História A song For You. - Capítulo 3


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Categorias Whitney Houston
Personagens Personagens Originais, Whitney Houston
Tags Friends, Love, Robyncrawford, Romance, Whitneyhouston
Visualizações 11
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo: Três.


Fanfic / Fanfiction A song For You. - Capítulo 3 - Capítulo: Três.

Whitney entra em meu dormitório, meio sem jeito, e muito assustada. 

-Você pode dormir nessa cama. -Digo mostrando à ela a cama desocupada. Whitney me olha mais tranquila.

-Obrigado Robyn... -Ela diz enquanto deitava com seu travesseiro em baixo das cobertas. Me deito também lhe desejando novamente boa noite. Desligo o abajur, e fico olhando o teto escuro do quarto. Tentando não deixar minha cabeça ser dominada pelo sentimento que queria muito não sentir.

Quando estava quase pegando no sono novamente, escuto movimentos na cama que Whitney ocupava.

-Tudo bem whit? -Pergunto tentando enxergar na penumbra. Ela suspira e então fala com a voz tremula.

-Não consigo dormir Robyn, estou com medo... Está muito escuro. 

-Você quer que eu acenda o abajur novamente? -Pergunto tentando parecer indiferente.

-Oh... Se não for incomodo...

-Claro que não. -Digo ligando o abajur. Me viro em sua direção, Whitney estava coberta até os olhos, muito encolhida. Aquilo faz nascer algo dentro de mim. Ela parecia tão frágil e desprotegida, como um filhotinho de gato, perdido entre tigres. Ela me olha, com seus olhos assustados.

-Eu odeio histórias de terror...

-Eu tenho certeza que sim. -Digo sorrindo amigavelmente para ela.

-Você é a incrível. -Ela diz com a voz abafada pelo Edredom. Sinto meu coração se aquecer.

-E você é muito medrosa. -falo brincalhona. Whitney ri sem jeito. Ficamos em silêncio por um tempo, quando acredito que Whitney havia adormecido, escuto sua voz abafada novamente.

-Rob...

-Sim?

-Você segura minha mão, até eu pegar no sono? -Ela pergunta ainda mais sem jeito, fico um pouco sem ter o que falar, mas era fato sua inocência, olho para ela.

-Claro. -Digo colocando minha mão para fora do Edredom enquando Whitney sorri aliviada, e faz o mesmo movimento. Estavamos longe demais para que nossas mão se tocassem, foi preciso que ambas chegassem mais para a beirada da cama, e enfim conseguimos que nossos mindinhos se entrelaçassem.

-Obrigado... Mesmo... -Ela diz engatando firme meu dedinho. 

-Não se preocupe, vou proteger você, pode dormir tranquila. 

Fico lhe observando, quando enfim Whitney fecha os olhos, tento tirar meu dedo, mas ela segura firme, ainda não havia dormido. Meu braço formigava, e meu dedinho já estava dormente, mas prometi que ficaria ate ela adormecer. E assim fiz. Meia hora depois, sinto seu aperto afrouxar, e escuto sua respiração mais tranquila, enfim havia adormecido. Me viro de lado, ficando de frente à ela, e assim como tal, adormeço feliz.

A primeira semana no acampamento havia se passado muito bem por sinal, sem duvidas era o primeiro ano em que me sentia feliz naquele lugar monótono e sem graça. Whitney e eu havíamos nos tornado inseparáveis, desde a hora do café da manhã até a noite, faziamos tudo juntas. Todos os dias, assim que o toque de recolher era anunciado, Whitney esperava Lesly dormir e fugia para meu dormitório. E lá conversavamos até tarde, sobre assuntos aleatórios e outros tantos. Já nos conhecíamos muito bem, Whitney era modelo, Coisa que era muito inacreditável, tendo em mente que garotas de dezessete anos não esconderiam isso dos demais, normalmente seria o que à deixaria popular, mas para Whitney era algo totalmente indiferente, pois não era o que ela realmente queria ser. Seu sonho era cantar, e talento não faltava, todos os dias ela cantarolava uma música diferente, e sim, me deixava tão boquiaberta quanto a primeira vez que lhe ouvi. Nossa regra era dormir todos os dias às duas horas da manhã quando a ultima patrulha nos corredores encerrava, e sempre que nos despediamos Whitney me dava um apertado abraço de boa noite, e me deixava cada vez mais perdida em meus sentimentos confusos.

Outra semana havia se passado, e lá estavamos nós brincando de perguntas e respostas, já era quase duas da madrugada. Sentadas no chão do dormitório, uma de frente para a outra, Whitney me pergunta marotamente:

-Minha vez agora Rob... -Ela cemicerra os olhos e fala. -Você já beijou alguem no acampamento?

-Hm... -Finjo estar pensando. -Não.

-Não minta para mim Robyn. -Ela diz espantada.

-Não estou mentindo Nippy. -Digo, ela havia me pedido para chamá-la de Nippy pois era seu apelido favorito.

-Nenhum garoto, nenhunzinho? -Ela fala mostrando um dedo, Whitney gesticulava muito enquanto falava, era engraçado. Com certeza eu nunca em minha vida havia beijado um garoto, quem dirá no acampamento. Não sabia como dizer aquilo sem assustá-la.

-Não mesmo. -Digo por fim.

-Você é totalmente sem graça. -Ela diz revirando os olhos.

-Sou sim. -Concordo brincalhona. -Minha vez. -Falo me ajeitando no chão. -Você já beijou uma garota?

Espero uma reação ruim, algo como repúdio ou nojo, porque Whitney parecia tão princesinha, que eu dúvida muito que fizesse algo tão radical. Olho atenta par ela, e vejo seu rosto corar um pouco, mas seus lábios se abrem em um sorriso sapeca.

-Não, nunca... -Ela não parecia achar estranho minha pergunta, se inclina para frente e concluí. -Mas sempre tive curiosidade. 

Sinto um arrepio percorrer minha espinha.

-E você Rob? -Ela pergunta curiosa. Eu não sabia se deveria falar, penso por um momento.

-Não. -Minto, ela me olha muito atentamente.

-Imaginei. -Ela fala sabiamente.

-Imaginou? -Isso me deixa curiosa. -Porque acha isso?

-Bom, você é seria demais para fazer essas coisas tão diferentes. -Ela diz dando de ombros, sinto um enorme impulso de rir, mas me contenho.

-Realmente. -Digo tentando manter o controle.

-Viu, eu sei das coisas. -Nippy sorri, e então me olha como se estivesse tido uma grande idéia. -Ei Robyn, somos amigas certo?

-De acordo. -Digo se entender.

-Podemos nos beijar como amigas...

-...Como? -Sou pega de surpresa.

-Bom, ia ser legal... Mas você é sem graça... -Ela diz ironicamente.

-Não sou sem graça! -Rebato

-Claro que é, se não toparia me beijar para vermos como é...

-Okay. -Falo tão sem pensar que quase me engasgo. Whitney bate palmas muito animada.

-Ótimo. -Ela diz se aproximando de mim, meu coração palpita, sinto minhas maos suarem, meu Deus, essa garota era maluca.

-Você quer fazer isso agora? -Pergunto nervosa.

-Claro Rob, já estamos aqui, não é mesmo? -Ela diz parando muito próximo de meu rosto. Conseguia ver suas sardas no nariz, e sentir seu cheiro que era tão bom. Respiro fundo, e vejo Whitney fechar os olhos, ela realmente queria aquilo.

Me a próximo mais, enfim colando nossos lábios pela primeira vez. Meu estômago despenca, e dá uma volta de 360 graus, me deixando sem reação. Seus lábios estavam parados, e os meus também, apenas colados um no outro, ficamos assim por alguns segundos. E então Whitney abre levemente a boca, e sinto isso como um incentivo, abro a minha também, com delicadeza a beijo seu lábio inferior, sentindo o gosto doce de chocolate que Whitney havia comido minutos antes. Estava com muito medo de lhe beijar realmente, nossas línguas não haviam se encontrado. Então me Afasto, apesar de o beijo não ter sido um real beijo, para mim foi o suficiente para que minha cabeça surtasse e meu corpo implorasse. Olho para ela preocupada, mas lhe vejo sorrir.

-Você é medrosa. -Ela diz levantando a sobrancelha esquerda.

-como...? -Pergunto sem entender.

-Nada... -Ela desconversa e se levanta, fico sem entender, mas Whitney ainda sorria. -Bom, acho que perdemos a hora. 

Olho para o relógio na cabeceira da cama, e realmente passava das duas horas.

-Acho que devemos dormir. -Digo por fim me levantando. Lhe acompanho até a porta. Whitney se vira Para mim e me abraça forte.

-Boa noite Rob. -Ela diz me dando um beijo próximo demais de minha boca, ou eu já estava imaginando coisas.

-Boa Noite Nippy... 

E ela sai, fechando a porta com cautela.


(CONTINUA...)



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