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História I Wanna Be Yours - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá dears, essa fic é de um desafio que eu fiz junto com a @bonnie_AMF e a @levy_kawaii.
Enfim, boa leitura kissessss<3
P.S.:Me perdoem se houver qualquer erro gramatical.

Capítulo 1 - Tinha uma pedra no meio do caminho


Pov Estarossa

Um dia comum e qualquer da vida, lá estava eu indo de bicicleta para a praça, porque o grupinho de pragas que são meus amigos resolveu se juntar pra não fazer nada em conjunto. Estou com uma leve preguiça de ir e a vontade mesmo é ser antissocial e ficar em casa trancado no quarto escutando Arctic Monkeys, mas vamos fingir que eu gosto de sair de casa pelo menos por hoje. Estava tão distraído com os meus pensamentos e com a música tocando nos fones, que não vi que estava encaminhando minha bicicleta para uma pedra do tamanho de um coco, primeiramente, que tipo de pedra gigante é essa? Segundo, como eu não vi essa pedra?

Tentei desviar da pedra, porém eu já estava muito perto, passei por cima dela e voei pra frente enquanto a bicicleta ficou pra trás. Caí de cara no chão e machuquei meu ombro. Ai, que do ! Como eu não vi aquela porcaria daquela pedra? Acho que tenho que fazer um exame de vista urgentemente. Ouvi uma risada por cima do som dos fones, hoje em dia as pessoas nem tentam mais disfarçar, elas riem na cara dura mesmo. Olhei pra trás e vi uma menina loira que vinha em minha direção e que eu acho que estuda comigo.

– Oi moço, você tá bem? Se machucou?– falou ela ainda meio risonha.

– Oi, eu tô bem sim, só ralei um pouco o ombro. Eu te conheço?– eu perguntei fingindo loucura como se eu nunca tivesse visto o ser na vida.

– Não sei se você me conhece, mas eu te conheço, você estuda comigo, seu nome é Estarossa né? Prazer, meu nome é Matrona. – ela falou tão rápido que eu quase não entendi.

– Acho que eu já te vi mesmo – eu disse como o ser humano mais idiota da história, é claro que eu já a vi, ela estuda comigo– Enfim, onde você tá indo?– falei na maior intimidade, parece até que eu conheço a peça há anos.

– Ah, eu tô indo encontrar alguns amigos ali no parque, e você? – disse ela, a personificação da palavra simpática.

–Eu também estou indo encontrar uns amigos lá– estou  tendo uma má ideia, porém aqui funciona à base do impulso– posso ir te acompanhando ?

– Claro, estamos indo na mesma direção. Mas eu desconfio que isso tudo é só pra não ter que subir na bicicleta de novo. Com medo do tombo Estarossa? – ela disse num tom provocador, parecendo uma criança querendo zoar o coleguinha, mas como sou meio competitivo não pude resistir a responder.

– Medo? Eu? Jamais! – disse com a mão no peito– E pra te provar eu vou andando na bicicleta, mas vou te acompanhar do mesmo jeito, pra você ver que se eu quiser posso até ser um ciclista profissional.

- Ah é? Vai lá então ciclista profissional, me impressione.– ela falou enquanto eu pegava minha bicicleta e arrumava o câmbio que eu tinha entortado na queda, ô quedinha infeliz essa viu ?

– Vamos então? – eu disse tranquilamente apontando pra ela subir na bicicleta comigo.

– Você ficou doido? Eu é que não subo nessa bicicleta, você caiu carregando apenas seu próprio peso, imagina se acrescentar o meu aí, obrigada, mas eu gosto muito dos meus dentes e gostaria de manter todos eles intactos por mais uns anos.– ela falou se afastando da bicicleta.

– Obrigada pelo voto de confiança, hein?

– Como você quer um voto de confiança se você caiu menos de 5 minutos atrás?

– Assim você me magoa – eu falei fazendo cara de cachorro abandonado na mudança.

– Nem me olhe com essa cara, não vai funcionar– ela começou a anda para o parque e eu a segui de bicicleta.

– Então? Quem você está indo encontrar? – perguntei na maior intimidade de novo, nem sei porquê estou falando assim com uma pessoa que eu mal conheço, mas vida que segue.

– Bem, eu estou indo encontrar minha irmã Diane, e as amigas dela, Elizabeth, Gelda, Elaine e Merlin. – ela respondeu e eu fiquei me perguntando se um estranho conseguiria tirar informações dela tão fácil assim, essa garota tá em constante perigo de ser sequestrada.– E você ? Quem está indo encontrar?

– Eu tô indo encontrar meus irmãos, Meliodas e Zeldris, e os amigos deles, Ban, King e Arthur. – falei tranquilamente enquanto dava voltar ao redor dela na bicicleta pra acompanhar o ritmo dela e não deixar ela para trás.

– Não é estranho o fato que estamos indo encontrar nossos irmãos mesmo que a gente veja eles todos os dias em casa? – okay, esse é um pensamento aleatório que faz muito sentido.

– Sim, é um pouco estranho, mas pelo menos não estamos indo encontrar exclusivamente eles, também vamos ver outras pessoas.

– Realmente, você acha que nossos amigos vão se juntar quando nós chegarmos à praça? – Ela perguntou com uma expressão engraçada de interrogação. Eu gosto dessa garota, como nós não viramos amigos antes? Ela parece bem o tipo de pessoa que faria parte do meu grupo de amigos.

–Espero que sim, faz tempo que eu não vejo todos eles, eu acredito que não conheço essa tal de Gelda que você falou. Ela estuda na nossa escola há quanto tempo? – Eu perguntei tranquilamente, porém no fundo, bem no fundo, eu estava me sentindo um pouco excluído por não fazer parte das coisas que aconteceram nos últimos dois anos. Bem, pelo menos eu não vou ser o único meio excluído, já que o Zeldris morava comigo e só se mudou de volta agora também.

- Ah, ela se mudou para Camelot ano passado, ela só entrou na nossa escola no segundo semestre, porquê, aparentemente, ela teve alguns problemas na outra escola que ela estudou. Ela é meio tímida, mas é um amor de pessoa. – Okay, agora tudo faz sentido, é claro que eu não conheço a Gelda, como eu ia conhecer se eu não estava aqui quando ela entrou na escola? – E eu acho que nossos amigos provavelmente vão se juntar na praça sim, já que agora o Meliodas e a Elizabeth namoram.

Disso eu sabia, não tinha como eu não saber, porquê eles passaram o dia todo na sala agarrados assistindo filmes, nada contra demonstrações de afeto em público, mas eles não podiam ter ficado no quarto do Meliodas não? Além disso eu não pude assistir The Witcher graças à eles, que não saíram daquele sofá pra nada, até me chantagearam pra fazer pipoca pra eles.

Enfim, eu pretendia maratonar, mas fui impedido, então ainda não comecei a assistir. Se o Meliodas e o Zeldris me derem spoiler eu vou arrancar o couro deles.

–Est? Tá tudo bem? Você parou de pedalar e tá olhando pro nada há um tempo. – Ela parecia meio preocupada, e eu percebi que realmente tinha parado, e agora ela que estava na minha frente enquanto eu estava parado olhando para o além como um lunático.

– Tá tudo bem sim, obrigado, eu só estava pensando. Est? Agora você me chama de Est? – Falei, só pra mudar de assunto, e fingir que eu não era um esquisito que no meio de uma conversa parava de repente e ficava olhando o além.

– Se não tiver problema, sim. – Ela falou e riu um pouco.

– Certo, nossa amizade avançou bastante bem rápido não foi? – Eu falei casualmente, e ela me olhou como se estivesse refletindo.

– Realmente, nem parece que só faz, sei lá, uns quinze minutos? Que a gente se fala. – Ela falou meio reflexiva.

– Já que nós já temos intimidade, e você me chama de Est, então eu vou tomar a liberdade de te chamar de Mattie. – Ela sorriu pra mim e eu sorri de volta, involuntariamente, como se meu cérebro estivesse respondendo às ações dela. Isso é um pouco estranho.

– Olha só, chegamos à praça. Nossos amigos estão ali, eles são muito fáceis de achar com aquela quantidade enorme de gente. – Ela já estava indo na direção deles, eu desci da bicicleta e fui andando com ela até onde eles estavam.

– Oi, gente! Tudo bem? Fazia tanto tempo que nós não saíamos todos juntos. O que vamos fazer? – Matrona falou depressa, ela parece ser o tipo de pessoa bem agitada.

– Boa tarde, seus desocupados. – Falei com cara de tédio.

– Ignorem, esse projeto de Bela Adormecida geralmente dorme até essa hora. Por isso ele está mal humoradinho. – Meliodas falou, claramente zoando com a minha cara. Eu nem me dei ao trabalho de responder, apenas revirei os olhos.

– Est, quanto tempo! – A Diane disse e me deu um abraço demorado, somos amigos desde que eram apenas duas crianças sem noção. Ela foi minha paixonite até os 13 anos, mas agora somos somente amigos.

– Ninguém me cumprimentou com esse entusiasmo todo. – Zeldris falou, insinuando algo, o que esse algo é, só ele e Deus sabem.

– Oi, Diane, realmente faz muito tempo.  Você ainda usa maria-chiquinhas? A boa e velha Diane. – Eu vivo pra provocar os outros.

– Velha? Se enxerga Est, você que é o grisalho aqui. – Ela falou me soltando. – Além do mais, você é seis meses mais velho que eu.

– Pois é Diane, quando você nasceu eu já comia frutinhas. Realmente uma diferença enorme de idade, por isso você ainda é uma criancinha.

– Mas, você não acabou de dizer que ela era velha, tipo, um minuto atrás? – Disse Ellie, com sua voz calma e histérica. (Como uma voz é calma e histérica ao mesmo tempo ninguém sabe.)

– Ellie, não estrague a brincadeira, você está cortando o meu barato.

– Cortando o seu barato? A gente voltou pros anos 80 e ninguém me avisou? – Disse Ban, não perde uma piadinha esse aí.

– Desde que assisti Teen Baech Movie ontem, porquê, certas pessoas – olhie diretamente para Meliodas e Elizabeth, que estavam com suas expressões de inocentes e indefesos. – se apossaram da televisão da sala e me impediram de maratonar The Witcher.

– E por que você não assistiu no celular? – Dando uma solução óbvia para o meu problema.

– Porque eu queria assistir na sala, onde a TV é grande, o sofá é um sofá cama, e onde as mensagens que vocês, fofoqueiros, mandam, não interferem no meu entretenimento. _ Eu disse, rebatendo o que o King disse, e dando bons motivos para algo que podia ser definido como procrastinação.

– Para de ser fresco Est, você só está inventando uma desculpa, porquê está com preguiça de assistir. – Meliodas, o palhaço, disse.

– Olha só o sujo falando do mal lavado. Você só assistiu o primeiro episódio criatura. – Zeldris disse em minha defesa. Na verdade acho que foi mais contra o Meliodas do que à meu favor.

– E você já assistiu? – Meliodas disse com uma expressão de superioridade que dizia claramente que ele tinha certeza que Zeldris não havia visto.

– Mas é claro que sim, eu já terminei, e comecei ontem mesmo a ler os livros. – Zeldris disse, claramente feliz por poder esfregar na cara do irmão que ele estava errado. Por um momento ele quase pareceu o Escanor, por falar (pensar) nele, por onde será que ele anda?

– Isso, é claro, foi influência da Ellie, porquê o Zeldris nem sabia da existência dos livros até ontem, quando a Ellie foi lá em casa e ficou falando sobre a série com ele. Como você não sabia que ele tinha assistido Meliodas? – Falei impressionado com a desatenção desse projeto de ser humano.

– Querido irmãozinho, tudo que o Zeldris fala pra mim soa como o chiado de um rádio mal sintonizado. – Ele falou, olhando as unhas, como se até elas fossem mais interessantes que o Zeldris.

– A sua namorada também soa como um rádio mal sintonizado? Porquê, querido irmão, caso você não lembre, eu estava conversando com ela. – Zeldris falou tentando semear a discórida. Típico.

– E aí galera? Que climão é esse? – Arthur e Merlin brotaram do chão.

– Que climão? Não tem nenhum climão aqui. – O King, desmiolado, falou. Será que ele ao menos está participando dessa conversa?

– É coisa da cabeça do Arthur, ele tá ficando paranoico. Nos encontramos no caminho até aqui e ele ficou o tempo todo olhando pra trás, como se alguém estivesse nos seguindo. Pelo amor de Deus, quem se daria ao trabalho de nos seguir? – É claro, porque nem é interessante seguir o futuro rei de Camelot, e sua provável futura rainha desavisada, conhecendo o Arthur, eu aposto que ele ainda não contou pra Merlin que gosta dela. Esse trouxa está ultrapassando todos os limites da trouxesse.

– É galera, o bagulho é louco, mas a gente tem que ser mais louco que o bagulho. – Arthur disse, como se fizesse todo o sentido do mundo.

– Que drogas você usou, Arthur? – Elaine, que havia acabado de chegar, acompanhada por uma garota loira (os cabelos dela eram tão claros que chegavam a parecer meio prateados) dos olhos azuis, perguntou.

– Acho que foi excesso de café. Acho que afetou meus neurônios. – Ele falou com o olhar vidrado em algum lugar distante. Eu hein, alguém tem que dar um remedinho pra esse garoto, ele tá ficando mais louco que o normal.

– Oi Merlin, oi Matrona, oi Ellie, oi Diane, oi Meliodas, oi Arthur, oi Ban, oi King, olá pessoas que eu não conheço. – Gelda falou, provando que era a única realmente bem educada daquele grupo enorme de pessoas.

– Esse baixinho com cara de quem odeia a humanidade é o Zeldris, e o alto com cara de tédio que quer claramente ir pra casa é o Estarossa.

– Olá Gelda, prazer em conhecer. – Tentei pelo menos parecer educado.

– E aí? – Zeldris falou, mal educado e mal-humorado como sempre. Acho que essa alma sombria precisa de luz.

– Prazer em conhecer vocês também. – Gelda ignorou totalmente a falta de educação de Zeldris e foi muito educada mais uma vez.

– Então galera, a gente vai fazer alguma coisa? Ou só vai ficar aqui no meio da praça olhando uns pros outros como um grupo de pessoas que fugiram do hospício? – Matrona quebrou o silêncio de três segundos (acho que é o tempo mais longo que essas pessoas que me cercam conseguem ficar caladas) perguntando.

– Vamos tomar sorvete? – Diane, viciada em doces como sempre, sugeriu.

– Até que não é uma má ideia, talvez um sorvete consiga adoçar essas almas amargas. – Ban olhou pra mim e para o Zeldris com uma  expressão debochada.

– Minha alma não é amarga, eu sou muito sociável. É só que eu prefiro ser um observador e não um participante ativo dessas conversas. – Me senti um pouco ofendido.

– Claro, e eu sou a mão Joana. – Zeldris, o insuportável, disse e revirou os olhos. Agora será que podemos ir logo tomar sorvete?

Todos nós concordamos e fomos andando (eu estacionei a minha bicicleta  perto de outras bicicletas na praça) para a sorveteria que era na frente da praça.

- Gente, eu esqueci meu dinheiro. Então vou apenas observar vocês comerem. – A Gelda falou um pouco envergonhada.

– Eu pago pra você. – Falou Ban, e todos nós olhamos para ele.

- O que foi? – Ele perguntou inocentemente.

– Nada. – Dissemos todos nós em conjunto (exceto o Ban e a Gelda) e depois começamos a rir.

– Muito obrigada, Ban. – Disse Gelda e timidamente deu um beijinho na bochecha dele. Será que vai rolar algo entre eles? Olhei ao meu redor e todos pareciam estar pensando o mesmo que eu. Exceto a Elaine, ela parecia meio perdida, como se estivesse lembrando algo. Estranho, será que aconteceu algo entre eles enquanto eu estava fora? Eu tenho que perguntar a alguém depois.

Chegamos à sorveteria e fizemos nossos pedidos, todos começaram a conversar sobre várias coisas sobre as quais eu não sabia nada, já que eles estavam fofocando sobre o pessoal da escola. Esse povo é tão fofoqueiro, parece até que não tem nada pra fazer da vida.

– E você, Est? – Diane perguntou aleatoriamente do nada.

– Eu o quê?

– O que você fez nos últimos dois anos? Você também Zeldris. – Ela perguntou tranquilamente. E francamente? Eu não queria falar sobre isso.

– Nada demais, fomos à escola, fizemos uns amigos e assistimos um monte de filmes ruins. – Me sinto meio desconfortável por ter de falar sobre os últimos dois anos.

– Só isso? Vocês não fizeram nada de legal? Não tiram nenhum relacionamento nem nada. – Diane insistiu.

– Não. – Zeldris falou com ema expressão sombria e o clima ficou pesado de novo.

 – Gente – Matrona  falou chamando atenção para si – chamando atenção para si – ela falou isso completamente do nada, e eu me senti agradecido por ela ter mudado de assunto.

– O QUE? POR QUE? DE QUE COR? – a Diane começou a gritar e todas as pessoas que estavam na sorveteria olharam na nossa direção, curiosas.

– Diane, menos, bem menos, quase nada. – Merlin falou. – Mas agora eu estou curiosa, de que cor você quer pintar?

– Sei lá,  roxo, azul, verde, ou cinza, eu não decidi ainda. – ninguém percebia que ela só disse aquilo para mudar de assunto, não?

– Por que não uma mecha de cada cor? – Gelda sugeriu, sendo uma pessoa sensata, ou não.

– Por que você não pinta ele todo de roxo e faz mechas dessas outras cores? – Perguntou da soverteria Elaine, como se fosse a coisa óbvia fazer.

E a discussão sobre de que cor a Matrona deveria pintar seus cabelos durou vários minutos, e quando pararam de falar sobre isso começaram a falar de algo completamente diferente, esquecendo totalmente o  assunto de como foram os dois últimos anos pra mim e pro Zeldris.

Depois disso, nós saímos (depois de pagarmos a conta é claro) e ficamos na praça conversando sobre coisas completamente aleatórias e enfim fomos pra casa.

Meliodas, Zeldris e eu moramos na mesma casa, mas por algum motivo voltamos separados. Na verdade o motivo de voltarmos separados. Na verdade o motivo é o fato que Meliodas namora Elizabeth e foi acompanhar ela até sua casa.

E o Zeldris? Bem, ele simplesmente falou que tinha algo a fazer antes de voltar para casa e foi em direção ao centro comercial da cidade. Eu espero das profundezas da minha alma que ele não tenha virado traficante ou coisa do tipo.

Enfim, cheguei em casa, abri a porta, subi para o segundo andar ( pra onde mais eu iria subir?) e fui para o meu quarto. E enquanto eu tomava banho e refletia sobre o dia (sim, eu reflito durante o banho) dei um pequeno sorriso e cheguei a conclusão de que esse ano vai ser muito melhor do que os últimos dois dias minha vida foram. Fui assistir Friends, e por fim, após algumas horas, dormi.


Notas Finais


#desafioBettyBaneLevy
Leiam as fics da @levy_kawaii (vou deixar o link da que ela escreveu para o desafio aqui)
https://www.spiritfanfiction.com/historia/mamae-o-papai-esta-dormindo-na-varanda-18798364/capitulo1
E as da @bonnie_amf (vou deixar a do desafio dela aqui também)
https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-garota-do-ponto-de-onibus-18798543
Obrigada por ler, espero que você tenha gostado <3
bjsss


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