História I Need To Love You Again...! - Capítulo 21


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Categorias Big Bang, T.O.P
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Bigbang, Drama, Família, Romance, Top, Traição
Visualizações 50
Palavras 1.695
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei como prometido, sem muitas coisas para dizer, obrigado por terem lido até aqui.

Capítulo 21 - I Will Survive


Fanfic / Fanfiction I Need To Love You Again...! - Capítulo 21 - I Will Survive

Entrei na casa dos meus pais em silêncio e caminhei em direção ao quarto deles. Apesar de querer meus filhos comigo, sabia que não correriam perigo perto do pai e eu sobreviveria uma noite sem eles.

            Mamãe se assustou ao abrir a porta e me ver pulando em seu abraço como uma criança, chorei com ela como não fazia há muito tempo, ela apenas me recebeu sem questionar e levou-me até meu quarto, me cobriu como costumava fazer antes e beijou minha testa, antes de sair do quarto, apagando a luz e fechando a porta.

            É engraçado amar, diferente da paixão ela dói mais, pode não ter tanta pressa, nem fogo. Mas está cravada tão fundo em seu peito que mesmo que passem mil anos ele ainda vai estar lá, o amor, e você percebe que o sentimento do amor nunca foi cravado no coração, mas na alma, onde não importa o quanto você tente, não tem como retirar.

            Sim eu vou sobreviver, o tempo vai passar, tudo a minha volta vai mudar, menos o amor em minha alma que permanecerá intocado e o nome daquele que me fez amar vai continuar a fazer meu coração saltar, toda vez que for pronunciado.

            Pedi aos meus pais que buscassem Ian e Sunhee, Martina vinha junto pra ajuda-los, claro. Posteriormente as coisas se ajeitariam, não tinha muito tempo pra sofrer, minhas aulas começariam em breve e nenhum aluno espera ver a professora chorando no primeiro dia de aula.

            Talvez eu tivesse esperado sim que em algum momento o TOP fosse entrar na minha sala e pedir pra que eu voltasse pra casa, mas isso não aconteceu. A semana passou e nenhum sinal dele a não ser pelo que dizia Ian sem entender porque estávamos morando na casa do vovô e da vovó enquanto o appa estava na nossa casa, sozinho e eles só podiam vê-lo algumas horas por dia.

            Evitei encontra-lo o máximo e me recusei a ver os meninos do Bigbang, nem mesmo os apelos de Daesung por intermédio de Martina me fizeram voltar atrás. Minhas noites estavam repletas de pesadelos, voltei ao ponto inicial da minha história, era isso, medo! E se eu engravidasse outra vez? E se eu caísse outra vez? Se eu perdesse a criança dessa vez? Pra você pode parecer bobagem toda a minha angústia, mas quando se passa por isso, o medo sempre volta para assombrar. Imaginando que o trauma será sofrido outra vez e o medo nos impede de viver plenamente, nos faz cometer loucuras e desistir de tudo para que não possa existir outra chance de se machucar.

            Mas, os piores pesadelos eram os que se disfarçavam de sonhos. Uma vida feliz ao lado do homem que amo, noites de amor cheias de calor e carinho. Dias de divertimento com nossos filhos, sem temor ou más lembranças. Apenas, felicidade...

            Alguns me aconselhando a voltar para o meu marido, outros dizendo que eu devia seguir em frente. Minha cabeça continuava uma confusão, nenhuma resposta parecia clara. A não ser aquela que chegou pelas mãos do meu pai numa manhã, dois meses após eu sair de casa, naquele dia as crianças estavam com o Seung e eu não tinha aulas para dar.

            – O oficial de justiça acabou de entregar – Meu pai colocou o envelope na minha frente enquanto eu tomava meu café e saiu sem dizer nada mais.

            Quando abri entendi porque ele parecia triste ao falar comigo, eram os papéis do divórcio. No final das contas, o T.O.P teve a coragem que me faltou em colocar os planos adiante. E eu me peguei no dilema, deveria assinar ou esperar mais um tempo? Mas, a verdade é que ele já tinha me dado dois meses, eu não tive atitude para adiantar o divórcio e muito menos para pedir perdão, ele não era obrigado a correr atrás de mim, afinal ele confessou que me amava e fui eu quem o rejeitou.

            – Aqui chega o fim da minha história de amor... – Segurei os papéis contra o peito. Levei-o comigo para o quarto, mas guardei na escrivaninha – Melhor eu esquecer qualquer estresse por enquanto, eu sou uma mulher solteira, bem-sucedida, super gata e gostosa! Eu sou poderosa – Eu repeti esse discurso motivador na frente do espelho por algumas vezes antes de me organizar pra sair.

            Fui a um banho público no centro da cidade, de lá fui a clínica de estética que eu havia marcado hora junto com a Dara, que havia recém-chegado da Inglaterra, 3 anos longe era tempo suficiente para acumular assunto e fofoca.

            – Olha só você! – Eu corri para abraça-la – Amiga, como você consegue ficar cada vez mais maravilhosa? – Perguntei quando a vi.

            – Eu achava que era por que eu não sou casada e nem tenho filhos, minhas amigas de Londres não mantém o padrão de beleza que você, amiga. A mãe mais gata de todas, parece que só fica melhor com o tempo! – Ela brincou. E eu achei estranho ela não comentar nada sobre meu divórcio, porque eu achava que o Thunder já teria relatado esse detalhe há mais tempo para ela.

            – Quem dera eu fosse tudo isso, caso contrário não estaria aqui para ter minhas pregas levantadas pelas esteticistas – Eu ri.

Nossa tarde passava da melhor forma possível, ainda mais por ela não mencionar o TOP em nenhum momento. Era eu quem lembrava dele todo o instante, mas ela não precisava saber... Ao caminhar para a massagem, a Dara esbarrou em outra cliente.

– Me desculpa – Dara falou para a moça, que me olhou surpresa quando me reconheceu e eu mais ainda por ver ela de novo, sim, Jin Young.

– Já nos divorciamos... – Eu falei sem muita comoção, embora não fosse apenas para Jin Young que eu falasse. Acho que desabafava para a Dara e talvez até para mim também.

– Eu sei... – Ela respondeu de cabeça baixa – Me desculpa, eu preciso ir – Ela se apressou e saiu sem falar mais.

Nem eu nem Dara sabíamos o que dizer uma pra outra, mas ela acenou com a cabeça que entendia e pegou na minha mão mudando de assunto em seguida. A partir daí ela se esforçou mais ainda para me distrair, realmente a melhor amiga que eu poderia ter encontrado em toda Coréia.

Quando saímos da clínica em direção ao carro, Jin Young veio correndo em minha direção e parou antes que eu pudesse pegar a chave do veículo.

– Você tinha razão, ele nunca me amou – Ela disse triste – Eu fui procura-lo e ele me falou do divórcio, nos encontramos no bar que costumávamos frequentar, ele estava acompanhado de outra mulher... – Ela enfim me olhou nos olhos.

– E você está aqui pra jogar isso na minha cara? – Perguntei irada – Que ele está com outra mulher? – Dara tocou o meu braço.

– Não... – Ela falou quase sem voz, mas se recompôs pra continuar – Mas, ela era do mesmo tipo que eu, nunca quis admitir que eu possa parecer uma puta, mas aquela garota que estava com ele, com certeza é! – Ela estava indignada, mas não tanto quanto eu – Acredite, ele não deveria estar naquele lugar... Você não deveria tê-lo deixado... – Ela tocou meu ombro e eu me irritei com isso.

– A culpa é minha por ele estar me traindo com tipinhos como o seu? O defeito de caráter dele é culpa minha? – Eu explodi – Foi minha culpa ter caído da escada enquanto estava grávida? Eu nunca quis isso! Pelo menos agora ele pode comer quem ele quiser e não pode me culpar por isso – Enxuguei minhas lágrimas enquanto entrava no carro. Jin Young parou a Dara por uns minutos e voltou para dentro da clínica.

– Amiga... Eu não queria dizer isso, não queria ser essa pessoa. Mas, talvez essa garota tenha razão sobre você e o TOP voltarem – Olhei indignada para ela e voltei a chorar.

– Não quero passar por isso de novo, Dara. Minha vida com ele foi cheia de altos e baixos desde o começo e dava pra aguentar antes, mas agora é diferente, eu tenho medo. É fácil viver sem ele, comparado a ter que reviver o inferno que foi sentir o desprezo dele quando a Sunhee nasceu.

– E você vai se prender a esse demônio pra o resto da sua vida? Se não superar agora, nem mesmo com outra pessoa você será feliz e sua filha vai se tornar a culpa das suas frustrações pra você sem que você perceba a tempo, só depois que tiver destruído a sua vida, do seu marido e dos seus filhos você vai entender isso? – Ela esbravejou dentro do carro e eu me perdi – Essa garota, Jin Young, viu o TOP se drogando com a puta que tava com ele... – Ela olhou para frente, tentando não se deixar afetar também pela situação – Você não tem culpa do que aconteceu no passado e todas as burradas que ele fez, mas com certeza pode ser a causa da remissão dele. Talvez você não saiba, mas o T.O.P largou muita coisa ruim naquela época pra ficar com você, pra ter essa família contigo. Não foi só o cigarro e excesso de álcool, foi muita coisa, muita coisa... – Ela não queria falar mais – Você acha mesmo que ele vai te deixar mesmo que você perca um filho ou o bebê tenha algum defeito? Quer dizer... Você acha mesmo que o Seung Hyun vai te abandonar, mesmo que você fique doente, aleijada, quem sabe até retardada? Não, ele não vai! Ele pode ter pose de marrento e ter feito muita coisa na vida, mas ele não teria coragem de te deixar se você não pedisse...

– Eu o amo, Dara – Eu caí aos prantos – Eu amo o TOP – Comecei a soluçar.

– Eu sei, amiga – Ela me abraçou – Eu sei que ama – Você só sabia falar dele quando fazia os trabalhos da escola comigo, lembra? – Ela sorriu pra mim.

– Eu só sei falar dele mesmo hoje – Eu tentei sorrir sem graça.

– Então eu acho que você deve ir atrás dele agora – Ela sugeriu divertida e eu concordei.

Deixei que ela dirigisse, estava nervosa. Precisava pensar no que diria a ele. Me faltavam palavras, eu só sabia que dessa vez eu só voltaria pra casa se fosse pra ficar com ele.


Notas Finais


Faltam somente 3 capítulos para serem postados antes de finalizar a fic. Espero conseguir me redimir com vocês...


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