História I Need You - Capítulo 49


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Categorias Agust D / Suga, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Got7, HyunA
Personagens Jackson, Min Yoongi (Suga)
Tags Comedia, Romance, Suga, Yoongi
Visualizações 31
Palavras 1.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente depois desse ainda vai sair mais um como o normal, semana que vem estaremos de volta a nossa programação normal, não desistam de mim. ♥♥

Capítulo 49 - A verdade por trás da máscara!


                                  Pai da s/n

Sempre tive uma queda pela minha filha. Sempre soube que ela não era minha filha, sabia que isso era errado, mais pra esconder esses sentimentos que começaram a surgir quando a mesma fez 14 anos eu batia nela. Preferia bater nela do que fazer o que tinha na mente. Mais hoje em dia não aguento mais, cada dia que passa, essa minha obcessao pela s/n aumenta, e toda vez que eu a vejo com aquele cara de cabelos estranho, me dá vontade de mata-la. Talvez eu seja um psicopata, ou um sociopata, não sei, e também não faz diferença, pois na hora que eu pegá-la, a mesma não vai sair viva pra contar a história não mesmo.

[…]

S/n

— Yoongi eu estou indo trabalhar. Alguém precisa por comida na mesa. Cuide bem da Jisoo, qualquer coisa me ligue, se eu souber que você precisava de ajuda e não me ligou, vai ficar de castigo. — calcei meus sapatos e sai correndo. Já estava alguns minutos atrasada pro serviço. Graças a Deus que Bambam não me despejou, assim que eu o procurei perguntando se ainda havia vaga, ele não hesitou em me devolvê-la. Já tem uma semana que eu estou trabalhando de volta na cafeteria, no início foi difícil deixar minha pequena, mais Yoongi prometeu que qualquer coisa me chamaria.

— menina, anda pegue esse avental, hoje tá lotado. — mal abri a porta e jogaram o avental na minha cara. Suspirei, fiz um rabo de cavalo e peguei meu tablet indo atender o pessoal.

— bom dia, já sabe o que vão querer? — anotei o pedido é voltei correndo entregar pro pessoal da cozinha. — aish!! Tô vendo que o dia vai ser bastante cheio.

[…]

— FINALMENTE… FINALMENTE... Achei que não ia poder me sentar nunca mais. Meus pés estão todos doendo. — tirei o tênis e comecei a massagear o mesmo, foi um alívio que só, poder tirar meus pés pra respirar.

— você é maluca, mais realmente concordo, o dia mal acabou e atendemos mais de cem pessoas, imagina depois do almoço como vai ser? To até com medo, meus pés podem cair desse jeito. — não aguentei e comecei a rir do Bambam, que estava fazendo caretas irresistíveis.

— meu bom Deus, sua cara tá muito engraçada. — assim que o Bambam ia responder o sininho tocou alertando que havia chegado clientes. Calcei meu tênis e fui lavar as mãos, pois não vamos fazer os pedidos com essas mãos porcas. — parece que nossa hora do descanso acabou. Mão na massa. — ajeitei meu avental e fui atender mais clientes, assim que cheguei na mesa do homem, meus olhos bateram numa tatuagem tão conhecida pra mim. Era nada menos que taeshi sentado com a tatuagem a amostra.

— vou querer um expresso e algumas rosquinhas. — o mesmo não havia percebido que era eu a atendê-lo, por isso nem fez questão de esconder a tatuagem, que vem me assombrando nos sonhos.

— iremos já trazer… bela tatuagem taeshi. — o mesmo tirou o menu do rosto e me encarou, poderia ter encarado ele, mais preferi sair de perto, pois quanto mais fico perto dele, mais uma sensação ruim cresce no meu peito.

[…]

Taeshi

Sabe, nunca quis ser quem eu sou, mais as circunstâncias me fizeram ser essa pessoa repugnante. Nunca quis machucar ninguém, minha falecida mãe dizia "não importa as circunstâncias, se no seu sangue corre o bem, o bem prevalece, se no seu sangue corre o mal, basta uma brecha, que você vai estar preso nessa rede de mentiras e falsidades."

Minha mãe tinha razão, não importa as circunstâncias, nasci pra ser esse cara, infelizmente é esse cara que eu sou. Minha mãe não teria orgulho de mim eu sei, mais quem se importa se ela teria orgulho de mim ou não? Já passei dessa fase. Enquanto fazia meu pedido fiquei pensando, como vou provar praquele idiota que eu tô certo?

— iremos já trazer… bela tatuagem taeshi. — tirei o menu do rosto e olhei pra cima vendo a s/n voltando pra pegar o pedido. Rapidamente me virei e meus olhos bateram na tatuagem. Será que ela reconheceu a tatuagem de algum lugar? Espero que não. Puxei a manga e tentei esconder a mesma dos olhos da s/n, que voltava com meu pedido.

— aqui está, tenha um bom proveito. — a mesma rapidamente sai e vai pro fundo. Nunca gostei dela, não sabia o motivo, mais acho que agora eu sei. S/n desde pequena sempre pareceu com a mãe dela, é assim como todos os outros empregados mais velhos, eu era apaixonado pela mesma.

A mãe dela era tudo aquilo que eu não era. Linda, gentil, bela, charmosa, carinhosa. Não gostei de ter feito o que fiz com ela, de ter mantido ela presa todo esse tempo, mais gostei de ter passado esse tempo mesmo, com ela querendo me matar a cada segundo que ela me olhava.

Alguns anos atrás

— você… é a pior pessoa que eu… conheci… você é um monstro… — observei a mesma tussir, até sair sangue, fui lhe entregar um pano pra colocar na boca, mais a mesma jogou pra longe.

— eu só estou te ajudando. — realmente eu só estava ajudando a mesma, pois seu estado estava deplorável.

— não preciso… da sua… ajuda… quero… que você… morra. — a cada fala, mais sangue saia, era questão de tempo até a mesma morrer, seu marido, não permitiu que levassemos ela pro hospital, alegando que a esposa deveria morrer logo, pra não nos atrapalhar com o plano.

— deixe me te ajudar, deixe eu ser uma pessoa boa pelo menos uma vez. — essa mulher despertava o bem em mim, e eu odiava isso, mais não iria aguentar ver a mesma morrendo na minha frente sem poder fazer nada.

— então faça me um último pedido. — e a mesma quase caiu no chão, se não tivesse corrido, ela teria caído.

— claro, me diga o que fazer. — a mesma me entregou um envelope, parecia uma carta, e disse;

— entregue isso pra minha filha, é a última coisa que eu te peço. — antes que eu respondesse a mesma havia parado de respirar. Tentei de tudo, mais ela não acordava, sabia que ela havia partido, e que não voltaria.

— pode deixar, entregarei isso. — demorei anos pra ter coragem e entregar isso pra s/n, até que um dia bêbado, não aguentei e entreguei pra mesma. Pena que ela não sabe que fui eu. Suspirei e paguei o que devia e sai da cafeteria, indo embora, pois toda vez que eu olho pra s/n vejo quem eu gostaria de poder esquecer.

— espero que um dia você possa me perdoar s/n.


Notas Finais


♥😘


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