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História I Need U - Capítulo 126


Escrita por: e Bryhanny


Notas do Autor


Jullya será representada pela Sophie Turner okay.

Capítulo 126 - My Winter Bear


Fanfic / Fanfiction I Need U - Capítulo 126 - My Winter Bear

Imagino seu rosto

Você me diz olá 

E então todos os dias ruins

Não significam nada para mim

Com você

Winter Bear-- V bts


Pdv Julita


—Eu conheci um carinha! -fui logo falando antes de jogar-me em sua cama sem me importar com a bagunça que estava fazendo ou sem antes tirar o par de ankle boots que ela mesma me havia presenteado uns meses antes.

Ela parou o que estava fazendo e me encarou com ceticismo como quem me pergunta “Outro?”.

Dei de ombros meio tímida porque já perdi a conta de quantas vezes já tivemos esta conversa, mas algo em mim diz que desta vez é diferente.

—Você não é normal. -ela falou, jogou um comprimido na boca e tomou um gole de água diretamente da garrafa. —Como pode ter suas barreiras emotivas tão baixas? Qualquer pessoa em sã consciência tomaria cuidado com estranhos.

—Qualquer pessoa merece uma oportunidade de ser admirada. -eu rebati aconchegando-me entre seus travesseiros e fixando o meu olhar no teto e pensando no quanto o carinha em questão é de fato, admirável. —E você só está dizendo isso porque não o viu. 

Mas ela não deixou que eu me perdesse em pensamentos por mais tempo. Ficou lá implicando que eu não cresço, não mudo, não tiro os calçados antes de subir na cama dela que provavelmente não arrumarei depois e põe-se a puxá-los dos meus pés. 

—Você que não é normal, Sarah. 

Ela revirou os olhos ante o meu comentário e jogou os meus calçados em um canto do quarto antes de tentar arrumar como podia a bagunça que fiz. 

—Apenas não estou interessada em distrações.

Rainha do gelo, eu pensei ao fazer-lhe uma pirraça por se esforçar tanto em destruir meu lucid dream. 

—Mas se você o visse, mudaria de ideia imediatamente. -insisti fazendo-a voltar-se em minha direção, não por causa do meu argumento, mas porque precisamente pus-me de joelhos em sua cama. —Eu nem sou uma pessoa de me apaixonar com facilidade, mas se eu pudesse...

Ela revira os olhos de novo. Tô nem aí!

—Se eu pudesse, eu o beijaria.

—E o que beijos têm a ver com paixão? -ela fez uma carinha debochada. —Pode-se muito bem beijar quantas pessoas quiser sem, no entanto, sentir absolutamente nada por elas.

—Mas não aquele carinha. -rebati aproximando-me de gatinhas até onde ela estava. —Se você o tivesse visto, saberia que nem todas as pessoas se encaixam nessa regra. Eu sei que é necessário sentir algo muito forte para pensar em beijá-lo. 

—Ahn... estamos falando de você sentir uma vontade desenfreada de beijar alguém que só viu uma vez em um aeroporto lotado e cujo nome você não sabe? -falou a destruidora de sonhos. —Já parou para pensar se ele tiver uma namorada? Ou se for casado? Que nojo!

Sarah McMillan e sua aversão por pessoas normais. Mas pensando bem, ela tem um ponto bastante relevante. Como posso fantasiar com um carinha cujo coração não sei a quem pertence? Porque é certo que alguém com uma aura tão pura já tivesse entregado o seu coração a alguém.

—Como eu disse, você não é normal. -ela concluiu amarrando o laço do roupão em volta da cintura. —Agora levanta daí e vai para o seu quarto que amanhã teremos um dia cheio.

Eu só fui muito depois quando a torneira cuja água enchia a banheira no cômodo ao lado foi desligada e sua única ocupante começou o seu banho. Do jeito que a conheço, ela ainda demoraria muito a voltar. 

E foi assim que sozinha, teimei em meditar sobre a minha mágica e curta experiência enquanto minha mente vagava por seus traços ainda frescos em minha memória e eu teria o prazer de lembrar-me disso enquanto pudesse. Seu olhar perdido no meio da multidão enquanto buscava por não sei o quê, o jeito como mexia os dedos nervosamente a alça da mochila ou como seus lábios possuíam um desenho tão singularmente charmoso. 

Eu nunca mais o verei então não tem nada de mais.

Mudei de ideia na manhã seguinte quando o vi entrando na sala de prova. Tão perto! Então olhou para mim. Não através de mim, não apenas na minha direção com a usual curiosidade inerente a todo ser humano que acabou de chegar a um novo lugar. Ele olhou para mim como que embalado em um agradável dèja vu. Tenho certeza de que ele nunca me viu antes, apesar de eu tê-lo visto no aeroporto. Como a Sarah disse, eu tenho barreiras emotivas muito baixas. O que eu posso fazer? É da minha natureza gostar das pessoas com facilidade. Foi por isso que tomei café com os funcionários da Big Hit e menos de quinze minutos depois já tinha trocado número de telefone com mais da metade deles. Essa vontade de ter esse contato humano é o que me define como pessoa e não me envergonho. A não ser naquele momento quando eu me transformei em pura vergonha ao lembrar-me das coisas que pensei sobre ele na noite anterior.

Ok, Sarah! Você venceu! Eu não sou normal!

E só então me toquei para um detalhe crucial: ele é um dos clientes! É por isso que está aqui!

Claro! Como não percebi antes? Ele é asiático, assim como quase todo mundo que eu estava esperando naquela noite, só que... estamos em Nova York e há tantos onde quer que andemos que eu acabei nem me tocando na hora. Só conseguia pensar o quão adorável era aquela criaturinha perdida no meio de uma multidão. 

—Ei! -ele foi o primeiro a me chamar e acenar simpaticamente como se fôssemos velhos amigos antes mesmo que a Sarah me apresentasse adequadamente à equipe. 

Para onde foi a minha usual desenvoltura? Eu buguei imediatamente!

—Esta é a Jullya Duhamell. Ela cuidará da imagem dos artistas como personal stylist. -foi a Sarah quem me salvou do momentâneo embaraço.

Observo-a explicar calmamente ao manager e seus assistentes como se dará o meu trabalho com a autoridade de quem entende cada passo de seus funcionários. Claro que eu não sou sua funcionária e muito menos trabalho na Feel’s INC. Nossa relação é mais velha que tudo isto, por isso ela sabe como contornar as minhas limitações. E sabe da minha capacidade mesmo eu sendo recém-formada e não tendo um currículo tão volumoso quanto o dela. 

Nós duas nos encaramos e eu sei que por detrás daquela máscara de “fantasma da ópera” ela está sorrindo para mim e me enviando energias positivas.

Respira fundo, Jullya! Não pira! 

Eu retomo a compostura quando me dirijo a eles, mas algo dentro de mim ainda me corroi intensamente, vergonha o nome. Mas é só naquele momento mesmo. Como eu disse, eu sou quem sou porque gosto de estar com pessoas e ter a oportunidade de trabalhar com um público tão diferenciado e receptivo me encanta imediatamente. É a coisa mais inspiradora que já experimentei em toda a minha vida! Foi por isso que combinei com a Elayne que seria legal fazer um tour pelos pontos turísticos mais famosos de Nova York e montar um roteiro fotográfico com os meninos. Seria tão lindo que certamente a Big Hit não esqueceria jamais.

Eu estava tentando explicar a minha ideia à Sarah quando ela se saiu com essa de que os meninos deveriam ficar trancados no hotel e não pôr a cara no sol nem se suas vidas dependessem disso. Como que pode isso?

Eu reprovo, mas a culpa não é dela ser uma louca paranoica e estadista. Ano passado, sem querer, o idiota do meu irmão deixou vazar a localização de um artista que ele estava assessorando e em dois tempos havia tantas câmeras na porta do hotel que o pobre cliente não conseguiu sequer descansar direito. E como permanecer no erro é burrice, a Sarah incorporou a mãe superprotetora alegando que tinha medo que o caso Christina Grimmie se repetisse com algum dos clientes.

E eu que já tinha combinado com as meninas tive que desmarcar. Me cortou o coração ver a carinha de decepção do Yoongi —ou seria ódio? Não sei. Ele é tão fofinho que nem dá para diferenciar —quando ele saiu pisando duro e resmungando alguma coisa. 

Só fui descobrir que era a cara dele de assustar pessoas quando o Tae -gente, já estou até chamando ele pelo apelido! -me explicou que é assim que ele fica quando alguém o contraria. 

—Não me assustou nadinha. -não resisti em declarar após o almoço terminar e o alarme do meu celular me lembrou que eu tinha um compromisso dentro de meia hora. 

—Deixa ele. -a Day falou voltando sua atenção, meio cabisbaixa, para o seu prato de vagens. —Daqui a pouco ele esquece da birra e volta a ser engraçadinho.

É impressão minha ou o Jimin fez tipo “urgh” com essa menção? Parece que tenho muita coisa para pôr em dia. Mas agora não. 

Após o almoço, rumei de encontro à minha equipe a fim de lhes dar algumas orientações antes de me ausentar. Até o mês passado eu sequer cogitava a ideia de ter uma assistente e agora, olha só! Tenho quatro e são uns amores. Exceto pelo fato de eu os ter flagrado falando algo sobre a Sarah. 

Eu não gosto de intrigas e muito menos de fofocas. Se ficaram zangados por eu lhes ter repreendido, não me interessa. A minha amiga pode ser uma carrasca, sem coração e viciada em trabalho, mas ela lhes deu emprego e lhes paga muito bem. Pessoas tendem a ser injustas de graça!

Ainda no caminho do estacionamento, me pego a pensar em algumas novas informações que acrescentei ao meu banco de dados desta experiência:

Primeiro: O Jin, o Hobi e o Jimin namoram com a Ray, a Mari e a Elayne respectivamente. 

Segundo: O Yoongi tenta ser bravinho mas ama quando lhe dão atenção. Em outra vida ele pode muito bem ter sido um cachorro.

Terceiro: O Namjoon pode estar com cara emburrada, mas costuma ser muito gentil e atencioso.

Quarto: Os mais novos são muito brincalhões e fazem muita bagunça. Como uma ninhada de cachorrinhos filhos do Yoongi da outra vida. 

E por fim, mas não menos importante: O Taehyung é perfeito.

Zero defeitos.

Até na hora de tirar-lhe as medidas, percebi o quanto ele é uma pintura em 4D. Seu rosto, visto mais de perto é o que os especialistas chamam de simétrico. Sabem quantas pessoas no mundo têm a sorte de ter esse nível de perfeição e ainda agirem como se não fosse nada de mais? O Tae. 

É isso, embora eu possa me acostumar com os quatro primeiros itens, quando se trata do Tae as coisas viram geleia e se desfazem na minha frente. Ainda bem que são só três shows caso contrário o meu pobre coraçãozinho com fracas barreiras protetoras facilmente se apaixonaria e aí não teria mais volta. 

Que bobagem! Com tanto trabalho para me preocupar! Se eu me atrasar vou acabar levando é uma bronca.

Deixa eu ver o que eu tenho aqui... hum... anotei que preciso dar uma olhada nos assessórios que os meninos vão usar no primeiro show e também dar uma olhada em um casaco de tamanho maior para o Jungkook usar na entrevista. Nenhum dos que eu trouxe ficou bom o bastante. 

Tem também aquilo que a Sarah pediu para eu olhar: algo para as mãos do Yoongi.

“—Ele é pianista, Juh, tem mãos bonitas.”, ela disse. Pura verdade! Ainda bem que lembrei-me de tirar as medidas até dos dedos deles.

E eu devia acrescentar algo bonito no look das meninas já que elas vão acompanhar os meninos para a entrevista. Vão ficar nos bastidores, longe das câmeras, mas nem por isso precisam ir desarrumadas. 

Detalhes, detalhes! Sempre detalhes! É nos detalhes que está a beleza das coisas. Por exemplo, se eu não tivesse ficado perto do Tae mais cedo, nunca teria percebido que ele tinha uma pintinha na ponta do nariz. É tão linda que devia ter um nome e um cartão de crédito.

Então quando eu estou entrando no carro, rindo da minha própria piada...

—Me leva com você!

O dono da pintinha aparece na minha janela com uma carinha de cachorro sem dono que me enche de dó. Sinto muito, meu pobre coração, mas o Tae ganhou esta batalha e esta guerra.

Mas a Sarah os proibiu de sair, eu penso quando gesticulo para que ele entre no carro. Mas a Sarah não precisa saber que ele saiu comigo, eu penso também. Esse meu lado travesso ganha a disputa e eu giro a chave na ignição com um sorriso nos lábios imaginando o que será da minha cabeça se eu for descoberta.

—Para onde você vai? -ele pergunta então.

Eu tenho que parar para encará-lo com perplexidade:

—What? Como assim? Pensei que você soubesse. Não é por isso que me pediu uma carona?

—Eu só queria dar uma volta. -ele responde com simplicidade. —E queria saber o itinerário.

—Hum... Tenho três ou quatro lugares a ir, dentre eles uma joalheria, duas boutiques e... hum... Ah! Fiquei de olhar um estoque novo de gravatas. Não parece ser muito a sua praia, né?

Ele assente e abre um sorriso.

—Nessas boutiques vende boné? O meu hyung levou o meu não sei para onde.

O que eu disse? A perfeição dele é proporcional à sua modéstia. 

—É claro que vende! -eu respondo achando graça de sua pergunta enquanto o carro se move até a saída do estacionamento. —Na verdade, se você aparecer por lá é possível que eles te deem de presente uma coleção inteira. 

Negócios da moda, diga-se de passagem. Ele arregalou os olhos cheio de surpresa. 

—Tae, nós vamos passar na portaria agora. -eu o aviso. —Abaixe-se e fique fora da vista do vigia, ok? E lembre-se, nós estamos quebrando uma regra da Sarah, então ninguém pode saber, em hipótese alguma que você saiu. 

Pronto, acabo de virar uma contrabandista de coreaninhos.

Caminhamos e conversamos por um tempão entre uma loja e outra que até esqueci do meu desconforto inicial de estar perto dele. Ele emana tanta sinceridade e confiança que é como se fôssemos amigos de longa data. Como eu e a Sarah.

—Você gosta muito dela, né? -ele pergunta quando eu comento isso. —Mesmo ela sendo malvada.

—Acho que é isso que eu gosto nela. -eu respondo. —Ela se esforça para que as coisas deem certo para todo mundo. E ela não é malvada. Só está em modo workaholic. Mas se você a mantiver alimentada e lhe der carinho ela para de querer te morder. E mais! Você precisa ver quando ela está bêbada! Até parece outra pessoa. 

—Me lembre de deixar todos vocês bêbados, então. -ele brinca e abre um sorriso.

Até o sorriso dele é singular, meu Deus! Acho que nunca vi um sorriso assim antes!

—Eu nem preciso ficar bêbada. Já sou louquinha por natureza. -eu brinco e ele ri mais ainda, concordando. 

—Igual as meninas. Ontem elas fizeram uma festa do pijama no quarto da Day. 

—E eu perdi? Fala sério? -eu reclamo. —Vou querer revanche!

Não precisei me preocupar com discrição porque apesar de rirmos por vezes alto demais, ninguém deu sinal de nos conhecer porque ele seguiu as minhas instruções direitinho. 

Por isso eu pude passar o resto da tarde indo para lá e para cá nas lojas mais caras e requintadas de Nova York com o carinha do aeroporto que... gente agora que eu me toquei! Informação número um: O Jin, o Hobi e o Jimin namoram com a Ray, a Mari e a Elayne respectivamente. Foi o que as meninas me contaram. Não falaram nada sobre o Tae! Isto significa que ele é solteiro... ou pelo menos a namorada não trabalha na Big Hit! 

E, então, do nada, me vem à cabeça a lembrança da conversa que tive com a Sarah na noite anterior:

“—Se eu pudesse, eu o beijaria.”

Olho na direção do garoto que agora está ao meu lado já com um novo boné na cabeça me encarando com um olhar desconfiado e ele nem precisa me perguntar o que eu tenho. Que vergonha! Eu pensando em como o beijaria e ele bem o meu lado...

—Senhorita Duhamell? – a assistente do joalheiro me chama e eu me ponho de pé com a velocidade de um raio, embaraçada com a ousadia de meus próprios pensamentos. —A senhorita Nathan já vai atende-la.

Giovanna Nathan é uma das mais promissoras designers de joias da filial Cartier aqui nos EUA, aprendiz do renomado David Yurman e, assim como eu, novata no mercado, mas dona de uma ousadia que a tornam tão brilhante quanto os diamantes com os quais trabalha. Ela nos atende com um sorriso no rosto e um olhar de pantera. Mesmo sem fazer nada eu tenho certeza de que ela está criando.

—Diamonds? -ela pergunta quando lhe explico a minha ideia acompanhada por um curioso Taehyung sempre atento a tudo. —Me diga o que precisa e eu te mostro te mostro o que tenho disponível.

E depois pediu para ver as mãos do Tae enquanto eu tentava lhe descrever o que tinha em mente. 

—Não! Não é para ele. -eu intercepto imediatamente e mostro-lhe a foto do Yoongi no meu celular. —É para este aqui. 

Seus olhos semicerram ao encarar a foto do meu amigo por um tempo antes de voltar a olhar para mim:

—Como era mesmo o nome artístico dele?

—Suga. -eu respondo.

—Hum... Como em açúcar. -ela reflete. —Quatro letras... Rapper né? Acho que tenho uma ideia. 

Seja lá qual for, será algo digno de um príncipe, mas isso eu só veria no dia seguinte antes do show. Até lá eu teria que confiar cegamente na Giovanna.

Ainda rodei muitíssimo por vários lugares, inclusive para ver a nova coleção de gravatas de grife que a Ferragamo me ofereceu em primeira mão. E eu aqui pensando que o Tae não se interessaria por algo assim. Ele ficou encantado assim como com tudo o mais que fizemos até antes da tarde acabar e termos que voltar para o hotel.

—Eu estou tão feliz! -ele praticamente saltitava até o carro. —Com o meu boné, com os lugares que conheci, com as coisas legais que vi... Eu não sabia que o seu trabalho era tão legal!

—Eu sei! É o melhor trabalho do mundo. -eu concordo lembrando o tanto que ralei para chegar a esse nível. —Mas acho que só não é melhor que o seu.

—Imagina! Cada um faz o seu melhor naquilo que ama. 

Ponto para ele. Além de lindo, ama o que faz. Tem coisa melhor do que alguém que faz algo por amor?

—Eu nem sei como te agradecer. -ele fala sorridente assim que eu paro o carro novamente no estacionamento do hotel enquanto busco com o olhar pelo carro da Sarah ou algum sinal de que ela esteja prestes a arrancar a minha cabeça. —É sério, vou ficar te devendo essa. 

Eu o encaro de volta e ele continua sorrindo. 

—Eu sei. -dou de ombros e antes que o meu lado sensato tome as rédeas da minha vida, o meu lado travesso entra em cena. 

Minhas mãos vão rapidamente ao rosto dele e, antes que ele consiga pensar em reagir, eu o beijo. 

Eu o beijo porque de longe ele é a pessoa mais adorável que já conheci.

Eu o beijo porque vale muito a pena e porque eu sei que ainda que seja errado, vou acabar me arrependendo mais se não fizer do que se fizer.

Eu beijo, sim o meu carinha, enquanto na minha cabeça ressoa a frase que eu dissera na noite anterior:

“—Se eu pudesse, eu o beijaria.”

Adivinha! Eu posso. 

E o meu lado sensato gritando do outro lado:

“—Sua louca, ele vai te processar por assédio!” 

Oh shit! 

RECADINHO NAS NOTAS FINAIS


Notas Finais


Aaaaaeeeeee minhas xurumelas lindas do meu kokoro tudo pão meninas?
Estava cm saudades de vcs...
Gostaria de divulgar uma fanfic maravilhosa da minha querida Amiga Bella, fanfic chamada Alquimia ela é perfeita mesmo gente. Vou deixar o link pra vcs aqui tá.
É dos nossos meninos maravilhosos com uma outra galerinha foda mesmo.
https://www.spiritfanfiction.com/historia/alquimia-13643237

Dêem amor pra ela lá...
Um Bjo&Chero SraScamander 🤗😍🌷

Ps: Lavam as mãos, usem máscaras e passem álcool em gel.
😘😘


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