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História I Promise to Hate You , Lysandre . - Capítulo 4


Escrita por: e _--Hassich--_-


Notas do Autor


Esta fic está sendo repostada e reeorganizada então pedimos paciência, espero que gostem!
Gente está sendo incrível rescrever essa fic, estamos com muitas ideias e vocês favoritando a fic só nos empolga mais este reconhecimento
muito obrigada! ^~~^

~Hassi~

Capítulo 4 - Problems And Problems


Fanfic / Fanfiction I Promise to Hate You , Lysandre . - Capítulo 4 - Problems And Problems

Oh infernos, não tive tempo de criar uma desculpa apropriada para que não desconfiassem de nada, não posso ser tão descarada para não levantar suspeitas de minha fuga que ainda estava em planejamento então o que me resta e infelizmente comparecer, a minha barriga faz um barulho como se concordasse para que eu me apresasse a ir

Malditas necessidades básicas!

-Senhorita? Está tudo bem? –Marina fala um pouco mais alto, provavelmente por não ter tido respostas-

Eu abro a porta permitindo a sua entrada e ela me lança um sorriso travesso como o de uma criança

-Não se preocupe senhorita, o jovem mestre me falou que acabou lhe atrasando e pediu que eu fosse ajuda-la –Ela fala com um sorriso de canto, se divertindo com a situação, aparentemente ela parece ser uma boa pessoa-

Eu não queria ter absolutamente nenhum tipo de interação com aquela família, mas eu não sou tola de ficar com fome presa dentro do quarto só por não gostar de estar aqui nunca saberei quando estarei de novo em uma casa tão luxuosa quanto essa então irei aproveitar ao máximo usarei minhas saídas como pesquisa para explorar locais e horários determinados para fugir no horário perfeito!

Marina me tira de meus planos me apresentando um belo vestido

- Senhorita, veja lhe trouxe um vestido especialmente feito para hoje – ela falava animada me mostrando a peça-

Perdi o folego por alguns instantes nunca tinha vestido algo do tipo e parecia ser deveras trabalhoso faze-lo o vestido era extremamente delicado completamente diferente das roupas que as garotas usavam para chamar atenção, me senti envergonhada em ter que vesti-lo mesmo sendo alta meus ombros eram estreitos e iriam ficar muito delicado, o vestido é em um tom azul escuro belíssimo, possuía uma abertura no meio em sua saia que mostrava um tecido braço com uma renda, possuía mangas que cobririam minhas mãos

Marina estava sendo bem educada comigo, e eu teria usar o vestido, não que fosse um grande castigo usa-lo pois era muito belo

-Senhorita deseja que eu a ajude em se lavar? –Falou simples tentando ser prestativa-

(nota da Hassi: NADA de pensamentos pervertidos u.u, é comum nesse período os empregados ajudarem, obviamente as pessoas não ficavam nuas, banhavam-se com suas roupas intimas)

-Não, obrigada Marina –a respondi com um sorriso fraco e me dirigi ao lavatório-

-Como queira senhorita, lhe espero aqui para te ajudar a se preparar- Respondeu simples-

 Caminhei até a porta do lavatório e a fechei

O Lavatório era tão  chique  quanto o quarto, tinha uma banheira muito bonita branca que parecia ser de mármore e com detalhes em prata, o que deveria ter custado uma fortuna tinha uma pia com torneira que parecia ser do mesmo material que a banheira, com um espelho exagerado que mais parecia uma janela de tão grande já que ocupava um grande espaço da parede, Deixei a banheira enchendo enquanto me perdia em pensamentos o que aconteciam com frequência estes dias. Fiquei pensando em como estas pessoas conseguem o dom de serem tão desagradáveis, são mesquinhas, a velha nem se fala, na verdade em todas residências da alta sociedade deve seguir esse pensamento podre, certeza que se alguém vim a implorar comida a essas famílias seriam chutados da maneira mais cruel possível, Desliguei a torneira e meus pensamentos, Me despi sem muita pressa tirei minha saia logo a blusa logo meu espartilho que me sufocava o dia todo em seguida tirei a calcinha. Coloquei  o pé  na água que para minha surpresa estava quente e logo meu corpo estava mergulhado sobre a água Fechei meus os olhos aproveitando a sensação, eu poderia dormir aqui. Sim eu poderia. Deitei minha cabeça sobre a borda da banheira e fechei meus olhos. Vi-me correndo em uma grama verde, com uma roupa estranha quase que masculina? que eu estava vestida, muitas crianças tentavam me pegar parecíamos nos divertir

- Ai meu Deus, senhorita! Responda-me, por favor -Escutei uma voz que me fez despertar, ela parecia desesperada era Marina-

 Abri os olhos um pouco atordoada me situando onde estava

 Marina batia insanamente na porta do banheiro. Me levantei e usei minha saia para me cobrir, abri uma pequena fresta da porta para que a mesma visse que eu ainda estava viva, mas ela não me deixa falar e dispara:

- Ai meu Deus, está  tudo bem com a senhorita? Pensei que teria lhe acontecido algo trágico já que faz um tempo que a chamo – Falou afobada em preocupações, imaginei o castigo que a mesma sofreria caso algo realmente acontecesse e tive pena-

-Se acalme estou bem, o único desastre foi ter esquecido minha roupa intima –Falei de forma divertida para distrai-la-

Ela coloca a mão no peito aliviada

Ela sorriu e rapidamente me estendeu peças eu peguei de sua mão agradecendo e rapidamente entrei novamente ao Lavatório vestindo somente a roupa intima, sai para que a mesma apertasse meu espartilho já que o que ela teria me dado seguia um modelo de amarração que ficava nas costas, o que era novo para mim tal luxuosidade

E em seguida me ajudou a vestir o vestido que me apresentara anteriormente e por as belas sapatilhas azuis e brancas combinando com o vestido

-Bom, vou pegar a escova para pentear seu cabelo e arruma-lo –Falou apressada procurando a escova na cômoda -

Ela era bem educada comigo, e assim como eu tenha sido trazida para aquela casa pelo acaso ela também  não tinha nada haver com essa maldita família  então decidi a tratar bem

Usando aquele vestido eu me sentia como uma aberração irônica, uma bela aberração eu iria aprontar muito por aqui antes de fugir eles que se preparem

Surpreendo Marina a dizendo

-Ah Marina, por favor chame-me apenas de Jocelyn –Falei desinteressada, porém atenta ao que ela iria falar-

-Tudo bem Senhorit.. digo, Jocelyn, sente-se aqui querida- Falava se atrapalhando e ficando vermelha o que me rendeu uma gargalhada-

- Eu posso fazer isso Marina –Eu a disse de forma simples, ate por que era algo banal-

-Jocelyn, se a senhora da casa ver você  penteando o cabelo. Vou levar uma dura –Falou com uma expressão assustada e eu decidi me render e apreciar a vista da janela-

E em meio ao silêncio ela diz

 - Seu cabelo é lindo, assim como seu nome Jocelyn. Mas se alguém  aqui cortar o cabelo neste tamanho, vai ouvir e não é  pouco –Ela disse divertida enquanto desembaraçava meu cabelo-

- Por que ? –Perguntei esperando uma resposta diferente da que irmã Ana sempre me dada-

- Uma dama, deve ter o cabelo grande. E sempre com um belo penteado.

- Pois bem, por favor, faça algo apropriado para mim                                                                                                                                                      

Enquanto ela pensava o que fazer em meu cabelo curto fiquei observando a janela assim como a empregada disse, havia uma espécie de casa vermelha com teto de madeira, ah um Celeiro. Ali era o celeiro. Ouvi relinchos e de repente um cavalo preto saiu do celeiro correndo, numa velocidade assustadora e parou de súbito

 Logo Lysandre  aparece atrás

- Espere indomável!

 Ele colocou as mãos nos joelhos como se tivesse corrido muito atrás do cavalo que assim como o nome parecia realmente ser indomável

 O cavalo comia a grama que estava em sua frente calmamente como se não  o ouvisse talvez o ignorando, irritado, Lysandre esticou sua a mão e lentamente tentou colocar a mão nele possivelmente para alisar sua crina, o cavalo permitiu como se aceitasse o carinho que recebera

 Ele falou algo, mas não escutei, parecia querer montar no cavalo, pois lentamente abraçou o pescoço  dele, e o montou.

 Um largo sorriso apareceu no rosto dele. O cavalo ficou em pé em suas duas patas fazendo Lysandre ter um belo encontro com o chão. Ele no chão O cavalo disparou para dentro do celeiro não se importando

Lysandre se sentou no chão olhando para dentro do celeiro aparentava estar incrédulo com a situação que observada daqui era cômica não consegui esconder o meu riso, porém ele olhou  para a janela, percebendo minha presença, maldito, Ele ficou ali parado me olhando surpreso por eu me perceber o espionando, rapidamente fiquei vermelha e parei de rir feito uma boba. Fechei as cortinas ignorando seu olhar.

Marina de repente fala quebrado o silêncio

-Sabe tenho certeza que isso não foi escolha de Lysandre, ele é  um bom rapaz

É acho que ela acabou vendo aquela cena toda

- Não importa de toda forma ele aceitou –A respondi de forma direta deixando claro toda a minha insatisfação-

 Ela ficou  em silêncio sem saber ao certo o me que dizer e depois de alguns minutos diz

-Lysandre é  bem disputado na cidade. A mãe  dele tem amigas e amigas que tem filhas. Todas possuem olhos no senhor Lysandre, chego a pensar que ate já apostaram em quem o iria conquista-lo mas ele parecia nem se importar com todas elas, havia apenas uma que mostrava que o amava mas acho que ele nunca a correspondeu 

- Boa sorte para ele e elas que façam muitos filhos –Falei carrancuda, o que essas senhoras esperam? Me causar ciúmes? Esses assuntos estão me deixando entediada-

-Pronto senhorita –Ela se referia ao meu cabelo ignorando o que eu tinha dito e eu agradecia por não continuar o assunto-

Com sua ajuda consegui ver a parte de trás. ela tinha feito uma espécie de penteado em que unia duas mechas da lateral e as unia em uma trança e teria colocado pequenas flores alguns fios meus escapavam formando uma espécie de pequena franja, desta forma meu cabelo estava um meio termo entre preso e solto

Marina colocou suas mãos em meus ombros sorrindo de forma gentil

- A senhorita está linda

Falou se afastando em direção a porta

- Preciso ir lá para baixo, avisar que a senhorita está pronta, desça rapidamente por favor, com licença

Revirei os olhos com o tratamento formalmente chato dela parece que vai demorar um tempo até que se acostume

- Jocelyn, Marina e obrigada - a corrigi de forma simples a agradecendo por ter me ajudado-

- Perdão, Eu cresci aprendendo que os patrões não tem absolutamente nenhum tipo de intimidade com os empregados

Fiquei em silêncio diante daquela realidade e ela retirou-se era uma resposta que era esperada porém não mudava o fato de ser difícil de se conviver assim se é que possa chamar-se de conviver

Respirei fundo focando meus pensamentos no que viria a seguir Deus se estiver aí, ajude-me a não estrangular alguém, uma dama não pode ter sangue em suas mãos, pensei de forma divertida e como alguém me chamaria de louca ouvindo aquilo saindo de minha boca

Soltei o ar que estava preso dentro de mim e Lentamente abri a porta do quarto observando o corredor imenso e silencioso, um silêncio que me acalmava por enquanto, me distrai pensando em como tudo aqui tinha um toque praticamente amadeirado. Arrisquei a pensar que até os perfumes que usavam teriam essa fragrância Acho que é coisa de gente que tem dinheiro mesmo.

 

- Ah você está aí senhorita Jocelyn -Ele me me surpreende

Sai dos meu pensamentos amadeirados encarando Lysandre o analisando pela primeira vez o mesmo estava usando a parte de cima do terno preta, com a blusa por baixo branca e uma gravata em tons azuis escuro cogitei que aquilo era obra de Marina, procurando que ficássemos combinando de certa forma. Sua altura definitivamente declarava sua presença mesmo se tal não a queresse. Ele ficou em silêncio esperando eu falar algo. Fiquei o encarando, séria.

Lysandre umedeceu os lábios com sua língua e engoliu a saliva, parecia ansioso.

Decidi mostrar um mínimo de cordialidade porém falei sem mostrar interesse tirando os meus olhos dele

- Boa noite Lysandre

Sai em direção às escadas sem esperar sua resposta mas o mesmo me acompanhou em silêncio, porém sentia o seu olhar que ele tentava de maneira descarada e inútil disfarçar

Homens são todos uns descarados mesmo!

Meus passos foram diminuindo ao chegar na sala de jantar

- Estávamos esperando você a senhorita está muito bela, meu filho é um homem de muita sorte!

Senhor Louis pai de Lysandre é o primeiro a me dirigir a palavra ele exagera em suas palavras e percebe o equivoco porém com um sorriso no rosto, aparentemente gentil

Bom haviam digamos assim pessoas a mais ali que não tinham sido apresentadas a mim, achei que a familia seria somente os três que foram me comprar, mas parece que eu estava errada, assim que a velha notou minha presença logo tirou o sorriso do rosto, o marido dela se levantou, junto com outro rapaz tão alto quanto Lysandre a única diferença dos irmãos era que o mais velho possuía cabelos negros mas eram bagunçados como os de Lysandre, seus olhos em tons escuros o senhor louis o apresentou a mim

-Senhorita Jocelyn, este é o primogênito de nossa família

-É um prazer conhece-lá senhorita, me chamo Leigh -Falava o rapaz de forma gentil se curvando de maneira cordial-

-Igualmente senhor -Falei de forma simples e retribuindo a gentileza me curvando também-

Em seguida o senhor Louis me apresenta a uma moça que eu não havia notado e percebi que definitivamente ela era a jóia daquela família a mesma usava um vestido amarelo com muitas flores bordadas delicadamente, seus cabelos eram pretos estavam soltos formando belas ondas em suas costas e ainda possuía olhos grandes dourados como ouro o que só ornava com seu rosto fino e palido suas feições me lembravam um pouco de Lysandre ela parecia ser uma jovem dama calma e agora entendo o por que da Josephine ser tão orgulhosa sobre seus filhos pareciam pinturas delicadas cada um tinha sua particularidade, pareciam terem sido feitos com delicadeza, percebi que a estava encarando de mais e a cumprimentei me apresentando e ela me respondeu se chamava Joane e sempre falava com um sorriso, aparentava ser uma dama de fácil leve convívio, Não olhei para a velha mas com certeza estária decepcionada pois esperava que eu agisse como uma selvagem

Depois das apresentações fui até a mesa e coloquei a mão na cadeira mas a velha me corta dizendo

-Onde estão suas boas maneiras? A empregada que faz isso, Até você se casar com meu filho, a partir daí ele o faz

O silêncio era mortal todos olhavam para mim esperando uma reação e se ela esperava um show era isso mesmo que eu iria oferecer

 

Sorri para ela com deboche sem dizer uma palavra, o que fazia ela ficar ainda mais irritada

Marina rapidamente se aproximou puxando a cadeira e a velha tenta dar um sermão na mesma

- Isso já foi ensinado a você, não sei porque esperou eu falar algo Marina -Falou em um tom sério-

Ninguém se sentou

- Perdão senhora

Marina falou se curvando e se retirando apressada, coloquei a saia do vestido abaixo da mesa e me curvei para sentar.

- Onde está seu futuro marido? Não podemos sentar a mesa sem ele. Os maridos primeiro e as esposas depois

Até eu me surpreendi com o sumiço dele, que vinha acompanhando-me mas parece que se perdeu em sua própria residência

Olhei para ela novamente

 

- Estou aqui mãe

Virei meu rosto e o encarei, onde ele teria ido? Homens não possuem senso

- Perdão pelo atraso -Falou inexpressivo como sempre-

Lysandre se curvou diante da mesa .

Os homens se sentaram e por último nós mulheres fizemos o mesmo

Observei a mesa farta no meio havia um porco praticamente inteiro com batatas a sua volta, tinha muitos pratos em volta do porco com saladas molhos e algumas jarras com sucos me peguei pensando se tinhamos apetite para comer tudo aquilo

Haviam pratos em frente a cada convidado da mesa, muitos garfos e colheres e facas. Os empregados da casa se aproximaram da mesa servindo o arroz de prato em prato

-Isso é a Culinária Portuguesa de Portugal

A velha falou

Oh não isso é culinária portuguesa da Alemanha, ela sempre gosta de exibir como sabe de tudo e como se eu não tivesse o mínimo de etiqueta

Me pergunto porque não colocam as panelas na mesa e deixam a gente se servir seria bem mais prático

Logo em seguida colocaram um molho sobre o arroz , e assim a carne e umas folhas

-Tenham um bom jantar

A velha falou pegando o garfo

Peguei o meu e logo comecei a devorar tudo que estava no meu prato é parece que eu realmente estava com fome. Senti olhares sobre mim, porém não me importei, olhei para Lysandre buscando entender o por que dos olhares e o mesmo tinha um olhar leve sobre mim e um sorriso de canto, idiota, está me achando uma piada?

- Onde está sua noiva querido?

A velha perguntou ao rapaz de olhos negros percebi uma certa tensão no ar o assunto parecia ser algo pesado, não entendi porém observei que sua feição não foi muito boa, acho que ele não queria falar sobre isso, estava nitidamente desconfortável

- Ela está bem mãe, iremos nos casar em breve -falou simples e parecia querer encerrar o assunto-

Já que depois de falar voltou a mastigar de uma forma que parecia ter mais fome do que eu

-Fico feliz meu filho amado

Logo o seu olhar caiu sobre mim com seu sorriso de deboche e olhar duro de sempre, essa mulher nitidamente me odeia

-Lysandre infelizmente não teve a mesma sorte

Ergui a sobrancelha irritada por me envolver já abrindo a boca pra mandar ela ir pro inferno

Mas por sorte o senhor Louis a repreende

-Estamos no jantar querida por favor agora não -o marido dela falou, ele não gostava que a mesma soltasse tais comentários ofensivos e imagino que exatamente agora não era o ideal ela fazer isso-

- Mas foi só um comentário querido, eu não quis ofender ninguém mas tenho certeza que todos aqui da mesa concordam comigo -ela fala confiante de forma arrogante de mais-

Olhei para todos e eles ficaram em silêncio. Eu Não esperava nenhum tipo de defesa, afinal sou uma estranha para essas pessoas, so quero que todos queimem em um incêndio nesta casa

- Mamãe já chega -Lysandre falou surpreendo a todos que estavam ali-

- Não preciso que fique contra sua mãe em minha defesa -Falei de forma ríspida o encarando com confiança-

A velha que ouviu eu maltratando seu filho logo falou

- Não fale de forma tão grosseira com meu filho assim, ele é seu futuro marido o respeite. É normal um homem proteger sua mulher -falava cínica como se ela não fosse a culpada-

- Já chega!

O marido dela se levantou falando alto batendo na mesa assustando a todos

- Será que não podemos ter um mísero jantar em paz? Sempre vai ser assim? Com discussões fúteis? E nem na minha velhice posso viver em paz? -Ele falava rápido mostrando toda a sua insatisfação, seu olhar dividia-se entre todos na mesa, principalmente com sua esposa-

- Acalme–se pai -Lysandre pediu, seu pai que sempre era calmo e relevava as atitudes grosseiras de sua esposa se exaltava ali, um ato que os três filhos estranharam-

Ele Não respondeu seu filho e Lysandre rapidamente se pôs a ficar em pé ao lado do pai

- Não passe nervoso pai acalme-se Marina por favor traga um copo de água

- Sim senhor

Marina falou correndo entre uma porta e logo voltando com o copo na mão

- Obrigado

Lysandre falou entregando o copo ao pai

Olhei para a velha que me fuzilava com seus olhos azuis claros

E se pronunciou para

- Lysandre você precisa castigar sua noiva para que ela aprenda a ser mais responsável em suas atitudes, não aceitaremos esse comportamento selvagem

Lysandre a olhou sério parecia não ter gostado do que ela disse e logo me olhou, um olhar triste que o mesmo desviou rapidamente para responder a velha

- Mamãe isso eu resolvo com ela, já basta -falou inteiramente sério para ela-

Meu apetite sumiu por completo

- Leigh por favor acalme seu pai

Ela pediu passando seus pequenos dedos por seu rosto parecia cansada com as atitudes de todos, inclusive dela mesma

- Vamos terminar o jantar

Ela falou sorrindo, como se não tivesse arruinado tudo a dois minutos atrás

O velho se levantou e saiu empurrando Lysandre e Leigh e saindo em direção a entrada. Lysandre logo se pôs de pé para o segui–lo

- Lysandre não, deixe seu pai sozinho um pouco

Ele a fitou

-Vamos terminar o jantar, seu pai saiu porque quis

Os olhos de Lysandre percorreram a saída da sala , na qual seu pai havia saído, E a olhou, Passou suas mãos por seus cabelos os deixando para trás mas sem muito sucesso e respirou profundamente e deu a volta na mesa e se sentou ao meu lado como se tivesse desistido

- Sirvam a sobremesa -A velha falou sorrindo -

E eu estava como uma estátua, era pra mim ter saído correndo, mas ainda estou aqui, O porquê eu não sei

As empregadas recolheram os pratos, e logo colocaram uma pequena tigela em formato oval .

-Torta de uva

A velha falou

As empregadas passaram servindo a tal torta e se retirando da sala, O ar estava pesado e ela continuava agindo como se fosse normal como se nada tivesse acontecido. Lysandre estava quieto , apoiando seu queixo sobre suas mãos que estavam na mesa parecia perdido em pensamentos. Todos começaram a comer mas eu não estava com fome me senti mal pelo ocorrido com o senhor Louis e quando observo a mesa a velha diz

- Coma, É falta de educação negar comida. Sabe quantas pessoas queriam esse prato? Com essa sobremesa -ela falava em um tom de que se importava com quem passava fome e se eu não a conhecesse acreditaria-

A olhei

E calmamente me levantei da mesa, dando sinal de que iria me retirar senti a mão quente de Lysandre segurar meu pulso de forma gentil, encarei sua face e seus olhos bicolores imploravam para que eu me sentasse e não piorasse tudo E só deixasse tudo aquilo terminar, Todos me olharam esperando qual seria minha reação, tirei sua mão de meu pulso gentilmente afastando o toque de sua pele quente sobre a minha e colocando minhas mãos para trás

- Eu .... Eu vou me deitar, não estou me sentindo bem . Com .... licença -falei encarando o chão sem forças para encara-los-

Me curvei e tentei subir as escadas o mais rápido o possível, Se eu ficasse ali um minuto a mais chingaria aquela velha sem pensar duas vezes, mas não o fiz, o Meu ódio por ela deveria esperar pelo menos essa noite, O olhar de súplica de Lysandre foi mais forte que meu ódio assim que cheguei no andar de cima respirei fundo e corri até o quarto quem me visse daquele jeito segurando meu vestido para não atrapalhar meus pés de correrem acharia que eu estaria fugindo e era exatamente o que eu precisava

Preciso me afastar de tudo e todos . Que mulher mais grotesca, Me sinto carregada de energias negativas preciso descansar e desejar que tudo isso não passe de um pesadelo e quando eu acordar tudo vai estar normal ao velho e entediante dia no convento

.......

Estava com um vestido um pouco mais fino longo e calcinha era menos peças que uma dama geralmente usa para dormir mas me proporcionava o conforto que eu precisava, a cama era macia e confortável eu me sentia nas nuvens. A luz do luar iluminava meu quarto deixando tudo mais aconchegante e gostoso Preciso aproveitar esse sonho


Notas Finais


Fic produzida pela Lana ^~^
e corrigida pela Hassich :3
tentaremos trazer todos os dias uma nova repostagem, obrigada por ler!


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