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História I still love you. - Capítulo 24


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Notas do Autor


Gente, eu demoro mas volto. O capítulo tá um pouco grande, na minha opinião. Vim inspirada, espero que gostem.

Capítulo 24 - Está aqui.


POV Paola

O tempo realmente passava rápido, e só nos dava uma única chance para o aproveitar e eu estava fazendo. Depois de finalmente ter de volta minha família em meus braços, Ana Paula denunciou seu ex marido e Walter agora estava pagando por tudo o que fez à elas na cadeia. Não foi fácil, por vezes tivemos que ir a delegacia e sempre tentávamos um jeito de poupar nossa filha, para que ela não precisasse mais passar por algo tão desgastante. Assim que houve a última audiência e aquele nojento foi levado para o presídio, só então conseguimos respirar em paz. Foi um alívio. Ana passou a dormir sossegada, sem medo que ele fosse voltar e leva-lás para longe outra vez. Voltei a ter minha felicidade ao ter as duas novamente em meus braços, e ganhei mais uma ao saber que seria mãe outra vez. Quando minha esposa me contou não consegui acreditar, mas levou pouco tempo para que a ficha caísse junto às lágrimas. Chorei de emoção e felicidade, era algo que queríamos muito e tentávamos a algum tempo conseguir e só então fomos abençoadas com isso. Contamos também para nossa menina que se agradou imediatamente com a notícia, saber que teria agora um irmão deixou Francesca muito mais alegre. Ela passava os dias contando as horas para o bebê nascer, não só ela como eu também. Estava ansiosa demais para ver o novo integrante da família.

Nossa rotina depois de um tempo voltou ao normal, eu revezava entre o Arturito e o La guapa, e a Ana entre sua empresa e seus projetos. O programa havia chegado ao fim e estávamos de " férias " dele, mas logo teríamos uma nova temporada. Eu continuei com minha terapia, e via grande progresso nisso. Passei a ser uma pessoa emocionalmente mais saudável, e a ter também um relacionamento mais saudável. O meu casamento estava longe de ser perfeito, mas eu caminhava para que ele melhorasse sempre. Eu tinha noção do mal que fiz a Ana, e isso não se resolvia apenas com um pedido de desculpas. Sei que ela havia me perdoado mas eu ainda não, isso ainda levaria um tempo. Recentemente passei a adquirir um novo hobby, todo o sábado eu ia para o jardim e pintava alguns quadrados junto com minha filha. Isso me acalmava e sentia que estava em um outro mundo, um melhor do que vivíamos atualmente. Por diversas vezes Aninha nos fotografou distraídas e como vingança corríamos atrás dela para sujar a mesma de tinta, o que sempre conseguíamos.

Tinha uma semana que havíamos ido à uma consulta com a obstetra, estávamos no começo do quinto mês de gestação e ainda não conseguíamos ver o sexo do bebê. Aparentemente ele estava preguiçoso demais, com as pernas cruzadas e encolhido. Pode isso? Duas mães ansiosas para vê-lo e o mesmo sem nenhuma vontade de aparecer para nós. Tudo o que nos restava era ter paciência com esse bebê preguiçoso.

- Amor? Você já bateu a foto? Eu já tô cansada de ficar em pé. - Deixei minhas reflexões de lado e foquei em minha esposa, Ana usava um top preto e um short da mesma cor enquanto exibia a barriga que estava linda e eu passava bom tempo fazendo carinho.

- Eu já fiz várias fotos, só queria te admirar um pouco mais.

- Você não tem jeito né, Carosella ? - Ana se sentou no sofá de nossa sala, enquanto eu fazia o mesmo analisando as fotos tiradas.

- Ficaram ótimas, precisamos comprar molduras.

- Amor? Você não acha que minha barriga tá grande demais?

- Ana? Você tá grávida, isso é normal. Ela ainda vai crescer mais, cariño. - Percebi que Ana Paula iria dizer outra coisa mas foi impedida por Fran, que chegou na fala eufórica com flores na mão.

- Agora eu posso tirar foto también?

- Sim minha princesa. Senta aqui do meu lado que sua mamá vai fotografar.

...

Depois de mais uma sessão de fotos assistimos juntas a uma animação da Disney e ao cair da noite eu vim para o restaurante, precisei estar aqui hoje pois teria a presença de um crítico gastronômico, e esse momento era importante para nós chefes. Para a minha tranquilidade a noite correu bem, conseguimos entregar todos os pedidos a tempo e sem atrasos, fazendo assim ter uma crítica positiva o meu restaurante. Estava tarde, todos os clientes já haviam ido embora e apenas alguns funcionários continuavam na cozinha me ajudando a arrumar tudo. Não costumava mais ficar até as portas do Arturito se fechar mas hoje era preciso.

Eu recolhia os cardápios que estavam nas mesas, e ouvi a porta do salão principal ser aberta.

- Me desculpe mas já estamos fechados, pode ligar amanhã para reservar uma mesa se quiser.

- Eu sei, não vim aqui para jantar. - Me virei e pude então perceber quem era a dona da voz. Flávia. Nunca mais nos vimos, depois que despedi a mesma ela sumiu e não voltou nem sequer para pegar suas coisas que ficaram em seu armário, no vestiário. Havia sentido sua falta, profissionalmente. Por mais que como pessoa eu não tinha tido uma boa experiência com ela, como profissional era excelente e eu não podia negar.

- Flávia, quanto tempo. Eu já estou de saída, Arturito estendeu o horário e já foi demais por hoje.

- Paola, preciso conversar com você. Tem um minuto? - Eu poderia dizer não, colocar a mesma para fora e virar as costas. Mas eu precisava saber o porque de tudo aquilo e ainda mais se estava com os meus planos de antes. Sabe aquele ditado? A curiosidade matou o gato? Bom, eu pagaria para ver.

Fiz um sinal para que ela me seguisse e fui em direção ao meu escritório, assim que a mesma passou por mim fechei a porta e me acomodei na cadeira.

- Então? Preciso que isso tudo seja rápido, está muito tarde para manter o restaurante ainda " aberto ".

- Claro, não vou tomar muito do seu tempo. Só vim aqui para me desculpar, ou tentar. Errei em fazer tudo aquilo com você e com a Ana Paula, eu estava desequilibrada e não tinha noção dos meus atos. Sei que isso não justifica, talvez nada vá, mas eu precisava vir aqui e falar isso.

- Você realmente errou, Flávia. Deixou de ser profissional e misturou totalmente as coisas. Eu jamais lhe dei esperanças de que teríamos algo, sequer cogitava a possibilidade, até que você se insinuou para mim descaradamente naquele dia. Não podia manter contato com alguém que ameaçava a mim e minha família, tudo o que fiz foi preciso.

- Eu entendo, e lhe dou toda a razão Paola. Você me demitir acho que foi a coisa certa para mim, naquele momento. Tirei um tempo para pensar em mim e no que fiz, me transformei em uma pessoa horrível e fiz coisas que jamais imaginei. Eu realmente estou arrependida, e espero que um dia você assim como a Ana possa me perdoar. - Não sei se eu acreditava nas palavras dela, e não procurei verdade ou mentira em seu olhar. Estava cansada demais para pensar em algo relacionado ao meu passado, mas ela estava aqui praticamente implorando meu perdão. E quando pensei em questionar o porque só agora, já era tarde demais. Flávia do mesmo jeito que surgiu, havia desaparecido, deixando perguntas que pairavam sobre minha cabeça.

Meus pensamentos logo tomaram rumo para minha casa, que era meu destino agora. Provavelmente Fran já estaria dormindo e Ana do mesmo jeito, ou não. Com a gravidez ela vem sentindo muito sono, passando a dormir em qualquer lugar e a qualquer momento. O que rendia ótimas fotos para rirmos depois.
Com esses pensamentos não vi o tempo passar e logo já estava em casa, tranquei a porta e com passos devagar fui até o quarto de minha filha.
Como imaginei a pequena estava dormindo, em silêncio entrei no quarto e deixei um beijo no topo de sua cabeça. Tomando cuidado para que ela não acordasse, sai fechando a porta devagar.

Entrei em meu quarto e me surpreendi, esperava que Ana já estivesse no " quinto sono " mas não. Minha esposa estava na cama enquanto tinha a atenção em seu livro de cabeceira, o qual eu só ouvia elogios por ela.

- Oi amor, boa noite. Você demorou.

- Boa noite, cariño. Um crítico chegou no Arturito de surpresa, fiquei até agora lá por isso. Como vocês passaram hoje? Bem? - Deitei sobre seu pequeno corpo, tomando cuidado para não por pressão em sua barriga.

- Passamos o dia muito bem, sem enjôo ou tontura. Fizemos um bolo incrível. Você já jantou? Podemos descer agora se quiser.

- Que ótimo. Não se preocupe meu amor, tudo o que eu quero está aqui. - Sorri olhando em seus olhos e mantive o contato, era incrível que mesmo com o passar dos anos ela ainda conseguia ficar envergonhada quando eu passava um bom tempo a admirando. Subi um pouco mais meu corpo e beijei seus lábios, senti sua língua pedindo passagem e concedi. O carinho que ela fazia na minha língua era gostoso, não contive um gemido e pude sentir minha esposa sorrir em meio ao beijo. As surpresas naquelas noite pareciam não acabar. Interrompi nosso contato e olhei para ela com o senhor franzido, e podia perceber que a mesma havia notado o mesmo que eu.

- Isso foi o bebê?

- Sim! Amor, nosso bebê está mexendo. - Não conseguia conter minha felicidade, soltei um suspiro contente e coloquei minha mão em seu ventre. O que eu achei que era um rápido movimento e involuntário, se tornou algo único. O movimento se repetiu e conseguimos ver uma ondulação na barriga pálida de Ana, o bebê estava se mexendo demais até.

- Oh meu Deus! Isso é incrível, cariño ele não para de se movimentar.

- Parece que ele gosta da sua voz. Conversa com ele Paô, assim ele vai deixar a preguiça de lado. - E foi o que eu fiz. Passei a conversar com nosso neném que ainda era pequeno, mas que parecia já ter bastante força. O movimento aumentava conforme o som de minha voz e eu não podia me sentir mais orgulhosa, era um momento que eu não iria esquecer. Assim como quando descobrimos que teríamos uma menina. Foi incrível.
Do mesmo jeito que pedi que ele se movimentasse, tive que pedir para parar também. Os chutes passaram a ser doloridos para Aninha, e logo nosso pequeno anjinho atendeu nosso pedido. A festa dentro da barriga dela terminou e ficamos abraçadas, em silêncio.

Eu ainda mantinha minha cabeça próxima ao seu ventre, agora repousada um pouco mais para baixo e recebia carinhos em meu cabelo. O momento era calmo e leve, mas eu estava com saudades de algo mais quente. Passei a acariciar as pernas de Ana por baixo do vestido, subindo sempre até sua calcinha e voltando sem tocar ali. O que percebi que era frustrante para ela. Beijei sua barriga ainda por cima do tecido vermelho, de olhos fechados eu imaginava todos os toques que poderíamos dar naquela noite. Ansiando minha vontade, levei minhas mãos até o pequeno tecido que cobria sua intimidade e toquei por cima do pano.

Ana já estava excitada e tentava sempre conseguir mais contanto, mexia o quadril contra mais dedos e eu logo parava com o carinho. E não ousava olhar para ela. A excitação dela cresceu e passei a sentir sua calcinha molhada, e eu continuava a estimulando.

- Amor... por favor. - Ana gemeu e só então voltei a olhar para ela. Seu rosto estava vermelho, o que não era difícil por ser branca demais.

- Você está muito cansada? Ou pode me dá o que eu esperei para ganhar o dia todo?

- No momento quem tem que me dá algo é você. Os seus dedos.

- Então você vai me dá bem gostoso hoje, hm? - Perguntei descaradamente enquanto arrastava sua lingerie para o lado e tocava seu clitóris. A sua buceta estava bastante molhada e quente, desci os dedos até sua entrada buscando sua lubrificação e os voltei para o seu nervo. Ana Paula gemeu manhosa quando passei a fazer movimentos circulares pela aquela região, indo sempre devagar e aumentando um pouco a velocidade, deixando a perto de gozar mas logo parando. 

- Sim... eu vou dar para você. Bem gostoso, amor. Agora me come vai. - Suas mãos foram para a minha camisa e ela puxou meu corpo contra o seu, buscando meus lábios. Era evidente sua urgência em me ter, deslizava sua língua contra a minha lentamente e mordia meu lábio inferior. Nosso beijo era quente e urgente, com minha mão livre levei até sua cintura e apertei sua carne com força.

- Vadia. Primeiro eu vou te chupar toda, e depois vou foder você até não aguentar mais. É isso o que quer? Me diz, cachorra.

- Isso, é isso o que quero Paô. Me faz gozar amor, na sua boca. - Dei um tapa no lado direito da sua cocha e puxei sua calcinha, Ana não se fez de rogada e logo abriu as pernas pra mim e pude realmente ver o quanto ela estava molhada. Sem esperar mais levei minha boca até a buceta de minha esposa e comecei a chupar lentamente, apreciando o quão gostoso era fazer aquilo. Minha língua deslizava pela intimidade dela, ia are sua entrada e voltava chupando seu nervo inchado. Eu estava degustando a melhor sobremesa e não me cansava desse gosto.

Ana Paula levou a mão para meu cabelo, segurando minha cabeça e fazendo uma leve pressão para baixo.
Ela estava inquieta para gozar, e sentia que não iria demorar muito.
Eu continuava chupando ela sem para, até que comecei a sugar com mais força e isso fez minha mulher gemer mais alto. O único som presente no quarto eram seus gemidos e a sucção de minha boca chupando sua buceta.

- Oh Paô! Assim, me chupa gostoso vai. - Ana nessa hora não tinha vergonha, falava palavras sujas e se deixava levar. Na cama minha esposa se transformava. O tesão subia a cabeça e valia tudo para termos uma sexo gosto. Senti suas pernas se fecharem contra minha cabeça, e eu forcei com as mãos para que continuasse abertas para mim. Suas costas ficaram arqueadas e ela passou a mexer o quadril rapidamente, jogando sua buceta mais contra a minha boca, me fazendo chupar com mais força.

- Vai amor, eu vou gozar. Não para. - Me concentrei em chupar apenas seu clitóris, forte e sem parar. Como se minha vida dependesse daquilo. E a recompensa estava perto. Sem conseguir mais conter, Ana Paula deu um gritinho e gozou em minha boca. Chupei todo o gozo que ela havia me dado e por último deixei um beijo ali.

- Vem aqui, vem. - Chamei ela para o meu colo e assim fez, antes de retirar a calcinha que começava a incomodar em sua aérea que agora estava sensível. Voltamos a nos beijar, dessa vez de forma calma e paciente. Ana sentia seu gosto em minha língua e deu um sorriso satisfeito.

Abraçada a mim, eu ouvia sua respiração que aos poucos ia se acalmando e seu corpo mole ia voltando ao normal. Se recuperando devagar.  Percebi que ela voltou a se excitar quando sua mão tocou meu seio, a massagem sutil e lenta que começou por cima do tecido branco logo se tornou mais forte. Retirei minha blusa dando livre acesso a ela e a mesma puxou meu sutiã azul para baixo, abocanhando meu seio. Minha calcinha já se encontrava em um estado deplorável e para aliviar, levei minha mão sobre minha calça tentando um contato.

- Posso fazer isso por você, amor. - Ana se ofereceu ainda sugando meu seio. Soltei um gemido quando senti ela sugar com mais força, isso me trazia um grande prazer e aumentava minha necessidade de gozar.

- Você quer me dá prazer, hm? Acha que consegue, com essa boquinha? - Provoquei ela e segurei seu rosto, deixei um leve tapa ali e vi a filha da puta gemer.

- Deixa eu mostrar pra você, chefe. - Minha esposa tinha a consciência que me deixava louca quando me chama assim, eu me sentia mais poderosa e isso só aumentava meu tesão.

- Se ajoelha putinha, agora. - Ordenei e logo ela fez. Ana se ajoelhou em minha frente e começou a tirar minha calça, a todos momento mordendo os lábios demonstrando o quanto queria aquilo, e eu não estava diferente. Sem demora ela logo retirou minha calcinha e enfiou a cara no meio de minhas pernas, começando a me dá prazer com sua boca quente. Minha buceta se contraia com as sugadas dela, e eu segurei seu cabelo direcionando um pouco os movimentos. Ana Paula era boa com a língua, até demais, sabia bem como usar e os pontos que me faziam ter mais prazer. Eu sentia que podia ter isso para sempre, sua língua em mim a todo momento me chupando sem parar. Sua língua foi para a minha entrada e logo ela a penetrou ali, me fazendo soltar um gemido mais alto e jogar meu quadril contra sua boca. Ana estava totalmente envolvida com aquele momento, empenhada naquilo enquanto eu me perdia no prazer.

Quando percebeu que eu estava perto de gozar, levou seus dedos para meu clitóris e começou a me tocar com movimentos rápidos e precisos.

- Vem Chefe, goza pra mim vai. Na minha boca amor. -  Aqui foi o fim para mim e me desmanchei em sua boca e seus dedos, gemendo o seu nome e liberando meu líquido enquanto Ana chupando tudo o que eu lhe dava. Contente em me fazer gozar. Sem esperar mais puxei ela pelo o cabelo e a deitei na cama, bruta mas tomando cuidado. Nosso sexo era bruto e gostoso, fazendo sempre sentirmos um grande prazer.
Tirei o vestido de seu corpo e apertei seu sei, maiores pela a gravidez para a minha felicidade.

- Você foi ótima com a boca, me fez gozar gostoso. Agora eu vou te foder até não aguentar mais. Forte e fundo como eu sei que você gosta. - A coloquei de quatro e ela logo empinou a bunda, Ana Paula gostava dessa posição e eu também, eu tinha uma ótima visão de sua bunda mas era privada de ver seu rosto, o que por outro lado era ruim.

Estalei sua bunda e ela gemeu, comecei então uma sessão de tapas, deixando sua bunda vermelha do jeito que eu queria.

- Me come logo Paola, anda. Ou será que não é capaz, em Chefe? - Minha irá subiu e eu dei um último tapa em sua pele mais forte. Enfiei dois dedos sem aviso dentro dela e recebi seu gemido em troca, me alimentando para que eu fosse maus forte. Passei a socar sem pena os dedos dentro de sua buceta apertada, e ela rebolava e gemia como uma vadia. A minha vadia.

Fiz um " rabo de cavalo " com seus cabelos e puxei para trás, enquanto metia nela com força. Ana Paula apertava meus dedos com sua parede vaginal e aquilo me levava a loucura, era gostoso sentir meus dedos serem esmagados pela sua buceta.

Sai de dentro dela e sentei na cama, a trazendo para meu colo.

- Senta, e segura em mim vadia. Vou te comer com força e você vai gritar. - Bem obediente fez e sentou nos meus dedos e eu voltei a socar rápido dentro dela, e com a outra mão apertava seu seio. Ana subia e descia em meu colo buscando seu prazer. Sentando forte e subindo com tudo.

Dei um tapa em seu rosto e segurei seu pescoço, fazendo uma leve pressão e eu soquei em sua buceta com toda a força, Ana Paula gemia deacontroladamente e se contraiu em meus dedos.

- Vai Paola, me fode. Mete com força. - Suguei seu seio e senti seu corpo tremer, denunciando que ela estava gozando. Eu continuava socando forte, prolongando seu gozo enquanto ela molhava minha mão com seu líquido em boa quantidade. Ana não aguentou e continuou gozando até que ficou sem forças. Deixei meus dedos parados dentro dela e beijei sua boca.
 


Notas Finais


O quarto do casal pegou fogo, já estava na hora.


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