História I promise - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Johnny, Taeil, Taeyong
Tags Dotae, Hanahaki Byou, Menção 2tae, Menção Johnil
Visualizações 14
Palavras 1.386
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nyeong-An ~

Finalmente consegui escrever algo com meu otp, mesmo não focando no relacionamento dos dois, conta, okay? ks.
Eu nem sei de onde saiu isso, mas saiu e é isso que importa.

Boa leitura.

Capítulo 1 - For love, I promise


Fanfic / Fanfiction I promise - Capítulo 1 - For love, I promise

2005...


- Taeyong-ah... - olhei para meu Hyung - você morreria por alguém? Digo, por amor? 

- Morreria por meus pais, eu os amo, certo? - meu Hyung riu. 

- Não é sobre amor familiar, entende? - silêncio, não um silêncio desconfortável, apenas silêncio. 

- Acho que entendo... Nesse caso, morreria por ti, Hyung. Eu o amo - ele sorriu, o sorriso mais lindo que eu já havia visto. 

- promete? - ele estendeu seu mindinho.

- prometo - e eu o entrelacei com o meu. 


...2018...


Uma pétala de rosa branca

Mais uma caida de minha boca, a pétala do amor mais puro se uma criança, hoje manchada com sangue, como toda a inocência de um amor não correspondido, de uma promessa, que logo se cumprirá. 

Fazem três anos, três anos que as pétalas caem e minha respiração fica mais pesada, três anos em que eu fui covarde demais e deixei ele escapar de meus braços, mas quando penso, percebo que ele nunca esteve em meus braços realmente, percebo que nunca tive você, que sempre estive sozinho. 

Assim meus pensamentos voltam para o dia em que as pétalas começaram a cair, o dia em que eu cuspi todas elas, junto com a inocência do meu amor por ele. 


...2015... 


- Hey hyung - acenei para Taeil que estava do outro lado da rua a minha espera. 

Sinal vermelho.

Sem hesitar corri ao seu encontro, lhe dando um abraço, como sempre faço. 

- Alguma novidade? - neguei.

- Como sempre preso na mesma monotonia - sorri de canto, enquanto andávamos a caminho da faculdade - mas e você? Parece empolgado 

- Na verdade - ele parecia hesitante, mas não tardou a falar - conhece o Johnny? - afirmei - bem, temos estado mais próximos, sabe? - eu travei, imaginando oque viria a seguir, eu não queria acreditar - nós estamos namorando. 

"Namorando" 

Nunca uma palavra havia me machucado tanto, como facas perfurando meus coração, eu engoli a palavra. Com meus olhos prestes a marejar, eu lhe sei o mais falso sorriso e com os labios tremendo, eu disse: 

- Fico feliz por você, o Johnny... É uma boa pessoa - eu não podia desabar justo ali - com licença - lhe dei as costas, correndo para qualquer lugar onde pudesse me esconder, esconder de Taeil, esconder do mundo. 

Não havia percebido, mas estava dentro de uma cabine do banheiro da faculdade, por mais apertado que fosse, bastava. 

Eu chorei, chorei como nunca havia chorado antes. Me sentia traído, mesmo que não fosse traição. Inútil, mesmo que não houvesse nada a ser feito. Culpado, mesmo que soubesse que a culpa não era minha. Eu me sentia um covarde, se eu tivesse me declarado, estaríamos juntos? Eu teria seus labios nos meus? Perguntas que, por ser tão covarde, nunca saberei as respostas. 

Garganta seca, mãos suadas, cabeça perturbada pela palavra proferida recentemente e uma pétala, uma pétala branca, do amor puro. Eu sabia oque era e então, as lágrimas rolaram novamente. 


...2018...


Uma rosa branca

Dessa vez, finalmente inteira, mas novamente manchada com o sangue de meus pulmões, que assim como meus coração, não teram função alguma em um corpo perfurado pelos espinhos das rosas brancas. 

Enquanto as rosas me consumiam, eu ouvi, ouvi a porta sendo a arrombada e a doce voz se Doyoung, agora quase rouca pelas súplicas. 

- Taeyong hyung, por favor - ele me abraçava em cima da cama em que estou deitado a dias. 

- Eu prometi, prometi que morreria por ele, prometi que morreria por amor, e assim será feito - eu tinha uma outra opção, sempre tive, mas eu fiz uma promessa. 

- Você não precisa cumprir! - ele disse quase gritando - você prometeu, mas eu não! - o olhei espantado. 

Não podia ser, ou podia? 

- Eu não prometi que morreria por amor, eu não prometi que morreria por você. Será que não consegue entender? Eu te amo seu idiota. Eu não prometi que  morreria por amor, prometi que lhe salvaria por amor. As flores também caem de minha boca, tulipas roxas, por sua causa, por minha causa. Então por favor, me deixei te ajudar, por amor, eu prometo. 

"Por amor, eu prometo" 

Promessas podem ser quebradas, me desculpe Taeil hyung. 

- Eu tinha um motivo para ir, mas agora eu tenho um motivo diferente pra ficar - por um momento pude ver seu sorriso enquanto lágrimas rolavam por sua face - então por amor, me salve... 


...2017...


As flores ainda caiam por minha boca. Engolir o café era dolorido, mas eu não iria morrer de fome, não, era muito dramático, mais do que está sendo. 

Estava na hora de ir para a faculdade, mas eu não iria hoje, vê-lo aos beijos com o namorado, seria doloroso demais. Então eu apenas sai do estabelecimento e andei até o parque, o parque de sakuras, em que eu prometi minha vida a Taeil. 

Uma pétala branca cai. 

Antes mesmo de eu poder pega-la, alguém esbarrou em mim, derramando café em minha camiseta. Quando soltei um gemido de dor, o estranho logo se virou para mim. 

- Você está bem? Deixe me lhe ajudar - o garoto vem até mim e me ajuda a levantar, logo fixando seus olhos em minha camiseta recém manchada - oh, sinto muito - olhou para o lado, como se estivesse a pensar em algo - venha até meu apartamento para que du possa lhe emprestar uma outra camiseta - neguei - por favor, não posso lhe deixar desse jeito. 

- ...Okay - eu nem havia terminado meu diálogo e ele me puxou para seu suposto apartamento. 


- Ah, que falta de respeito de minha parte, me chamo Kim Dongyoung, e você é? - ele sorriu para mim apertando os botões que nos levaria a seu apartamento. 

- Lee Taeyong, tenho 22 anos, suponho ser seu hyung, certo? - me olhou surpreso e eu não deixei de dar um sorriso de canto pela sua expressão fofa. 

- Omo, como sabes? 

- intuição. 


Chegando em seu apartamento, Doyounge disse para ir tomar um banho enquanto ele separava uma roupa limpa para mim. 

Novamente estou pensando em Taeil, por que aqui? Por que agora? Por mais que eu tente, em todos os momentos o Moon vem a minha cabeça e com ele, uma pétala branca. 

Saindo do banheiro, dou de cara com Doyoung me chamando para tomar café consigo, não neguei, pelo contrário, me sentei ao lado do Kim. 

- Então hyung... Você tem a doença, não é? Me desculpe pela pergunta - ele parecia hesitante, eu tentei me fazer de desentendido - Hanahaki byou, eu lhe vi cuspindo aquela pétala branca, hyung.

Silêncio 

- É complicado  

- Você deveria fazer algo, digo, fazer a cirurgia - sua face demonstrava preocupação. 

Isso faz sentido? Acabamos de nos conhecer. 

- Eu não posso, eu fiz uma promessa. 

"Promessa" 


...2018...


Uma luz forte, vozes de pessoas desconhecidas por mim e a sensação de morte. Eu morri? É isso? Mas eu realmente não lembro de nenhum acidente, como eu morri? 

- Doutor, doutor, o paciente acordou - uma voz fina e estridente tirou me de meus pensamentos. 

- O-onde estou? 

Eu estava vivo? Como era possível? Como um flash, uma frase vem a minha mente "por amor, eu vou te salvar" 

"Amor".

- Não faça movimentos bruscos, Sr. Lee, iremos fazer um check up em você - Aquele era o tal " doutor"? 


- Aparentemente você está bem, enfim, tens algumas pessoas esperando por ti, Sr. Lee - o olhei confuso. 

Mas é claro... Doyoung! 

Sai da cama de hospital as pressas, eu não podia deixa-lo passar, não quando tenho uma chance. Ao parar na recepção, me deparei com duas figuras familiares, mas não tão fáceis de se beijour. Em seus uniformes haviam crachás com seus nomes. 

"Seo Johnny" e "Moon Taeil" 

O garoto cujo o nome aparentemente era Taeil, fixou seus olhos nos meus, mas por que eles pareciam tão vazios? E por que o garoto ao seu lado aparentava estar tão abalado quando olhava pra mim? Minha cabeça doía, eu não fazia ideia de quem eram essas pessoas, mas eles mexiam comigo de certo modo, principalmente o Moon.

Antes que eu fosse ao encontro dos dois, uma mão segurou meu pulso, era ele...

Kim Dongyoung.

Sua outra mão segurava um belo buquê de tulipas. 

Tulipas roxas. 

Eu sorri pra si e o mesmo me beijou.

 


Notas Finais


Até ~


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