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História I Promise to Hate You , Lysandre . - Capítulo 1


Escrita por: e _--Hassich--_-


Notas do Autor


Como Avisamos a fanfic está aqui ❤
Esta fic está sendo repostada e reeorganizada, então pedimos paciência, esperamos que gostem!
Antes de tudo avisando
ALGUNS DOS PERSONAGENS ENCONTRADOS NESSA HISTÓRIA NÃO ME PERTECEM, MAS SÃO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES, OS EVENTUAIS PERSONAGENS ORIGINAIS DESTA HISTÓRIA SÃO DE MINHA PROPIEDADE INTELECTUAL. HISTÓRIA SEM FINS LUCRATIVOS CRIADA DE FÃ PARA FÃ SEM COMPROMETER A OBRA ORIGINAL.

Capítulo 1 - Maldito Século


Fanfic / Fanfiction I Promise to Hate You , Lysandre . - Capítulo 1 - Maldito Século

 

 

Maldito século dezoito, Eu poderia ter nascido em outro século, qualquer um menos nesse inferno de vida, bem aqui estou eu, esperando paciente mente quase como uma santa intocável que algum homem finja um interesse em mim que provavelmente e focado apenas no meu corpo e fingir um interesse que quer vim aqui e casar comigo, Quando na verdade, eles só querem as mulheres daqui, para ter casa limpa, comida na boca, e sexo resumindo uma empregada que você belo homem com muito dinheiro pode abusar e ainda ostentar em bailes da alta sociedade praticamente uma boneca. "Mude esse pensamento, Garota tola, nem todos os homens são iguais a de existir homens que amam de verdade" Oh pobre irmã Ana, perdia seu tempo me falando aquilo como se fosse entrar algo desse tipo na minha cabeça, Tolice!

Coloquei o pé na grama fresca e parando de pensar nessas bobagens, eu estava sentada em um balanço de madeira antigo, talvez um dos poucos lugares que me permitia ter paz ali. Ouvi o sinal, que nos alertava para todas dali irem comer. Me levantei de vez com a má vontade de sempre, colocando a sapatilha preta no pé. Bom meu nome é Jocelyn, tenho 17 anos e tenho 1 ,70 de altura, sou branca(até demais, penso que as irmãs me confundem com um fantasma até), meus cabelos são pretos e curtos . " Uma dama de respeito deve ter cabelos longos o suficiente para realçar sua beleza para chamar a atenção dos rapazes, não um cabelo tão curto como o de uma meretriz" A irmã Ana, sempre dizia isso, Eu cortei meu cabelo com quinze anos e foi a melhor coisa que fiz, bem era isso que eu pensava ate a irmã Maria me dar uma bela surra depois disso. Me dizendo que cabelo de mulher tinha que ser grande por que era algo que atraí os homens e que se o prefeito visse aquilo, morreria. Que morra, não me adiciona em nada. Chegou um momento que elas se cansaram disso e desistiram por que de uma forma ou outra eu sempre conseguia cortar desde então meus cabelos são curtos e não há quem me faça mudar de ideia.

Passei pela grande entrada que leva ao refeitório vi todas as meninas se sentando, Todas arrumadas o suficiente pra me fazer perguntar “onde é o baile?” mas mantenho a minha doce ironia só na minha cabeça evitando um possível castigo por não segurar a minha boca. praticamente quase todas daqui usam um quilo de maquiagem as vezes tento imaginar seus rostos de verdade já que tentam esconder as imperfeições a cima de tudo e nesse processo quase perdem suas formas faciais, usam sutiã mais apertado que elástico parece que vão se sufocar pra ficarem perfeitas, todas ali usavam saias abaixo do joelho. Só usava vestido mulher casada como se fosse pra ficarem mais arrumadas que as moças, quase uma forma de se saber quem é casada e quem é solteira, que palhaçada.

Me sentei bem longe de todas se possível eu comeria ate no meu quarto para não ficar nesse circo de aberrações, mas como não é permitido abaixo minhas asinhas e fico comendo na minha. Dai você me pergunta querida Jocelyn você não esta sendo ignorante? Em julgar tão facilmente? E eu te responde que vivi com essas adoráveis moças durante muito tempo já que eu fui abandonada nesse lugar terrível muito cedo em terna idade então as conheço bem então eu sei como são podres por dentro algumas ate por fora, enfim, toda essa maquiagem me enjoa, me sinto em um ambiente estranho, como uma mercadoria a venda e eu tenho que mostrar que o meu “produto” seria melhor que o da outra concorrente, mas de certa forma eu ate entendo essas garotas foram moldadas pra serem assim, não tem culpa de possuírem essa carência que só seria preenchida com um marido Lá no fundo elas sabiam que só queriam alguém para amar, mas toda essa perfeição não adiantava.

- Chega para lá coisa

Ouvi Ambre falando com uma menina de óculos. A menina se levantou da mesa quase de forma automática parecia ter se acostumado com aquele tratamento ridículo e se mostrou obediente, e sentou-se sozinha. A Ambre era a pior de todas, muita maquiagem, roupas coladas, decote demais ela não era feia, longe disso era só era muito estupida mesmo. Mas não sei o que ela fazia aqui, ela não era virgem , todos sabem disso . Ela deu uma alta risada como se estar nesse inferno e como se fosse extremamente divertido.

Eu sei que ninguém vai me escolher. Não que isso seja realmente relevante e eu acredito que isso seja benéfico pra mim, pois irei embora daqui. Quando as moças fazem dezoito, são liberadas , a trabalhar por que dezoito já e considerado uma idade difícil para os homens quererem casar-se, e eu rezo que não me queiram mesmo. As moças que são liberadas podem ir embora, se provarem serem responsáveis , mas a minha técnica seria a melhor de todas dali , eu iria meter o pé, iria fugir, ir embora , não aguentava ver a cara de mais ninguém daqui e acredito que o sentimento seja mais que reciproco, se eu fugir terei a grande sorte de nem procurarem por mim, que sorte eu teria!

Ambre se levantou com suas amiguinhas.

- Irmã vou ao banheiro .

Ambre falou , esticando a mão para chamar a atenção da irmã que estava apenas observando as moças ou como eu gosto de falar vigiando.

- Pode ir

A irmã Ana , falou de forma simples e voltou seu olhar para o resto do salão .

Eu vou embora daqui o mais rápido possível era a preferencia, não aguento mais esse mundo fechado está me sufocando, sinto a minha tristeza escorrendo pelos meus poros , todas essas parecem espelhos que me mostram o quanto esse mundo não foi feito pra mim basicamente não se pode fazer nada nesse pequeno pedaço de inferno

- Atenção Todas as meninas quero todas indo para a sala de leitura, agora.

Irmã Ana gritou de forma seria e autoritaria, ela sabia que ninguém aqui refutaria nada então Todas começaram a se levantar, esperei todo mundo sair e fiquei esperando a minha brecha perfeita, mas como sempre á águia ops Irmã Ana estava vindo em minha direção e eu penso em fugir como um passarinho com medo do gato.

Não. Por favor, não vem aqui . Me levantei como se eu fosse me encaminhar para a sala de leitura como as outras, mas de repente a irmã me surpreende com um tom de voz calmo que ate me dá calafrios de imaginar o que ela queria.

- Pode esperar, Jocelyn – Falou paciente

E eu tentando mostrar calma, Parei a observando, Ela era feliz ou pelo menos era o que parecia , com um pano no cabelo que cobria os poucos cabelos brancos que tinha, como eu sabia disso? Acabei vendo um dia quando a mesma esquecera de usar o bendito pano enfim usava um vestido tampando tudo, só mãos e rosto podia se ver. Se ela pensasse alguma putaria , tinha que rezar um milhão de ave Marias . Coitada seguro minha risada quase como segurar uma faca pela lamina a diferença e que nessa situação um corte era o de menos ignorei meus pensamentos sobre a mesma e a respondi

- Sim , Ana , o que foi dessa vez ? – infelizmente deixei transparecer a minha arrogância e irrelevância que tinha aquela conversa, resultado? Eu me foderei bonito-

- Vi que você pegou uma tesoura ontem , onde está ? –Perguntou ignorando a minha forma de falar e percebi que esta desconfiada-

- Irmã, estou costurando uma roupa para mim então preciso da tesoura –Falei simples, mentindo obviamente da maneira mais descarada o possível-

Ela ficou em silêncio me observando e me analisando, praticamente passando uma lamina nas minhas palavras procurando brechas, mas por fim se rende e apenas diz

- Estou de olho em você –Tentou ser o mais seria e convincente possível-

E eu apenas disse sem me importar muito

- Tudo bem , fique não ira encontrar nada mesmo

Fale por fim dando de ombros já que não me importo, virei às costas e fui saindo, e indo em direção a sala de leitura. Na verdade eu peguei a tesoura, para fazer parte do meu plano de ir embora daqui. Eu estava cortando várias cobertas para fazer uma corda, para pular pela janela claro que eu só fazia isso de madrugada para não chamar atenção, durante o dia eu fingia fazer uma saia para não levantar suspeitas e eu já tinha meu plano meticuloso planejado era só descer pelos lençóis que serão usados como corda e Lá embaixo na portaria , era só dizer que uma das irmãs teriam me mandado pegar flores. Quando cheguei na sala de leitura, não havia mais ninguém, o que me surpreendeu

Para onde foram todos?

Em um momento A porta se abriu rapidamente que me fez pular assustada.

- Corra, menina chegou uma família, para escolher uma menina –Era a irmã Ana que parecia vir diretamente do buraco do inferno, pelo menos era o que significava pra mim a situação-

Ah não o que eu mais odiava iria acontecer de novo

- Ana, por favor deixe- me ficar aqui pelo menos essa vez –eu implorava por que ficar naquela situação não era nenhum pouco agradável pros meus neurônios-

- Irmã, me chame de irmã Ana, não sou sua colega de quarto, me mostre mais respeito garota. E não, vá logo, essa pode ser a sua chance. – Falava de forma fria e autoritária-

- Chance de virar uma qualquer, uma inútil de mente vazia? –Falei como um ultimo fio de esperança de me livrar dessa mas ela me corta rapidamente-

- Olha a boca –percebo a nítida falta de paciência dela que me puxou para fora da sala de leitura forçando me a ir-

E em seguida fala sem me deixar brecha para retrucar

- Vamos, menina

Ela abriu a sala, da inspetora me jogando lá dentro como um saco de batatas, a diferença é que eu sou mais bonita que um, a fileira já estava formada e todas estavam ali como bonecas ou como produto. Pronta para serem vendidas e felizes com isso. Por mil ou dois mil um valor que com certeza não vale uma vida assim, uma moça que ainda tem a vida toda pela frente, mas ninguém pensava como eu, que nós tínhamos mais valores que nós não somos descartáveis e que temos tantos valor quanto os homens, que dois mil reais não nos compra. Entrei na frente de uma garota qualquer, Logo todas as meninas começaram a bater palmas e eu como sempre sem fazer ideia do que eu estava fazendo aqui.

Ele nem chegou ao final da fila. Deve ter escolhido alguma peituda e sem cérebro como de costume já que ele olhava dos pés aos cabelos talvez pra confirmar se eram bonitos o suficiente para serem exibidos e garantindo uma que ele consiga levar para a cama quando quiser. A inspetora se levantou percebendo que ele teria feito a sua escolha

- Boa escolha , essa é Amanda, Jovem de dezesseis anos, loira , virgem , sabe ler, escrever e fala duas línguas - Amanda era uma garota bonita então era de se esperar que iria ser escolhida rapidamente, seus seios fartos mesmo tendo terna idade provavelmente era o que teria chamado atenção de seu comprador-

E eu Sabia que era uma sem cérebro , aqui tem garotas inteligentes sim disso eu não tenho duvidas mas os homens que vem aqui preferem sempre as sem cérebro, provavelmente eles imaginam que seriam bem mais fácil de manipular já que eram movidas a luxuria que eles poderiam lhe proporcionar

- Vão todas agora para o dormitório, conversarei com o Senhor Lucas a sós –Falou simples tentando demonstrar uma falsa delicadeza só por que estava na frente do ricaço-

Sai dali quase voando, logo começaria a bagunça e a ansiedade da escolhida, como uma mulher consegue se contentar com uma vida tão miserável ser feliz por estar sendo tratada como mercadoria pra mim era quase uma ofensa. Eu não me arrumava, não fazia nada e isso não é uma forma de protesto, eu apenas não quero, para mim não faz diferença e eu Simplesmente era eu mesma , eu sabia que ninguém me escolheria então não importava, agora Amanda serviria , como mercadoria. Dois mil irão pagar nela. A inspetora não está nem aí para a gente ela só quer o dinheiro por que afinal tudo gira entorno disso mesmo no final não passamos de notas de dinheiros jogadas na privada.

Fui para meu quarto, e fechei a porta aliava por ter terminado toda aquela tortura . Não vejo a hora de respirar ar puro, correr o mais longe possível daqui e o mais rápido que as minhas pernas permitirem, Xingar quem eu quiser ter enfim uma migalha de felicidade nessa vida desgraçada, sem impedimentos . Ser eu mesma ganharei dinheiro com a minha música vista como uma meretriz porem transmitindo toda a minha melancolia no piano. Amanhã, eu vou sair daqui, amanhã minha liberdade vai sorrir. Meu quarto era velho, o teto estava quase caindo, e ninguém queria dormir comigo por que alguém teria espalhado que eu era psicótica e iria cortar o cabelo da minha companheira de quarto então eu era a esquisita, o que na verdade eu amava pois prefiro ficar sozinha do que ficar com essas entediantes garotas siliconadas e sem cérebro.

Como se me acordasse para a dura realidade Bateram na minha porta

Me levantei totalmente contra gosto da cama, e abri a porta, surpresa

- Inspetora, Andréa ?

Falei, indiferente porem surpresa com a visita estranha dela pois a mesma nunca veio aqui e se tinha vindo tinha algo muito errado

Ela entrou simples e calma pelo menos era o que aparentava

- Bom dia , Jocelyn –Falou tentando mostrar um pouco de educação-

- Bom dia Sra – Respondi entrando nessa atuação repentina que a sua visita me proporcionou-

E ela me respondeu direta

- Bom, não vou ficar enrolando , vou logo ao assunto –Tai uma velha que eu gostei, melhor me esfaquear de vez do que alisar minha cabeça me contando doces mentiras-

Os peitos dela iriam pular para fora e eu só conseguia me pergunta quantos anos tem essa maldita?

Ela me surpreende com uma pergunta, que não parecia querer me ofender mas sim entender, o que era estranhamente novo pra mim ali

- Por que você não se arruma igual as outras moças? –Perguntou simples e calma-

Ela me olhou nos olhos, talvez buscava entender o que eu era e toda aquela bagunça que habitava dentro de mim ou simplesmente procurava que eu falasse a verdade e me permitisse vestir como as outras, nesse caso eu acredito mais na segunda opção. Mas no momento o que tirava- me dos pensamentos era o batom vermelho dela que estava me estava me dando agonia e era quase impossível não analisar a mesma, pois estávamos sozinhas praticamente tendo uma conversa que aparentava ser descente

- O que é se arrumar igual uma moça, para você ? Agradar um homem? Vestir determinada roupa para Chamar a atenção dele? –Segurei as minhas palavras por que percebi que ela não tinha intuito de me atacar então eu não deveria tratar ela com grosseria-

Ela olhou para o teto como se buscasse palavras invisíveis naquele teto quase completamente mofado

- Meu amor, tire essa ideia da sua cabecinha, na nossa sociedade ou você se submete a um homem casando-se e garantindo uma vida boa, ou será uma meretriz em um bordel qualquer o que é ainda pior, será tratada pior que um cachorro sarnento de rua você não tem muitas escolhas favoráveis não é? –Falou de forma sincera, talvez esperava que me dizendo verdades eu mudaria de ideia, ela estava completamente enganada-

- Prefiro me submeter a ninguém somente eu tenho poder e autoridade para me guiar para onde eu quiser caminhar e te garanto não vai ser um caminho que andarei ao lado de um homem que ira me usar como um objeto qualquer –Falei direta, eu senti que não precisaria fazer joguinhos com ela e de certa forma isso me deixava um pouco mais aliviada-

Ela fechou os olhos buscando paciência talvez, o que adultos mostram ter ainda menos que os jovens.

Ela me pegou desprevenida em uma pergunta, quase como se eu tivesse levado um tiro na perna durante uma fuga e tivesse caído no chão no desespero.

- Por que você teme aos Homens? -Perguntava seria como se tivesse achado uma brecha no meu discurso e que aquilo confirmaria sua vitória, estava terrivelmente errada-

E eu tentei não cair em lagrimas, estava sufocando tudo o que tinha no meu peito fechando as portas para todas aquelas memorias terríveis tentei fingir sarcasmo e rendição

-Não tenho nada contra homens, só não gosto da ideia de me casar –Respondi tentando soar o mais convincente possível tanto pra mim e tudo aquilo que estava no meu peito quanto para ela-

Ela aparentemente caiu nessa e eu estava aliviada por não ter que criar mais mentiras, mas me surpreende perguntando

-Você pode tentar? Tentar se arrumar para encontrar um bom marido? –Falou tão seria que quem visse aquela cena pensaria ate que ela se importaria com o meu fim-

Ela pediu .

E eu respondi com um peso de mentir porem sabia que era o melhor no momento pra nos duas

- Tudo bem –Percebi que a surpreendi-

Ela arregalou os olhos .

- Está falando sério? –perguntava ainda sem acreditar na minha resposta, praticamente me mudando da água ao vinho-

- Sim , estou –Respondi simples sem fazer muito caso disso-

- Minha querida, irei trazer algumas coisas para você, amanhã de manhã Você me trouxe muito orgulho nesse momento –Ela se mostrava animada segurando de repente nas minhas mãos como uma mãe orgulhosa pela filha que tem e aquela situação me afundava novamente em lembranças profundas demais pra não mostrar que o gesto teria me deixado incomodada eu apenas sorri fraco como se concordasse-

Ela saiu sorridente , do meu quarto como se sua missão estivesse cumprida e que eu iria realizar o sonho dela , pois ela nunca mais me verá assim eu espero mesmo que eu não a odeie, Arghhh Maldito luga, malditas pessoas .

Eu tenho a grande sorte de não ser escolhida, eu jamais irei me rebaixar a um lixo de Homem e de verdade eu quero que todos eles morram queimados em uma fogueira.

E de certa forma eu até entendo essas meninas de quererem um amor para a vida delas foram criadas para isso usadas como ferramentas, uma lamentável realidade, mas eu prefiro ser feliz, Se eu me casar com alguém será por total amor, não por ganancia ou Luxuria de uma vida de Burguesia eu não quero isso agora . Não quero na verdade Nunca de preferencia, mas tem certas coisas que a gente não decide por si próprio, por racionalidade.

Vou sair desse inferno, desse maldito lugar, não quero nem saber. A única pessoa que conversa comigo aqui , é a irmã Ana ela não é totalmente um amor, mas me trata um pouco melhor que as outras e tenta me aconselhar às vezes, mas eu vou embora daqui, ela vai entender. Ou não Bem a inspetora Andréia se mostrou uma boa pessoa, mas tudo pode não passar de interessa para que eu seja logo vendida e seria um problema a menos para ela

Fui dormir com todos esses conflitos na minha cabeça e no dia seguinte quando estava me encaminhando ao meu lavatório olhei pela janela Amanda estava sorridente saindo com o mais novo futuro marido normalmente a documentação de venda tinha sido finalizada as garotas eram levadas o mais rápido possível, ele que usava roupas muito formais . Amanda era a mulher perfeita na visão desses homens inúteis, loira, baixa e com belas curvas. Logo ela sumiu para fora do portão . Boa sorte colega você vai suportar muita coisa, lhe desejo força, Pensei consigo mesma tentando mandar energias positivas.

Depois de me lavar estava pronta, mas sentada pensando sobre tudo o que tinha passado ali

Era um novo dia, porem era ainda mais torturante acordar e perceber que eu ainda estava no mesmo buraco de sempre.

Meus pensamentos foram interrompidos, pois Bateram na minha porta

- Sim? O que deseja? – Perguntei simples mostrando pelo menos um pouco de respeito, pelo menos hoje-

Era inspetora Andréia e isso me surpreendeu vê-la tão cedo

- Não me contive e trouxe tudo Agora de manhã assim você já inicia seu dia arrumada, pegue logo menina –Me deu tudo aquilo demonstrando animação com toda aquela situação-

Era Uma caixa com muita maquiagem, muitas cores eu nunca tinha visto tanta coisa do tipo

Ela olhou para minhas roupas e fazendo sinas negativos como se não aprovasse o que .

- Minha querida se arrume mais, você tem o corpo lindo, e é linda precisa mostrar mais toda a sua belez-Falava animada-

Ela enfiou a mão no cos da minha saia, puxando mais para cima para que ficasse mais curta , puxou a minha blusa para baixo, fazendo com que o decote ficasse maior e meus seios ficassem mais a mostra o que me deixou vermelha me sentia exposta

- Você é linda querida, só falta se arrumar –Me encorajava ignorando nossa conversa do dia passado e tirando conclusões de que eu não me vestia como as outras provavelmente por que eu não acreditava na minha beleza e pra falar a verdade eu estava cagando pra isso-

- Hunrrum – Apenas concordei querendo que aquele assunto irritante se encerrasse rapidamente e eu pudesse voltar a minha paz momentânea-

Eu a consegui convencer a mesma a deixar isso para amanhã, inventei uma enxaqueca qualquer mas isso era só mais uma desculpa esfarrapada

-Virá alguém Importante amanhã ? –Perguntei curiosa por ela ter aceitado a minha ideia de se arrumar apenas no outro dia tinha sido estranho por que ela não tinha protestado nem nada do gênero-

- Não minha querida, mas é bom estar sempre preparada não é mesmo? –Ela sorria animada e eu sentia que havia algo naquele sorriso porem apenas concordei-

- É verdade, senhora - Falei com um sorriso falso o mais arrogante possível-

Amanhã você me verá linda , sua ridícula do caralho


Notas Finais


Até o próximo galerinha


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