História I saw the love in your eyes - Fillie - Capítulo 12


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Georgie Denbrough, Henry Bowers, Jonathan Byers, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Michael "Mike" Hanlon, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Steve Harrington, Will Byers, William "Bill" Denbrough
Tags Fillie, Mileven, Millie, Stranger Things
Visualizações 145
Palavras 1.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas!

Até eu estou surpresa comigo mesma. Quando eu tenho um notebook, a coisa flui. Preciso arrumar o meu.
Espero que gostem do capítulo, boa leitura.

Capítulo 12 - Sunday


Capítulo 12 – Sunday

Nova York – Domingo – 10:30 a.m.

Eu e Finn andávamos por uma rua movimentada em uma área central da cidade enquanto conversávamos. Ele não falava muita coisa, mas fazia muitas perguntas. Dele só tinha conseguido arrancar coisas básicas.

Descobri que Finn Wolfhard nasceu em Vancouver, no Canadá, tem 19 anos e que veio para Nova York há 5 anos por causa de sua mãe, que estava se separando do seu pai. Ele repetiu um ano, por isso começaria a faculdade esse ano. E ele tem um irmão mais velho, mas que mora com o pai no Canadá.

- E seu melhor amigo é o Noah? – perguntei.

- Sim – ele falou sorrindo – Desde quando tínhamos 5 anos de idade. Ele veio pra cá com os pais quando tínhamos 12 anos. Agora dividimos o apartamento e minha mãe mora em um anexo da loja que ela tem.

- Deve ter sido difícil para vocês dois, ficarem longe – falei me colocando no lugar dele, no caso se fossemos eu e Sadie. Eu ficaria louca sem ela.

- Bastante.

- Que curso você vai fazer? – perguntei, como boa curiosa que sou. Eu sabia que não tinha a mínima possibilidade de ele fazer o mesmo curso que eu, seria muita sorte.

- Vou fazer o curso de música – viu? Eu disse – E você, Brown? Qual sua história?

- Nasci e cresci em Los Angeles, me mudei pra cá ontem, tenho 18 anos, dois irmãos mais velhos que moram aqui e uma mais nova que ficou com meu pai – comecei a contar.

- E sua mãe? – ele perguntou, percebendo que eu não falei dela. Automaticamente fiz careta, esperava que ele não perguntasse.

- Minha mãe morreu no meu último dia no ensino médio – falei em voz baixa. Meus olhos se encheram de água automaticamente, falar dela doía.

- Ah, eu sinto muito – ele falou, sem graça.

- Tudo bem, você não sabia – falei baixo.

Ficamos em silêncio por alguns minutos enquanto continuávamos a andar. Agora estávamos perto de um parque, que eu desconfiava ser o Central Park.

- O que você acha de nos sentarmos no Central Park? – ele apontou para o parque.

- Acho melhor a gente voltar – falei parando de andar – Ninguém sabe que eu consegui um celular, meus irmãos iam lá em casa e nem Sadie sabe que eu saí com você.

- Tudo bem então – ele concordou – Outro dia a gente vem.

Demos meia volta e começamos a voltar pelo caminho que viemos.

- Mas e aí, qual curso vai fazer? – ele perguntou, tentando retomar a conversa que estávamos.

- Vou cursar artes cênicas.

- Olha só, temos uma atriz por aqui – ele disse abrindo os braços e sorrindo – Qual sua inspiração para esse curso?

- Fiz algumas aulas de teatro quando era mais nova, apresentei algumas peças na escola, esse tipo de coisa – expliquei – Além de que sempre foi meu sonho e o de Sadie.

- Entendi – ele falou – Você e sua amiga parecem ser muito próximas.

- E somos – falei sorrindo – Eu e ela somos melhores amigas e sempre foi assim desde que tínhamos 6 anos, fazemos tudo juntas.

Continuamos a conversar até voltarmos para casa e nesse meio tempo contei a ele o que aconteceu com meu celular e muitos detalhes da minha vida, assim como ele me contou da sua. Quando chegamos em casa, estávamos trocando histórias amorosas.

- E então ele simplesmente sumiu – estava contando a ele sobre Jacob – Agora ele me liga falando um monte de merda.

- E é por isso que eu nunca namorei – ele disse rindo.

- O que? – perguntei – É sério isso?

- Sim, eu nunca namorei sério com ninguém – ele falou escorando na parede de seu prédio.

- Mas por que não?

- Nunca encontrei ninguém que eu gostasse o suficiente para dar título de namorada – ele explicou, agora sério – E eu não quero ficar com uma pessoa só, não agora.

- Mas... – falei me lembrando de uma coisa – Gaten te odeia porque você namorava a irmã dele e a traía.

- É isso que ele acha? – ele disse voltando a rir – Ele tira as suas próprias conclusões, não conversa com a irmã e eu que sou o culpado.

- Como assim? – perguntei confusa.

- Eu e Sabrina não namoramos, a gente só ficava e ela tinha total conhecimento de que eu não ficava só com ela – ele disse – Do mesmo jeito que ela não ficava só comigo.

- Nossa, mas ele disse que vocês ficaram juntos por bastante tempo.

- Sim, ficamos. Mas foi só isso – Finn falou – Gaten é um cabeça dura e não quer aceitar que a irmãzinha dele cresceu.

- Pelo jeito, não quer aceitar mesmo – falei rindo, imaginando a confusão que isso tinha dado.

- Mas enfim, amanhã você vai na faculdade?

- Vou sim, com o meu irmão, que aliás deve estar lá em cima – falei apontando para o prédio – Eu e Sadie temos que levar nossos documentos.

- Se importa se eu for com vocês? – Finn perguntou, fazendo cara de cachorro que caiu da mudança.

- Pode sim, é aqui perto mesmo – falei brincando – Não é como se as ruas não fossem livres pra você ir.

- Ouch – ele disse fingindo estar magoado, mas logo ficou sério e se aproximou de mim – Eu sei que as ruas são públicas, Millie. Eu estou te perguntando porque quero sua companhia.

Minha santa protetora das garotas que têm crush por sorrisos, me ajudem. Ele estava muito perto do meu rosto, eu podia sentir sua respiração.

Um lado meu queria matar essa vontade que eu estava de beijá-lo, mas a outra dizia que era errado pois eu tinha ficado com Gaten há menos de uma hora. Era como ter um anjinho e um capetinha no meu ombro soprando conselhos em meus ouvidos.

Mas ainda bem (ou não), nós fomos atrapalhados de novo, dessa vez pelos meus dois irmãos mais velhos que chegavam agora.

- Mal chegou e já arrumou um namorado, Millster? – ouvi a voz de Paige zombando. Me afastei rapidamente de Finn e ele fez o mesmo. Esse povo adorava me assustar.

- Para de ser tonta – falei a abraçando – Olá para vocês dois – abracei Charlie, que estava com a cara fechada. Podia apostar que era ciúmes.

- E aí, Fini – Paige falou com meu vizinho.

- Vocês se conhecem? – perguntei confusa.

- Sim – dessa vez Charlie respondeu – Ele é filho da nossa chefe.

Entendi o porquê da cara do meu irmão na mesma hora. Ele estava morrendo de ciúmes, mas não podia falar nada porque Finn era filho da sua chefe. Não aguentei e comecei a rir, mas logo disfarcei sob o olhar raivoso do meu irmão mais velho.

- Vamos entrar, Mills? – Paige falou, sentindo que Charlie mandaria para o ar o fato de estar frente a frente com o filho da chefe e socaria Finn ali mesmo – Ou você estava saindo?

- Não, estava chegando mesmo – falei, puxando o braço de Charlie – Achei até que vocês já estavam aqui.

- Pleno domingo e eu vou acordar cedo pra que? – minha irmã disse rindo.

- Tchau, Fini – me despedi usando o apelido que minha irmã o tinha chamado.

- Até amanhã, Millster – ele acenou sorrindo e piscando.

- Huuuuum – Paige implicou e começou a rir – O que tem amanhã?

- Nada de mais, ele vai com a gente quando formos na faculdade – falei – Ele também vai começar a estudar lá.

- Ele não tem perna? – Charlie perguntou mal humorado. Ignorei. A essa altura, já estávamos na porta do apartamento. Coloquei a mão no bolso e percebi que não estava com minhas chaves.

Bati na porta torcendo para que Sadie não tivesse saído e fiquei aliviada quando a mesma abriu a porta depois de alguns segundos.

- Oi vocês – ela nos cumprimentou – Achei que não viriam mais.

Paige deu a mesma resposta que tinha dado a mim e entramos no apartamento. Passamos o resto do dia conversando e até consegui convencer Charlie a desamarrar a cara de mau. Sadie fez a gente ir a um supermercado para fazermos almoço. Pelo menos em cozinhar ela era boa.

Quando já estava anoitecendo, meus irmão foram embora e eu fui contar para Sadie sobre meu passeio com Finn e tudo o que tinha acontecido.

- Pela segunda vez alguém atrapalhou vocês? – ela perguntou rindo – Isso vai virar mania.

- Primeiro aquela garota, agora Paige – suspirei – Parece que não é pra ser.

- Para de ser boba, Millie – Sadie disse, ficando séria – Se for pra ser, vai ser. Só lembra o que ele te falou sobre relacionamentos.

- Eu estou me lembrando, mas Sads, eu fiquei dois anos da minha vida namorando – tentei explicar o que se passava na minha cabeça – Foram dois anos fazendo de tudo pra uma coisa dar certo, com um garoto que eu achei que era perfeito e fazia tudo por mim, pra descobrir que não é bem assim – bufei – Sem contar que minhas primeiras vezes foram todas com ele. Primeiro namorado, beijo, amasso, sexo, matar aula – pude sentir que ficava cada vez mais confusa – O que eu quero dizer é, eu não quero relacionamento sério agora.

- E você quer “ser uma adolescente irresponsável por um momento” – ela fez aspas enquanto citava o que eu falei a ela algumas vezes.

- Isso – concordei – Então se me der vontade de fazer algo, eu vou fazer.

- Eu não acredito que isso vá dar acontecer, você é mais razão do que emoção, mas você quem sabe – Sads falou, dando de ombros.

Fui impedida de responder minha amiga pelo celular que Gaten me emprestou, que começou a tocar. Olhei o visor, mas como tinha perdido alguns números, não apareceu nenhum nome, somente o número. Mas eu sabia muito bem quem era.

Me afastei de Sadie e fui para o meu quarto. Todo cuidado era pouco com um celular emprestado.

- Oi Jacob – atendi.

- Finalmente, Millster – ele respondeu – A gente precisa conversar.


Notas Finais


Me digam se gostaram ou não, críticas, sugestões e teorias são sempre bem vindas. E obrigada pelos comentários do capítulo anterior.
Beijos e até o próximo 😘


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