História I Walk The Line - Capítulo 1


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Categorias 50 Tons de Cinza, O Fantasma da Ópera, Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Anastasia Steele, Aro Volturi, Carlisle Cullen, Carmen Denali, Jasper Hale, Marcus Volturi, Personagens Originais, Rosalie Hale
Tags 50 Tons De Cinza, Anastasia Steele, Cinquenta Tons De Cinza, Erik Destler, Fantasma Da Ópera, Saga Crepúsculo
Visualizações 27
Palavras 765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - A bailarina


Fanfic / Fanfiction I Walk The Line - Capítulo 1 - A bailarina

 

1955 

Moscou 

 

Anastasia estava impaciente com a demora de seus pais. Era a quarta apresentação que eles se atrasavam para vê-la. Renée do outro lado da cidade, ao lado seu marido no carro, tentava chegar o quanto antes no espetáculo. Ela conhecia sua filha, sabia o que aconteceria se não estivessem lá no horário combinado... Seria um grande aborrecimento. Olhou para o banco de trás em silêncio e observou a pequena Isabella dormir.  

- Srta. Swan  - chamou James, sem esconder sua devoção por Anastasia diante das demais bailarinas, que dividiam-se entre olhar para a estrela com admiração ou escárnio - Está na hora, minha querida. 

- Estou indo. – murmurou ela dando de ombros.  

Ela gostava de sentir-se assim, superior aos outros. James a tinha em um pedestal e ela gostava dessa posição, mais do que podia expressar com palavras.  

 Alongou-se rapidamente nos bastidores e entrou em cena. O motivo pelo qual a jovem de quinze anos era considerada tão promissora era óbvio ao vê-la mover-se diante das demais, Anastasia resplandecia luz, era algo hipnotizante. A jovem bailarina dançava e encantava todos ao seu redor, até um leigo poderia dizer que seus movimentos eram perfeitos, pois de fato eram. E naquela noite, ela estava extraordinária, radiante entre aquelas que a mesma considerava suas rivais. Entretanto, seria sua última noite como bailarina.  

Nem o mais sádico dos escritores imaginaria um final como aquele.  

Anastasia caiu sem nenhum motivo aparente, causando choque na plateia e nas outras bailarinas. Petrificou-se no chão, perplexa com o que havia acontecido, levantou-se com dificuldade continuando de onde havia parado. Após alguns passos ao som clássico O lago dos cisnes, ainda abalada, tropeçou em suas próprias pernas e caiu novamente, dessa vez gerando algumas risadas do público. Ela corou e dessa vez levantou-se rapidamente, uma das bailarinas havia se aproximado para ajudá-la, mas Anastasia não havia a visto e continuou a dança de onde havia parado, o que resultou em outra queda e essa a deixou no chão sem conseguir levantar-se. A equipe médica concluiu que a promissora bailarina havia rompido um ligamento do tornozelo, o mais espesso deles, chamado deltoide, localizado na região medial do tornozelo. A jovem não disse uma palavra durante toda avaliação, era visível o ódio que sentia, apesar de toda a equipe a tranquilizar, ela via aquilo como uma derrota.  

- Ouvi todos rirem, James! Eu ouvi!  

- Pouquíssimas pessoas o fizeram, embora eu esperasse mais deles. Foi algo ridículo de se assistir. – murmurou James fazendo a garota calar-se com raiva. Ela odiava-se por ter errado.  

- Isso não acontecerá novamente.  

- Assim espero. Não é considerada a bailarina mais promissora por cometer erros. Você deve ser a mais perfeita de todas, Isabella. 

Naquele momento, a bailarina procurou pelos culpados em sua mente, encontrando seus pais, que até o momento não tinha chegado. Sentiu raiva e decidiu que eles deveriam ser responsabilizados por ter a desestabilizado. Alcançou o telefone ao lado de seu leito e agiu impulsivamente.  

- Alô, Anastasia? Filha, desculpe, estamos agarrados no trânsito, aconteceu algum acidente envolvendo um caminhão. 

- Não precisa vir mais. Vocês estragaram tudo. – cuspiu a garota. 

- Do que está falando, filha? 

- Não quero que você venha.  

- Você não fala assim, Ana. Está tudo bem? Desde que chegamos em Moscou, está estranha.  

- Apenas não venha, mamãe.  

- Dê a meia volta, Charlie. Ana não nos quer com ela.  

- Não me chame assim! É ANASTASIA! – exclamou irritada com os modos de sua mãe. 

- Como assim Renée? – perguntou Charlie confuso com o rumo que as coisas estavam tomando. Isabella despertou no banco traseiro, confusa.  

- Quando você chegar em casa retornaremos para a América. – disse Renée para a filha.  

- Não irei com vocês. – rebateu Anastasia.  

- Vai sim! Querido, vire à esquerda... – ouviu Renée dizer ao marido, que ainda achava confuso dirigir em Moscou. – Esperaremos você em casa com as malas prontas. Não vou perder minha filha. 

- Não está me perdendo, está sendo ridícula. 

- Não, você está se perdendo! Se tornando alguém que nunca foi! Custe o que custar, deixará de ser a bailarina famosinha de Moscou e voltará a ser minha Ana! – gritou Renée fazendo a filha revirar os olhos. 

- Pare com esse show e seja razoável uma vez em sua vida, Renée.  

- Venha para casa! 

- Não! – Anastasia gritou em resposta, mas antes que Renée respondesse a filha desligou a ligação, decidida a encerrar o assunto. Ela não imaginava que aquela seria a última vez que ouviria sua mãe.  

A vida de Anastasia mudaria de um minuto para o outro.  

 

 



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