História I Wanna Be Yours - Capítulo 17


Escrita por:

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Categorias Arctic Monkeys
Personagens Alex Turner
Tags Alex Turner, Arctic Monkeys, The Last Shadow Puppets
Visualizações 14
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como quis colocar a imagem das "cartas" trocadas por eles tive que dividir, e por isso ficou dois capítulos curtos.

Capítulo 17 - XVII


Fanfic / Fanfiction I Wanna Be Yours - Capítulo 17 - XVII

POV Isa

Domingo de manhã cedo, eu estava enrolando na cama para levantar, essa semana tinha sido cansativa, coloquei muita coisa em ordem, mas finalmente já tinha terminado tudo e essa semana estaria de folga, pois minha mãe iria viajar amanhã com as crianças, é aniversario do bisavô paterno deles no interior, era para eu ir nessa comemoração, afinal era o centenário dele, mas como eu ainda não havia visto meu ex marido e nem queria vê-lo, minha mãe se ofereceu para ir, e me poupar, ela partia amanhã e voltaria depois de uma semana, estava tranquila quanto a escola deles, não seria semana de prova e na verdade era a semana de campeonato de todas as salas, e como eles tinham acabado de entrar na escola não faziam parte do time. Pego meu celular para colocar uma musica e vejo que tem uma mensagem do Al, mesmo falando com ele praticamente todos os dias desde o nosso encontro, meu coração sempre bate mais forte quando vejo que ele me mandou algo ou está me ligando, abro a mensagem, é uma foto: "Minha boca não se calou sobre você desde que você a beijou. A ideia de que você a possa beijar mais uma vez está grudada no meu cérebro, o qual não parou de pensar em você desde, bem, antes de qualquer beijo. E agora, o prospecto daqueles beijos parece me pegar como quando você escorrega na escada e um dos degraus te atinge bem no meio das costas. A noção deles continuando é tradicionalmente assustadora e para sempre me excitam a um grau desconhecido. carta de amor de Alex Turner para Isa" leio, e se meu coração estava batendo forte, agora ele parou, Alex sempre poético, adorava isso nele, fiquei pensando em mil maneiras de como responde-lo, mas fui interrompida pelas crianças invadindo o meu quarto, deixei o celular para lá e desci para preparar o café da manhã, as crianças ficaram brincando no gramado no quintal enquanto eu preparava o leite de amêndoas batido com frutas, começo a pensar na mensagem de Alex, e como eu sentia falta dos lábios dele nos meus, como eu queria sentir o seu toque, queria que ele estivesse ali na praia comigo, olho para o caderno da minha filha em cima do balcão e decido escrever meus pensamentos; "Sinto falta de você nos meus lábios, Oh Deus, quero você nos meus lábios, toque-me com a ponta dos dedos, nós estamos chapados agora, na praia, e o como o verão desaparece sob nossos lençóis, eu e você, você deveria vir, você deveria vir aqui, dar uma volta", tomo o café da manhã com as crianças, subo para tomar banho e mando a mensagem para Alex.
Passo o domingo na praia com a minha mãe e as crianças, estava indo tudo tão bem até a ligação do meu ex marido, resolvi atender afinal algum dia eu precisava voltar a falar com ele, tínhamos filhos juntos:
-Espero que seja importante
-Isa, nós precisamos conversar.
-Sobre as crianças?
-Também, a gente precisa...
-A gente não existe, o único assunto que temos em comum é a respeito dos nossos filhos e referente aos papeis do divórcio, quando dermos entrada. 
-Queria pedir para você ir no aniversário do meu vô, ele ficaria muito feliz de nos vermos lá, era para irmos juntos desde o começo.
-Sinto muito, minha mãe já está indo me representando, as crianças vão com ela também, gosto muito do seu avô, mas não me peça para fazer isso, mal consigo falar com você ao telefone sem sentir ódio ou vontade de vomitar, quem dirá ter que ficar no mesmo ambiente que você, um dia isso vai acontecer, mas não me peça isso agora.
-Ok, só queria dizer também me desculpe, e que ainda ... - Minha educação acabou ali, desliguei na cara dele, já basta ter que ouvir desculpa ainda teria que ouvir que ainda me ama?!
A noite preparei uma encomenda para uma confraternização de uma empresa, trufas e brigadeiros, fui dormir tarde, preparei a mala das crianças, arrumei toda a bagunça da confeitaria.

Segunda levantei cedo, antes de todos, e fiz toda minha rotina matinal, molhei as plantas do jardim e a horta nos fundos, como tinha plantado a pouco tempo eu tinha que regar todos os dias de manhã e de noite, estava gostando da minha nova vida ali, toda manha ia para a praia, mas hoje não fui, tinha a entrega dos doces para fazer ao meio dia, tinha que aprontar as crianças que viajariam assim que todos estivessem prontos, e depois que eles partissem eu iria para São Sebastião buscar a lancha do meu tio-avô que me emprestou essa semana, tomo banho, dou o café da manhã, arrumo todos e desço para a confeitaria pois tinha confundido a quantidade de brigadeiros e fiz a menos, entro pela frente da loja mas não tranco a porta, estava tão feliz com a confeitaria, ela tinha ficado exatamente do jeito que eu queria, a frente toda de vidro, um espaço para as mesas, o balcão vitrine com uma pequena cozinha ao lado, com uma cooktop elétrica de duas bocas e uma pia para lavar a louça dos clientes, e ao fundo a cozinha mesmo da confeitaria, que dava para ver pelo salão pois a divisória era de vidro, assim eu podia fazer os doces e atender, estava louca para abrir a loja, já tinha conseguido algumas boas encomendas, mas ainda queria fazer mais nome na cidade para abrir, precisava contratar alguém para ficar no balcão, enfim isso ainda iria demorar, eram planos para o próximo ano ou para dezembro, coloco uma playlist minha de musica para rolar no Youtube no bluetooth, e começo a preparar os brigadeiros, estava no balcão de costas para a porta de entrada, com o som alto, então não vi quando ele entrou, e de repente ouço uma voz falando "Good Morning", não precisava virar para saber quem era, só havia uma pessoa no mundo que a voz poderia pertencer, sinto como se estivessem milhares de borboletas no estomago, viro em direção a voz e lá está ele, parecendo uma miragem, de camisa branca, óculos escuros, com um lindo sorriso no rosto.



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