História I See You (Jung Hoseok ) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Personagens Originais
Tags Amor, Bangtan Boys, Bts, Hope World, Imagine Bts, Imagine Hoseok, Imagine J-hope, Imagine Jung Hoseok, J-hope, Romance
Visualizações 15
Palavras 2.919
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi então... Rsrsrsrs sim sei que sou um cretina por ter demorado para um caralho para atualizar mas aqui estou.
Como vcs estão? Bem eu espero.
Estou com um bloqueio terrível ultimamente por isso estou demorando um pouco para atualizar.
Sorry.
Vamos ver como anda o nosso casal fofura?
Sem mais bla bla bla.
Boa leitura.

Capítulo 6 - Eu sempre estive aqui


Fanfic / Fanfiction I See You (Jung Hoseok ) - Capítulo 6 - Eu sempre estive aqui

Aquela tarde de clima quente e calmo foi o inicio. O começo de um amor puro e verdadeiro, o inicio de uma longa e tortuosa estrada, contudo, ao segurar a mão dele não teve medo do que estava começando ali.

Ambos estavam certos no que se referia ao que sentia um pelo outro e podia dizer com todas as letras que podiam escrever, em todos os idiomas existentes que naquele momento eles se completavam e permaneceriam inteiros sempre que estivessem juntos.

Aquele beijo havia despertado nela sensações que antes estavam adormecida no seu mais profundo intimo, nunca antes ela tinha sentido esse turbilhão dentro do si, o coração aos pulos chegava a ser constrangedor a forma que ficava com apenas um toque dele.

- Meu coração - Começou ela. - Ele... Ele está acelerado por sua causa.

- Eu posso deixá-lo mais acelerado que isso.

Ele sorriu nos lábios dela e em seguida se levantou levando-a junto de si, com a mão apoiada em sua cintura a segurou firme colando seu corpo ao dela, com a outra mão acariciou o rosto da mesma arrancando suspiros dela.

E a beijou pela segunda vez naquela tarde, um beijo doce e cheio de significado, ele a beijou com tamanho cuidado, como se beijasse algo frágil e quebradiço. A beijou com paixão, com ternura, queria que ela pudesse ver, pudesse sentir o amor que nutriu por ela durante longos meses.

Os lábios dele se separaram dos dela apenas quando ambos estavam sem fôlego.

Hoseok ajudou Ha Eun a sentar novamente no banco e ajoelhou-se à sua frente.

- Não chore de novo huh? - Pedia ele.

Ela apenas balançou a cabeça concordando. A mente de Ha Eun encontrava-se confusa, ela sabia que o homem diante de si não era quem ele dizia ser, no fundo ela sempre soube contudo, como poderia falar? Como poderia confrontá-lo se o mesmo sempre desviava de qualquer assunto pessoal demais que ela perguntava.

Sendo assim decidiu falar ali, naquele momento e com a oportunidade perfeita diante de si.

- Eu sei que você não é quem diz ser - Começou ela.

No momento em que proferiu tais palavras as mãos que repousavam sob as delas foram rapidamente retiradas e a tensão tomou novamente conta do ambiente.

- Não sei do que você está falando - Responde.

- Você sabe exatamente do que se trata, eu sei que você sabe, então por favor não tente me enganar.

- O que você quer que eu diga? -

- Apenas a verdade - Ela insistia.

- A verdade? A verdade é que eu gosto de você. É isso?

Apesar da situação entre eles, Ha Eun sentiu seu coração se aquecer com aquelas palavras. Sim ele gostava dela, assim como ela gostava dele.

- Há quanto tempo? -

- Faz algum tempo - Ele riu.

- Quanto exatamente? -

- Por que você é tão curiosa? Não basta me ouvir dizer?

Hoseok claramente se divertia agora vendo a curiosidade ardendo no rosto da garota e agora não importava mais se ela descobriria ou não quem ele realmente era. Contando que ela não saísse do seu lado.

- Isso foi bom de ouvir, mas uma garota quando recebe uma declaração ela quer mais detalhes entende?

Ela se levanta e tenta alcançar o lugar em que ele está.

Hoseok estende a mão para ajudar a guia-la até onde ele está. E para sua total surpresa ela pousa a mão delicadamente em seu rosto, seus olhos estavam calmos e naquele vazio que ele já estava acostumado.

- Desde quando? - Ela pergunta gentil.

O coração dele bate rápido, a boca seca, as mãos suadas, calafrios passeavam livremente pelo seu corpo. Aquele proximidade entre os dois o deixava perplexo, olhando aquele rosto. O rosto que não deixava seus sonhos desde que o viu pela primeira vez, aqueles lábios que a minutos atrás estavam sob o seus e aquela vontade esmagadora de abraça-la se fazia presente. Tão forte e intenso que lhe roubava a fala e que ao mesmo tempo lhe dava coragem para enfrentar uma alcateia se fosse necessário.

Por ela, ele assim faria.

Tomando coragem e finalmente encontrando sua voz, ele responde talvez tardiamente ao amor bem na sua frente.

- Desde a primeira vez que te vi - Ele se derramou naquelas palavras e pegando aquela mão que ainda estava sob seu rosto beijando cada pequeno nó nos dedos, se calou apenas por poucos minutos voltando seus olhos para ela.

Aqueles olhos, os olhos que o fez ficar, que o fez se apaixonar agora estavam frenéticos.

- Oi Hoseok - Falou ela com a voz embargada. - Há quanto tempo.

- Oi Ha Eun, eu sempre estive aqui. Desde que pus meus olhos em você jamais te deixei.

Seus olhos o procuravam em desespero porém, sem nada ver. Pela primeira vez em muito tempo ela sentiu tristeza por não poder ver alguém, ela queria vê-lo, desejou tanto, tanto que agora ele estava bem na sua frente, algo parecido com um milagre.

Ela lembrou das noites que se pegou imaginando onde ele estaria ou que estaria fazendo no exato momento que ela pensava nele.

- Isso... Isso é verdade? - Ela perguntou tentando segurar o choro.

-Sim, sempre estive com você, nunca te deixei desde o dia que te ajudei quando foi atacada pelas crianças.

- Durante todo esse tempo? Por que?

- Eu não sei bem o porquê, eu só sei que não consegui ficar em paz sabendo que você estava desprotegida, então passei a te acompanhar e depois...

A frase ficou incompleta, ele desviou o olhar apenas por um instante, respirando fundo voltou a falar.

- Eu vou cuidar de você Ha Eun, vou protegê-la para sempre, me deixe fazer isso.

Não era bem uma confissão mas queria deixar subentendido o quanto gostava dela. Será que ela entendia?

Entendia o quanto aquele amor que ele nutriu era forte e essencial para ele.

Ela daria alguma chance?

Diversas coisas passavam pela sua cabeça, situações diversas desde uma possível declaração dela até à ruptura do vicio de um jeito cruel.

Ela permaneceu calada e a espera por uma resposta era agonizante.

- O que você quer dizer com tudo isso? - Pergunta de repente.

- Estou dizendo que vou permanecer ao seu lado. Se você quiser é claro, basta uma palavra sua Ha Eun eu posso fazer isso.

Era tarde demais para voltar atrás em suas palavras, era agora ou nunca, seu amor já era algo sem controle quando a olhava como fazia agora, seus pequenos olhos vazios haviam se tornado seu tudo, seu rosto delicado lhe davam a sensação de que poderia enfrentar tudo para ter eles mais perto.

- Você tem certeza disso? -

- Nunca estive tão certo em toda minha vida.

- Não sei se posso fazer isso com você - Diz ela triste.

- E por que não? -

- Não quero ser um fardo para ninguém.

Na Ha Eun se retira deixando Hoseok sozinho, no peito um coração apertado, um nó na garganta se formava e lágrimas surgiam no canto de seus pequenos olhos ao sair sem dizer nada.

- Eu não posso - Murmurava para si mesma.

Seguindo seu caminho, ela pensou que estava sozinha como sempre esteve, deixou algumas lágrimas cair, enquanto se abraçava para se aquecer, já estava perto de casa, só mais alguns passos e ela poderia desabar no seu quarto, ao lado da irmã à quem tudo contava.

Distraída pelos próprios pensamentos só percebeu que Hoseok estava ali quando o mesmo a segurou em um abraço apertado.

Por um momento se deixou levar e angustia e o medo que sentia há minutos atrás já não estava presente.

Um novo sentimento residia ali, um tremor que nunca havia sentido estava presente e seu sangue lhe ruborizava a face.

Podia sentir o cheiro que emanava dele, algo doce e relaxante que combinava perfeitamente com ele, ela inalou seu cheiro para guardar na memória enquanto retribuía o abraço.

- Não tenho medo, eu decidi isso, eu posso fazer isso e me sentir feliz pelas escolhas que fiz apenas me aceite.

Pedia ele com sinceridade segurando a garota frágil em seus braços, colocando seu pequeno rosto entre as suas mãos.

Ele podia fazer isso.

- Você entende o que estou falando? - Pergunta ele. - Não vou deixar de estar ao seu lado. Vou sempre arrumar um jeito de ficar com você porque... Porque gosto de você apenas me espere.

Ele repetiu novamente para que ela tivesse a certeza de que aquelas palavras eram sinceras.

Ha Eun nunca havia recebido uma confissão e não sabia bem o que dizer; nem como agir contudo, tinha certeza de algo: Ela queria ouvir mais vezes, se fosse Hoseok à dizer essas palavras, ela aceitaria de bom grado e com o coração aberto para ele.

Apenas para ele.

Talvez o caminho que ambos escolheram os tenha trazido até esse momento, talvez alguma divindade tenha dado esse fardo à Ha Eun pois sabia que alguém iria apoiá-la e amá-la acima de tudo. Talvez as dificuldades estejam apenas começando mas Hoseok não se importava, naquele momento ele tinha decidido.

Ele lutaria pra ficar ao lado dela.

♠♠♠♠♠♠♠♠♠♠♠♠♠♠

Já era fim de tarde e Hoseok ainda estava ao lado de Ha Eun os dois sentados em uma calçada qualquer, o clima tinha esfriado e a mão dele agora aquecia a mão dela enquanto ela sorria para ele, os dois tinham passado boa parte da tarde conversando e agora o silêncio entre ambos também era algo bom.

- Não sorri desse jeito, me deixa indefeso - Confessa ele para ela.

- Só estou feliz por hoje -

- É por isso que estou aqui certo? Pra te fazer feliz.

- E você? Está feliz?

- Sim, muito mais do você imagina sua bobinha.

Diz ao tocar a ponta do nariz dela.

- Você não tem outro apelido para me chamar?

Ele faz carinho em sua bochecha e rir ao vê-la fazer careta.

- Tenho muitos, mas agora não vou dizer quais são, apenas espere.

O tempo era algo que eles não notavam enquanto estavam juntos. A tarde passou dando um lugar a uma noite fria e um céu quase sem estrelas. Com um suspiro forte Hoseok viu que já era hora de se despedir dela, mesmo sem querer.

- Vamos vou te acompanhar até em casa.

Ele se levanta e em seguida ajuda a garota a se levantar também.

Os dois andam lado a lado pela rua. O jovem nem por um minuto tirar seus olhos dela, era aquele rosto que lhe daria a força necessária para seguir com tudo isso. Agora era ela a luz que guiava sua vida e por mais difícil que fosse nada se comparava a beleza do seu primeiro amor correspondido.

Ao chegar na casa da garota todas as luzes estavam acessas e o carro da família já estava na garagem, ao tocar a campainha da casa anunciando sua chegada Hoseok não esperava ser recebido por ninguém mais ninguém menos que o Sr. Na

Pai de Ha Eun.

Ele já abre o portão bravejando e desferindo palavras nem um pouco agradáveis de se ouvir. Ha Eun se encolhe ao ouvir o pai se aproximar e imediatamente Hoseok se põe entre os dois.

- Quem você pensa que é seu moleque? O que estava fazendo até uma hora dessas com minha filha?

Ao ouvir os gritos vindos de fora Ji Woo e a Sra. Na deixam a casa rumo a rua afim de ver o que está acontecendo.

Hoseok continuava parado no lugar com Ha Eun tremendo atrás dele.

- Vamos responda! -

- Estávamos apenas estudando na praça Sr. Na. Apenas isso.

Hoseok respondeu tentando transmitir tranquilidade.

- Não venha tentar me enganar com essa conversa, não se faça de bom moço que bem vejo como você olha para minha filha.

Ele berrava alto e cada passo que dava aproximava-se mais de Hoseok, estava perto o suficiente para que o jovem sentisse o cheiro forte de álcool que emanava dele. Tentando apaziguar a situação e não deixa-lo mais nervoso do que já estava Hoseok tentava em vão argumentar com o homem à sua frente.

Visivelmente alterado o homem segura pela gola e empurra Hoseok para o lado afim de chegar em sua filha que até então estava encolhida atrás do garoto.

Ha Eun é puxada com violência pelo braço e forçada à entrar enquanto o pai continuava com as ofensas dirigidas ao garoto na calçada.

Um pânico já conhecido tomava conta enquanto tentava em vão chegar na calçada, aquele sentimento de impotência, o medo do pai e suas agressões contra ela não era nada comparado ao medo do que o pai poderia fazer ao seu amado.

- Pai, por favor não o machuque - Pedia a garota.

- Vamos entrar querido, Ha Eun já está em segurança e o Jovem In Na é um bom rapaz, eu confio nele. Apenas o deixe ir.

Ji Woo leva a caçula que estava relutante em sair do lugar para dentro de casa seguida pelo Sr. E Sra. Na

Sem nenhum clima para conversas, as irmãs sobem para o quarto sob os protestos do pai que claramente queria passar um sermão na caçula.

Ha Eun se joga na cama, a cabeça latejando de dor, o dia de hoje havia sido de fortes emoções, seus pensamentos embaralhados e um misto de felicidade e medo não a deixava relaxar.

- Ji Woo? - Chama pela mais velha.

- Sim? - Ji Woo que até então estava em silêncio se deita ao lado da irmã e a observa.

- Você sabia que o Jung In Na não é quem ele diz ser?

Ji Woo trava no lugar e não sabe bem o que responder, a caçula estava desconfiada ou descobriu toda a verdade?

- Ele é o Hoseok - Ela sorri ao dizer o nome. - Você já sabia não é?

- Ele te contou? Aquele fofoqueiro de um figa.

- Não - Ela riu. - Eu sempre desconfiei dele pra falar a verdade, quando estava com ele tinha a sensação que já o conhecia.

- E desde quando você tem pensamentos românticos com alguém?

- Não é com qualquer um. É apenas com ele, com o Hoseok.

- Ele é um cara e tanto não é? Queria que você pudesse ver como ele te olha, ele é tão cuidadoso por isso decidi ajuda-lo.

Ha Eun já sabia o tipo de pessoa que ele era, o garoto demonstrou desde o primeiro momento em que conheceram, para ela não era novidade o que acabará de ouvir.

Por mais fácil que fosse gostar de Hoseok ela ainda tinha receios e medo dos próprios sentimentos. Havia coisas que Ha Eun não poderia dar à ele, sua condição só se tornaria um fardo para mais alguém além dos membros de sua família.

- Eu quero vê-lo - Sussurrou para a mais velha.

- Agora? Não é uma boa ideia ursinha, papai ainda está nervoso vamos esperar um pouco huh?

- Não foi isso que eu quis dizer. Eu quero realmente vê-lo, não podemos voltar ao médico e reavaliar meu caso?

- Já falamos sobre isso ursinha. Perdão mas seu caso não tem mais cura, pensei que você já estivesse conformada. O que houve? Porque está se torturando novamente?

- Eu só... Eu só queria ser alguém normal, queria que ele não tivesse que abrir mão de nada por mim.

Ji Woo abraça a caçula que agora tinha no rosto uma dor que há muito tempo ela não via, a doença que quase tirou a vida de sua irmã caçula estava novamente ali com elas, a doença que tirou diversas possibilidades de um bom futuro, agora fazia novamente sua irmã sofrer e com ela Ji Woo partilhava a mesma dor.

Não suportava ver aquelas lágrimas e aquele olhar triste. Há tempos ela havia prometido que faria de tudo para que nunca mais aquele olhar torturado tomasse o rosto dela novamente.

- Escute bem ursinha. Ele não vai estar abrindo mão de absolutamente nada por sua causa. Você pode estudar, trabalhar, casar, ter filhos, você tem possibilidades. Hoje não é como nos tempos de nossos pais. Ele só precisará ter um pouco mais de paciência e tirar alguns tapetes da sala. Apenas isso.

Ha Eun sabia que ainda tinha chances mas se acomodou no lugar, largou a faculdade logo nos primeiros meses, não queria ter encarar seus antigos amigos, não queria sentir todos os olhares de pena que certamente teria ela como alvo.

Não queria pensar em nenhum futuro muito próximo estava apenas vivendo e esperando o dia que finalmente estaria em paz em algum lugar ou onde quer que fôssemos quando partimos daqui.

- Lembra-se do primeiro livro que li para você quando voltou do coma?

Ji Woo toca o rosto da caçula que balança a cabeça em afirmação.

- Só se vê bem com o coração...?

- O essencial é invisível aos olhos - Completa Ha Eun.

- Isso mesmo, você já pode vê-lo com seu coração. Você não precisa de muito mais que isso.

Na Ha Eun por um momento se deixou levar pela angustia e sabia bem que não podia ser ingrata. Ela sobreviveu quando até mesmo os médicos disseram o contrário e agora ela estava firme e forte. Tinha agora mais um motivo para lutar.

Mais um motivo para sorrir, para agradecer e o mais importante: um motivo para amar.

Amar apaixonadamente, ela daria a si mesma essa chance.


Notas Finais


Ooooooh que capítulo banhado no mel foi esse??? Vcs gostaram? Finalmente ela descobriu ou melhor ela sempre soube que era nosso amado sol que estava ao lado dela. ❤
Ele não ê um fofo???
Bom, mas nem tudo são flores meus amigos e veremos isso nos próximos capítulos.
Espero que tenham gostado.
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Bom é isso bjo e até a próxima.


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