História I saw the love in your eyes - Capítulo 2


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Categorias Mystic Messenger
Personagens 707, Jumin Han, Personagens Originais
Tags 707, Jumin, Mystic Messeger
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Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI OI GALERINHA LINDA!

Como vocês estão? Bem? Estão se alimentando direito? Eu espero que sim.

Então, o capítulo de hoje ainda está mais curtinho do que eu pretendo deixar — talvez em torno de 2.000 a 4.000 palavras —, mas além da sinopse e do prólogo, eu achei que precisaria ter uma terceira introdução, mas claro, essa já é 100% ligada a história e sempre esteve nos meus planos, por isso, por favor, não achem que eu estou enrolando, ok? (ou achem, mas não é verdade :p)

Fazendo um pequeno comentário sobre a parte já postada da história. Já na sinopse dá para ter a primeira impressão sobre o enredo, certo? E é isso mesmo, a sinopse é um pensamento da minha querida Ji-Yeon, sobre o que ela pensa dos rapazes. No prólogo, eu conto um pouquinho de como é a vida deles e lembrando (ou avisando, no caso) que aquilo era somente uma distante introdução, afinal, deixa a história principal a parte e foca mais no estilo de vida de cada um. Já esse capítulo 1, ele está completamente dentro a história principal, sem contar com o quanto é importante mostrar como eles se conheceram, né?

Espero que gostem. Eu o fiz com muito carinho e amor.

Capítulo 2 - Capítulo 1


A janela era como seu ponto de fuga. Perdida em pensamentos, a garota de longos cabelos castanho claro imaginava como seria sua vida em um universo alternativo. Ela se divertia a visualizando com um blazer e óculos escuros enquanto ia para cenas de crimes falando “Sou a detetive contratada para trabalhar no caso” ou talvez sendo a maior superstar do momento, estando sempre rodeada de fãs, gritarias e presentinhos.

Não era como se sua vida fosse ruim, pelo contrário, apesar da recente perda de seu pai, ela vivia uma vida boa. Sua mãe teve a sorte de achar um emprego com o qual ganhava suficientemente bem para sustentá-las e ela ainda foi aceita em um programa de estagiários para trabalhar durante um ano em uma grande e conhecida empresa multinacional – que era famosa por quase toda a Ásia. Isso daria a ela a chance de acabar sendo contratada como funcionária definitiva.

O sinal bateu, a fazendo despertar de seus devaneios. A maioria dos alunos estavam pegando seus pertences e saindo a procura de um lugar confortável para comerem em paz. Sua melhor amiga não estava vindo às aulas ainda - por estar em uma viagem pela Europa com os pais -, e seria muito triste ficar naquela sala sozinha, por isso, Ji-Yeon pegou sua comida e saiu para o telhado.

Ao chegar lá, percebeu que um garoto, que não parecia ser coreano, teve a mesma ideia que ela. O ruivo não pareceu perceber sua presença ali, afinal, toda a sua atenção parecia estar voltada ao seu celular. E não era para menos, todas essas aulas eram muito desgastantes e cansativas para ele, seu momento de relaxamento, era quando podia se dar ao luxo de ficar à toa.

— Eu acho que nunca te vi por aqui. — A menina falou de maneira amistosa, se sentando ao lado do rapaz.

Era óbvio que ele era novato. Mesmo com a memória de peixinho dourado que ela tinha, seria um tanto complicado se esquecer de alguém com traços tão fortes, sem contar que sua amiga ficaria louca ao ver alguém assim.

— Acho que é porque sou do tipo que não se destaca muito. — Ele disse em um tom brincalhão.

O jovem passou a mão livre em seu belo cabelo cor de fogo e sorriu de um jeito que a menina achou fofo. Ele tinha um leve cheiro de cigarro, que seria quase imperceptível se os dois estivessem um pouco mais distantes, mas era impossível saber se ele era o fumante ou era alguém próximo a ele.

— E de que turma você é? — Ela perguntou antes de dar uma mordida em seu pão de curry.

Como resposta, o rapaz arqueou uma das sobrancelhas, a fazendo se questionar se havia dito algo errado, mas então ele começou a rir, o que a deixou ainda mais confusa. Seus pensamentos não deixaram de lado a ideia de que ele pudesse ser louco, entretanto, sua curiosidade a fez permanecer ali esperando que ele desse explicações.

— Digamos que eu sento atrás de você. — Ele, sem permissão, deu uma mordida no lanche da menina que tentava processar sua frase. — Parece que você é tão concentrada nas aulas que nem nota o que tem ao seu redor, né?

Ela sabia que ele estava completamente ciente das suas distrações, podia sentir pelo tom de ironia em suas palavras, e antes que pudesse dizer qualquer coisa para se defender, o sinal tocou. O garoto se levantou rapidamente e a olhou nos olhos durante longos segundos. Para a maioria das pessoas, aquela cena não representava nada além de uma troca amistosa de olhares, mas para os observadores, seria fácil ver que tinha algo a mais por trás desse olhar. Algo que ele parecia querer não contar.

— Você vai para a sala ou vai matar aula? — Ele perguntou um pouco antes de ser virar a caminhar em direção a saída com as mãos nos bolsos.

— Eu vou estudar. — A menina se levantou em um pulo e deu uma rápida corrida para acompanhar o garoto, que não parecia disposto a esperar. — Seu ladrão de salgados.

Ele riu com seu novo apelido, mas continuou em silêncio. Sua única ação foi bagunçar o longo cabelo da Ji-Yeon e sair de lá com as mãos dentro do bolso da calça. Ele odiava aquele uniforme com todas as suas forças e somente queria voltar a vestir seu casaco preto com detalhes amarelados.

***

A aula passou voando e quando a morena percebeu, já era hora de ir embora. Nesse período, ela realmente prometeu a si mesma que estudaria muito e até então — sem contar com alguns momentos de distração — estava cumprindo, diferente de seu novo colega, Luciel, que dormia durante todo o tempo.

O caminho até o ônibus foi bem tranquilo. O ruivo a acompanhou por parte do caminho, mas depois de uma ligação, ele precisou ir correndo para casa. A menina só esperava que estivesse tudo bem com ele e que tudo desse certo para ela.

O seu local de trabalho era muito bem localizado e ficava em um bairro lindo. Próximo a ele, além de estar sempre passando o ônibus que ela pegava para ir para casa, tinha uma lanchonete e algumas lojas de roupas de grife. E não era para menos, a empresa, com toda a sua fama, não podia se permitir ficar em um lugar que não fosse aquele. Um alto prédio com a logo enorme feita com um vidro espelhado impecável e brilhante, parecia até mesmo coisa de outro mundo.

Apesar disso, ela sabia que por trás da aparência, havia um lugar cruel, cheio de pessoas frias e indiferentes. Seus dias de trabalho nas férias foram cansativos e ela mal esperava para saber como seria ter que balancear os estudos e o emprego.

— Ei, ei, ei, ei! — Uma voz conhecida e animada a chamou atenção, fazendo com que a garota parasse para esperar a amiga. — Você chegou cedo hoje.

— Acho que foi só sorte mesmo. — Ela sorriu amistosamente, dando sua atenção toda a menina que, como sempre, parecia estar radiante.

Em questão de poucos segundos, Ji-Yeon sentiu seu corpo se chocar contra algo, mais especificamente, um copo de café, que antes estava na mão do homem, no qual ela não viu graças a sua distração. Ela pode sentir o líquido quente queimando seu braço.

— Você não olha por onde anda não!? —Uma voz com um ar imponente perguntou.

O alto homem de terno azul escuro tinha uma expressão de indignação estampada em seu rosto e seu olhar mostrava um enorme ódio contra a garota que tentava se desculpar desesperadamente pelo seu ato irresponsável.

— Me desculpe, me desculpe mesmo. —Ela dizia rápido, repetidas vezes enquanto fazia uma reverência atrás da outra. — E-eu estava distraída, não vi o senhor.

— Sabe o quanto custa um terno desse? — A grossa e rouca voz parecia ser de uma pessoa em um estado calmo, mas só de olhar a postura e o semblante de que ela pertencia, que era possível ver o contrário. — Nem se trabalhar o resto da sua vida aqui vai conseguir pagar outra.

— Se quiser, eu lavo para o senhor. — Ela disse na tentativa de acalma-lo, enquanto uma multidão parecia assisti-los de longe. — Te trago amanhã de manhã sem falta.

— Eu mesmo mandarei lavar, meu terno não pode ser tocado por uma qualquer como você. — Aquelas palavras foram a gota d´água para que a jovem explodisse.

Se tinha algo que ela odiava, eram pessoas mesquinhas, que se acham melhores que os outros. Não era como se ela tivesse algum poder ou influência, mas mesmo que ele aparentasse ser o tipo de cara que consegue o que quer com um simples estalar de dedos, algo dentro dela não conseguia ouvir aquilo em silêncio. E foi nesse momento que ela perdeu o controle.

A primeira coisa líquida que ela encontrou, foi jogada sem pensar duas vezes na parte limpa da roupa. A grande sorte é que era somente água fria, mas a conhecendo, era fato de que mesmo que tivesse água fervendo ali, ela a jogaria. O que é um ponto muito ruim para a sua personalidade impulsiva.

— Opa, estava meio sujo ali. — Um sorriso cínico se formou em seu rosto e assim ela seguiu seu percurso, parando somente para dar dois tapinhas no ombro do rapaz irritado.

Após caminhar por um tempo, ela foi parada pelo seu superior que estava extremamente furioso. E não era para menos, ele tinha milhares de razões para isso. Então, ela preferiu levar a bronca em silêncio.

— Você nunca mais chegue perto do presidente, entendeu? — Ela afirmou com a cabeça, antes de processar a frase com mais clareza.

— Presidente? — Seus olhos estavam arregalados.

— Ele é Jumin Han, o presidente dessa empresa. — O homem disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo, afinal, devia ser.


Notas Finais


Agora é hora de dizer adeus. Mas lembrem-se, nunca é um adeus, porque eu vou voltar mesmo.
beijo beijo.


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