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História I purple u. - Imagine Kim Taehyung. - Capítulo 3


Escrita por: Exosteddybear

Notas do Autor


Minha nousaaaaa. Quanto tempo, não???

Voltei com essa história, mi gente. Agora prometo ir até o fim, i swer.

Primeiramente, não é lá uma volta definitiva. Não prometo capítulo rápidos e todas as semanas. Mas eu prometo me empenhar ao máximo para as coisas andarem por aqui.

Faz um tantinho de tempo que eu não escrevia, minha escrita então não está uma das melhores, e aliás, mudei muitas coisas nesse meio tempo. Mas espero que eu possa pelo menos agradar vcs, e lhes dar uma boa leitura e compreensão.

Bom, sem mais nem menos, fiquem com o capítulo!

Capítulo 3 - Work for fate? No. Work by Lee Nari - Chapter II.


Fanfic / Fanfiction I purple u. - Imagine Kim Taehyung. - Capítulo 3 - Work for fate? No. Work by Lee Nari - Chapter II.

Work for fate? No. Work by Lee Nari - Chapter II


01/01/2020



-Aigoo!  Vocês seriam tão adoráveis juntos! Taehyung oppa pode até ser meu utt, mas aceitaria dividi-lo com você, unnie. - Nari divagava alto enquanto olhava as fotos novas do seu grupo preferido no celular. Desde  quando S/n a contara do acontecimento de anos atrás, a mais nova sempre arranjava um jeito de trazer o assunto à tona.


S/n revirou os olhos. Estava farta do mesmo assunto, S/n apenas não podia negar que todas as noites, deitada em seu travesseiro; lembrava do homem de cabelos vermelhos como fogo e de olhos negros como a noite. Se torturava por ter essas lembranças; se amaldiçoar todas as vezes pelas estranhas sensações que lembrar dele à fazia sentir. S/n até mesmo depois daquele dia, chegou a acompanhar o grande grupo e viu o sucesso que eles atingiram. Assim como ela também vira as notícias sobre a tatuagem do braço de Taehyung que rende teórias de suas fãs até hoje.


Isso é um tópico que deixa S/n de cabelos em pé. Teria sido tão significativo para ele como foi para ela? S/n não entende o porque desse episódio ter a marcado tanto quanto um ferro em brasa cravado em sua pele. Já ajudara tantas pessoas que perdera a conta. Então porque esse em específico era tão importante?


Mais uma vez a mais velha bufa para o nada, tentando apenas se concentrar no seu livro favorito: Sonho de uma noite de verão.


-Nari, apenas fique quieta, hm? - impôs - Já faz muito tempo. Não é como se fossemos nós encontrar novamente.


Infelizmente. Acrescentou S/n em pensamento.


-Mas... e se se encontrassem novamente? Se você pudesse falar com ele mais uma vez, você falaria, né? - indagou curiosa.


Nari era uma coreana baixinha de mente travessa. Nunca sabíamos o que poderíamos esperar da mulher de 22 anos com uma mentalidade de uma adolescente de 15 anos.


-Talvez, Nari. Talvez. Agora, vamos? Sua mãe já deve está esperando por nós. - fechando o livro, S/n se levanta e o guarda na bolsa espalmando as mãos nos seus shorts para limpar as mãos suadas.


Hoje as duas amigas prometeram passar um dia todo com a família de Nari, que S/n já considerava uma família também por ter passado todos esses anos na Coreia em convivência. A família de Nari era uma família tradicional coreana mais muito acolhedora. Eles moravam em um bairro nobre de Seoul. O pai de Nari era deputado do estado, logo, a menina nasceu em meio ao dinheiro, mas Nari não era alguém soberba, muito menos seus pais. S/n gostava deles.


-S/n, minha querida. - Senhora Hee-ra cumprimentou logo quando abrira a porta. S/n era como uma segunda filha para a mulher.


-Olá, eomani. - S/n se abrigara nos braços da senhora de 54 anos sorrindo. O cheiro família de biscoito vindo da mais velha era um tanto aconchegador.


-Tudo bem, omma. Irei fingir que a senhora não prefere S/n a sua própria filha. - gracejou Nari fazendo sua mãe e S/n rirem. 


Entrando na enorme casa, era possível sentir um cheiro leve de rosas dado pelos aromatizantes da casa. A sala enorme da casa era recheada de fotos da família, S/n até mesmo via algumas fotos suas com Nari emolduradas em quadros pendurados na parede alva.


-Até que enfim as duas deram as caras por aqui. - diz senhora Hee-ra.


-Nem faz muito tempo assim, omma. - De boca cheia de biscoito que pegara da mesa da sala, Nari expôs.

-Não fale de boca cheia, menina! Cadê a educação que lhe dei? - Hee-ra censura.


-O trabalho no hospital não me dar descanso, eomani. Ao contrário, viria aqui mais vezes. - Diz S/n.


-Eu entendo, minha filha.


Há um ano S/n trabalha em um hospital exercendo seu trabalho de médica. Era cansativo sim, mas S/n se orgulhava do que fazia. Veio para a Coreia no intuito de fazer sua tão sonhada faculdade de medicina, onde passara 5 longos anos estudando arduamente. Lembrara de todas as noites mal dormidas estudando, mas que sabia que iriam valer à pena. E realmente valeu. Toda vez que S/n é capaz de salvar inúmeras pessoas com suas próprias mãos, ela via que todo o esforço que fez no passado, deu resultado no seu futuro.


-Irei pegar alguns biscoitos e chás para vocês, me esperem um pouquinho. - Hee-ra sorrir, antes de se levantar para ir a cozinha.


-Então, unnie... Eu estava pensando...


-Hm. Isso não é bom. Lee Nari pensando é sinônimo de problema. - S/n estrepita interrompendo Nari que faz uma careta batendo no ombro da mais velha.


-Aigoo! É sério! Já que pegou folga de um mês do hospital, e eu tenho algumas semanas livre. Soube que vai ter um fanmeeting de um grupo que eu gosto. Vamos? - pergunta. - Por favor, S/n!


-Eu... eu não sei.


O último fanmeeting que fora com Nari, fora onde conhecera Taehyung, o menino de cabelos de fogo que S/n intitulou mentalmente. Séria um fanmeeting do mesmo grupo? Céus, a possibilidade de ver o homem de novo vez o coração de S/n palpitar um pouco mais rápido no peito. Ele se lembraria dela? S/n não sabia, mas tinha uma tola esperança no peito que pressupõe que sim.


-Eu sei o que está pensando. E não, não é um fanmeeting do BTS. Pode ficar calma. - Assegurou.


Uma parte de S/n considerou a ideia, mas outra parte murchou.


-Eu vou pensar.

04/01/2020



-Você falou que não era do BTS. - assim que pusera os pés no local, S/n reconheceu as famosas Army bomb que as fãs usavam nos eventos. Não, S/n não era uma army, mas admite que depois que tudo aconteceu, procurou saber mais sobre o famoso Bangtan Boys.


-Eu falei? Não lembro.


-Lee Nari. - verberou. - Eu vou embora. - Se virando para sair do local, S/n foi parada por Nari que a segurou pelo punho.


-Por que iria? Você mesmo disse que falaria com ele se o encontrasse novamente. E olha que legal! Você pode falar com ele hoje! É a sua chance, S/n! - Nari rezava para sua amiga considerar e entrar no local consigo. Há 5 anos que ela tenta fazer com que os dois se vejam. Nari não era besta, via como a amiga ficava quando citava o incidente de 5 anos atrás. Nari não tinha uma exata certeza que Taehyung poderia lembrar de S/n, mas tinha esperança. Afinal, ele tatuou a frase de sua amiga no braço! Claro que se lembraria dela, não é?


A verdade era que Nari, desde pequena, acreditara em contos de amor; em almas gêmeas destinadas. Logo sua mente fértil imaginou um romance completo onde S/n e Taehyung acabariam casados e com dois filhos lindos.

-Por que eu considero suas maluquices mesmo? - Bufou S/n. Nari deu um gritinho histérico com a confirmação da mais velha. Pulando, enlaçou os ombros de S/n com seus braços e andou em pulinhos com sua unnie até o local.


S/n reparou que diferente de 5 anos atrás, tinha agora cadeiras enfileiradas com números, números esses que remetiam os ingressos inúmerados. S/n e Nari estava com número 15 e 16 na segunda fileira de cadeiras. Seu estômago pesou. Ela ficaria bem à frente do palco. Taehyung a veria? A reconheceria?


-Por que tão perto? - Ciciou S/n para si mesma. A euforia misturada com um estranho medo dentro de si a fazia querer sair dalí o mais rápido possível. Não entendia o porque, mas no fundo apenas tinha medo de que Taehyung não a reconhecesse. Ela queria que ele a reconhecesse.


Sentadas em suas respectivas cadeiras, Nari se encontrava eufórica para a aparição dos seus idols preferidos que chegariam em menos de 20 minutos para se apresentar e darem início ao fanmeeting. S/n ao seu lado apenas respirava fundo enquanto praticamente sentava com as costas em sua cadeira. Minutos se passavam e o local apenas se enchia mais e mais de fãs de inúmeras idades. Para todos os lados se viam ursos, camisetas, chapéus, óculos, brinquedos com o rosto dos homens do grupo. S/n se encontrava tão enferme em seus pensamentos que só acordara com a amiga sacudindo seus ombros dizendo que o evento já iria começar. E realmente começou. Uma chuva de gritos que fizeram os ouvidos de S/n doeram se iniciou assim que o primeiro membro deu as caras no palco acenando sorridente para as fãs. De um por um entraram e S/n inconscientemente procurou por ele. Até vê-lo entrando por último. Os olhos tão fixados no agora moreno, nem notaram que Nari a observava vendo a reação da amiga com um sorriso nos lábios.


S/n olhava atentamente as feições do homem. Ele não mudara muito, mas estava mais másculo do que à 5 anos atrás. Adquiriu mais músculos e feições mais rústicas no rosto. Admitiu silenciosamente que ele estava mais lindo que nunca. Ela olhara de longe ele falar com os fãs e fazer brincadeiras com a plateia, não se permitia desviar os olhos dele. E foi quando as sttafs começaram a chamar as fãs de cada fileira de cadeira, S/n sentiu sua mão começar a suar enquanto era empurrada para a fila por Nari que segurava forte o braço da mais velha, como uma forma de assegurar que ela não sairia correndo dalí. S/n quase tropeçou nos degraus quando subiu no palco. Tentando acalmar sua respiração, sorriu para o primeiro idol. Namjoon sorriu acenando para a ocidental. Como S/n previa, ele certamente não lembrara dela. Isso fez com que o pequeno medo de Taehyung também não lembrasse dela aflorasse no peito. S/n tentou se acalmar mais uma vez de acordo que ia passando por eles, Nari que estava praticamente em sua cola, dava um jeito de a empurrar sempre para o próximo.


S/n parou.


Parou quando vira que ele era o próximo. Parou quando vira a mesma expressão triste de 5 anos atrás. Parou quando vira a frase I purple u tatuada no seu braço.


-Sabe, acho que sempre irei te encontrar quando estiver triste pelo que parece.


Os olhares se cruzando foram como uma explosão dentro de cada peito. A expressão surpresa de Taehyung a fizera perceber que sim, ele lembrava dela.


Ele nunca esqueceu dela.


-Espero que ainda lembre de mim, não acho que mudei tanto assim. Ah, sabia que plágio é crime? Essa frase é de autoria minha.


S/n esperou por alguma reação de Taehyung, qualquer palavra som e gesto. Mais o moreno estava ocupado demais indagando se não era apenas sua mente lhe pregand uma peça.


Era ela alí mesmo, na sua frente? No mesmo cenário de anos atrás? Séria possível? Taehyung se perguntava. Até que sua mente lhe forçou a entrar nos eixos.


-Você. - Fora tudo que Kim conseguiu proferir ainda um pouco afoito. Piscara os olhos várias vezes para voltar a sanidade.


-Eu. - S/n sorriu. Se ela estava nervosa com a situação, Taehyung estava cem vezes mais. - A tatuagem ficou bonita. Não esperava que iria significar tanto para você. Me sinto lisonjeada.


-Não esperava encontrar você novamente. Isso é um sonho? - A última parte, Taehyung indagou baixinho, mas S/n conseguira ouvir bem. Taehyung ainda não estava crendo em que seus olhos viam. Por quanto tempo desejara encontrar ela de novo? A mulher que não sabia o nome, mas que mesmo assim trouxe um grande significado a sua vida com poucas palavras trocadas.


-É um sonho? Acho que não. - graceja. - Se eu te dizer que vim aqui, mas não sabia que encontraria você, acreditaria em mim?


Taehyung vendo que não teriam tempo para conversar com ela como queria, em um ato involuntário rodeou o pulso fino com suas enormes mãos, nem ao menos se importando se vissem suas ações. Ele não a deixaria ir como da última vez. Taehyung prometera que se tivesse a chance de vê-la novamente, de a conhecer, se agarraria à essa chance com todas suas forças.


-Por favor, me espere no camarim até o evento acabar. - Pediu. S/n arregalou levemente os olhos. Não esperava por essa reação, mas jamais poderia dizer que não gostara dela. A mulher abriu e fechou  boca várias vezes, sem saber o que realmente falar.


-Pode deixar. Eu como amiga dela, a farei ir. - Nari aparecera agarrando seus ombros com um largo sorriso no rosto.


No final, o que a coreana baixinha planejara saiu bem melhor que o esperado. 




Notas Finais


Ufa! Escrever em terceiro pessoa certamente tá beeem fora do meu quadrado, mas nós arrisca, né?

Espero que tenha ficado pelo menos favorável pra vcs, como eu disse, tinha um tempinho que eu não escrevia e consequentemente não usava minha criatividade para isso. Agora é rezar para que ande.

Próximo capítulo? Nem eu sei quando sai.

Comentem o que acharam, eu realmente quero comentários sobre, sabe? Tanto tempo parada nos causa uma certa aflição 😔🤝


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