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História I think I'm in love (clace) - Capítulo 39


Escrita por: e Saturnixz


Notas do Autor


Boa leitura proces

Capítulo 39 - The letters


Jace Herondale, 5 de julho de 2020, Los Angeles.

 

Suspiro pesadamente. Olho para Clary deitada de lado na cama.

 

-Uma hora ou outra nós teremos que falar sobre isso. – ela se levanta apavorada e me olha.

 

-Jace. – ela sussurra.

 

-Clary. Olha do fundo do meu coração. Eu sei exatamente como você se sente, sobre... os cortes. – ela suspira, e os olhos dela marejam.

 

-A minha vida acabou. – ela diz de forma melancólica com o olhar desfocado.

 

-Ainda não, você só tem 16 anos, eu sei que você tá grávida e teus pais te expulsaram. Eu sei que parece o fim do mundo, mas não é.  – ela começa a chorar dolorosamente e eu a puxo pro meu colo. Ela me abraça forte e eu correspondo.

 

-Jace, eu só queria que tudo isso acabasse, de uma forma ou de outra. Eu me odeio, eu estraguei tudo, como sempre. Eu perdi meus pais, minha casa, minha adolescência. – ela diz com voz embargada.

 

-Você ainda tem a mim, e eu NUNCA vou te abandonar. Porque eu te amo. – sussurro beijando a testa dela.

 

-Eu também te amo. – ela sussurra manhosa.

 

-Me promete que vai me deixar cuidar de você? – indago olhando-a

 

-Prometo. – beijo os lábios dela de forma lenta. – me faz sua. – ela sussurrou contra meus lábios.

 

-Só minha? – sussurro no ouvido dela.

 

-Só sua. Agora me fode pelo amor de deus. – ela implora manhosa. Dou uma risada safada e aperto a coxa dela.

 

Inverto as posições, a colocando por baixo.

 

-Se prepara que hoje eu vou com força. – falo safado no ouvido dela. E ela ri maliciosa.

 

-Mal posso esperar.  – ela tira minha camisa, e arranha meu abdômen. Arfo. – merda, você é muito gostoso.

 

-Posso dizer o mesmo de você. – sussurro apertando a cintura dela. – Minha gostosa. – sussurro. – e eu sou o seu gostoso.

 

-Só meu?  - ela finge manha.

 

-Só seu, gatinha. – ataco os lábios dela em um beijo voraz. Arranco a camiseta que ela usava. Vendo os cortes. A olho com carinho, e logo dou leves beijinhos em cada corte. Nossos olhares estavam grudados. – eu to aqui pra tudo, ruivinha.

 

-Eu te amo, Jace. – ela diz.

 

-Também te amo, amor. – demos um beijo doce, que logo foi ganhando mais intensidade.

 

Desço os beijos pelo pescoço dela, alternando em leves mordidas. Ela arranha minha nuca. Tiro o sutiã que ela usava, dando de cara com os seios dela. começo a morde-los e chupa-los, intercalando.

 

-Aah, Jace. – ela geme.

 

Desço os beijos pela barriga lisinha dela. chegando no cós do short. Acaba por arrancar a calcinha juntamente.

 

Sua intimidade estava encharcada. Não cogito um só segundo, e logo começo a lambe-la, passando de levinho os meus dentes em seu clitóris. Os gemidos dela eram baixos, mas me deixavam duro demais.

 

O sabor dela era delicioso, assim como ela. Dou leves penetradas com a língua, o que a enlouquecia. Os dedos dela apertavam meus cabelos, me incentivando a continuar.

 

-Porra, Jace. Que boca perfeita.  – ela sussurra. E eu sorrio safado.

 

Continuo meu trabalho até ela gozar deliciosamente eu meus lábios. Subo e ela me puxa para um beijo.

 

A mesma inverte as posições. E começa a descer beijos pelo meu pescoço e barriga, até chegar na minha bermuda.

 

Ela sorri safada me olhando no fundo dos olhos. Mas logo direciona sua mão até o meu pau, a onde a mesma da um aperto.

 

-Porra. – arfo.

 

Ela trata logo de tirar minha bermuda e minha cueca. Encarando meu pau com admiração, ela logo enfia tudo na boca. E que boca, puta merda.

 

Ela as vezes engasgava com o tamanho do meu pau. A mesma parou de me chupar, e começou a beijar toda minha extensão, até chegar nas minhas bolas, as chupando também.

 

-Porra, Clary eu vou enlouquecer desse jeito. – ela apenas sorri, e toma meu membro novamente em sua boca.

 

Os movimentos eram de vai e vem, me enlouqueciam totalmente. Esse com total certeza é o melhor boquete que eu já recebi na vida.

 

Logo ejaculo em sua boca, e ela engole tudo.

 

A ruiva sobe e me beija com vontade, dando para sentir o gosto da minha porra. Ela ia sentar no meu pau, mas eu não deixei.

 

-Eu quero meter em você hoje. – sussurro em seu ouvido.

 

-Então ta esperando o que? – rio safado e inverto as posições. A colocando por baixo. Me encaixo e penetro rápido e fundo.

 

Com estocadas rápidas e fortes, arranco vários gemidos dela.

 

-Você e definitivamente. – arfo antes de terminar a frase. – a garota mais gostosa do mundo. Puta merda.

 

-Ah Jace. – ela geme manhosa. – Mais rápido, por favor. – apenas atendo, indo mais rápido.

 

Logo chegamos ao orgasmo.

 

-Eu te amo. – sussurro beijando a testa dela, e entrelaçando nossos corpos.

 

-Eu também te amo. – logo caímos no sono, agarrados um no outro.

 

Clary Fray, 6 de Julho de 2019, Los Angeles.

 

 

2:30 PM

 

Era um sábado, Jace e Emma tinham saído para fazer compras.

 

Depois da noite que passamos juntos, Jace está bem mais confiante e liberal, por assim dizer, em respeito a nossa relação.

 

Eu me odeio por acabar com tudo isso. Me odeio mesmo.

 

Tudo o que eu passei, todos os acontecimentos... foram longe demais. Tudo isso.

 

1- Descobri que estava grávida.

 

2- Vi meu namorado beijando outra.

 

3- Meu irmão morreu, por minha culpa.

 

4- Meu namorado, que não era mais meu namorado, disse que não iria acompanhar o crescimento do filho.

 

5- Fui expulsa de casa.

 

Legal, né?

 

Já havia decidido.

 

Eu iria ao parque, no meu lugar especial com Jace, na segunda-feira à noite.

 

E, novamente, como a covarde que sou, iria destrubuir cartas me despedindo de todas as pessoas importantes para mim.

 

Eu jamais iria conseguir me despedir cara a cara.

 

Como estou sozinha pensei em escrever as cartas agora. 

 

Começarei pela carta de Alec, seguida pela do Magnus, depois Emma, Izzy, Simon, minha mãe e meu pai, e só depois escreveria a do Jace.

 

Me corta o coração ter que deixá-lo. Mas eu preciso. Ele não pode ficar preso a limpara sempre.

 

Eu não sou uma pessoa boa. Matei meu irmão e vou matar meu filho também.

 

Eu não mereço alguém com o tamanho do coração de Jace Herondale.

 

Já com lágrimas nos olhos, estico os braços e pego meu caderno e uma caneta.

 

“Querido Alec

 

Obrigada por todos os nossos momentos, obrigada por me proteger todas as vezes em que Jace não esteve por perto, obrigada por ser o meu grandão favorito.

 

Queria estar presente em momentos importantes da sua vida, mas sou egoista o suficiente para me privar disso.

 

Eu te amo.

 

   

Sua garotinha

 

Clary”

 

 

Tiro a folha do caderno e dobro em duas partes, coloco-a numa caixinha e começo a de carta de Magnus.

 

“Querida purpurina.

 

Oi, meu poc favorito.

 

Eu sei que Alec já deve ter lido a carta dele, pois vou enviá-la antes. Então sei que você já sabe do que se trata essa daqui.

 

Eu odeio te fazer chorar, eu odeio mesmo.

 

Mas é necessário.

 

Me desculpa por tudo, todos os erros que cometi e todos os conselhos seus que eu não ouvi.

 

Você é muito importante pra mim, Magnus. Muito mesmo.

 

Eu te amo.

 

Sua biscuit

 

Clary”

 

 

 

Coloco outra carta na caixa e começo a carta de Emma.

 

“Querida Emma,

 

Obrigada por deixar eu ficar na sua casa por esses dias e obrigada por me tratar como alguém da família. Eu precisava disso.

 

Mas agora eu preciso seguir o meu próprio caminho.

 

Emma, cuide do Jace. Por favor. Eu não vou conseguir ir embora sabendo que ele vai sofrer. Apoie ele nos momentos difíceis, ele vai perder duas pessoas numa só vez. Jace não passou bem pelo luto do tio Robert. Não sei o que ele pode fazer quando eu não estiver mais aqui.

 

Mas garanta que ele fique bem, por favor.

 

Jace gosta que mexam no cabelo dele, só assim ele consegue dormir quando está nervoso. Faça isso nos primeiros dias.

 

Ele vai se afastar alguns dias depois, Emma. Não deixe que ele suma ou fique estranho. Não deixe. Por favor.

 

Ele vai se culpar, eu sei que vai. Em momentos assim, diga a ele que em nenhum momento eu pensei nisso por conta dele.

 

Eu só não estou aguentando mais, sabe?

 

Tudo isso, tudo o que eu passei, foi demais...

 

Cuide dele, Emma.

 

Por mim.

 

Por favor.

 

Sua recente descoberta cunhada.

 

Clary”

 

 

Só percebo que estou chorando quando duas lágrimas caem na minha perna.

 

-Merda - enxugo o rosto com a manga longa da blusa e volto a escrever.

 

 

“Querida Izzy,

 

Obrigada por todos os nossos momentos juntas, os passeios, os almoços, as festas do pijama, a praia, Londres...

 

Você é uma amiga incrível, me dói muito ter que te deixar sozinha.

 

Mas eu não vou.

 

Saiba que eu vou sempre, independente do que aconteça, estar com você. Dentro do seu coração.

 

Eu te amo demais, Isabelle.

 

Aproveite a vida, arrume outra melhor amiga, USE CAMISINHA COM O SIMON.

 

Eu gostaria de ser madrinha dos seus filhos e no seu casamento, também gostaria que você fosse madrinha do meu pequenino aqui. Infelizmente esses momentos não vão acontecer.

 

Não quero que você mantenha uma última impressão triste, melancólica e suicida de mim.

 

Lembre dos bons momentos.

 

  Sua melhor amiga.

 

     Clary.”

 

 

-Só mais quatro cartas, você consegue - Repito a mim mesma antes de pegar outro papel.

 

“Simon

 

O que eu posos falar de você?

 

Você foi o melhor amigo que alguém poderia ter em toda a minha vida.

 

Eu só tenho a agradecer pelos momentos que passamos juntos, eles sempre foram os melhores.

 

Nós estamos mais distantes desde o começo do ano, né?!

 

Não queria que isso tivesse acontecido.

 

Foi culpa minha, eu te exclui por conta do Jace.

 

Me desculpa, Simon. Por favor.

 

Cuide de Izzy.

 

Viva.

 

Aproveite cada segundo.

 

Compre o carro dos seus sonhos, maratona todos os filmes de Star Wars, vire um médico de sucesso.

 

Não esqueça da sua melhor amiga.

 

Eu vou estar sempre com você.

 

Eu te amo, Simon. Muito mesmo.

 

Sua melhor amiga.

 

    Clary.”

 

 

Agora era a vez da carta pros meus pais. Depois da de Jace, essa era a que eu mais temia.

 

“Oi papai, oi mamãe

 

Me desculpem por isso.

 

Eu não queria que isso estivesse acontecendo.  Não comigo.

 

Mas infelizmente eu fui muito criança e preciso cuidar de outra criança.

 

Desculpa pelos momentos que eu não fui uma boa filha.

 

Eu sou grata por todos os momentos ao lado de vocês dois.

 

Sinto saudade do meu platinado, por isso eu vou encontrar ele.

 

Cuidem do Jace por mim. Certifiquem que ele ache outra pessoa, melhor que eu.

 

Pai, muito obrigada por tudo. Eu te amo!

 

E mãe, eu te desculpo. Sei que você vai se culpar. Nada disso foi sua culpa, eu juro. Eu te amo.

 

Amo vocês dois. Igualmente!

 

Sua filha imperfeita

 

                          Clary.”

 

 

Enxuguei as lágrimas e apertei os braços em volta do meu corpo.

 

Eu não aguentaria escrever a do Jace.

 

Não mesmo.

 

Escrevo Jace no papel e ouço um barulho na porta.

 

Coloco todas as cartas na caixa e escondo a mesma embaixo da cama.

 

Jace entra no quarto segundos depois com algumas sacolas na mão.

 

- Chegamos - ele me da um sorriso.

 

Enxugo as lágrimas rapidamente e forço um sorriso.

 

- Estava chorando? - ele deixa as sacolas e vem até mim.

 

- Eu... - meu olho se enche novamente.

 

- Ai, vamos pedir comi... - Emma entra - ops! Desculpa, volto depois.

 

Ela fechou a porta e Jace colocou as mãos em meu rosto.

 

- O que aconteceu? - ele olha no fundo dos meus olhos.

 

Olho para baixo.

 

- Meu personagem preferido do livro que estou lendo morreu? - tento.

 

- Vamos, Clary, eu sei que não é isso - ele deita e puxa minha cabeça para seu peito.

 

- Eu só... eu não sei. Está tudo tão confuso - suspiro.

 

- O que?

 

- Eu não sei explicar.

 

- Você não saber ou você não quer? - ele puxa meu queixo para cima.

 

- Talvez não seja a hora de você saber...

 

- Saber do que?

 

- Eu só quero que você saiba que eu não queria que nada disso acontecesse, eu só queria tirar isso da minha cabeça.

 

- Você parou? - ele puxa meu pulso.

 

Recuo.

 

- Clary, nós já conversamos sobre isso. Quando eu me cortava, você não gostava.

 

Sinto a bile subir pela garganta e saio correndo em direção ao banheiro.

 

Me agarro ao vaso sanitário e e solto tudo o que comi no café.

 

- Emma - ouvi Jace gritando longe de mim.

 

- Oh, meu Deus - ela corre até mim e coloca as mãos em minhas costas.

 

Olho para cima e vejo Jace andando de um lado para o outro.

 

- Eu estou bem, Jace - fecho a tampa e encosto a cabeça.

 

- Não, você não está.

 

- Você pode pegar um copo de água pra mim? - peço para ele - por favor.

 

Sua cabeça mexe mecanicamente e ele sai correndo do banheiro.

 

- Emma, Eu não vou conseguir cuidar dele para sempre. Promete pra mim que você vai fazer o melhor pra ele.

 

- Clary, do que você ta...

 

- Me promete - olho para ela.

 

Minhas mãos frias e trêmulas seguram a dela.

 

Ela assente, com os olhos arregalados.

 

- Eu sei que você vai. Eu sei...

 

 

*

 

Jace liga o chuveiro e vem até mim.

 

- Levanta os braços, por favor.

 

Faço o que ele pede.

 

Jace tira a minha camiseta e minha calça.

 

- Posso...? - ele se refere ao sutiã e a calcinha.

 

Concordo com a cabeça e fico de costas para ele.

 

Jace solta o meu sutiã e coloca em cima da pilha de roupas. Suas mãos passam pela minha cintura e seus deados entrelaçam na ponta da minha calcinha.

 

Ele a puxa para baixo, me apoio em seus ombros pra passá-las pelo meu pé.

 

Jace tira sua roupa também e entra no box.

 

- Quer que mude a temperatura? - ele pergunta.

 

- Estou com frio, esquenta mais um pouquinho - brinco com a água que cai em meus pés.

 

Aos poucos a água esquenta e eu entro por completo nela.

 

Jace lava meus cabelos cuidadosamente, lavando duas vezes com shampoo e massageando meu cabelo quando passou o condicionador.

 

O loiro passa o sabonete por todo o meu corpo.

 

Ele limpa meticulosamente as marcas de cortes sem falar nada.

 

Ouço ele perguntando algo, mas não entendi o que era.

 

- Clary? - ele me chama de novo.

 

- Hm, oi?

 

- Afaste as pernas, linda. Preciso terminar de te limpar - ele diz sem nenhuma malícia.

 

Faço o que ele pede.

 

Jace tira todo o sabão do meu corpo, tira o condicionador do meu cabelo e me abraça.

 

- Eu vou cuidar de você, Clary. Eu prometo.

 

Me agarro a sua cintura.

 

- Eu sei que vai - murmuro contra seu peitoral.

 

 

*

 

Estou sentada na cama, enrolada numa toalha feito uma criança de 4 anos, esperando Jace escolher a minha roupa.

 

- Levanta, amor - ele tira a minha toalha e enxuga o resto da água do meu corpo.

 

Jace coloca uma calcinha em mim, fica de joelhos no chão e encara minha barriga.

 

- Acho que vai ser uma menina - ele deixa um beijo ali e levanta novamente.

 

Congelo.

 

- Eu não quero - torço para ele não escutar.

 

- Uma menina? - me apoio em seu ombro enquanto ele coloca uma calça de moletom em mim.

 

- O bebê.

 

Jace para seus movimentos e olha para mim.

 

- O que? - seus olhos se arregalam.

 

- Eu... Eu só... - começo a chorar.

 

Jace puxa minha cabeça para o seu peitoral e me abraça.

 

- Eu sei que isso tem a ver com a sua mãe. Saiba que eu vou fazer de tudo por você, por vocês duas, até o último dia da minha vida.

 

- Você não tem todo esse tempo - enxugo as lágrimas.

 

Ele coloca a blusa de manga longa em mim e deita na cama.

 

- Eu sei que você está confusa, eu não posso nem imaginar o que você está passando. Mas eu juro, por nós, que isso vai se resolver - ele me puxa para perto de seu corpo.

 

- Nós vamos ter uma família linda.

 

- Isso é tudo que eu mais quero.


Notas Finais


Intaokk aiai


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