História I Want - Capítulo 2


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Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Esporte, Festa, Ficção Adolescente, Hentai
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Español - Espanhol

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Passando aqui só pra dizer que a Amber é o deboche em pessoa, eh isto

Boa leitura hehe

Capítulo 2 - Español.


Fanfic / Fanfiction I Want - Capítulo 2 - Español.

Point Of View
Amber Espinosa

Encarei o tênis que estava entrando em contato com o chão freneticamente fazendo um barulho irritante, eu estou impaciente desde que cheguei em Madrid, é como se tudo que eu deixei pra trás quando fui embora tivesse me acertado em cheio novamente. Eu já estava me sentindo sufocada assim que respirei o ar madrista, por mim eu não tinha nem saído de Paris. 

Levantei do banco de concreto em que eu estava sentada a cerca de dez minutos e fui em direção ao CT do time merengue que eu tanto amava, coragem Amber, você não pode dar pra trás, não agora.

 Cumprimentei os seguranças que eu nunca nem vi na vida e minha entrada logo foi liberada.

Não tinha motivos pra mim estar nervosa, do que estava com medo? De ver o Sergio, cara a cara depois de todos esses anos? Ele está casado com a Pilar vivendo a vida dele, eu confesso que ainda tinha sentimentos pelo mesmo, mais tratei de pôr minha raiva e ódio acima do amor que sentia pelo espanhol e foi isso que me impediu de pegar um avião e voltar para Madrid por todos esses anos. 

Assim que entrei no enorme CT fui guiada pela assistente de Florentino — que mais parece uma puta — até sua sala, respirei fundo duas vezes seguidas e bati na porta.

— Entre! - falou Pérez do outro lado da porta

— Olá, é bom ver o senhor novamente - sorri amarelo, eu não queria estar ali, merda

— Seja bem vinda novamente Amber, o tempo lhe fez bem - ele falou sorrindo e eu retribui

— Onde fica a minha sala? - perguntei, não tem motivos para toda essa enrolação, porra

— Amália lhe levará até lá, espero que sua estadia aqui seja agradável Amber - falou Florentino. Ah, eu também espero .

 [...]

— Obrigada Amália - agradeci a loira à minha frente que descubri se chamar Amália 

— Estou apenas fazendo o meu trabalho senhorita Espinosa - respondeu forçando um sorriso

Sinto que terei problemas com essa loira futuramente.

A minha sala era a mesma de antes, as coisas que deixei na sala continuam intactas como se ninguém entrasse aqui a anos, observei a foto que estava em cima da mesa ao lado do notebook, eu estava radiante ao lado de Sergio naquela foto, nós dois sorriamos para a câmera e eu exibia meu enorme anel de compromisso com pequenas pedras de diamante cravados no mesmo, passei um dedo por cima do meu dedo anelar, lembro que o joguei em cima de Sergio antes de sair da casa, sorri debochada lembrando da cena. 

Peguei meu velho notebook que estava em cima da pequena mesinha de vidro e fuçei as gavetas da bancada de madeira a procura do carregador. 

— Achei! - comemorei fazendo uma dancinha estranha com o carregador na mão 

— Depois de quatro anos ainda fala sozinha? - ouvi a voz bastante conhecida por mim, ele entrou ali que eu nem vi? 

— pequenos hábitos nunca mudam - sorri abraçando Cristiano que também tinha um enorme sorriso estampado em seu rosto

— Soube que está lesionado - continuei 

— Sim, Lesão do ligamento colateral medial de grau dois, vou ficar fora de alguns jogos - ele fez uma careta estranha e eu ri 

 — Essa lesão leva de quatro a oito semanas de recuperação mais eu posso diminuir o tempo se você colaborar comigo, vou fazer você treinar na fisioterapia igual um condenado - ri e pisquei para o cristiano à minha frente 

— certo doutora - respondeu e sorriu debochado, ele sabe que eu odeio que me chamem de doutora 

O português sentou na espécie de “maca” que tinha na minha sala levantando a perna pra cima.

— Caralho Cris, isso aqui 'tá muito inchado, você anda colocando o gelo? 

— Só quando eu lembro - o mesmo respondeu coçando o pescoço 

— Você tem que colocar gelo pelo menos três vezes ao dia, e se você esquecer eu mesma dou um chute no seu joelho. Quero que você descanse bastante e nada de andar sem as muletas estamos entendidos, melhor do mundo? - reclamei com e ele e no final o português riu

— Sim senhora, capitã - ele respondeu risonho e colocou a mão na testa em sinal de continência

O clima ficou pesado devido ao “capitã” dito por ele, eu e Sergio éramos sempre conhecidos como capitão e eu a capitã, confesso que fiquei mexida com isso.

 — Acho melhor você ir, tenho que ir embora também - falei olhando a hora no relógio em meu pulso para sair daquele clima estranho 

— Tudo bem, até amanhã Amber - falou dando um beijo em minha testa e se retirando da minha sala    

Peguei meu celular e algumas coisas que trouxe comigo dentro da minha mochila que estavam esparramadas em cima da mesa de vidro e às coloquei de volta dentro da bolsa fechando o zipper, assim que coloquei meu corpo pra fora do CT senti uma mão grande tampar minha boca, e a outra os meus olhos, era só oque me faltava 

— Sergio, me solta - falei assim que senti os anéis tão conhecidos por mim encostarem na minha pele, eu senti tanta falta do seu perfume amadeirado, suas mãos grandes e macias acariciaram minhas bochechas. Puta merda Amber, se concentra aqui! 

— Você me conhece tão bem - o espanhol à minha frente falou com a voz rouca e retirou as suas mãos do meu rosto, chorei por baixo se é que me entendem 

— Você deveria estar em casa cuidando da sua mulher - Doeu chamar Pilar de sua mulher. 

Eu estou esperando até hoje o dia em que vamos nos encontrar para mim dar a digna surra que ela merece, nunca pense que vai pegar o namorado de uma brasileira e vai ficar por isso mesmo. 

— Minha mulher estava trabalhando em Paris - Rebateu o espanhol sorrindo debochado, como eu quero cortar o pinto desse cara fora 

— Dá pra sair da minha frente? Eu estou atrasada - falei vendo Ramos revirar os olhos 

— porquê? Tem algum encontro pra ir? - falou irônico o espanhol 

— Tenho, por acaso você já viu o tanto de espanhóis gostosos que existe em Madrid, Sergio? - Falei mordendo o lábio e logo o vi murchar saindo do caminho, na verdade eu não tenho encontro nenhum — queria, mais a vida não colabora com a titia aqui — só ia ao shopping com o Asensio que era o único merengue que eu ainda mantia contato nesse longo período fora. 

Paguei e agradeci ao taxista que veio me deixar e subi para a cobertura onde ficava meu quarto no luxuoso hotel. 

Eu não gosto de todo esse luxo mais se é Florentino quem está pagando mesmo, quem sou eu para reclamar? 

Vesti um Cropped Preto e uma calça de cintura alta e de lavagem escura, por cima vesti um sobretudo longo preto, como à tarde estava um pouco fria em Madrid, apenas coloquei um Adidas Superstar e desci para encontrar Marco que estava enconstado ao lado de sua BMW branca com cara de poucos amigos.  

—Aparaceu a margarida, sabia que eu 'tô plantado aqui a mais de dez minutos senhorita Espinosa? - falou irritado o espanhol 

— Ah meu querido eu não posso fazer nada, pelo que eu me lembre foi você que se ofereceu pra vir me buscar - respondi dando língua ao mesmo que me abraçou 

— Eu estava com Saudades chatinha, Marco não vive sem Amber - ele falou me tirando do chão 

— Eu também, Amber não vive sem Marco - falei fazendo um bico e beijei sua bochecha

Entrei no seu carro batento a porta com força de propósito e Asensio resmungou um “vai se foder” irritado, ah, se irritar Marco Asensio fosse um hobby com certeza esse seria o meu. 



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