História I think I'm in the wrong century - Capítulo 1


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Agni (Arshad), Alan Humphries, Aleister Chamber (Visconde de Druitt), Alois Trancy, Bardroy "Bard", Beast, Charles Phipps, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Condessa Rachel Durless-Phantomhive, Diedrich, Doll, Earl Charles Grey, Edward Midford, Elizabeth Midford, Eric Slingby, Finnian "Finny", Grell Sutcliff, Hannah Annafellows, Joker, Lau, Madame Red (Angelina Dalles), Mey-Rin, Personagens Originais, Pluto, Príncipe Soma Asman Kadar, Ran-Mao, Ronald Knox, Sebastian Michaelis, Sieglinde Sullivan, Snake, Sr. Tanaka, Undertaker, Vincent Phantomhive, William T. Spears, Wolfram Gelzer
Visualizações 14
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - The mirror


Fanfic / Fanfiction I think I'm in the wrong century - Capítulo 1 - The mirror




Acordar às 5:30 da manhã é uma tarefa nem um pouco fácil. Estudar na integral de uma escola brasileira também não é muito amigável... mas fazer o que, certo?
Bem, estou aqui novamente, é cerca de 6:11. Estou na sala de minha casa aguardando minha avó descer de seu apartamento para ir ao meu. Que sorte né? Suas duas avós moram uma ao lado da outra e você mora um andar abaixo do dela! Na verdade não. Sempre recebo visitas de minhas duas avós e a maior parte das vezes é para ver o desenvolvimento de meu irmão mais novo, com seus desenhos rabiscados e sua caligrafia horrenda. Mas... O meu desenvolvimento como ótima aluna nunca é notado, sou boa na maior parte das matérias, isso inclui português, artes, matemática e, principalmente, história.
Sou apaixonada por história a um nível quântico, minha era favorita é a vitoriana, com todos aqueles belos vestidos super chamativos que eram usados a cada oportunidade! Amo roupas da antiguidade também, egípcias são as que mais gosto também, mas, estão bem atrás das vitorianas comuns.
Queria ter nascido naquela era... onde as mulheres usavam vestidos daquela maneira e não nesta, onde usamos uniformes escolares bregas e calças finas por conta do calor infernal aqui no Brasil. É... ia ser legal nascer no Reino Unido.

Ouvi leves batidas na porta de madeira mais a frente da sala, onde estava sentada. Me levantei e coloquei a bolsa em minhas costas, ajeitei os óculos redondo no rosto e fui a direção da porta. Peguei o molho de chaves encima de uma mesinha que ficava mais encostada à parede ao lado da porta e, finalmente, a abri. Era minha avó materna, a que tinha pelo menos um leve ressentimento por mim. Mesmo que tenha virado o rosto leves centímetros para checar que seu neto favorito não estava acordado para assim arranjar uma desculpa, dessa vez ele não estava.

- Vamos - ela disse, ajeitando sua postura.

Minha vó era uma mulher bonita, mesmo tendo seus 60 anos de idade ou até mesmo mais. Ela tinha uma pele firme, mas, com algumas rugas por conta do estresse. Seus cabelos eram totalmente grisalhos, seus olhos eram em um tom verde esmeralda e sua pele era muito morena, uma mulher respectivamente bonita que fazia sucesso com homens até nos dias atuais. Suas roupas nem se falavam, não que ela use vestidos de gala para cada vez que saísse de casa, mas, de qualquer maneira, ficava bonita de qualquer forma. As vezes a invejo levemente, já que não puxei muito para esse lado da família.

Temo que a ida até a escola é uma coisa chata de mais para contar a meus novos leitores, então, trocarei isso por uma apresentação formal, ok? Bem... meu nome é Sophia, Sophia Nale da Silva. Tenho 13 anos e estou no oitavo ano do ensino fundamental. Sou boa nas matérias de artes, matemática, português e principalmente história. Como dito anteriormente. Acho que tenho mais ou menos 1,53 de altura, meu peso é desconhecido mas sei que sou meio cheinha para a época anoréxica em que estamos vivendo sabe? Mas, beleza é algo relativo pra mim. É meio complicado de explicar... a mídia insinua que ser bonita é ser magra, com peitos enormes e uma bunda tão grande que consegue se ver da lua, mas, se pararmos para pensar... ninguém é assim. Isso faz com que as pessoas fiquem mais depressivas, mas não estou generalizando todas as mulheres e homens desse planeta, tem gente que é super bem com o corpo, tipo eu. Sabia que mais antigamente o bonito era um corpo cheio? Sim, a beleza é relativa em todos os séculos, impressionante né? Ok, fugi do assunto mais uma vez, peço desculpas.

Uau, conversamos bastante em. Neste meio tempo eu até cheguei aos portões de minha escola e fui abandonada no meio do caminho por minha avó! Vocês são impressionantes haha. (Nem parece que a autora pulou tudo por pira preguiça de escrever, hehe). Graças a minha sorte os portões já estavam abertos, abri a blusa de frio para mostrar ao espetor e diretor que tinha vindo com o uniforme da escola, uns seis tamanhos maior que o meu, mas estava de uniforme pelo menos. Depois de ter a permisão de entrar naquele inferno, subi a rampa como se minha vida dempedesse disso, e dependia. Os garotos dos oitavos para baixo eram extramemente pervertidos, sério, acho que nesse ano uns seis garotos do SEXTO ano vieram pedir para ficar comigo, rejeitei todos, como uma boa samaritana. Sério... por que os garotos tem está mania? Super irritante.
Depois de subir a rampa principal da escola, que levava ao bloco A, entrei pelo outro portão, que levava para o pátio interno de minha escola. Os estudantes já estavam lá, conversando e se divertindo com os amigos estudantes deles.
Tudo normal... pelo menos de primeira vista estava normal! Quando virei os olhos ao parte de baixo do pátio, tipo, uma parte ao ar livre sabe. Vi uma pessoa totalmente esquisita, me olhando fixamente, cara, nem para disfarçar?! Bem, essa pessoa deveria ter mais ou menos minha idade por conta de seu tamanho, por de baixo do capuz preto que ela usava dava para se ver mechas brancas de seu cabelo longo e liso. Sua pele era imperceptível e seu vestido era muito parecido com os das damas da era vitoriana. O que é bem irônico, já que estava falando sobre isso mais cedo.
O sinal tocou e eu tive de me forçar a sair daquele lugar, não poderia me atrasar em uma primeira aula, que no caso pertencia a dona mais chata de todos os séculos, a dona de ciências.

Coloquei a bolsa na carteira e levantei os olhos a lousa, o quadro negro estava escrito com grandes e elegantes letras de giz da cor branca. Uma caligrafia vem elegante para qualquer pessoa que estuda aqui ou que até mesmo trabalha aqui!. Na lousa estava escrito: "Me encontre no banheiro, estarei a frente do espelho" franzi a testa por um momento e olhei ao redor, para me certificar de que não havia ninguém na sala além de mim, a resposta era não. Deixei a bolsa encima da mesa e apenas resgatei meu aparelho telefônico, em caso de uma emergência, nunca se sabe quem pode estar lá dentro e nunca se sabe do porque deu estar indo até lá. Acho que o nome é curiosidade, ou idiotice, um dos dois conta.
Abri a porta da sala e sai para o corredor de cima, onde ficava as salas de aula dos estudantes mais "avançados" no caso o oitavo ano até o terceiro do colegial. Então, estranhei uma coisa muito... incomum de se acontecer mesmo em um andar com pessoas mais maduras. O silêncio. Estava tão silencioso quanto em qualquer dia daquela escola, acho que... não havia ninguém nos corredores, ou até mesmo na escola. O que era... complicado, pois no andar inferior existia milhares de pessoas, elas não podiam ter simplesmente sumido, né?
Decidi comprovar isso com meus próprios olhos. Corri ao andar inferior e tive a visão da certeza, não havia ninguém na escola. Nem os professores, os estudantes, as donas da faxina ou os coordenadores. Não havia absolutamente ninguém aqui.
Banheiro... tenho de ir para o banheiro. Corri a direção do sanitário, desesperada por respostas com o mínimo de sentido possível! Realmente... estou desesperada por respostas lúcidas, absolutamente nada disto está fazendo sentido, é a primeira vez que eu não sei de nada!
Abri a porta do sanitário feminino com toda a força que tinha, a porta bateu tão forte contra a parede que poderia sentir que a quebrei, mas era bom, alguém iria aparecer por conta do barulho, certo?.
Caminhei lentamente até me aproximar mais do que o suficiente do espelho de corpo inteiro preso a parede de mármore branco que estava quase se tornando amarelo por conta da sujeira e mal estado do banheiro. Passei os dedos dentre os fios castanhos de meus cabelos, enquanto meu reflexo horrendo se refletia no espelho imundo, coberto de manchas de dedos de garotas tão egocêntricas a ponto de acariciarem a si própria.
Passei as mãos em meus olhos, por um motivo desconhecido eles estavam ardendo muito! Mais do que o comum para ser sincera. Quando os abri novamente, vi uma coisa totalmente inexperada. Era a mesma mulher, impressionantemente mais alta do que eu. Seus cabelos brancos transparecendo dentro de seu capuz negro assustador. Meus olhos se arregalaram e minha boca se abriu para o grito, mas, antes de que eu pudesse realizar qualquer ato, uma mão frio e magra tocou meu pescoço e o apertou com uma surpreendente força. Meu grito esganiçado foi trocado por um urro de dor. As unhas finas e afiadas da mulher enroscaram em meu pescoço e o penetraram com uma facilidade admirável. Levantei as mãos trêmulas as suas e as apertei como se minha vida dependesse disso, e dependia... em certos pontos. Minhas unhas ruidas enroscaram em sua carne tão gelada quanto a de um cadáver, mas, ela nem mesmo demonstrou sentir algo em relação a isto, não esboçou nenhuma reação negativa, muito menos uma positiva em relação a minha tentativa de fuga desesperada. A única coisa ao qual ela fez foi arrastar meu corpo mole contra o espelho com um reflexo tão borrado quanto antes. Meu corpo se chocou contra ele e por um momento achei que ele fosse se quebrar. Mas... nada disso ocorreu, nenhuma sensação parecida com cacos de vidro perfurando minha carne exposta aconteceu. Absolutamente... nada.




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