História I Need Your Love - Percabeth - Capítulo 28


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Atena, Calipso, Frank Zhang, Hazel Levesque, Hera (Juno), Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper Mclean, Poseidon, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Tags Jasiper, Percabeth, Solangelo, Thaluke
Visualizações 306
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi, bebês! MIL desculpas pela demora. Mas eu estava cheia de provas para estudar, por isso n estava dando para escrever. Fiquem com mais um capítulo.
Espero que gostem! Szsz

Capítulo 28 - Revenge?


P.O.V. Annabeth Chase

Eu estava em meu quarto, deitada na cama e encarando o teto branco acima de mim.

Não sabia o motivo de Percy ter feito tudo aquilo. Depois que as meninas foram embora, a raiva foi desaparecendo e sendo tomada pela curiosidade.

Eu ainda tinha vontade de me vingar, mas a coisa que eu mais queria no momento era saber o que levou Percy a fazer isso comigo e com outros alunos também.

Percy era uma boa pessoa, eu tinha certeza disso, mas ele conseguia ser um completo babaca quando queria e isso era algo que eu não sabia explicar.

No meu primeiro dia de aula ele tinha sido um garoto maravilhoso comigo, porém, nos dias seguintes (os quais não narrei), eu comecei a ver seu lado mauricinho cada vez mais forte, até que um dia eu vi ele e os “amiguinhos” populares dele fazendo bullying com um grupo de garotos. No momento eu não disse nada, mas ele me decepcionou completamente. Nesse dia eu tentei me convencer de que ele tinha um motivo para ter feito aquilo, afinal, nunca gostei muito de julgar uma pessoa apenas por ela ter cometido um deslize, mas depois vi que essas atitudes de Percy eram frequentes, porém decidi não me meter nem falar nada, afinal, ele nunca tinha feito algo de ruim para mim — até o dia de hoje, que ele agiu como um completo babaca estúpido.

Assim que eu saí da escola, o bloqueei em todas as minhas redes sociais, em ligações e, até mesmo em mensagem de texto. Eu tinha certeza de que ele não havia tentado me contactar, senão o meu celular me enviaria uma notificação.

Depois de mais ou menos uma hora e meia tentando dormir, mas falhando miseravelmente, levantei-me da cama, troquei meu pijama por uma roupa de frio preta e saí pela janela do meu quarto.

Estava determinada em descobrir que merdas o Jackson fazia. Não sei porquê, mas tinha certeza de que ele estava metido em algo errado. Minha intuição nunca falhava, mas eu esperava com todas as minhas forças que dessa vez ela estivesse errada e eu só fosse uma louca paranóica.

•••


Depois de dar algumas voltas pelo meu condomínio, tentando pensar e limpar minha mente, já estava à umas duas quadras de voltar para casa quando vejo duas sombras encapuzadas conversando. As pessoas não me viram, por isso me aproximei o máximo que consegui me escondendo nos arbustos mais próximos e comecei a escutar a conversa dos dois.


Minha mãe sempre me disse que não era legal escutar a conversa alheia e que “quem procura, acha”, mas minha consciência me mandou escutar o que aqueles seres humanos tanto falavam.


— Não 'tá tudo aqui. — disse a primeira sombra, que, por incrível que pareça, tinha uma voz extremamente familiar.


— Claro que 'tá! — disse a segunda sombra, a qual nunca tinha escutado a voz na minha vida. Era uma voz rouca e um tanto arrastada, parecia que o dono da voz estava um pouco (talvez muito) drogado.


— Se 'tivesse eu não estaria reclamando, idiota — depois que a voz conhecida por mim disse isso, a outra pessoa suspirou pesadamente — Escuta aqui, eu não paguei mais de cem dólares pra você me trazer só isso.


— Escuta aqui, Jackson — nesse momento meu corpo gelou completamente — Parte da grana que você me deu é pra eu ficar calado e não contar pra sua família ou pros seus amiguinhos as merdas que você ta fazendo. Eu acho até que o meu silêncio 'tá barato demais! Se você não quiser que eu conte, tem que aprender a parar de reclamar.


Depois disso, o garoto deu um murro no rosto de Percy, que caiu no chão e ficou olhando o outro se afastar.


Assim que vi que era seguro, saí de meu pequeno “esconderijo” e fui até o idiota que estava sentado no chão. Quando eu entrei em seu campo de visão, o mesmo escondeu um pacotinho que estava em sua mão e eu revirei os olhos.


Ele acha mesmo que eu não sei o que ele comprou?


— Levanta, Perseu — estendi minha mão, a qual ele segurou, e puxei-o para ajudá-lo a levantar.


Ele ficou com a cabeça baixa o tempo todo, enquanto eu apenas o encarava.


— P-por que me ajudou? — perguntou ainda olhando para baixo.


— Porque eu não sou idiota igual a você, babaca.


Eu ainda estava com raiva dele, mas algo em mim doía ao vê-lo daquele jeito.


— Não precisava me ajudar. Não pedi a sua ajuda.


— Então eu vou embora. Mal agradecido do caralho.


Me virei para ir embora, mas senti sua mão segurar forte meu pulso.


— Não vai. Desculpa.


— Por que eu deveria te desculpar, Percy?


— Por eu ter sido completamente idiota com você. Me deixa explicar.


— Percy, eu tenho que ir embora, já 'tá tarde e amanhã a gente tem aula, eu não...


— Por favor! — ele me encarou com seus olhos verdes enchendo de lágrimas e eu recurso os olhos.


— 'Tá! — respondi dando um suspiro pesado.


Ele sorriu e tentou me abraçar, mas eu me afastei.


— Eu só vou te escutar, isso não quer dizer que eu tenha te perdoado ou que eu vá te perdoar.


— Desculpa — ele olhou para baixo e eu revirei os olhos novamente.


— Será que tem como você parar de pedir desculpas e me explicar logo que merda 'tá acontecendo?


Fiquei o encarando esperando por sua resposta, a qual não veio, ao invés disso, ele apenas me deixou mais curiosa ainda quando disse:


— Vamos.


— Como é?


— Eu não posso te contar uma coisa dessas no meio da rua — ele sussurrou e começou a olhar ao redor — Alguém pode ouvir.


— Pelos deuses, Percy. Que merda tu fez? — perguntei retoricamente e ele apenas deu de ombros, me puxando pela mão e me levando para um lugar até o momento desconhecido.


•••


— Agora pode me explicar? — perguntei já impaciente enquanto me sentava na beirada da cama do garoto.


— Olha, primeiro você precisa me prometer que não vai contar pra ninguém.


— 'Tá, 'tá. Que seja. Eu não vou contar. Você sabe que eu não sou fofoqueira.


— Promete mesmo?


— Eu prometo, Jackson. Juro!


— Okay... — ele suspirou pesado. — Eu vou começar pelo motivo de eu ter feito aquilo com você.


— Diga...


— Primeiro eu quero pedir desculpas por tudo. Eu sei que eu fui um babaca com você. Mas... Eu fiz aquilo por quê me obrigaram.


— Nem vem com essa que comigo essas desculpinhas não colam, Jackson. Se você não quisesse, não teria feito. Você fez pra impressionar os amiguinhos idiotas que você tem naquela escola. Vocês são todos tão filhos da puta. Fazem coisas deploráveis e...


— Vai me deixar terminar?


— Que seja! Se quiser, pode continuar falando sozinho. Eu não vim aqui pra você me dar uma desculpinha escrota dessas. Chega, Jackson, eu não nasci pra aguentar isso.


— Annabeth, você disse que ia me escutar, mas 'tá surtando! Eu disse que vou me explicar. Ainda não disse tudo o que eu queria.


— Você tem cinco minutos pra me convencer, Perseu.


— Obrigada. Bem, como eu ia dizendo... Eu fui obrigado a fazer aquilo por quê eles ficavam me enchendo o saco pelo fato de no primeiro dia de aula eu ter te defendido da Drew e das amiguinhas idiotas dela. Eles passaram mais de uma semana me ameaçando, dizendo que iam contar pra minha mãe as coisas erradas que eu fazia e ainda faço. Disseram que se eu não fizesse nada pra te humilhar, eles mesmos iriam fazer e que não seria nada “leve”, disseram que não seria uma humilhação pública, mas que iria ficar guardada na sua mente pra sempre.


Eu arregalei tanto os meus olhos naquele momento que juro que eu não sei como eles não saíram das órbitas. Comecei a tremer tanto que não conseguia nem mesmo falar uma palavra que fosse. Obviamente o que ficaria “guardado na minha mente” era um abuso sexual. Os adolescentes são tão idiotas que conseguiriam estuprar alguém apenas para demonstrar “poder”.


— Eu fiz aquilo pra te proteger, Annie... — ele sussurrou e veio até mim — Sinto muito...


— P-Percy... E-eu tô com medo...


O moreno me abraçou forte.


— Não se preocupa. Eu não vou deixar ninguém te fazer nenhum mal. Prometo.


— M-mas e agora? E se eles ainda pensarem em fazer alguma coisa comigo?


— Eu vou convencer eles a ficarem quietos, mas preciso que tudo entre nós continue a ser como estava. Você precisa fingir que ainda me odeia por eu ter feito aquilo com você.


— E quem disse que eu não odeio? — perguntei olhando pra ele, que ficou com uma feição triste — 'Tô brincando, Jackson. Você 'tá sério demais hoje, viu?


Nós dois rimos juntos.


— Agora será que tem como você me contar o que estava fazendo lá fora com aquele cara de capuz? — perguntei o encarando.


— Não até você me contar o que você estava fazendo andando tarde da noite pelo condomínio.


— Eu perguntei primeiro — falei convicta.


— Mas a resposta que eu tenho que dar é mais complexa.


— Okay, então, senhor Mistério. Eu estava sem sono e fui andar por aí pra ver se encontrava.


— Encontrava o quê? — franziu o cenho.


— O sono né, Percy? — ri de sua lerdeza.


— Aaaahhh! — ele disse olhando pro nada, como se tivesse acabado de ligar os pontos.


— E você? O que estava fazendo lá fora?


— Bem, eu...


CONTINUA... (Leiam as notas finais)



Notas Finais


O que acharam? Espero que tenham gostado. Me desculpem pela demora e não desistam de mim. Amo vcs.
Bem, eu queria pedir pra vcs darem uma passadinha lá no meu insta, eu fiz o primeiro post e estarei respondendo algumas perguntinhas de vcs pelos stories!
Meu insta: @heypurplegum


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