História I Swear - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Chen, Xiumin
Tags Chen, Chenmin, Jongdae, Minseok, Songfic, Threeshot, Xiuchen
Visualizações 49
Palavras 1.025
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse extra que acho super fofo do Jongdae para vocês...

Capítulo 4 - Capítulo Extra I - Sentimento Puro


I Swear - Capítulo Extra I - Sentimento Puro

Horas antes do nascimento da Sooyoung

"-Mãe, acho que vou infartar -falei limpando o suor que escorria enquanto eu andava de um lado para o outro na sala de espera.

-Senta Jongdae, ainda vai demorar -minha mãe falou e me puxou para os bancos- ela acabou de entrar na sala para a cirurgia.

-Ela vai morrer? -perguntei com os olhos arregalados- Meu Deus, minha filha vai morrer -falei quando ela não respondeu e eu recebi uma gargalhada em resposta.

-Não meu filho, você não ouviu o que o médico disse? Sua filha esteve nove meses saudável -ela pegou o celular e começou a jogar baralho online.

-Sera que a EunTak está bem? -comecei a roer as unhas dos meus dedos.

-Sim, se ela não estiver desacordada deve estar no máximo no tédio. Ela não criou vínculos com a criança mesmo.

-Aigoo -me levantei e voltei andar pela sala de espera. Depois de aproximadamente três horas o médico apareceu com uma expressão cansada.

-Senhor Kim, você já pode visitar a senhorita EunTak...

-E a minha filha, aí meu Deus aconteceu algo com ela? -perguntei colocando a mão no peito e sentindo uma dor.

-Não, só que sua filha ainda está passando pelos pediatras e recebendo um diagnóstico... -assim que ele terminou a dor passou e eu sorri- Você pode ir até o quarto 521, qualquer coisa me chame.

-Sim... -me virei para minha mãe e ela fez um sinal para que eu fosse até o quarto que ele disse, mas eu me sentia nervoso. Cheguei no quarto e os pais da EunTak já estavam falando com ela.

-Jongdae, você já viu sua filha? -ela me perguntou sorrindo, diferente dos seus pais que nunca apoiaram ela ter a criança, porque eu pedi.

-Ainda não, como se sente? -perguntei chegando perto e passei os olhos pelo seu corpo.

-Estou bem, só não estou ótima por que ainda estou neste hospital... Mas daqui alguns dias poderei ir.

-Hum... Obrigado -agradeci enquanto coçava a nuca sem graça e fiz uma reverência.

-Não me agradeça -ela riu- espero que seja feliz com ela.

-Eu serei -sorri- agora vou deixar que descanse -deixei um beijo em sua testa e sorri uma última vez enquanto deixava o quarto. Enquanto saia do quarto estava tão distraído com meus pensamentos que não vi uma enfermeira em minha direção.

-Desculpe -falei assim que segurei a enfermeira para que não caísse.

-Sem problemas -ela sorriu- Você é o Sr Kim?

-Sim, me chame de Jongdae -falei já que ela parecia ser quase da idade da minha mãe.

-Ah sim, você já pode visitar sua filha -ela falou sorrindo- ela tem o sorriso igual ao seu.

Assenti enquanto sentia meu coração acelerar com o que a senhora disse, eu iria encontrar alguém igual a mim? Semelhante a mim? Será que eu vou gostar da sensação?

Continuei andando mesmo que estivesse preso em meus pensamentos até encontrar minha mãe na frente do berçário. Sorri nervoso na sua direção e ela também sorriu me indicando para continuar seguindo a senhora.

-Pronto, agora espere aqui que irei buscar sua filha -ela entrou e voltou minutos depois com um bebê e a bolsa que eu preparei dias antes com minha mãe- Consegue segurar a bolsa? -como eu não respondi já que estava olhando para o rostinho do bebê que olhava a sua volta, ouvi a risada da minha mãe enquanto a enfermeira entregava a bolsa para ela. A enfermeira não disse mais nada, apenas chegou perto e me entregou o bebê com cuidado, vendo se eu estava segurando de maneira correta.

-Parabéns pela menina linda, agora vocês estão liberados -a olhei com os olhos arregalados- Calme menino, sua filha está muito saudavel, geralmente os bebés ficam nos quartos com as mães e então vão embora com elas, mas como a mãe não quer conhecer a criança e ela está saudável não tem motivo para continuar aqui. Isso não quer dizer que não devam ter cuidados, mas aposto que sua mãe saberá te auxiliar bem com isso.

-Sim... -falei enquanto ainda olhava a minha pequena cópia que agora me olhava e parecia que estava sorrindo com os cantos dos lábios semelhantes aos meus. Ela se despediu e ainda ficamos parados um tempo, eu me sentia leve, feliz, animado, muitos sentimentos ao mesmo tempo e sentia algo novo, um sentimento puro de amor. Eu já amava com toda a minha vida aquele ser nos meus braços.

Fomos para o carro e minha mãe nos levou ao cartório mais próximo, me lembrando que antes de tudo eu precisava registra-la.

Comecei a fazer o cadastro para a identificação e meu celular começou a tocar no meu bolso, pedi para minha mãe pegar e colocar em meu ouvido, já que não queria soltar meu bebê.

-Alô?

-Kim JongDae, me diga onde você está agora? -fiquei 2% mais surdo depois dos gritos de Minseok.

-Eu estou no cartório...

-Ah... Não acredito que você não me ligou, nos falamos depois -ele parecia realmente chateado, mas o bebê fez um som que fez ele não desligar.

-Min.. me ajuda -falei choroso enquanto não sabia o que fazer.

-O que foi? -ele perguntou.

-Me diga um nome para ela...

-Ah Jongdae... Não seria certo isso, peça ajuda para sua mãe.

-Não, pode vir até aqui?

-O que eu não faço por você, não é? -ele riu- chego em vinte minutos.- Esperamos por ele e em pouco tempo ela já estava com seus pais em minha volta tentando chamar a atenção da bebê que ainda se mantinha acordada.

-Min, me ajude com um nome para ela -falei assim que o foco mudou e os nossos pais já conversavam sobre outras coisas distante de nós.

-Bom, já que você insiste tanto, deixe eu pegar ela -ele esticou os braços na minha direção e eu entreguei com cuidado a minha filha- ela é a sua cara.

-Sim -sorri enquanto observava os dois, Minseok sorria e deu um beijinho na testa dela, recebendo outro barulhinho fofo de bebês como resposta.

-Acho que Kim SooYoung combina com ela, Kim Jongdae e Kim SooYoung a dupla infalível -rimos e a bebê fez um barulho como se tivesse concordando.

-Ok então, vamos registrar a nossa Sooyoung -me levantei para chamar a pessoa que me ajudou no resto da certidão da Sooyoung, a preencher os campos que faltavam."



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