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História I need you - Capítulo 11


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Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo e até o próximo.

Capítulo 11 - Chapter 11


Fanfic / Fanfiction I need you - Capítulo 11 - Chapter 11

Chile acordou com algo pesado em seu braço e em sua barriga, tentou se mexer mas falhou então levantou um pouco a cabeça só para perceber que Uruguai dormia em seu braço e o mexicano em sua barriga, ele bateu em México com a mão livre fazendo -o acordar assustado.

- Cual es tu problema cabron?

- Meu problema é você, agora levanta - o mexicano levantou murmurando algo, o chileno levantou logo em seguida e depois de fazer sua higienes e se trocar esperou o mexicano fazer o mesmo - Onde Uruguai vai ficar, Argentina não chegou ainda.

- Bom que eu me lembre ele vai ficar com os russos- o chileno então pegou o uruguaio ainda enquanto dormia e saiu do quarto o levando para a bielorrusa, batendo em sua porta.

- Bom dia Bielo - ele estendeu o garoto para que a menina pegasse, o que foi feito.

- Bom dia Chile - ela então levou o garoto para sua cama e o deitou - tenha uma boa aula.

- Obrigado - os dois latinos logo ganharam a rua e andavam um ao lado do outro - Onde estão os outros?

- Falei com eles enquanto você tomava banho - o mexicano chutou uma pedrinha - eles foram na frente tinham testes logo na primeira aula.

- Ah poxa.

- Sim que merda - logo os dois perceberam que alguém acenava do outro lado da rua, então eles pararam e logo o menino atravessou.

- Iai gente - quando o garoto chegou mais perto perceberam que era Império Alemão e o chileno logo tratou de ficar um pouco atrás de México.

- Iai I.A como vai ?

- Vou bem, sabe a vida corrida por conta das aulas e tudo mais.

- A gente te entende.

- Iai Chile - ele falou virando para o chileno que sorriu sem graça.

- Vou bem.

- Você quer ir andando comigo para o colégio? - o chileno não acreditou que ela estava fazendo aquele convite e ficou sem palavras.

- Sabe - foi a vez do mexicano - Você pode ir se quiser já estamos bem perto do colégio, eu não vo- foi impedido de terminar por conta do chileno que começou a puxá-lo e andar rápido.

- Desculpa I.A mas nos vamos juntos, já estamos perto sabe nos vemos depois - o chileno continuou puxando o mexicano e quando já tinham perdido o alemão de vista ele parou e começou a andar devagar de novo, mas então o mexicano parou em sua frente.

- O que está acontecendo Chile?

- O que? Nada.

- Nada? Você tá de brincadeira né, WEON você andava com ele o tempo todo.

- Eu sei.

- A gente era bem mais próximo sabia você me contava tudo e agora qual é o Carajo do problema.

- Eu não quero falar sobre isso, tá? - o mexicano encarou o chileno , mas logo balançou a cabeça para os lados e os dois continuaram andando chegando no colégio não muito tempo depois, mas mantendo o silêncio o caminho inteiro.

.

.

América estava andando pelos corredores até vê o russo mexendo em algo no armário e foi até ele.

- O que você tá fazendo aqui?

- Oi ?

- Você devia tá mais seus irmãos cuidando do Uruguai.

- Ah isso, eu sei só que o seu irmão apareceu e eu não queria ficar de vela.

- Pera Canadá?

- Sim, então eu e Bielo resolvemos vim para o colégio.

- Mas espera eles não podem se beijar na frente do garoto e nem nada.

- Eu sei por isso se algo assim acontecer nos acabamos com eles.

- Vamos mesmo - nesse momento o russo viu o Lars chegando e antes mesmo que ele pudesse ver o americano Rússia o puxou para mais perto e colocou o braço ao redor do seu pescoço deixando o menor com o coração acelerado, logo saindo dá-li.

- Vem lanchar com a gente.

- Eu ? Lanchar com quem? - o russo não respondeu e o puxou, foram até a cantina e logo América viu quem era a "gente", China, Índia e África do Sul estavam sentados em uma mesa mais ao meio e ao ver o russo sorriram e acenaram, mas assim que o americano chegou mais perto se sentiu constrangido porque o russo estava com o braço ao redor de seu pescoço, então se sentaram na mesa.

- B-bom d-dia - o americano falou se sentando e juntando as mãos embaixo da mesa.

- Bom dia - os três falaram no mesmo tempo.

- Graças a Deus você chegou Rússia- foi a vez do africano falar- eu não aguentava mais esses dois juntos - quando eles olharam o indiano estava bem perto do chinês.

- Vocês namoram? - o americano estava surpreso pelos dois.

- Pois é, eles viram que tinham muito em comum mas ficam nos deixando de vela.

- Hey - Índia falou olhando para o russo - Vocês nos apoiaram.

- Claro que apoiamos - o sulista falou colocando uma barra de cereal na boca .

- Enfim .....vocês ficaram sabendo que- o chinês não terminou de falar por conta de uma garota que apareceu ao lado da mesa sorrindo.

- Oi, desculpa eu não tenho visto o Brasil esses dias ele tá bem ? - o americano encarou os meninos para ver que desculpas iam dar.

- Ele tá bem sim - o indiano disse sorrindo para a menina - ele só tá meio gripado - América conhecia a menina de algum lugar e ficou remexendo em sua própria mente para tentar se lembrar até que um nome veio em sua cabeça, Rio de La Plata, uma das amigas de Prússia.

- Rio......- o americano acabou falando o nome da menina sem querer, mas foi o bastante para ela olhar pra ele de cara feia.

- América que milagre está fazendo aqui?

- Digo o mesmo pensei que estava viajando.

- Sim estava, mas voltei por conta de Prússia, sabe né somos amigas - ela enfatizou a última palavra.

- Pensei que não eram - ela deu uma risada.

- Pois é, mas pelo que sei ninguém nessa mesa é o seu amigo- o americano não saberia explicar o quanto aquelas palavras o acertaram em cheio mas ele não demonstrou e antes que pudesse falar algo, o chinês se apressou.

- Na verdade creio que passou muito tempo fora Rio, Ame é nosso amigo sim - a menina ficou vermelha por ter sido desmentida e então apenas se apressou.

- Ah certo, me desculpem enfim, quando virem Brasil fala pra ele me ligar, tchau bom lanche.

0s meninos apenas se entre olharam e o sulista se apressou em falar.

- Quem concorda em não dizermos a Brasil levante a mão- quase todos da mesa levantaram, América riu e levantou logo em seguida - É unânime.

- Ah ....- o americano sentiu sua bochecha ficar vermelha - Obrigado China, por você sabe....

- Ah não foi nada devia vim almoçar mais com a gente.

- Pra deixá-lo de vela? - o russo perguntou e riu logo em seguida mais o americano e o sulista.

- Claro que não né- Índia falou fingindo estar irritado até olhar para onde Rio havia ido sentar e ver a prussiana- vocês souberam que Prússia estava em nossa casa ontem?

- Era isso que queria falar - o chinês estralou os dedos.

- Não só vi como ela me xingou - o americano falou relembrando.

- Aquela mulher me dá nos nervos- foi a vez do sulista falar - sem falar que ela adora se jogar pra cima de Alemanha.

- Sim - o russo falou bebendo um pouco do seu refrigerante - Eu lembro como Polônia sempre andava sozinho, as vezes falava com Israel e tal mas era na dele, o convívio com Ale fez ele mudar muito.

- Nós éramos da mesma classe de química - o indiano falou tirando algum fiapo da roupa do namorado - mas só falávamos o necessário, ele era bem tímido e quase sempre evitava conversas - o americano se sentiu mal pelo polonês e pensou no dia anterior de quando ele estava só e achou que deveria ter sido bom ele se sentar com ele, mas então lembrou que não teria visto o russo e o beijado, beijado o russo o americano corou muito, o que foi percebido - América tá tudo bem? - os países o encaravam e principalmente o russo ele não sabia o que falar até escutar o sinal.

- Entããããoooo - ele dava risinhos de desespero- tocou e agora eu tenho que ir, enfim foi muito bom almoçar com vocês tchau - o americano só faltou correr deixando os países confusos.

- Vocês dois o assustaram - disse o sulista olhando para os apaixonados que só puderam dizer um "hey".

.

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Argentina havia acabado de acordar e percebeu que tinha dormido apoiado no brasileiro e sorriu ao ver o mesmo bocejar mas não acordar, ele se levantou e desceu até a cozinha encontrando Mendonza já de pé e a preparar algo.

- Bom dia - o homem olhou pra trás e sorriu ao ver o menino.

- Bom dia, vai querer panquecas?

- Vou sim - o menino se sentou na mesa e assistiu ao pai fazer o café, como fazia quando mais novo, depois ele colocou a comida na mesa e se sentou na frente do argentino.

- Argie, eu.....

- Pai eu acho melhor não saber - o pai o olhou confuso - não quero saber da briga entre você e a mamãe, creio que é melhor se eu continuar tendo só as memórias boas dela.

- Entendo - ele parou e se levantou indo até uma gaveta da cozinha tirando de lá duas cartas, se sentando novamente - isso é pra você - o menino já ia abrir mas o pai colocou a mão em cima da sua - quero que abra quando já tiver voltado pra sua cidade. Não quero que veja agora - o pai deu um sorriso triste mas o menino entendeu e logo ele viu o brasileiro na porta.

- Desculpa demorei pra acordar - ele coçou a cabeça enquanto bocejava e o argentino riu por conta de seu cabelo.

- Sem problema vem comer e aí a gente vai.

- Tá bom - o menino se juntou a eles.

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América estava andando pelo corredor pois tinha aula vaga e encontrou o polonês sentado sozinho olhando para a parede e se lembrou do que o russo havia dito e achou melhor se juntar a ele.

- Iai Pol.

- Ah oi América.

- Na verdade pode me chamar de Ame - o polonês o olhou para ver se ele estava falando a verdade.

- Se você diz.

- Novamente me desculpa por aquela briga e por todas as outras na verdade - o polonês riu.

- Nah, tá tudo bem eu tenho que admitir que não são tão fácil de lidar também e sim eu já sussurrei algumas coisas sobre você então estamos quites.

- Hey - o americano fez cócegas no polonês que deu risada - aiai, mas você tá bem?

- Tô sim - o polonês então olhou para o americano que o encarava.

- Não você não tá, conheço essa cara - ele agora empurrava o menino com o ombro - vai é bom desabafar - o polonês parou por um tempo e pensou talvez não seria tão ruim falar com o americano e eles não tinham tantos amigos em comum e também sabia que ele não chegaria para falar com o germânico, e então suspirou.

- Tem razão - ele pensou um pouco em como começar - sabe quando você se sente tão substituível, quando o que você faz nunca vai sair certo, sabe não sei porque Ale namora comigo, eu não consigo fazer muita coisa direito, sou meio desengonçado, não sou tão bonito, não tenho um senso de humor tão bom assim, eu sou na minha.......- o americano ficou surpreso pois ele se sentia da mesma maneira só não sabia colocar em palavras tão bem quanto o polonês- eu quero me sentir bem, me sentir feliz na minha pele mas não consigo, decepciono tanto as pessoas, acho que meus pais gostariam de ter um filho melhor - quando o polonês terminou ele se virou para América que agora olhava pro chão - Ame tá tudo bem? - o americano se assustou mas logo sorriu.

- Estou sim, hey você é incrível, pode achar que não ,mas é - o polonês sorriu - sabe o que, você tem que achar algo que você goste vamos lá, pense algo que goste em você.

- Não tem.

- Deve ter sim, sabe o que mais gosto em mim - o americano parou pra pensar - Eu sou fabuloso - o polonês não pode segurar a risada e o americano riu também- Hey eu sou sim, vai agora você.

- Bom.....Eu gosto do meu cabelo.

- Tá vendo, sempre tem algo que gostamos em nós mesmos, só temos que procurar com clareza, e não pense que Prússia é melhor do que você porque com certeza não é e outra coisa não é você que é sortudo por ter Alemanha, mas ele sim devia se gabar da sorte que tem em ter você como namorado, você é incrível, gentil, se preocupa mais com as outras pessoas do que com si mesmo, se os outros não gostam de você, Foda se ,eles que estão perdendo e tenha mais um pouco de confiança - ele deu um soquinho no braço do garoto - mostre a Prússia quem você realmente é - o polonês se sentiu até mais alegre depois do que o americano disse.

- Valeu Ame e olha eu não sabia que você tinha um lado legal.

- Shhh, não conta pra ninguém, tenho que fingir que sou bad boy- os dois riram e ficaram em silêncio novamente.

- Hey quer escutar música?

- Esqueci meu celular - Na verdade ele havia desligado para não se irritar com as mensagens de Lars.

- Não bobo, digo com o meu - ele tirou o celular do bolso e conectou o fone, dando um lado dele para ao americano.

- Valeu .

- Nada.

- Olha até que o careta tem bom gosto pra música.

- Hey - o americano riu.

- Tô brincando.

- Eu sei..

.

.

Argentina e Brasil tinham acabado de sair da casa, e andavam lado a lado se dirigindo ao terminal.

- Hey - o brasileiro chamou a atenção do menino.

- Oi ?

- Como é que são os caras do orfanato?

- Por que quer saber ?

- Bem porque se nós soubermos como eles são pode ser mais fácil de saber em quem confiar e também porque tem um homem estranho ali na esquina - o corpo do argentino gelou e o brasileiro colocou o menino de frente para ele mas de costas para o homem.

- C-como ele é ?

- Ele tem uma cicatriz no olho direito, parece não estar de bom humor.

- Qual a cor do cabelo dele?

- Loiro e de olhos verdes - o coração de Argentina parecia que tinha parado naquele momento e com olhar que ele deu para Brasil ele já havia entendido, o brasileiro segurou a mão do argentino e correu com ele de volta para a casa do pai do garoto, mas como parece que o mal sempre acha um jeito, o homem viu os dois garotos e foi atrás deles.

Brasil nem se preocupou em bater na porta já abriu e entrou mais o argentino e fechando a porta logo em seguida. Vaggie olhava para eles com um cara estranha.

- Por favor Vaggie não abra a porta não deixa ele entrar - o argentino falava quase desesperado, a mulher então foi na cozinha e voltou com algo que escondia do lado do corpo e assim que o moço bateu na porta ela abriu e lhe mostrou uma espingarda apontada ao seu rosto.

- Olha aqui eu não sei o que você quer e muito menos o que acha que está fazendo mas saia da minha propriedade agora e deixe os meus filhos em paz.

- Desculpe me senhora eu não sabia que eram seus filhos ,eu pensei ser outra pessoa - ela então atirou pra cima agarrando no telhado da varanda assustando o homem que logo correu dá-li.

- V-valeu Vaggie - o argentino falou ainda assustado e desacreditado do que havia acontecido.

- Não se preocupem- ela agora sorria - entrem no carro vamos levar vocês até lá, MENDONZA TEMOS QUE SAIR.

.

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Rússia estava na aula de economia quase caindo no sono quando recebeu uma bolinha de papel na cabeça e logo se irritou mas ao olhar pra trás vou Filipinas que ria do garoto e sussurrou.

- É melhor você acordar antes que o professor te veja.

- Ele é um velho gaga, não vai nem perceber.

- Se você diz - o russo não conseguiu dormir depois daquilo e por incrível que pareça lembrou do americano e sorriu, assim que percebeu o que tinha feito balançou a cabeça de um lado para o outro e tentou ficar focado na aula, mas lá veio o sorriso do americano invadir seus pensamentos.

Ele não poderia mentir que sim o americano era um pedaço de mal caminho, era pequeno e quando irritado parecia um hamster, o que fez o russo rir ao lembrar das brigas que tinha com ele mas logo viu o sinal tocar e se dirigiu a próxima aula.

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Mendonza estava dentro do carro mais Vaggie e os dois meninos e logo chegaram ao terminal.

- Eu e Brasil vamos comprar as passagens e voltamos - a mulher disse se dirigindo logo a recepção, os dois que ficaram em silêncio dentro carro até o homem pigarriar querendo iniciar uma conversa.

- E o Uru como ele tá?

- Está bem, ele tem muita energia.

- Acho que puxou o irmão - os dois riram, logo o brasileiro e a mulher voltaram.

- Vamos - a mulher falou abrindo a porta do carro do lado do garoto - o ônibus vai sair em alguns minutos estamos com sorte.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do não escrevi mais porque tava com sono, enfim até a próxima.
Beijos


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