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História I Take My Love Anywhere(Romance Gay) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que gostem.🌬❄

Capítulo 1 - Welcome to high school


 O ensino médio estava apenas começando. E se você ainda é do ensino fundamental, e acha que a vida de estudante do ensino médio é algum tipo de High School Music, da vida real, sinto muito em lhe dizer mas, aquilo não passa de uma grande mentira; aquele musical mostra meio por cento do que realmente acontece nas escolas, as pessoas nao vantagem sobre seus sonhos, e nem são alegres vinte quatro horas por dias, como se estivessem vivendo num belo dia de verão.

 Vá por mim, entre nesse inferno chamado ensino médio, preparado para o pior. 

 Minha ficha realmente tinha caído quando eu ficara em pé no meio do pátio de entrada do meu novo colégio – onde eu cursaria o meu adorado ensino médio, e estudaria por três longos anos. 

 E lá estava eu, em pé ao lado do meu pai, olhando um bando de adolescentes alucinados andando de um lado para o outro conversando com seus antigos amigos recém-encontrados ou fazendo novas amizades.

  Eu também tinha visto alguns rostos que logo reconheci, mas como não vieram falar comigo ou algo do tipo, decidi não incomodá-los, e deixei pra lá.

 Supus que todos eram novatos, já que eu não via ninguém que aparentava ser do segundo ou terceiro ano, o que fora ao mesmo tempo um alívio e constrangedor: um alívio porque a maioria não se conheciam e estavam procurando novas amizades, se conhecer e tals; e constrangedor porque eu era o único a ficar parado olhando para o nada.

 Nao, eu nao era o único. tinha um garoto, ele era magro, tinha cabelos escuros e uma camisa de cor escura com uma calça da mesma cor. Achei estranho já que ele estava sentado num dos bancos que estavam espalhados pelo o pátio, ele estava sozinho, olhando as pessoas andando de um lado pro outro, ele não parecia estar interessado em falar com ninguém, embora estivesse tomando seus próprios conceitos sobres aqueles jovens animados demais. Por algum motivo ele me intrigava; por que raios ele não estava conversando ou andando de um lado pro outro como a maioria dos adolescentes, dali? Talvez, pelo o mesmo motivo que eu, ou pelo o anel de coco que se encontrava no seu dedo da mão direita(?).

 Como eu não iria perder meu tempo olhando um garoto anti social, decidi olhar um pouco a escola. E quando eu digo "olhar", quero dizer: ficar parado olhando alguns pontos que uma visão lenta nao poderia reparar.

 As vezes é bem útil você ter déficit de atenção; Ajuda a você reparar nas coisas mais sinuosas e inúteis do mundo externo e interno. por exemplo: A falta de cuidado com a grama que dava um pouco de vida à parte frontal da escola; a tinta amarela da rampa se desbotando, e até mesmo o cheiro de gente morta numa das portas de uma das salas da lateral.

 Só uma sirene de um presídio pra fazer eu despertar dos meus devaneios,(sim, o sinal era igualzinho ao que os presidiários tinha. Bem irônica se parar pra pensar, já que estaríamos presos por nove horas dentro daquela escola).

 Antes mesmo de pensarmos em que aquilo significava que os alunos poderiam já subir para as suas salas destinadas, ou que os pais estavam dispensados de seus serviços de cuidador e educador pelo o resto do dia,( o que não seria uma má ideia).

 Mas não, um grupo de adolescentes com uma farda escolar diferenciada e muito elegante, estavam avisando para entrarmos no auditório. E adivinha onde ficava… claro que tinha que ficar atrás daquela porta que tinha cheiro de cadáver. 

 Tenho que ser sincero com vocês, não era à primeira vez em que eu fora para o auditório, e para nenhum dos outros novatos, já que para fazermos a prova de admissão, era preciso esperar ali uns quinze minutos pra ir para à sala onde você faria seu teste. Uma enorme burocracia. Então, lhe dou um conselho, nao se atrase; eu me atrasei uns vinte minutos e fiquei quase o mesmo tempo esperando lá.

 Ao invés de ter apenas três adolescentes sentados esperando os candidatos na plataforma que ficava no fundo do grande salão. Agora estava um homem de meia idade um pouco forte. Não pude ver mais detalhes, já que eu estava a alguns vinte metros do palco. 

 Depois que a maioria das pessoas conseguiram encontrar um lugar pra sentar, o homem de antes pegara um microfone e dissera:

 — Por favor Alunos, vocês poderiam dar os lugares aos pais que ainda não se sentaram. Obrigado.

 O que eu achei um ultraje, já que eu já tinha encontrado um lugar estrategicamente pensado, ao lado do meu pai, é claro.

 E agora eu teria que sair pra dar o lugar a alguém que não ficaria naquela escola por nove horas todo o santo dia.(eu, quer dizer, os alunos, deveria ter um tratamento especial; só acho).

  Para a minha surpresa, nem todos os alunos se levantaram. O que fez aqueles que o fizeram, parecer um bando de palhaços. Eu que não queria me deslocar tanto pra nada. Colei minhas costas na parede do lado esquerdo da fileira onde meu pai se encontrava, e, oh céus, por que diabos ele nao tinha pego aquele capacete da minha mão. Já tava me dando gatilho segurar aquilo.

 — Bom dia à todos, — O mesmo homem que pedira para nós nos levantarmos, falou. — Finalmente damos início à mais uma volta às aulas, e meus parabéns aos alunos que se esforçaram para estar aqui.

 Eu não preciso dos seus parabéns; pensei. Só estou aqui porque eu quero ser alguém na vida, não porque você nos motivou.

 Eu sei, eu sei, não devia ter esses pensamentos furiosos sobre uma pessoa que nem conheço e bla-bla-bla, desculpem-me.

 Ele continuou:

 — Bem, eu sou o novo diretor do colégio, então, algumas coisas serão diferentes do que eram na antiga direção do ano passado. Espero que nossa convivência seja bem agradável.

 Infelizmente eu perdera a atenção no que ele estava falando, já que dois outros alunos ficavam conversando um tanto alto o suficiente pra eu nao poder me concentrar. Eu queria muito que eles fizessem silêncio; mas é claro que eu não o pediria, eu não afim de fazer eles pensarem que eu era um cara chato ou estraga prazeres. Mas graças à deus, um dos pais que se virou e fez um belo e maravilhoso "shiuuuu", pra eles se calarem, e assim foi feito.

 comentei que as luzes das lâmpadas quadriculadas que ficavam no teto estavam começando a fazer minha cabeça doer? E de como a sala estava fria? 

 — Agradecemos pelo o voto de confiança que vocês estão nos dando, ao permitir que seus alunos integre no nosso Colégio Integral. — Disse uma mulher.

 Eu não fazia ideia de onde estava o diretor e de onde ele tinha se enfiado, mas agora no palco, estava uma mulher loira, baixinha, e com uma voz forçadamente simpática.

 — Nesse primeiro dia, seus filhos serão atendidos pelos os nossos estudantes de anos superiores. Alguns são até de universidades, outros estão no segundo ano. 

 Se ela não tivesse dirigido a mão esquerda no quanto do palco, eu nunca veria um grupo de adolescentes mais velhos que vestia aquela farda azul e vermelha que eu vira um garoto usando antes. 

 Depois disso teve a apresentação dos professores e de suas matérias. E aí, eram mais de nove matérias; eu não fazia ideia se aguentaria aquilo. Depois de alguns minutos de apresentação e explicação sobre a nova direção escolar; a mulher dissera:

 — Agora, alunos, vocês podem ir lá pra fora, que seus tutores irão levá-los até suas devidas salas.

 Eu deveria ter esperado a multidão sair primeiro, mas por algum motivo eu tinha ido para fora, (a lembrei, me empurraram até eu sair).

 Antes de ser deixado ser levado, entreguei meu capacete para o meu pai.

 — Bênção à pai. — Pedi.

 — Deus lhe abençoe. — Ele resmungou.

 E com isso, fui levado com mais uns trinta alunos até o lado de fora daquela sala com cheiro de defunto.

 Quando saí fiquei um pouco indeciso se fora uma boa ideia ter saído junto com o pessoal. Estavam todos olhando aquele grupo de alunos com farda diferenciada kendo alguma coisa. Supus que era a chamada ou algo do tipo.

 Eu já estava cansado de ficar sozinho então procurei alguém que eu conhecia, pelo menos alguém de vista. E acabei achando alguém que eu não planejava encontrar nem tão cedo. Era a minha antiga "amiga", da escola passada, porém ela era de outro turno, e lá estava ela lá.

 — Hey, Kawanny! — falei chegando ao seu lado. — Você veio, que bom!

 — Felipe? Você passou? 

 Antes mesmo de eu responder que infelizmente que sim; ela me envolveu em um mega abraço digno de um urso pardo.

 Kawanny era uma garota grande, com cabelos ondulados com as pontas verdes claras, e um rosto com uma semelhança sinistra com o pão-bolachão, e neles se encontravam seus óculos de graus redondos, o mesmo do ano passado.

 Ficamos falando de como foram as nossas férias e coisas do tipo, quando ouvi o meu nome sendo chamado.

 — Felipe Jones Rufell. 

 — Opa, sou eu! — Disse levantando a mão e indo para a fila onde se encontrava os alunos da mesma sala que eu.

 E ao meu lado estava um antigo amigo meu: Lucas; esse ai, ja era da minha antiga sala da escola do ano passado, era um nerd inteligente que ficava na dele e coloca lenha na fogueira, quando era preciso.

 — Eae Felipe. — Ele estendeu a mão, e demos um rápido tapa na mão um do outro.

 — Parece que Wenderson vai ser da nossa sala tambem, ne? — Perguntei.

 — Sim. Parece que vai ter muita gente nova.

 Eu revirei os olhos, era claro que teria. Estávamos em outra escola. Como encontramos alguém conhecido entre a multidão.

 Foi então que na fila onde eu estava, se encontrava aquele garoto que me intrigava mais cedo. O do anel de coco. Ele estava trocando algumas palavras com um garoto magro de óculos e com um pequeno alargador na orelha esquerda.

 E...bem, ele era mais, hum, interessante quando olhado maIs perto(?).

 Antes que eu pudesse perguntar à Lucas se ele o conhecia, passou um dos garotos com aquela farda azul dizendo:

 — Vamos primeiro A de Desenvolvimento de Sistemas. Vamos para a nova sala de vocês.

 E todos nós subimos a rampa e nos dirigimos para a sala do número 03, que ficava no primeiro andar e no corredor do lado esquerdo.

 A primeira coisa que eu notei ao entrar na sala, fora o frio que nela fazia. Tinha ar-condicionado, ainda bem. porque eu tenho problemas de absorver o calor ao meu redor e acabando tossindo sem parar.

 — Bem vindo ao ensino médio. — Sussurrei  pra mim mesmo, procurando um lugar pra sentar.


Continua...


Notas Finais


Espero que gostem. E desculpem-me se eu exagerei nas palavras e tals...:)


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