1. Spirit Fanfics >
  2. I Think I'm in love with you >
  3. Almoço na casa dos Haruno

História I Think I'm in love with you - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Cheguei minha gente, capítulo fresquinho pra vocês.

Capítulo 3 - Almoço na casa dos Haruno



Sasuke on




Voltei ao seu quarto e ele estava mexendo em algumas coisas, o que despertou um interesse repentino. Balbuciei freneticamente afastando esses pensamentos "Não me interessa o que ele está arrumando é particular, mas não faz mal perguntar, né?" penso me aproximando.


– O que está fazendo? — Adentrei ao quarto para ver melhor o que ele estava aprontando.


– Arrumando minhas coisas, oras. — Disse simplista.


– Mas já? — cruzo meus braços fitando seus movimentos atentamente


– Claro, não tenho tanta coisa, mas é bom deixar arrumado — olha pra mim rapidamente, mas voltando sua atenção para as suas coisas.


– Tem razão… — olhei para o lado e depois o encarei. —

– Está pronto?


– Sim! — Disse animado, o que me surpreendeu pois esperava uma cara de tédio.



(…)



Naruto estava sentado com os pés em cima do banco do carro, e olhava curiosamente os prédios da cidade.


– Sasuke. — Me encarou.


– Hm? — Olhei só um instante pra ele e depois voltei minha atenção à estrada.


– Isso é Konoha? — Olhava estranhamente tudo à sua volta.


– Sim né — respondi irônico, mas sorrindo ladinho depois.


– Ué... nunca tinha visto essa parte da cidade. Onde é isso aqui? — Perguntou se ajeitando no banco, para me fitar melhor.


– É só uma parte mais afastada da cidade. — Digo simplista focado na estrada, vez ou outra.


– Você mora por aqui? — pergunta ficando entre o banco do passageiro e o motorista. 


– Uhum, é mais calmo por aqui por ter poucos habitantes — olho para ele pelo retrovisor.


– Ah tá... — Voltou sua atenção novamente a janela.




(…)





– Chegamos. — Parei o carro no estacionamento enorme do prédio saindo junto do garoto.


– Uau, quantos carros! — Falava e sua voz fazia eco. Quando percebeu começou a dar uma de retardado e gritar a fim de ouvir sua voz ecoar pelo estacionamento. – ECOOOO!


– NARUTO! — O repreendi fazendo ele olhar para mim. —

– Fale mais baixo, vai incomodar os vizinhos cacete.


– Tá bom... — Fez bico cruzando os braços, o que me fez rir um pouco. Até que “confiscar” por um tempo o jogo dele não faz mal, mesmo que ele quase tenha me agredido, mas cedeu. Ele é completamente diferente sem aquele game, gosto dele assim.


– Vem, criança. — O chamei em um tom mais divertido mas parece que insultei ele.


– Ei! Não sou uma criança! — Me seguiu.




(…)




Ao chegarmos no meu apartamento, Naruto olhou tudo ao seu redor literalmente encantado. Seus olhos azuis brilhantes e sua boca fazia um "o" perfeito, ele era um garoto engraçado.


– Gostou? — pergunto olhando para ele.


– Sim! Pensei muito em comprar um apartamento desses, mas… prefiro meu quarto. — Disse meio sem jeito, coçando a nuca.


– Entendi. — Desse simplista colocando a chave na escrivaninha.


– Agora pode me devolver meu jogo? — Disse mostrando suas mãozinhas tremendo de impaciência.


– Agora não. — Respondi e o loirinho bufou. – Guarde suas coisas e lave suas mãos.


– Está bem, pai. — Brincou, mas logo me obedeceu.




Naruto On




Fui andando mas logo parei pra pensar em um detalhe... Onde eu guardo minhas coisas? Quando notei já estava no meio daqueles corredores. Isso é mesmo um apartamento?


Fui entrando de sala em sala e descobrindo um pouco sobre o apartamento do maior. Achei o banheiro, o escritório e um quarto chique que obviamente era de Sasuke. Só resta mais uma porta para abrir e então assim fiz. Tinha uma cama, um armário e muitas, mas MUITAS caixas e outras coisas espalhadas pelo quarto. Ao menos tinha uma sacada assim como no outro quarto.


– Não repara na baguncinha. — Comentou o mais velho, atrás de mim.


– É aqui que eu vou ficar? — Respondi indignado olhando as caixas espalhadas no quarto.


– Essa era a ideia. — Toca minha testa com o dedo do meio e o indicador, fazendo minhas bochechas se esquentarem.


– Mas esse quarto precisa de uma geral urgente. — Suspirei indo até onde eu suponho que ele tenha escondido meu jogo "em cima da bancada", para minha infelicidade não o achei.


Já estava ficando estressado, mas não queria encher o saco do Uchiha. Enquanto procurava, ouvi um celular vibrar. Dei uma olhada e pelo visto era seu pai.


– SASUKE! SEU CELULAR TÁ TOCANDO! — O chamei e ele rapidamente pegou o eletrônico da bancada.


– Tsc... — Deixou no viva voz enquanto mexia em algumas coisas. – Fala 


– Está ocupado? — Respondeu a pessoa do outro lado da linha.


– Errr... Mais ou menos, precisa de algo? — Revirou seus olhos pegando algumas coisas, as colocando em outro lugar.


– Iremos a casa dos Harunos hoje mesmo. — Senti uma estranha sensação ao ouvir o nome “Haruno”


– Que horas mais ou menos? — Respondeu já bufando após ouvir o que a voz do outro lado da linha disse.


– Por volta de 11:00 AM. Não se preocupe, tem tempo para terminar o que está fazendo. — Disse num tom calmo.


Enquanto isso eu procurava pelo meu amado e querido jogo e foi então que eu finalmente consegui.


– Achei! — Gritei mas logo percebi meu erro ao ver que a chamada de voz ativa e Sasuke abaixar a cabeça olhar pro lado, suspirando logo em seguida.


– Quem está aí com você, Sasuke? — Questionou o outro ser humano do outro lado da linha que para meu azar me ouviu.


– É meu paciente mexendo numas coisas aqui, relaxa. — Diz olhando para mim com os olhos semicerrados.


– Paciente? Na sua casa? — Mas como essa miséria sabe que eu estou na casa dele? Credo, tenho até medo.


– É e falando nisso, irei levar ele comigo. — Massageia as têmporas enquanto pensava consigo mesmo.


– Por quê? — Fez uma pergunta extremamente óbvia, céus que cara burro.


– É uma longa história. — Diz educadamente, mas pela sua expressão ele queria dar uma na cara do ser, só que não o fez por ser seu pai. 


Ouvi o tal "Pai do Sasuke" suspirar pelo outro lado da linha 


– Está bem, desde que ele não traga problemas. — Desligou.


Fiquei pensativo novamente em relação ao sobrenome “Haruno”. Não me é estranho, conheço de algum lugar… enfim, não vou esquentar a cabeça com isso, deve ser coisa da minha cabeça.


Passou-se o tempo e ficamos em um desconfortável silêncio, até que o moreno resolveu quebrá-lo.


– Enfim, está com fome? — Perguntou o mais velho dando dois toques na minha cabeça.


– Não… não quero comer agora. — Digo olhando para ele. Fome é a última coisa que eu pensava em sentir, acho que era até inexistente.


– Ah mas você vai, olha o estado desse seu corpo — olhando por esse lado eu realmente parecia um palito. Mas tinha vezes que eu negava comer. Motivo? Perderia meu foco no jogo. Pelo visto, preciso seriamente ser tratado.


– Mas eu não quero Sasuke! — Cruzei os braços olhando pro lado em pura birra, parecendo uma criança que se nega a ir embora se não tiver o doce que escolherá em mãos.


– Mas vai nem que eu tenha que te dar na boca! — Diz autoritário, mas não me intimidando, não vou ceder nem que me paguem um milhão de pilhas pros meus games 


– Hum, até parece… — Virei novamente e tinha um moreno que sorria de orelha a orelha empunhando em minha direção um pedaço de torrada que tinha em sua outra mão.


– Abre a boca. — Foi o que disse enquanto caminhava mansamente em minha direção.


– Uchiha corre. — Falei em um tom calmo olhando pro chão.




Sasuke on




– Quê? — Falei parando com a brincadeira, comendo o pedaço da torrada, confuso.


– Corre, e pra bem longe. — Continuei sem entender, mas logo passei a entender quando um demônio loiro começou a correr atrás de mim querendo me matar. Saí correndo pelo apartamento todo, rindo, mas em desespero.


Após um bom tempo ele se rendeu ao cansaço. Dei graças a Kami-sama por ser atlético e com resistência física boa.


– Desisto. — Disse Naruto, se jogando no chão do meu quarto. E sim, percorremos o apartamento todo e num total de 3 voltas, meu novo record.


– Finalmente… bem, vá tomar um banho que eu irei preparar um café da manhã pra você. — Ordenei e ele assentiu, indo fazer tal coisa enquanto me dirigia à cozinha.


Naruto realmente era uma boa pessoa, só precisava mudar uma coisa ou outra.



(…)



O tempo passou e quando fomos ver, já eram 10:30 AM. Estava tudo bem até lá, estava vendo coisas em meu celular em relação a amigos e trabalho e Naruto estava comigo.


E falando nele, até que está mais quieto. Estava vendo qualquer coisa na TV. Nem parece que queria me atacar momentos atrás.


Ficamos mais um pouco e depois decidimos nos arrumar e ir na casa dos Haruno.



(…)



Ao chegar combinei algumas coisas com Naruto antes de entrar na casa, se é que isso podia ser chamado de casa, e ele apenas confirmou e assim entramos.


Meus pais olhavam desconfiados para com Naruto e o dito cujo devolvia o olhar pois não perde uma para ser atentado. Deixei quieto e fui cumprimentar os proprietários da casa de forma educada. Mesmo que eu não gostasse da ideia do casamento e não ligasse nem um pouco para o que meus pais iam dizer a respeito e… eu citei casamento?


É mesmo, acho que não falei aqui né? Então minha família tem uma empresa fundada há décadas, e pra minha querida infelicidade terei que comandá-la junto com Itachi, meu irmão mais velho.


Saí andando um pouco pela casa e realmente era grande. Devia ficar cuidando de Naruto, mas ele tá bem entretido com seu jogo. Não deixei ele trazer, mas esse loiro é um pivete não é mesmo? Mais tarde irei falar com ele sobre isso.


Ouvi duas vozes femininas em um quarto. Cheguei mais perto da porta fechada e percebi: Era uma garota em ligação com outra.


– Amiga, e o almoço que você vai ter com os Uchiha hoje? — Dizia a garota no celular.


– Nah, eles devem ter chegado, mas eu tô nem aí. Vamos terminar essa partida primeiro. — Dizia para a voz do outro lado da linha.


– É. Foco! — Concordou.


E conversavam mais coisas alheias. Apenas ignorei e sai andando. Quando voltei Naruto olhava para o nada como se já tivesse perdido o interesse no aparelho em seu bolso, o que é estranho em 15 línguas diferentes.


– Oi. — Falei e o garoto quase teve um derrame ao me ver.


– Que susto, cara. Não faz isso mano. — Usava as gírias populares e parece que os mais velhos, tanto os Harunos quanto os meus familiares, me olhavam com decepção. Apenas fiz um olhar de deboche dizendo com o olhar “Ele é assim. Não há o que fazer.”


Estávamos todos na mesa, menos a tal Sakura, na qual eu suspeitei imediatamente de ser a garota do andar de cima.


– Sakura Haruno desça e venha jantar! — Chamou a mulher já irritada, pela demora alheia.


– Já vou! Tô descendo! — Respondeu ainda no andar de cima.


E assim ficaram brigando de longe por um bom tempo. Fazendo o patriarca pedir perdão, pelo que acontecia.


A menina desceu com uma roupa educada para a ocasião, mas em seu semblante ela se sentia muito incomodada. Estranho mesmo foi quando Naruto e ela se encararam, assustados.


– Sa… kura? — Diz com seus olhos fixados na rosada.


– Na… ruto? — Estaca na porta da sala de jantar me deixando com um interrogação em minha mente.




༺cσทτiทυα….




Notas Finais


Opaaaa fim do capítulo amores, até o próximo. De onde o Naruto conhecê a Sakura? Será que eles tinham algo?

Erros serão corrigidos
Kissus bye bye


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...