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História I need you - Capítulo 21


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Notas do Autor


Gente eu sei mil perdões pela demora, podem me bater eu deixo.
Eu tava com um block por isso demorei tanto pra escrever mas espero que gostem.

Capítulo 21 - Chapter 20


Fanfic / Fanfiction I need you - Capítulo 21 - Chapter 20

Já estava tarde da noite e os meninos se encontravam sentados na sala, como fazia um pouco de frio alguns estavam mais pertos um dos outros exceto por Uruguai e Malvinas que corriam pela recinto, logo América desceu as escadas.

- Mal suas coisas já estão arrumadas?

- Estão sim - a menina pegou sua mochila que estava em cima do raque e entregou ao irmão que guardou o celular da garota.

- Antes de Itália chegar Mal a gente tem que conversar algo - o garoto se abaixou na frente da menor e a fitou sério, Canadá pensou que ele fosse falar sobre o que ela tinha feito e repreende-la, mas não foi o que houve - Mal quando chegar em casa não pode contar sobre o Uru morar aqui.

- Mas por que não? Eu quero vim mais - a garota parecia triste.

- Eu sei e você pode vim, se não contar ao papai e a mamãe porque se eles descobrirem do Uru e do Argentina os dois vão precisar ir embora, você entende? - a garota ficou quieta por uns instantes olhando para o chão - se você não contar nada prometo que vou implorar a mamãe para que possa vim na sexta novamente.

A menina abriu o maior sorriso e começou a dar pulinhos.

- Sério, sério?

- Eu prometo - o garoto levantou o dedo midinho na qual ela apertou com o seu dedo.

- É uma promessa em, não vai quebrar.

- Eu prometo que não- a menina sorriu e voltou para o uruguaio correndo novamente.

América sorriu e se sentou no chão ao lado do indiano.

- Quem diria que América pode ter coração mole - Índia dizia enquanto chupava um pirulito.

- Cala boca - ele deu um soco de leve no indiano que riu e voltou a prestar atenção na TV.

Não demorou muito para que a campainha tocasse e Polônia por estar mais perto abrir a porta só para encontrar um italiano sorridente.

- Boa noite meninos- disse o homem entrando dentro de casa.

- Boa noite tiooo- Malvinas veio correndo com a mochila em suas mãos.

- Oi querida - ele pegou a menina e girou com ela só pra abraça-la depois - Iai meninos- ele beijou o americano na bochecha e passou a mão nos cabelos de Canadá e acenando para alguns já que eram tantas pessoas na sala. Mas assim que ele viu o argentino levantou uma sombracelha - E você quem é ?

- An meu n-nome é .....- o garoto havia sido pego de surpresa e olhou para o brasileiro procurando resposta.

- Ele é um amigo da minha aula de química- enquanto os outros países estavam preocupados o Brasil sorria- e tínhamos um trabalho pra fazer.

- Isso e ele tem um irmão pequeno que ele trouxe pra brincar comigo ele é muito bom em desenho - Malvinas completou enfatizando o uruguaio que sorriu.

- Bom isso é legal, enfim já tenho que ir sabe que seus pais dormem cedo - América riu.

- Sei sim, até tio, tchau Mal venha mais - o americano mais os irmãos davam tchau a pequena, que parecia triste por ir embora.

Assim que Itália ligou a moto ele partiu, Argentina pode enfim respirar por ter ficado com medo.

- Você é um bom mentiroso né? - México falou olhando o brasileiro.

- Aprendi com você- o brasileiro olhou e riu para o meio irmão.

- Comigo mesmo não, estas loco cabron- Chile riu pelo mexicano.

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Não demorou muito para que os países se dirigissem para o quarto já que no outro dia teriam aula, Rússia estava sentado na beira de sua cama enquanto pensava algo até que o americano o abraçou por trás.

- Não tem mais quarto não? - o russo perguntou tirando seu ushanka e o colocando em cima da mesa.

- Tenho mas ele é sem graça, você não quer mais minha compainha? - o americano pareceu triste, e o russo revirou os olhos segurou sua mão e o deitou em sua cama ficando em cima do mesmo.

- Não é isso, é que com você aqui todo dia não sei se consigo me segurar - ele deu um sorriso malicioso no final.

- E não precisa sou todo seu - América sorriu e puxou o russo para um beijo.

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Ucrânia estava em seu quarto e terminava de pintar um de seus quadros, logo a porta se abriu mostrando o canadense que encarava o namorado.

- Tá ficando bonito.

- Você acha? - o ucraniano falou sem tirar os olhos da tela.

- Mas não lembrava de ser tão bonito assim - Ucrânia riu do maior.

- Bom você está se vendo da maneira que eu lhe vejo.

- Poxa, então eu sou lindo - os dois riram e finalmente o menor olhou para Canadá - Hey Ukrie acha que hoje nos podemos..- foi impedido de falar.

- Sabe - ele voltou a olhar pra tela- me pergunto o que passa na cabeça das pessoas quando lhe conhecessem devem te achar muito fofo, mas mal sabem quem é você por trás de tudo isso - o canadense deu um sorriso ladino e chegou mais perto do namorado.

- É? E como eu sou ? - arqueou uma sombracelha, Ucrânia mordeu o lábio inferior e deixou o pincel na mesa e tirou o seu avental apenas para que Canadá tirasse do bolso uma pequena coleira que colocou no menor o pegando no colo logo em seguida.

- Esse louco e compulsivo por sexo.

- Bom essa parte eu apenas demonstro para uma certa pessoa - Canadá mordeu os lábios e beijou o menor, enquanto passava a mão pelo seu peitoral.

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A noite foi longa pra alguns e curta para outros, quando Brasil acordou se sentou e precisou ficar assim por uns dois minutos olhando para o nada até que se espriguicou e quando foi chamar o argentino percebeu que o menor não estava ali, então levantou da cama tomou banho e trocou de roupa descendo logo em seguida para encontrar Argentina junto ao polonês.

- Eu posso ajudar Pol não vai ser problema nenhum.

- E eu disse que não precisa Argie.

- Mas eu tô vivendo aqui eu quero ajudar.

- Bom dia - Brasil chegou e bocejou e logo o argentino lhe estendeu uma xícara de café na qual o mesmo aceitou - o que foi ?

- Eu quero ajudar na casa - o argentino disse cruzando os braços.

- Mas eu disse que não precisa - Polônia colocou a mão na cintura e se afastou mais um pouco indo em direção a pia e se apoiou na mesma. Brasil e Argentina ficaram um perto do outro.

- Você dormiu bem ? - Brasil perguntou enquanto tomava um gole de café.

- Dormi sim - o argentino sorriu.

- Quer um pouco? - ele lhe estendeu a xícara  o argentino pensou e então pegou a mesma com as duas mãos a levando a boca, enquanto Polônia assistia aquela cena fofa e sorria.

- Hey Zil a gente vai - O russo falava já na porta. 

- Tô indo- ele pegou sua mochila e ia dar um beijo no menor mas achou melhor não fazê-lo na frente dos outros e apenas lhe deu um tchauzinho.

Logo Brasil, Rússia, América, Índia, China e África do Sul ganharam a rua eles andavam conversando sobre coisas aleatórias como o dia da festa ou assuntos que eram da escola já o brasileiro estava meio cabisbaixo e não conversava chutando uma pedrinha na medida em que andavam até pararem no semáforo.

- O que foi ? - o russo perguntou encarando o brasileiro.

- Não é nada demais.

- Se não fosse nada não estava quieto, sabe mesmo com problemas pequenos você continua conversando mas hoje tá diferente - Brasil suspirou odiava por aqueles que estavam ali lhe conhecerem tão bem.

- Bom eu beijei o Argie - América começou a fazer uma dança mais Índia.

- Eu disse, eu disse que ia acontecer - o americano continuou dançando até parar e rir - mas enfim vocês são fofos juntos mas qual o problema?

- É que eu posso tá indo rápido demais com ele.

- Como rápido demais? - foi a vez do indiano falar - ele confia mais em você do que qualquer um naquela casa.

- Isso é verdade- China falou sinalizando que já podiam andar novamente - o único problema é que depois de tudo que ele passou algumas coisa não são fáceis.

- Tinha me esquecido- o indiano falou com uma voz meio triste ao lembrar.

- Por isso mesmo - Brasil falou e suspirou - Não quero que ele tenha pensamentos errados sobre mim.

- Bom - o africano começou a falar enquanto olhava pro outro lado da rua - ele confia em você o que já é uma boa, mas agora vocês tem que conversar, a maioria das coisas se concertam na conversa porque é o meio de mostrar o que você tá pesando e sentindo e se assim for vocês podem se ajeitar e sabe pegar o ritmo de como podem fazer as coisas já que Argie tem que superar o que ele passou, mas eu acho que vai ficar tudo de boa, Brasil você tenta ajudar todo mundo e fazer todo mundo se sentir bem então acho que você é a melhor opção pra ele - nesse momento todos os países encaravam o garoto que piscou duas vezes- o que foi ?

- Sabe eu pensava que você era o mais sem noção do grupo mas até que é inteligente, mas continua solteiro - o americano disse encarando o garoto que fingiu estar ofendido.

- Eu estou solteiro porque quero - naquele momento os países riram do amigo.

- Mas enfim o que vai falar pra ele Brasil? - América deixou a cabeça pender pro lado enquanto encarava o amigo que corou e virou o rosto - Eu não acredito que Brasil tá com vergonha- até Índia achou estranho a atitude do amigo - será que o que você vai falar é tão íntimo assim.

- Cala boca Ame - O brasileiro falou ainda com o rosto virado enquanto os outros países riam.

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Finlândia ainda estava na porta da casa espetando o estoniano que saiu ainda colocando os sapatos.

- Foi mal eu acordei tarde hoje.

- Sem problema - antes que eles saíssem ainda o estoniano amarrou o  Hippo em sua mochila e o finlandês o encarou.

- O que foi ?

- Hey quer sair comigo hoje?

- An.....- o estoniano corou -claro que horas? 

- Agora - Finlândia segurou a mão do menor e o puxou. 

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Chile já se encontrava na sala de química com o alemão sendo sua dupla enquanto o mesmo fazia o experimento e o chileno anotava.

- Sabe o que houve ontem?

- Sabe que não posso prestar atenção quando estou fazendo um experimento né Chile.

- Mas só escuta.

- É sério.

- Então me dá e você anota.

- Vai conseguir fazer?

- Óbvio que vou - o chileno pegou os fracos e agora o mesmo fazia o experimento - ontem México ia me falar alguma coisa mas parou antes mesmo de fazer.

- E qual o problema? Você que devia saber já que sempre anda com ele.

- Eu sei mas eu acho que era algo importante, e por isso mesmo eu devia saber o que é, mas não sei.

- Aí Chile aí fica difícil, porque não pergunta ao Brasil - Ele anotava no caderno o que acontecia com a cor do líquido no frasco sem levantar o rosto da folha.

- Eu pensei em perguntar mas sei lá- ele suspirou e antes mesmo que Alemanha pudesse falar algo um menino apareceu do lado dos dois.

- C-com licença - Chile logo reconheceu o garoto que estava ali e não disse nada- Chile eu queria pedir desculpas, eu não sabia que você era o namorado de Império Alemão na verdade ele nunca me disse que tinha alguém se eu soubesse nunca teria feito aquilo- Alemanha se assustou pelo garoto aparecer e falar tudo aquilo sem mais e nem menos.

- Você tem dupla? - foi a única coisa que Chile falou.

- Na verdade não, depois do que houve as pessoas não falam muito comigo - o garoto apertou o caderno em sua mão.

- Então senta com a gente - Chile se afastou um pouco para que o garoto colocasse uma cadeira, o qual o mesmo fez mesmo com vergonha - e não se preocupe eu sei disso, não te culpo ele é um cafajeste mesmo.

- Mesmo assim eu - foi impedido.

- Qual o seu nome mesmo ?

- Império Austro-húngaro, mas pode me chamar de Austro - ele sorriu sem graça.

- Pode deixar Austro e outra se quiser pode andar com a gente.

- Obrigado - o garoto sorriu.

- É um prazer- o alemão acenou para o garoto.

- Oi.

Quando a aula acabou Chile começou a mexer em sua mochila.

- Qual o problema? - o alemão perguntou enquanto já pegava sua mochila.

- Acho que esqueci meu caderno aqui semana passada.

- Você devia perguntar a tia ela guarda em um de seus armários os materiais perdidos - o austro-húngaro disse enquanto pegava sua bolsa.

- Vou fazer isso mesmo nos vemos depois, tchau.

- Tchau.

- Tchau Chile boa sorte.

O chileno andava rápido pelo corredor até se bater com o mexicano.

- Ah oi Chile.

- Oi México, vem comigo - ele puxou o mexicano sem mais e nem menos.

- Aonde vamos ?

- Vamos atrás da tia da limpeza.

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Malásia estava na sala de música e tocava alguma sinfonia de Beethoven no piano ele estava tão concentrado e com os olhos fechados que não percebeu o momento que o indonésio sentou-se ao seu lado.

- Você toca demais - o malaio se assustou mas ao ver quem era deu um soco em seu braço.

- Não chegue assim sei idiota - o indonésio riu.

- Foi mal.

- Nada, quer tocar comigo ?

- Bom não lembro muito bem já faz muito tempo que não toco - os dois então começaram uma melodia lenta e tocavam com cuidado as teclas do piano até que Malásia aumentou a velocidade e Indonésia não conseguiu acompanha-lo tão bem.

- Tem razão você toca muito mal.

- Hey - o malaio riu.

- Foi mal.

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Chile e México logo entraram em um quartinho do colégio .

- Iai ela disse o que? - o mexicano deixou Chile passar em sua frente.

- Ela disse que estava nesse armário aqui porque o outro são só para aparelhos.

- Hum.......enfim o que você perdeu?

- Meu caderno de geografia.

- Só podia ser você.

- Callaté wey- o mexicano riu até escutar uma voz familiar mas antes que pudesse falar algo foi puxado para dentro do armário junto com o chileno.

- O que você tá fazendo- ele cochichou.

- Eu não quero que I.A. me veja.

Logo o Império Alemão e Lars entraram dentro do recinto e fecharam a porta indo em direção ao outro armário.

- Mas enfim o que você perdeu mesmo? - Lars perguntou enquanto se apoiava na parede.

- Bom semana passada eu perdi meu telefone então fui atrás da tia.........achei.

- Quer ? - ele lhe estendeu um cigarro.

- Não obrigado.....vou ter mesmo que esperar você terminar?

- Vai sim - o alemão suspirou e se apoiou com o amigo na parede.

Chile já estava cansado então como havia ficado na frente tentava não se apoiar na porta para que ela não se abrisse e mexia as pernas como se quisesse passar o peso do seu corpo, ficou fazendo isso por alguns segundos até sentir as mãos do mexicano em sua cintura.

- Wey deja de moverte- o chileno não entendeu até que sentiu algo encostando em si.

- México isso é seu telefone né?

- Peor que no- o rosto do chileno ficou vermelho igual ao do mexicano.

- Enfim I.A. vai me dizer o porquê de ter traído Chile?

- Como assim?

- Chile ele é um pedaço de mal caminho aquela bunda Wow - o mexicano que estava dentro do armário não gostou do comentário do amigo mas não podia mentir, ele realmente tinha.

- Sabe eu achei que ele estava me traindo com México, foi o único motivo.

- Hum e por que não fala com ele?

- Bom ele tá sempre andando com México acho que ele já esqueceu de mim.

- Bom você perdeu aquela bunda incrível.

- Da pra parar de falar dele.

- Ele não é mais nada seu.

- E daí?

Chile e México ainda estavam da mesma maneira dentro do armário só que por conta do chileno já estar cansado ele se virou com calma agora ficando cara a cara com o mexicano.

- Esto no ayuda.

- Yo sé perdoname solo estoy cansado - Chile ainda tentava se mexer então o mexicano segurou sua cintura novamente.

- Perdoname, mas se mueve demasiado.

- Lo siento - México tentava segurar o que sentia entre as pernas mas por conta do chileno já estar cansado não conseguia parar de se mover, o menor possuía todo o rosto vermelho per sentir o mexicano cutucá-lo as vezes.

- Sal de aquí- os dois pensavam enquanto ainda continuavam presos.

Lars então jogou o cigarro no chão e pisou em cima.

- Vamos.

- Até que enfim - assim que os dois garotos saíram do quartinho México e Chile ainda estavam no armário não conseguiam se mexer e o chileno parecia ter a cabeça nas nuvens o que preocupou o mexicano.

- Chile não tá pensando em voltar para I.A. está? - México falou meio triste.

- Estas loco wey? Claro que não, seria a ultima coisa que eu iria fazer.

- Bom só foi uma pergunta - os dois ficaram quietos por alguns segundos.

- Hey Mex o que você queria me falar ontem? - o rosto do mexicano corou novamente e ele tentava olhar para os lados mas só conseguia ver as paredes do armário e então suspirou. 

- Bueno yo......queria te dizer o quanto você tem me chamado a atenção Chile, já faz um tempo que acho que eu comecei a ter sentimentos por você ou eles sempre estiveram aqui e eu só não percebi - quando México parou ele olhou para baixo e o chileno estava totalmente corado.

Os dois se encararam por alguns segundo até Chile colocar as duas mãos no rosto do mexicano e puxa-ló para um beijo, no início ele foi meio desajeitado pela empolgação dos dois, mas logo ele foi ficando mais calmo e foi possível que o mexicano pedisse permissão que foi cedida pelo chileno só se afastaram quando lhes faltou ar.

- Você quer ficar aqui mais um pouco ? - o mexicano perguntou tentando recuperar o fôlego.

- Eu quero - o chileno riu e voltou a beija-ló.

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Polônia havia acabado de entrar no banheiro e encostou sua mochila na parede e molhou o rosto estava com tanto sono, havia ido dormir tarde tentando terminar uma atividade de economia com ajuda do germânico.

- Ora, ora olha quem chegou.

Polônia tomou um susto com a voz e virou encontrando Prússia com uma tesoura em sua mão.

- O que você quer? - o polonês perguntou com um pouco de medo da menina.

- Sabe eu não gostei quando você falou aquelas coisas.

- Eu estava bêbado Prússia não saiu porque eu realmente quis.

- Bom você estando bêbado ou não, eu não gostei.

O polonês sentiu seus braços serem segurados e ao perceber Kiamar e Rio de la Plata os seguravam, Polônia tentava se soltar e não conseguia. 

- Eu só vou cortar seu cabelo um pouquinho afinal ele cresce de novo né?

Porém pelo polonês tentar se soltar a tesoura corria da mão da menina.

- Aí que merda você tinha que se mexer né?

Polônia se sentou no chão sem entender o que havia acontecido direito pois sentia um queimação em sua cabeça.

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Israel havia acabado de virar o corredor e tentou entrar no banheiro sem êxito nenhum e tentou empurrar a porta mas de nada adiantou não tinha tanta força até ver alguém conhecido passar.

- I.A. você pode abrir a porta pra mim?

- Ela tá emperrada ?

- Não sei.

- Tá se afasta um pouco - o alemão então com o braço empurrou a porta três vezes com força só para conseguir abri-la e perceber que o trinco havia caído percebendo que ela estava trancada mas achou estranho pois só dava para tranca-la por fora.

Israel então entrou só para encontrar o amigo no chão.

-Pol tá tudo bem? O que houve ?

O Império Alemão não entendeu muito bem já que viu que havia cabelo no chão, o polonês que estava com a mão na cabeça encarava o amigo.

- Minha cabeça tá queimando.

- Como assim deixa eu ver.....- assim que o polonês tirou a mão o sangue desceu fazendo o Israel arregalar os olhos.

- Ah meu Deus Pol precisamos ir para a enfermaria agora - o israelense o ajudou a levantar enquanto o Império pegou sua mochila.


Notas Finais


Me desculpem mesmo a demora. Espero que tenham gostado e por favor não me matem.


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