História I want to be your Boyfriend- FACK - Capítulo 18


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Billy Hargrove, Edward "Eddie" Kaspbrak, Eleven (Onze), Henry Bowers, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Steve Harrington, Will Byers, William "Bill" Denbrough
Tags Bill Skarsgard, Stranger Things
Visualizações 77
Palavras 2.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


tarda mas não falha(falha as vezes mas ok)


Comentem aaaaaa

Capítulo 18 - Eighteen- I Can not.


-Pai me desculpa, mas eu não posso ir com você. A minha mãe não tem um emprego estabilizado e eu sei que ela trabalha as vezes fazendo bicos mas eu não posso deixar ela sozinha. Eu construí uma vida aqui e eu nunca a deixaria como você e o Nick a deixaram, me desculpe.

-Finn, você tem certeza? -Nick se aproximou e passou os braços por cima dos meus ombros.

-Filho, pensa bem. Eu já comprei as passagens.

-A culpa não é minha se você gastou dinheiro atoa, não mandei você comprar nenhuma passagem. - Falei sem dar a mínima e senti um tapa ardente na minha bochecha esquerda.

-Não me desrespeite, eu não deixei se ser o seu pai. -Suspirei antes que eu o desse outra resposta mas pensei duas vezes, não queria tornar as coisas piores.

-Por favor Eric não bate nele. -Suplicou a minha mãe e meu pai apenas a encarou.

- Eu e o Nick voltaremos aqui mais tarde, vamos conversar melhor com você Finn.

E eles saíram de casa batendo a porta por força, e eu só conseguia pensar em Jack. Eu não posso deixá-lo, ele não pode ficar sem mim e eu não posso viver sem ele, não me imagino viver sem ele na minha vida.

-Mãe se eles voltarem outra vez não deixe que eles entrem, por favor. -Deixei que as lágrimas caíssem pelo meu rosto e subi para o quarto aonde estava Jack.

Assim que o menino me viu chorando não conseguiu esconder a sua preocupação e me abraçou tentando me acalmar e tentando fazer com o que meu choro parasse.

-Ei meu amor, está tudo bem, tudo vai ficar bem. -Afundei a minha cabeça no seu peitoral sentindo o menino fazer carinho nos meus cabelos.

-Não Jack não está nada bem. Ele quer me levar pra o Canadá . -Encarei os seus olhos que antes emanavam preocupação agora estavam tristes.

-Você vai embora? -Sua voz saiu por um fio e eu vi seus olhos marejarem.

-Não amor eu não posso deixar você. -Sussurrei o abraçando em seguida.

Eu não iria conseguir viver sem ele, eu dependo tanto dele... Nós começamos a namorar a tão pouco tempo e se nesse pouco tempo eu me mudasse isso ia me matar aos poucos, seria muito complicado viver sem o meu amor.

-Me promete que você não vai se separar de mim. -Segurou o meu rosto encarando o meus olhos e eu assenti com a cabeça em confirmação.

- Eu nunca vou te deixar, não vou me separar de você, por mais que a gente passe por coisas difíceis. -Selei os nossos lábios sentindo toda a vibração de sua boca, toquei o seu rosto delicadamente passeando os meus dedos por ali como se memorizasse cada parte daquele rosto lindo... - Eu te amo Jack Dylan. -Acariciei sua mão passando meus dedos pelos seus aonde estava sua aliança.

- Eu também te amo meu Wolfhard. -Sussurrou contra os meus lábios e prendeu-os entre os dentes causando arrepios no meu corpo.

Nos deitamos na cama e passamos o resto das horas ouvindo nossas músicas favoritas agarradinhos e fazendo carinhos um no outro.

- Ele vai voltar aqui mais tarde...

Umideci os respirando fundo em seguida.

- Só mantenha a calma, ele não pode te obrigar a ir com ele. -Acariciou o meu abdômen deitando a cabeça no meu peitoral.

- Eu vou assumir nosso relacionamento pra ele.

-Você tem algum problema Finn? -O menino se levantou bruscamente. - Aí que ele vai querer te levar pra bem longe de mim. Por favor não faz isso amor...

-Jack, o não nós já temos. Só pode ter duas opções, ou ele me leva pra bem longe ou ele sossega e me deixa ficar aqui prezando a minha (nossa) felicidade.

-E qual a porcentagem dele nos aceitar ? -Levantou uma de suas sobrancelhas.

-A porcentagem é baixa, mas eu quero arriscar, confia em mim Jack por favor... -Segurei em suas mãos e o menino abaixou a cabeça assentindo.


P.O.V.S Jack

Eu não podia deixar o Finn ir assim, sem mais nem menos. O meu coração é dele e o seu coração é meu, nós nos amamos tanto e namorar a distância não daria certo...

Todos os relacionamentos a distância que eu conheço foram por água abaixo e só de pensar em ter um relacionamento a distância com o Finn o meu coração aperta... Enquanto eu estava no meu transe ouvi o meu telefone tocar.


"Mãe"

-Atende logo. - Finn me estendeu o telefone e eu atendi com medo do que minha mãe me falaria.


-Filho?

-Oi mãe. -Disse ríspido e não pude deixar de sentir uma pontada no coração por estar sendo "malcriado" com minha mãe.

- Eu queria conversar com você e com o Finn... Venham aqui em casa por favor, se puderem vir agora eu vou agradecer.

-A senhora não vai fazer com que a gente se separe não é?

- Só venham!



Desliguei a chamada e nós nos olhamos assustados, eu não tinha ideia do que minha mãe falaria mas ao mesmo tempo estava com muita curiosidade.

Nos vestimos e saímos de casa nos despedindo de Mary e indo até a minha casa.

Parei em frente a porta sentindo o meu coração palpitar mais forte e as mãos suarem intensamente, Finn tomou a iniciativa de tocar a campainha pois eu estava paralisado.

-Oi meus meninos, entrem! -Abriu mais a porta fazendo menção para entrarmos em casa. - Eu fiquei pensando em relação à vocês e eu cheguei a conclusão de que eu teria que me desculpar. -Seus olhos estavam fixos a nós e parecia que antes estava chorando, o meu coração partiu.

Por mais que nós tivéssemos brigado antes ela ainda é a minha mãe e eu a amo.

-Me desculpem meninos, eu não deveria pedir pra vocês se separarem já que vocês se amam. Vocês merecem ser felizes e ter todo o meu apoio, de agora em diante vocês terão todo o meu amor pra tudo. -Sorriu e uma lágrima desceu rolando pela minha bochecha, eu e Finn abraçamos minha mãe e ela realmente parecia estar bastante arrependida.

-Obrigada tia Angela, nós estamos em uma fase difícil e precisamos muito da sua ajuda. - Finn a soltou do abraço e suas lágrimas também caíam.

-O pai dele quer levar ele pra o Canadá . -Abaixei a cabeça e a minha mãe acariciou meus cabelos.

-Se assumam pra ele, talvez ele amoleça o coração e não leve você embora.

- Mãe, é complicado. O pai dele nunca vai nos aceitar.

-Você não sabe Jack, ele pode nos aceitar e parar de nos importunar. - Finn me interrompeu.

-Meninos, entrem em um consenso, vejam o que é melhor pra vocês. Se vai ser falar a verdade para o pai do Finn ou aceitar ir morar na Califórnia.

-Nós vamos conversar sobre isso, agora! -Disse Finn acariciando a minha mão por cima da sua.

- Mãe nós vamos para o quarto. -Segurei na mão do Finn guiei o menino para o quarto vendo a minha mãe piscar para mim com um sorriso malicioso.

-Juízo crianças.

-Mãe! -A repreendi com o olhar e o Finn riu.

Subimos para o quarto e trancamos a porta, Finn me olhou malicioso tirando a camisa e eu entendi bem o que ele queria.

-Podemos usar aquelas algemas e o seu chicote em de novo, vou adorar. -Se aproximou pousando as mãos sobre minha cintura e eu juntei nossos lábios começando um beijo cheio de malícia e toques de segundas intenções por todo o corpo, arrastei as minhas unhas pelo seus braços e pela suas costas deixando toda a sua pele alva marcada com minhas unhas.

-Hoje eu posso fazer o que eu quiser com você? -Cheguei perto de seu ouvido sussurrando e logo depois mordendo o lóbulo de sua orelha sentindo o cacheado estremecer com os meus toques.

-Vou adorar ser submisso a você. -Escorregou sua mão pra minha bunda e apertou com força me fazendo arfar contra o seus lábios.

Levou as suas mãos até a barra da minha camisa e deixou o meu tronco despido, o guiei até a cama fazendo ele deitar e busquei as minhas algemas na gaveta. Suspenso as suas mãos delicadamente até a cabeceira da cama e as prendi ali, me sentei em cima do seu membro rebolando lentamente em cima dele me esfregando fazendo o mesmo maltratar o lábio inferior.

Aproximei os meus lábios lentamente do seu pescoço e comecei a brincar ali, chupando e beijando delicadamente, desci a minha boca até a região do peitoral e clavícula as vezes passando a língua pelos seus mamilos brincando com a minha boca ali tirando suspiros e arrepios do menino.

Suas mãos se remexiam nas algemas como se quisesse se soltar, sorri malicioso de canto e continuei a descer os beijos traçando uma trilha pelo seu abdômen até chegar na sua região íntima, e logo a minha boca salivou ao ver seu membro já duro pedindo por atenção.





[...]


- Eu te amo muito amor.-Sussurrei no seu ouvido após chegarmos ao nosso orgasmo.

- Eu também te amo. -Sorriu e mordeu os lábios em seguida, peguei as chaves da algemas e o soltei. -Ei, vamos ficar aqui agarradinhos. -Segurou no meu pulso me puxando para si abraçando a minha cintura selando nossos lábios. - Eu adoro ficar assim coladinho em você.

- Eu também amo sentir você bem pertinho de mim, não consigo imaginar nós dois separados.


E após alguns beijos nós dois adormecemos agarrados, como sempre. Suas mãos grandes na minha cintura e o seu corpo despido colado ao meu...


.....


P.O.V.S Finn


Acordei com o meu telefone tocando, olhei a tela do aparelho e suspirei de alívio vendo que era minha mãe, eu não queria falar com o meu pai nem tão cedo.

- Oi mãe?

-Filho, vem pra casa. O seu pai está aqui e quer falar com você de novo.


Engoli o seco e respirei fundo, sem me despedir da minha mãe desliguei o telefone olhei para Jack que estava do meu lado dormindo sereno.

Tomei um banho rápido, vesti a minha roupa e vi que o menino ainda se encontrava praticamente morto de sono, sorri vendo o quão lindo ele é, meu anjo... Me aproximei e deixei um selar nos seus lábios.

-Prometo que nada de ruim vai acontecer com a gente. -Sussurrei acariciando o seu rosto com o dorso da minha mão e saí do quarto tentando fazer o mínimo de barulho possível.

Olhei no meu relógio e pude perceber que marcava exatamente 17:12, passei pela sala de estar e me despedi de Angela que assistia o telejornal da tarde.

Assim que saí da casa do Jack fui praticamente correndo para a minha casa, eu queria muito terminar esse assunto com meu pai e resolver tudo de uma vez explicando que eu não queria ir para Vancouver, ele pode ser um cara egoísta mas certeza que entenderia.

Parei em frente a porta de casa e fechei os olhos, 1...2...3, contei mentalmente antes de abrir a porta e assim que entrei em casa me espantei ao ver a minha mãe chorando com malas prontas. Por alguns segundos eu fiquei sem entender nada, mas logo o meu coração gelou, ela estava concordando com o fato de eu ir embora ?

- Finn, eu e seu pai conversamos... É melhor você ir com ele. -Dizia entre lágrimas e o meu pai estava sério mas certeza que ele sorria por dentro se vangloriando.

- Mãe eu não posso. Eu tenho uma vida aqui, eu não posso mãe. -Senti as lágrimas caírem descontroladamente, eu não posso deixar o Jack, eu não posso.

-La vai ser melhor pra sua vivência Finn. -Disse Nick.

-Cala a boca, você não tem direito nenhum de falar aqui, você não sabe o que eu construí aqui. Eu amo uma pessoa, eu estou namorando pai. Eu não posso ir embora... Não mesmo. - Eu já não conseguia responder por mim, as palavras saiam de acordo com o meu emocional.

-Filho... -Minha mãe me repreendeu pra que eu não falasse.

-Pai, eu sou gay e eu namoro um menino, o Jack. -A minha mãe arregalou os olhos e parecia que já desmaiar a qualquer momento, o meu pai que estava com uma expressão neutra continuou, apenas respirou fundo e Nick estava de boca aberta.

-Mais um motivo pra você ter que se mudar pra Califórnia. Não por você ser gay, mas namorando você não vai chegar a lugar nenhum meu filho... - Ele se aproximou passando a mão nos meus cabelos e eu só senti raiva.- Vamos filho, o voo vai ser daqui a pouco.

-Pai, eu não posso...

Continua....


Notas Finais


Aiiiii meu Deus kdskkssk


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