História I Want You (Jikook) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan, Bts, Jeonjungkook, Jikook, Lemon, Parkjimin, Yaoi
Visualizações 66
Palavras 1.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Two


— Ah Hyung... — Suspiro em deleite, fechando os olhos.

— Está bom assim? — Pergunta rente ao meu ouvido novamente.

Meus olhos estão fechados, suas mãos pequenas trabalham agilmente em meus ombros, aliviando toda a tensão na região. — Sim... Você é bom nisso.

Ele solta uma risadinha fraca e continua me massageando em movimentos circulares, outrora descendo para as minhas costas e subindo para repetir todo o processo.

O hidratante melhora tudo, consigo sentir o deslizar mais aderente à minha pele, juntando a parte que o cheiro de uva que o produto exala, é muito cheiroso. Todos os elementos se fundem maravilhosamente bem.

As mãos de Jimin são como penas, suaves mas firmes ao mesmo tempo.

Mesmo não querendo, o jeito que ele usa os dedos em toda extensão da parte posterior do meu corpo, acabou me deixando com um calor que literalmente não era para surgir agora.

Tento pensar em outras coisas, porém, é muito difícil se concentrar quando se tem um Park Jimin te fazendo uma massagem tão gostosa como essa. Espero que eu não perca o controle e acabe fodendo com tudo.

Mais uma vez, suas palmas acariciam minhas costas, apertando levemente minha cintura, e para ajudar, acabo arrepiando levemente ao sentir o geladinho do hidratante naquela área.

Eu estou em êxtase, a respiração quente dele fica se chocando contra o meu pescoço, se contrastando com minha pele fria, é tão delicioso. Eu só queria poder jogar-lo nessa cama e o beijar até perder o fôlego.

Quando ele massagea minha nuca, solto um gemido baixo e aperto os olhos, as mãos dele são mágicas, não é possível.

Jurei que não poderia ficar melhor, porém, acabei me enganando brevemente.

Jimin se afastou do meu corpo apenas para dar a volta e se posicionar na minha frente, enchendo a mão com mais hidratante.

Surpreso, não pude deixar de elevar meu olhar para seu rosto, tentando decifrar o que diabos ele faria agora.

Ainda não me encarando, o loiro esfrega suas mãos uma na outra, espalhando ainda mais o produto e se direciona para o meu pescoço, onde posiciona suas mãos ali, começando uma massagem suave e sem muitos apertos, afinal, meu pescoço é uma região extremamente sensível.

— Senti você tenso aqui. O que anda fazendo para ficar assim? — Pergunta, deslizando suas palmas para cima e para baixo.

Fecho os olhos tentando formular uma resposta, que por sinal, demorou para sair.

— Não sei, acho que é muita coisa de uma vez só ultimamente. — Tombo minha cabeça para trás pois Jimin a empurrou um pouco. — Acabamos de sair da turnê e já temos que trabalhar no nosso álbum novo.

— Tem razão. Está meio puxado. — Desceu as mãos para meus ombros. — Me sinto cansado.

Abro os olhos, encarando sua face. Eu acabei de ter uma ideia que em minha concepção é ótima, e se der tudo certo, posso até aproveitar para tirar uma casquinha do meu Hyung.

— Hyung?

Ele abaixa o rosto e arquea uma sobrancelha, gesto que ele geralmente faz quando quer que a pessoa prossiga.

— Deixa eu te fazer uma massagem também? Já que você está cansado.

Vi ele ponderar por alguns segundos, sustentando um biquinho involuntário nos lábios, o que só aumenta minha vontade de morder-los.

Jimin é tão fofo e o melhor de tudo isso que nem é proposital. É algo natural seu, sem forçar nada. Parece até que os seus sentimentos são transmitidos através do seu bico.

Por exemplo: quando ele está com raiva, ele junta os lábios e os impulsiona para frente, aproxima as sobrancelhas e bate os pés levemente no chão. Acaba mantendo os braços cruzados e uma feição assustadora. Mesmo sendo uma fofura, na minha opinião Jimin é o que mais se transforma quando está irritado. Nem parece a mesma pessoa de antes.

Por isso tenho limites para provocar-lo, pois sei que quando Jimin quer, ele consegue ser bem maldoso.

— Eu aceito. Nada mais justo. — Se afasta de mim e eu acabo choramingando pela falta de toque quase que silenciosamente.

— Onde você vai querer Hyung? — Pergunto tentando mostrar indiferença, o que é ridículo pois minha mente grita "por favor peça nas coxas, nas coxas".

— Nas costas, ando sentindo um pouco de dor. — Se deita na cama de bruços, com o rosto apoiado nas mãos que pousaram na cama e eu tive de me segurar firme no colchão para não secar seu corpo inteiramente. — Mas se você quiser fazer nas minhas pernas também eu não vou reclamar, eu estou dolorido de tanto dançar.

Será que ele tinha lido meus pensamentos?

Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, não sou maluco de recusar isso.

— Eu não me importo, por mim tudo bem. — Dei de ombros, pegando o hidratante e fazendo o mesmo processo nas mãos do que Jimin fez anteriormente.

Me virei para frente e tive que segurar minha respiração para não soltar-la de uma vez só.

Jimin havia acabado de sentar nas próprias panturrilhas e estava tirando sua camisa lentamente.

Observei o pano branco passar por seus braços branquinhos e macios até se afastar completamente de seu corpo.

Jogou-a em um canto e voltou a deitar de bruços.

— Pode começar. — Pediu e eu assenti com as pernas trêmulas.

Como eu não queria ficar em pé para massagear suas costas e também não sou nada idiota — pelo menos não por inteiro — perguntei a Jimin se podia me sentar em sua bunda, apenas para ter um acesso melhor. É claro que não usei essas palavras para não soar estranho, mas ele acabou aceitando.

Posiciono minhas pernas uma de cada lado do seu quadril e sento com a pélvis um pouco antes de sua bunda, apenas para não causar acidentes vindos da minha parte, por mais que eu quisesse.

Levo minhas mãos até suas costas quentinhas e vejo ele se arrepiar por conta do choque térmico, o que na verdade me deixou satisfeito.

Fiz movimentos lentos e circulares por toda região, sempre ousando um pouco para baixo, quase até o final de sua coluna e voltando para cima.

Massageei pela primeira vez seu pescoço e vi ele fechar olhos e soltar uma grande lufada de ar pela boca, me arrepiando por completo.

— Até que você não é tão ruim. — Murmura ainda de olhos fechados.

Sorrio de lado e continuo naquela área, usando bastante meus polegares para aliviar toda dor que meu Hyung pudesse estar sentindo.

Acabo lembrando do pedido da massagem em suas pernas, então não tardo para descer minhas mãos lentamente, passando por toda suas costas atraentes até chegar em suas coxas, infelizmente tive que evitar tocar em sua bunda, o que foi um sacrifício.

Vi ele abrir um pouco as pernas para me dar mais acesso, e como se não bastasse me tirar ainda mais a concentração, ele subiu os shorts até quase sua bunda, onde o tecido se embolou todo ali, avantajando a carne ainda mais.

Me segurei muito para não encher minhas mãos ali.

Começo a massagear a parte inteira de ambas as coxas fartas e durinhas que meu Hyung possui, aproveitando cada milésimo de segundo, eu sabia que essa cena não se repetiria nunca mais, então eu tinha de curtir esse momento.

Subi um pouco mais minhas mãos, ainda acariciando o local com delicadeza e vi ele arfar. Pude jurar que ouvi um murmúrio acompanhado por um fio de voz, similar a um gemido. Tentei não me iludir muito com isso, poderia ser coisa da minha cabeça.

Até que, inesperadamente, Jimin se vira de barriga para cima e levanta sua perna direita, apoiando ela no meu ombro.

Eu mordo meu lábio com força, ele está literalmente quase aberto para mim.

— Pode continuar. — Instrui ainda de olhos fechados.

Assenti mesmo sabendo que ele não poderia ver e prossegui os movimentos em sua perna que está no meu ombro.

Desço por toda sua perna até os seus pés, deixando um aperto leve em seus dedos apenas para relaxar. Não demoro muito nessa região e volto para suas coxas que são incrivelmente macias e aperto ali.

Escuto Jimin soltar mais um arfar, e dessa vez eu realmente escutei um gemido fraco.

Puta que pariu. Eu vou enlouquecer.

Coloco mais pressão nos meus dedos e vejo ele morder os lábios quase que imperceptivelmente, talvez ele não queira que eu veja que está realmente gostando de receber uma massagem minha.

Faço ainda mais força, não muita para não machucar-lo e movo para cima e para baixo na mesma região da parte interna de suas coxas. Parece que ele é bem sensível nesse lugar, qualquer movimento que faço vejo uma expressão em seu rosto de pura satisfação.

Quando ele geme baixinho novamente, eu jurei que eu perderia todo meu controle no exato momento, se não fosse pela porra do celular do Jimin tocando.

Ele abre os olhos e me encara com as bochechas levemente avermelhadas, extremamente adorável e pornô.

Jimin retira a perna do meu ombro e pega seu celular, vendo alguma mensagem e sorrindo para a mesma enquanto digita uma resposta, o que claro, para o meu ciúme incontrolável, não foi nada bom. Está muito tarde para ele falar com alguém.

Ele devolve o celular para o balcão e me encara, soltando um suspiro.

— Obrigado Jungkook. Vou dormir um pouco, isso me deixou relaxado. — Ele sorri sem mostrar os dentes.

— Hyung... Posso dormir aqui? Na outra cama? Já que o Hoseok Hyung não vai voltar.

— Pode, só não ronca. Você tem esse costume. — Diz se enfiando debaixo das cobertas e virando para apagar o abajur.

Faço o mesmo na outra cama, não demorando para ver o quarto todo escuro e um boa noite vindo de Jimin.

Olho para o teto e milhares de coisas se passam na minha cabeça. Me sinto bem na presença dele, mas tem algo que está me incomodando internamente e sinto que preciso fazer isso.

— Jimin Hyung? — Chamo.

Ouço um "hm" vindo dele e respiro profundamente, reunindo coragem.

— Por que se afastou de mim Hyung?

O silêncio que está presente no quarto se torna ainda mais perturbador. Ele não quer me responder?

Achei que ia dormir sem uma resposta e até virei para o outro lado, mesmo sentindo angustiado por receber um vácuo, até que ouvi sua voz doce e tão árdua ao mesmo tempo.

— Uma hora você cansa de falar e agir com as paredes Jungkook. — Suspirou. — Pois elas não respondem e não correspondem.





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