História I saw the love in your eyes - Fillie - Capítulo 11


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Georgie Denbrough, Henry Bowers, Jonathan Byers, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Michael "Mike" Hanlon, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Steve Harrington, Will Byers, William "Bill" Denbrough
Tags Fillie, Mileven, Millie, Stranger Things
Visualizações 133
Palavras 2.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas!
Capítulo novo veio rápido e eu espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 11 - The expected guest


Capítulo 11 – The expected guest

Nova York – Domingo – 08:15 a.m.

Já teve uma noite de sono que quando você acorda fica com a impressão de que não dormiu nem 10 minutos? Era a minha pessoa nesse exato momento.

Do momento que meu despertador tocou, até o momento que eu consegui me levantar da minha cama, o que foi somente 30 minutos depois, eu sentia todo o meu corpo doer.

- Millie? – ouvi Sadie me gritar – Hoje é domingo, ou seja, não precisamos ir na faculdade hoje, só amanhã.

- Então eu posso dormir? – uma das melhores sensações é você descobrir que pode dormir mais.

- Não, Millster. Gaten precisa vir aqui mais cedo – minha amiga disse – Ele me ligou e falou que até as 9 ele chega.

- Droga! – resmunguei e caí na cama de novo.

- Quer que eu ligue pra ele e desmarque isso?

- Não, pode deixar – falei me levantando e abrindo a porta – Vou me arrumar.

Me virei para meu quarto e fui arrumar uma roupa. Depois de um banho rápido, fui comer o café da manhã que Sadie havia feito e depois me sentei no sofá para esperar Gaten.

Quando alguém bateu na porta, Sadie foi para o seu quarto para nos dar privacidade, achando que era Gaten. Mas qual foi minha surpresa ao abrir a porta e ver Finn parado ali no corredor.

- Bom dia – ele disse e me abraçou. Paralisei no lugar ao sentir seus braços ao meu redor e pude sentir seu perfume.

- Bom dia, o que está fazendo aqui? – perguntei quando ele me soltou.

- Vim te chamar para dar uma volta, conhecer a cidade – Finn respondeu sorrindo – O que acha?

- Eu adoraria, mesmo, mas tenho um compromisso – falei, me afastando um pouco, eu muito perto dele não daria certo – Um amigo meu vai vir aqui.

- Ah... – ele parecia realmente decepcionado, quase pedi para Sadie ligar para Gaten e desmarcar.

Quase. Mas antes que eu pudesse pensar melhor na ideia, a porta do elevador se abriu e Gaten saiu para o corredor onde eu e Finn estávamos parados.

No momento que Gaten viu Finn, ele parou e fechou a cara.

- Que merda você ta fazendo aqui? – Gaten perguntou agressivo e se aproximando de Finn. Entrei no caminho de Gaten e o segurei.

- Gaten? – tentei falar com ele, mas ele nem me deu moral.

- Veio enganar outra garota com seu papinho?

- Para com isso, cara – Finn respondeu – Eu já conversei com ela, só você ainda ta encanado.

- Ela é ingênua e você um aproveitador – Gaten respondeu. Eu olhava de um para o outro tentando entender que confusão era aquela.

- Para de me atacar – Finn disse.

- Alguém pode me explicar o que houve? – perguntei em voz alta.

- Manda esse cara ir embora, Mills – Gaten disse – Ele não vale nada.

- Aí mano, para de me ofender – Finn tentou se defender.

- Não vai me dizer que está ficando com ele, Mills? Ele vai quebrar seu coração, como fez com a minha irmã.

- CALEM A BOCA OS DOIS – gritei quando vi que Finn já ia responder – Finn, depois a gente conversa, okay? – eu disse para o meu vizinho. Puxei o braço de Gaten e entrei com ele no apartamento, fechando a porta logo em seguida.

- Mills, você tem que me ouvir...

- Continua calado, Matarazzo – cortei ele antes que ele tentasse continuar.

- Que agressiva – ele disse baixo.

- Você não viu nada – falei pra ele – Agora começa, me explica o que foi aquilo ali fora.

- É o seguinte – ele começou – Eu tenho uma irmã que é dois anos mais nova do que eu, ou seja, ela tem 18 anos. Há dois anos ela conheceu o Finn na escola que estudava e os dois namoraram por um tempo, mas ele tava traindo ela por todo o relacionamento deles, Mills, aquele cara não vale nada – ele acabou de falar me olhando ainda com raiva no olhar.

- Entendi, mas você não acha que ela deve resolver isso com ele? – perguntei.

- Ela é minha irmã mais nova, eu não vou deixar que esse canadense engane minha irmã.

- Olha, o que eu acho é que você devia conversar com ele primeiro ou confiar na sua irmã, Finn disse que falou com ela e só você continua encanado com isso – falei e antes que ele pudesse revidar eu emendei – Mas a vida é de vocês, vocês que se entendam.

Gaten somente balançou a cabeça em concordância e respirou para se acalmar. Depois de uns cinco minutos ele pareceu se lembrar que eu estava na sala.

- Me desculpa, sou um pouco esquentado – ele disse sorrindo sem graça – Mas enfim, o que aconteceu com seu celular?

- Meu ex-namorado me ligou, Sadie atendeu, começou a gritar com ele e o celular sofreu as consequências.

- Nossa, essa ruiva é nervosa hein – Gaten riu e eu o acompanhei.

- Bastante – falei – Então por enquanto, eu estou sem celular.

- Que tal se eu te emprestar um meu até que você compre outro? – ele ofereceu.

- Não precisa, sério – tentei negar.

- Eu não estou te dando ele, é só um empréstimo, eu tenho 2 que não uso.

- Não vai te fazer falta? – perguntei.

- Claro que não.

- Tudo bem então – concordei – Até eu comprar outro.

- Então vamos fazer o seguinte, minha casa é aqui perto, a gente vai lá pegar o celular e depois vai comer alguma coisa – ele convidou.

- Eu já comi.

- Mas eu não, você pode me fazer companhia – ele disse sorrindo. E eu tenho uma queda por sorrisos.

- Tudo bem, vou só avisar a Sads – falei e comecei a me levantar.

- Vai com tudo, amiga – Sadie gritou da cozinha, pelo jeito, ela estava ouvindo nossa conversa.

- Então vamos – Gaten se levantou, abriu a porta para que eu passasse, depois a fechou e foi em direção ao elevador.

Quando chegamos à calçada, Finn estava parado na porta de seu prédio conversando com a menina da noite anterior, a tal Natalia. Eu e Gaten passamos pelos dois rapidamente, mas pude sentir que os dois nos olhava.

Não sei se foi natural ou por implicância, mas Gaten segurou minha mão quando passávamos em frente aos dois. Tive vontade de olhar para trás e ver se Finn estava nervoso, já que claramente Gaten e Finn tinham uma inimizade.

- Eu moro daqui a dois quarteirões – Gaten disse.

- Tudo bem – falei.

Começamos a conversar enquanto andávamos e como ele disse, depois de dois quarteirões chegamos à sua casa. Era uma casa que aparentava ser grande mesmo por fora.

Quando entramos pude constatar que realmente, era bem grande. A sala ampla dava vista para a piscina dos fundos, já que a parede era de vidro.

- Sua casa é linda, Gaten – falei olhando ao redor.

- Obrigada – ele respondeu – Moramos eu e minha irmã aqui, por causa da faculdade. Ela vai entrar esse ano, vai cursar medicina.

- Que legal. E você, faz qual curso? – perguntei.

- Faço gastronomia, estou no segundo ano – ele disse me puxando para a escada. Subimos pelos degraus marrons até um corredor de paredes claras.

Ao chegar a uma porta de madeira pintada na cor verde, ele a abriu e entramos em seu quarto. Sabia que era dele porque tinha seu nome escrito na parede.

- Fique à vontade, vou procurar o celular – fui em direção a um mural cheio de fotos e pude reconhecer Gaten em quase todas. A garota que estava ao seu lado em muitas fotos devia ser sua irmã, já que os dois eram muito parecidos.

Depois de poucos minutos Gaten voltou de outro cômodo que parecia ser um closet e trazia uma caixa na mão.

- Aqui, ele é semi novo, usei somente por alguns meses e meu pai me deu outro – ele me entregou a caixa e pude ver que era um iPhone 6. Fiquei pasma, como alguém trocava de celular tão rápido?

- Muito obrigada – agradeci sorrindo.

- Sente-se, vou pedir à Silvia para preparar algo pra gente comer – ele disse saindo do quarto.

- Mas eu já comi – falei, mas foi em vão, ele já tinha ido.

Aproveitei esse momento para colocar meu chip no celular e mexer nele. Depois de dez minutos, quando Gaten voltou, eu já tinha arrumado algumas funções do aparelho.

- Ela já vai trazer alguma coisa – ele disse se sentando ao meu lado.

- Eu disse que já comi – reclamei.

- E eu te disse que eu não – ele retrucou.

- Você não queria comer fora?

- Mas aqui eu nem preciso sair de casa e a comida de Silvia é ótima – ele respondeu e pegou em minha mão – Além de que aqui é bem mais confortável para conversarmos.

- Tudo bem. Sobre o que quer conversar comigo?

- Quero saber o que aconteceu com nós dois no dia da boate – ele falou, se aproximando – A última coisa que eu me lembro é de pedir uma tequila. Eu perguntei Caleb, mas ele não quis me falar, então minha esperança era você.

Nossa! Então era isso, ele não se lembrava. Não sabia se ria ou ficava brava.

- Bom... – comecei, hora de colocar a cara de pau em ação – A gente se beijou – fui pelo mais fácil - Eu estava falando que você estava bêbado, aí você parou de um vez, me puxou e a gente se beijou.

- Uau – foi a única coisa que ele disse antes de respirar fundo – Mais alguma coisa?

- A gente entrou no carro, você me perguntou onde eu morava e ia me levar para casa, mas eu mudei de ideia no meio do caminho e fui com você para o hotel – ele me olhava como se estivesse pasmo – A gente foi pro seu quarto, começamos a nos beijar, mas quando a gente foi pra cama... – fiz suspense.

- O que foi? – ele perguntou desesperado.

- Você dormiu em cima de mim, Mattarazzo – eu falei sorrindo. Não queria debochar, mas sempre que eu lembrava disso eu ria para não chorar.

- Mentira isso – ele falou, não querendo acreditar.

- Não, não é mentira – respondi – Você dormiu em cima de mim, eu lutei pra te rolar e depois fui dormir também. Acordei cedo com Sadie e caleb batendo na sua porta.

- Eu não acredito que eu fiz isso – ele falou olhando para o chão – Perdi uma puta oportunidade.

Pelo jeito ele pensou que tinha falado baixo porque nem percebeu que eu tinha ouvido. Dei uma risada baixa e ele me olhou.

- Me desculpa, Millie – ele disse.

- Não precisa, Gaten – tentei acalmá-lo – Já superei.

- Menos mal – ele disse e ficou em silêncio por cerca de um minuto – Posso pedir uma coisa?

- Depende do que seja – respondi receosa.

- Eu não me lembro de ter te beijado, então, posso? – ele perguntou se aproximando do meu rosto.

Não precisei responder, somente me aproximei mais e encostei meus lábios nos seus, o beijando.

Era diferente beijar Gaten sóbrio. Ele era mais carinhoso e cuidadoso e eu podia sentir que ele queria que eu visse que seria diferente. Suas mãos passeavam pelas minhas costas e as minhas estavam em sua nuca.

- Gaten! – ouvimos alguém gritar e nos afastamos rapidamente – Sua comida está pronta.

- Já vou, Silvia – Gaten respondeu. Nossos peitos subiam e desciam tanto pelo beijo quanto pelo susto.

- A gente devia descer – falei me levantando.

- Claro – ele se levantou também, abriu a porta e voltamos pelo mesmo corredor. Descemos as escadas e fomos para a cozinha.

- Acho que eu vou embora – falei antes que chegássemos à cozinha.

- Por quê? – ele perguntou pegando minha mão.

- Meus irmão provavelmente irão lá em casa e eu tenho que estar lá – falei. Eu não estava inventando desculpas, era a verdade.

- Tudo bem, sabe chegar lá?

- Sei sim – respondi. Pelo menos, eu achava que sabia.

Dei um breve beijo no canto de sua boca e saí em direção à porta, mas antes que eu saísse, Gaten me puxou e me beijou.

- Agora tá melhor – ele disse me soltando quando os dois já estavam sem fôlego.

Saí para a rua e andei até em casa. Pensei que ia ser difícil, mas nem foi. Quando me aproximei do prédio que eu morava, Finn ainda estava no mesmo lugar, mas agora sozinho.

- Será que agora eu posso levar minha vizinha pra conhecer a cidade? – ele perguntou cruzando os braços e dando um sorriso torto que apagou qualquer beijo que Gaten tenha me dado há alguns minutos. Que diabos esse garoto tinha pra me fazer estar idiota assim?

- Claro, vamos sim – respondi, mandando às favas o fato de que meus irmãos iriam me visitar e minhas perguntas confusas.


Notas Finais


E aí, gostaram? Não? Mais ou menos? Leiam e me contem nos comentários, vou amar saber. Quem tiver teorias, sugestões ou críticas também pode me falar viu. Beijo e até o próximo 😘


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