1. Spirit Fanfics >
  2. I Wanna Do Bad Things With You >
  3. Capítulo 1

História I Wanna Do Bad Things With You - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


E aí pessoal, espero que gostem dessa short-fic bem +18 que eu estou escrevendo faz um tempo.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Aaron

Eu estava indo para casa, em uma tarde quente de uma sexta-feira de maio, pouco antes das férias de verão da faculdade. A última prova parecia ter drenado completamente minhas funções cognitivas, tudo que eu queria era uma pausa da faculdade e do escritório de advocacia do qual era estagiário, antes do quinto e último ano da faculdade de Direito. Cheguei em casa e Angela, a minha namorada, me esperava na sala. Como ainda era caloura, e tinha menos matérias, ela foi dispensada uma semana mais cedo do que eu. Por sorte, eu já tinha feito a última prova, eu só tinha que esperar as notas e então só o escritório poderia me estressar.
Disse isso muito cedo.

 

 — O seu escritório acabou de ligar — ela disse, o estranho era que ela vestia um robe. Não era típico dela  — Você tem uma reunião de emergência porque parece que o juíz vai deliberar sobre um dos casos hoje e não na segunda. Você tem meia hora pra chegar lá — ela informou e eu subi as escadas desesperado. 
Tomei uma ducha fria e me vesti. Coloquei o terno, os sapatos, mas não conseguia dar um nó na gravata, então desci as escadas e pedi à Angela para me ajudar. 

 

 — Angela eu não consigo dar um nó na gravata — disse e ela veio me ajudar. Ela passou a gravata pelo meu pescoço, seus dedos raspando na minha pele de maneira provocativa. Quando ela terminou, ela mordeu o lábio.

 

 — Eles disseram que você precisa de uns papéis, acho que estão no seu escritório — ela respondeu. 
 

Quando chegamos no meu escritório, a mesa estava limpa. Não tinha absolutamente nada em cima dela, nem papéis, nem canetas, nada. Angela sentou em cima da mesa com as pernas balançando e percebi que ela usava meia-fina e saltos. Estranho, para dizer o mínimo.

 

 — Angela o que está fazendo?— perguntei exasperado  — Me ajude a achar os papéis! — exclamei e ela riu. 
 

 — Não precisa procurar papel nenhum Aaron — ela respondeu  — Não tem reunião nenhuma. 

 

 — O que?

 

 — Quão bravo você ficaria se eu te dissesse que eu inventei a coisa toda? — ela perguntou, com um sorriso cínico.
 

 — Bastante — respondi com o maxilar travado. O que diabos ela estava pensando?

— O suficiente pra querer, eu não sei, me punir?  — ela perguntou, com um sorriso malicioso, se levantando da mesa e andando vagarosamente até mim. 

 

 — Sim  —respondi, observando-a atentamente. Aquela garota estava aprontando alguma coisa.
 

 — Então você pode fazer o que quiser comigo — ela disse, desatando o nó do robe e expondo seu corpo pra mim. Ela usava uma camisa branca, justa, marcando seus seios e sua cintura, uma saia preta plissada, que batia um pouco abaixo do meio das coxas, com meias 7/8 pretas e um sapato tipo boneca. 
Imediatamente entendi que tipo de jogo ela estava fazendo, e eu estava muito ansioso para jogá-lo. Se ela queria que eu a punisse por ter me enganado, ela ia ter muito mais do que isso.

Analisei o corpo da garota à minha frente com um olhar malicioso, que a deixou corada. Andei vagarosamente até ela, rodeando-a devagar. Pude ver seus mamilos enrijecerem sob o pano com a minha aproximação. Coloquei minhas mãos em seus quadris e puxei-a para mim, colando suas costas em meu peito. Ouvi-a ofegar com o contato. Desci minha mão direita e levantei sua saia, acariciando seu sexo por cima da calcinha já molhada.

 

 — Então — comecei, provocando seu clitóris tenso por cima do tecido — se eu quiser foder você, agora, na minha mesa, eu poderia?  — perguntei, passando os meus lábios pela sua orelha, raspando a barba por fazer na pele lisa. 

 

 — Sim — ela gemeu, suspirando. 

 

 — E você adoraria isso, não é Angela?  — provoquei, afastando minha mão de seu sexo fazendo-a gemer desgostosa. Coloquei uma mão em suas costas, empurrando-a para frente, até que ela estivesse debruçada sobre a mesa. Agarrei seus cabelos e  a fiz levantar a cabeça — Eu vou te foder até você não conseguir mais andar — sussurrei em seu ouvido, pressionando meu corpo contra o dela. 

 

 — Mal posso esperar  — ela disse rindo — Vai mesmo conseguir se segurar, Aaron?  — ela perguntou agora gemendo, já que eu tinha colocado minhas mãos em sua bunda massageando-a antes de dar o primeiro tapa, por cima da saia — Vai mesmo conseguir não me foder quando tirar minha... 

 

 —Quieta — ordenei, dando-lhe outro tapa. Ela gemeu e mexeu os quadris, querendo mais contato. Eu já podia sentir que estava ficando ereto, aquela garota me excitava, e fazendo esse papel de querer ser punida, eu tive que me controlar muito para fazer com ela o que eu tinha em mente naquele momento — Eu vou te foder sim, mas primeiro, eu vou te castigar um pouquinho  — sussurrei em seu ouvido, mordendo o lóbulo logo depois. Ela estava debruçada sobre a mesa, se apoiando em seus braços. Puxei seus quadris mais para trás, fazendo-a ficar empinada e passei a mão pelo meio de suas pernas. Ela gemeu e deixou a cabeça pender. 

Levantei sua saia e vi a cinta-liga. Suspirei excitado. Passei minha mão direita sobre sua bunda, acariciando-a e desferi um tapa.  Ela gemeu e suas pernas vacilaram. Dei-lhe outro tapa e ela gemeu mais alto, agoniada. Podia sentir meu pau endurecer, mas queria torturá-la mais um pouco. Sabia que não ia aguentar muito, os gemidos dela estavam me enlouquecendo, então dei-lhe mais tapa, com mais força dessa vez. O suficiente para deixar suas coxas brancas com marcas avermelhadas. Puxei  -a contra o meu corpo, ciente de que ela sentiria minha ereção crescente. Ela ofegou e remexeu seus quadris. 

 

 —A noite vai ser muito longa hoje — murmurei em seu ouvido, saindo de trás dela. Andei até a poltrona do escritório e me sentei.  —Venha aqui —chamei-a. Ela veio com as pernas vacilantes e parou na minha frente — Você vai fazer um lap dance pra mim — ordenei, agarrando suas coxas e fazendo-a se sentar sobre mim e gemer com o contato de sua intimidade com minha ereção.

 

 —Preciso de música  —ela informou, provocativamente. Dei-lhe meu celular e ela pesquisou alguma. Angela deixou o celular no aparador, ao lado da garrafa de whisky e pouco depois uma batida sensual começou a tocar. Ela mexia timidamente a cintura, enquanto jogava o cabelo todo para trás. Quando chegou ao refrão, ela mexeu avidamente os quadris, se esfregando no meu pau, enquanto apertava meus ombros. Coloquei minhas mãos em sua cintura, apertando-a.

 

 —Nada de tocar  —ela disse, dando um tapinha rápido na minha mão para que eu as tirasse de sua cintura.

 

 —Quem decide isso sou eu  — respondi, autoritário, levando minhas mãos à sua bunda, apertando-a contra mim, fazendo meu pau ser pressionado contra sua buceta ainda coberta e fazendo-a gemer  —Isso tá errado. 

 

 —O que?  —ela perguntou confusa.

 

 —Você tá com muita roupa  —respondi, com um sorriso malicioso. Ela deu um sorrisinho envergonhado e continuou a rebolar sobre mim. Ela apertou meus ombros e rodeou a língua pelo meu pescoço, me fazendo suspirar e apertar mais sua bunda. Subi minhas mãos para sua camisa e comecei a desabotoá-la. Lentamente, enquanto ela dançava. Quando todos os botões já tinham sido abertos, ela mesma deixou que a camisa fosse ao chão, exibindo seus belos e fartos seios cobertos pelo sutiã preto rendado. Os mamilos enrijecidos me fizeram salivar. Levantei sua saia e acariciei seu clitóris, fazendo-a gemer engasgada  — Continue dançando — ordenei. 

 

Ela voltou a mexer os quadris, abrindo mais as pernas. Massageei seu clitóris por cima do tecido, fazendo-a vacilar. Quando ela estava quase parando, fiz movimentos circulares em seu clitóris, fazendo-a gemer alto. Parei com os movimentos e o pressionei com o dedão. Angela queria mais contato, então passou a rebolar mais forte sobre mim. Mas só aquilo não bastaria para aliviar seu tesão. E mesmo quando a música acabou, ordenei que ela continuasse dançando. Ela estava visivelmente agoniada com a falta de contato, gemendo baixinho e suspirando conforme seus movimentos faziam seu clitóris se chocar contra meus dedos. 

 

 —Aaron, por favor...  — ela implorou — Eu não aguento mais  — declarou, parando de dançar, e apoiando sua cabeça no meu ombro. Pressionei ainda mais meu dedão contra seu clitóris e ela gemeu agoniada, suspirando em seguida.

 

 —Continue dançando  — ordenei.

 

 —Se continuar assim, eu paro  — ela ameaçou.

 

 —Sabe o que eu vou fazer com você se parar?  — desafiei. Ela acenou negativamente — Eu vou te levar lá pra cima  — beijei o pescoço dela — te amarrar na cama — chupei o lóbulo de sua orelha  — e bem, quero ver você se recusar a cumprir uma ordem — concluí, beijando seus seios ainda cobertos. Massageei seu clitóris vagarosamente e ela gemeu agoniada, rebolando no meu colo, bem em cima da minha ereção. Coitada, estava tão aflita e mal tínhamos começado. 

 

 — De joelhos  — pedi. Ela se ajoelhou na minha frente. Peguei um copo que estava no aparador e servi duas doses de whisky. Deixei o copo no aparador enquanto abria o zíper da calça e massageava meu pau  — Vamos fazer um jogo, Angela: você vai me chupar e se você gozar antes de mim, eu não vou te foder hoje — expliquei, ela me olhou confusa.

 

 —Por que eu gozaria antes de você?  — ela questionou. Abaixei a cueca, deixando-a ver meu pau já duro. Ela encarou-o desejosa e desconcertada ao mesmo tempo. Guiei minha mão para sua intimidade, adentrando a calcinha. Provoquei sua entrada e minha mão parou em seu clitóris. 

 

 —Porque eu vou te tocar enquanto você me chupa  — respondi, massageando seu clitóris, fazendo-a gemer e abrir mais as pernas. 

 

Suas mãos foram para a base do meu pênis, massageando-o antes que ela o engolisse. 

Seus lábios subiam e desciam pela extensão do meu pau, ela passava a língua, rodeava a glande e massageava os meus testículos. 

Às vezes eu levava o copo de whisky até a boca e sorvia o líquido que  descia rasgando pela minha garganta e fazia o calor do meu corpo aumentar. Também oferecia à Angela, que bebia e logo depois voltava ao maravilhoso trabalho de me fazer gozar em sua garganta. 

Ela gemia enquanto me chupava, me fazendo gemer junto com ela. Meus dedos provocavam sua entrada, acariciando os lábios menores e esfregando seu clitóris.

Estava tão molhada que sua calcinha estava encharcada, meus dedos deslizavam por sua pele excitada. Merda, só de pensar em chupar aquela buceta toda eu senti que estava próximo. 

Ela sentiu também acelerando o ritmo com que me chupava. Ela me chupava avidamente, engolindo todo o meu pau, fazendo-o bater na garganta dela. Caralho aquele era o melhor boquete que eu já havia recebido e que ela já tinha feito. 

Podia sentir meu pênis pulsando em sua boca, da mesma forma que sua buceta pulsava em meus dedos. Eu gozei na garganta dela, gemendo. Meus dedos ainda provocavam seu clitóris e sua entrada e ela gemia baixinho. 

Puxei-a pra cima e a beijei, minha língua e a dela se encontrando avidamente. Minhas mãos foram para sua bunda, a impulsionando a enrolar suas pernas na minha cintura. 

Desci meus beijos para seu pescoço, enquanto subia as escadas com ela em meu colo. 

Quando cheguei no quarto, sentei com ela na cama. Beijei-a avidamente e escutei-a gemer em minha boca.

 

 —Eu falei que você não ia se controlar  —ela arfou, enquanto eu mordiscava o lóbulo de sua orelha. 

 

 —Não consigo me controlar né? Tudo bem, então  — sussurrei em seu ouvido enquanto tirava minhas mãos de sua cintura e as deixava apoiadas no colchão. 

 

 —Ah vai se fazer de difícil agora?  — ela perguntou retoricamente de forma sarcástica  — Tá bom então — ela disse e então suas mãos foram para os meus ombros e sua boca para o meu pescoço. Os lábios macios o chupavam com lascívia, e ela gemia enquanto o fazia, fazendo meu pau pulsar, mas eu estava tranquilo. 

Ela cederia primeiro. 

 

 —Acha que isso vai me descontrolar?  — questionei, achando até engraçado como ela tentava me provocar  — Não conhece seu namorado, Angela? — sussurrei no ouvido dela, enquanto colocava minhas mãos em sua cintura, apertando-a, quando tive uma ideia  — De joelhos— ordenei e ela se ajoelhou ao meu lado na cama. Coloquei uma mão em suas costas, para que seu tronco descesse e ela ficasse deitada por cima de meus joelhos. Suas mãos se apoiaram no colchão. Puxei seus quadris para cima, empinando sua bunda, fazendo sua saia se enrolar na cintura. Acariciei suas coxas e suas nádegas, ela ofegou  —Parece que você não sabe se controlar, não é mesmo? — provoquei-a, enquanto afastava sua calcinha e deslizava meus dedos por sua buceta encharcada. Contornei os lábios menores, massageei o clitóris e provoquei sua entrada. Ela mexia os quadris e apertava os lençóis enquanto gemia. Gemia contidamente. Do jeito que ela fazia quando não queria que eu soubesse que ela estava totalmente entregue  —Responda, Angela! —ordenei, desferindo um tapa em sua bunda e apertando-a em seguida. 

 

 —Eu estou controlada  —ela respondeu ofegante  —Consigo fazer isso o dia todo  —ela completou antes do segundo tapa, gemendo em seguida. Quis provocá-la ainda mais e deslizei o dedo médio para seu interior. Ela gemeu engasgada, enquanto eu o movimentava, estocando lentamente dentro dela e batia em sua bunda. Ela engatinhou para trás e eu fiquei confuso no começo, mas logo entendi o que ela pretendia com isso. 

 

 —Você não é o único que sabe brincar  —ela afirmou, massageando minha ereção crescente por cima da calça. Ela abriu o zíper o suficiente para que ela pudesse pegar meu pau. Ela o massageou e em seguida rodou a língua na glande, fazendo eu ofegar e estocar com mais força meu dedo dentro dela. Dei outra tapa em sua bunda e a escutei rir ─Parece que você não sabe mesmo se controlar— ela constatou, enquanto voltava a chupar meu pau. 

 

Meus dedos já estavam encharcados da excitação dela e toda vez que eu batia em sua bunda, ela gemia com meu pau em sua boca, me fazendo gemer também. Tirei meu dedo de dentro dela e o chupei. Ela levantou a cabeça e me deu um sorrisinho presunçoso, porém antes que ela pudesse voltar a me chupar, agarrei sua cintura e a coloquei sentada em meu colo, em cima da minha ereção, de costas pra mim.  

 

 —Você quer que eu te foda, não quer Angela?— sussurrei em seu ouvido, enquanto apertava sua cintura e acariciava seus seios.

 

 —Quero Aaron, por favor— ela implorou, tremendo a voz quando meu dedo chegou ao seu clitóris tenso. 

 

 —Seu desejo é uma ordem— sussurrei em seu ouvido. Agarrei sua cintura e a puxei junto comigo para a cabeceira da cama. Sentei com as pernas abertas para acomodá-la. Ela encostou suas costas no meu peito e eu abri suas pernas, levantando sua saia e abaixando sua calcinha. Guiei meus dedos para sua entrada totalmente molhada, provocando-a e deslizei-os até seu clitóris, espalhando sua excitação por toda sua buceta. Fiz esse vai-e-vem até que senti que ela já estava lubrificada o suficiente. Meus dedos estavam em seu clitóris, fazendo movimentos circulares suaves. Ela gemia baixo, porém ofegava bastante. 

 

 —Aaron, por favor  —ela suplicou.

 

 —É só pedir, Angela  —sussurrei em sua ouvido, aumentando a velocidade e a força de meus dedos, fazendo-a apertar meus braços e pender a cabeça no meu ombro.

 

 —Aaron, por favor me fode  —ela pediu. 

 

 —Peça direito, Angela  —retruquei, voltando ao ritmo calmo de novo. Ela soltou um gemido de desaprovação. 

 

 —Aaron, por favor, por favor, me fode  — ela implorou —Eu não aguento mais você me provocando. 

 

 —Realmente muito tocante, mas não me convenceu Angela  —rebati, pressionando meus dedos em seu clitóris sem movê-lo, ela remexeu os quadris querendo contato e fez um muxoxo de desaprovação  —Se você fizer isso de novo você não vai gozar hoje —sussurrei em seu ouvido, dedilhando sua vulva e provocando-a. Ela se contorcia tentando obter mais contato, até que num movimento mais rápido do que eu poderia prever ela rolou pro lado, ficando sentada na minha perna direita. 

 

Ela esfregava sua buceta molhada em mim. Suas mãos foram para os meus ombros e ela juntou nossos lábios, me beijando sofregamente enquanto gemia. Senti sua perna passar por minha cintura e a senti em meu colo, roçando na minha ereção. Suas mãos estavam na cabeceira da cama e eu senti quando meus braços foram puxados para trás e eu não conseguia movê-los. Abri os olhos e me deparei com uma Angela sorrindo divertida pra mim. 

 

 —Que foi? Quero ver até onde você aguenta  — ela explicou dando um sorriso divertido enquanto se sentava ao meu lado na cama  — Eu quero tanto que você me foda, olha —ela disse, esfregando seus dedos em sua buceta e gemendo, estavam completamente molhados de sua excitação, me fazendo salivar. Ela continuou acariciando a região, gemendo baixinho. De repente, ela parou e ficou de joelhos sobre a cama. Suas mãos foram para suas costas e desabotoaram seu sutiã. Seus seios redondos e perfeitos eram meio cobertos pelas madeixas que caiam sobre eles, como uma sereia. Ela saiu da cama e puxou a saia para baixo, junto com a calcinha, lentamente, mexendo os quadris enquanto isso. Então ela voltou para a cama e passou suas pernas ao meu redor, ficando sentada no meu colo, sua buceta molhada e pulsante roçando de leve no meu pau, mas ela não deixou esse contato acontecer por muito tempo. Eu estava enlouquecendo de tesão, mas sabia que ela cederia primeiro e sentaria no meu pênis. As pernas dela estavam abertas para que eu visse o que ela faria. Seus olhos estavam fixos em mim, e continuaram até que sua mão direita desceu até seu clitóris, provocando-o e então ela gemeu e jogou a cabeça pra trás. Sua mão direita continuou acariciando a área, enquanto sua mão esquerda foi até um de seus seios, apertando e puxando o mamilo.

 

 —Aaron  — ela gemeu. Ela estava gemendo o meu nome, enquanto se masturbava, na minha frente, no meu colo, com o meu pau ao seu alcance! Filha da puta!

 

Ela aumentou a velocidade dos movimentos, rebolando contra os próprios dedos que alternavam entre esfregar seu clitóris ou fazer movimentos circulares nele. Ela apertava os próprios seios, gemendo e chamando o meu nome. Meu pau pulsava toda vez que ela fazia isso e eu queria rasgar aquele maldito lençol e agarrá-la.  

Forçando meus braços pra baixo, reparei que os nós não estavam tão firmes quanto eu achava ou quanto Angela achava que bastaria para me segurar. Eles estavam começando a se desfazer e ela ia me pagar por isso. Eu sentia sua excitação escorrer por suas coxas, à medida que ela mexia os quadris. Ela começou a gemer mais alto, se esfregando com força contra seus dedos, esfregando seu clitóris. Ela apertava seus seios, às vezes se inclinando e deixando a minha glande tocá-la, enquanto se masturbava e rebolava. Seus gemidos foram ficando mais altos até que ela gozou, chamando o meu nome, apertando suas pernas ao meu redor. Suas mãos seguraram seus seios com tanta força que eles ficaram avermelhados. 

 

 —Gostou do show?  —ela perguntou, rebolando sua buceta molhada na minha ereção.

 

 —Gostei  —respondi, soltando meus braços a agarrando. Ela me olhou assustada e excitada ao mesmo tempo. Agarrei-a pela cintura, colocando-a debaixo de mim e prendendo seus braços com o lençol na cabeceira da cama  —Agora aproveite o seu, Angela —sussurrei em seu ouvido, raspando os dentes em sua orelha.


Notas Finais


E aí, gostaram?
O próximo capítulo saí semana que vem!
-Katerina Petrova


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...