente.

 

- Feliz dia dos namorados. - Seongwu declarou, olhando-o afetuosamente. - Eu te amo.

- Eu também te amo. - Daniel respondeu, finalmente oferecendo o buquê de azaleias. Apesar da precariedade do arranjo, Seongwu gostou do presente para a alegria do mais novo. Daehwi pareceu gostar das flores também, já que não demorou em pegar uma delas na mão.

 

O loiro já ia curvando o tronco na intenção de iniciar outro beijo, quando Seongwu levantou-se do assento. Daniel desequilibrou-se parcialmente, mas conseguiu sustentar o filho nos braços.

 

- Vamos meus dois bebês, é o nosso ponto.

 

***

 

Já passava da uma da manhã quando Seongwu e Daniel conseguiram acalmar Daehwi e fazê-lo pegar no sono. O pequeno estava deitado entre eles, na grande cama do casal. Daniel admirava seu filho adormecido, lhe acarinhando os cabelos. Ong por sua vez observava os dois, uma expressão apaixonada na face.

 

- Eu tenho uma boa notícia, amor. - O moreno chamou a atenção do mais novo. - Eu liguei para o Jaehwan e ele concordou em tomar conta do Daehwi no final de semana. Vamos ter dois dias para comemorarmos o Valentine’s Day como merecemos.

 

Ong piscou marotamente para o marido e Daniel teve que tampar a boca com a mão para não rir alto. - Hwannie aceitando fazer esse favor, assim fácil?

 

- Eu não disse que foi fácil - Ong bufou, cruzando os braços contra o peito. - O pilantra me fez prometer ser babá do Jihoon e do Woojin por três dias.

 

O loiro abafou o riso com as mãos, seus olhos denunciando sua felicidade. Quando se acalmou, ergueu parte do tronco para chegar perto de Seongwu. Beijou o marido suavemente e este derreteu-se com o gesto. Murmurou um “eu te amo” contra os lábios do moreno antes de aprofundar o contato.

 

Daniel estava feliz, foi o melhor Valentine’s Day que ele tivera em sua vida. Fora o primeiro de Daehwi com ele e Seongwu. Tudo parecia mais colorido com a presença do filho. Era reconfortante amar e ser amado pelas duas pessoas mais importantes de sua vida.


Notas Finais


Nota: coloquei as iniciais do Daehwi como KODH, porque na história o nome dele seria: Kang Ong Daehwi.

É isso. Happy Valentine's Day! ♥


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