História I Want You, Regardless Of Time - Jikook, Kookmin - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Altos Níveis De Trouxisse, Clichê, Flex, Jikook, Jungkook Trouxa, Kookmin, Namjin, Sofrência, Sofrência Por Crush, Vhope, Vkook, Yoonseok
Visualizações 90
Palavras 2.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não fiquei satisfeita com o capítulo, mas tenho que postar fazer o que...

Jungkook lindo do caralho♡

Boa Leitura^^

Capítulo 4 - Careless


Fanfic / Fanfiction I Want You, Regardless Of Time - Jikook, Kookmin - Capítulo 4 - Careless

Agora nós fomos e fomos da mesma maneira
Perdeu o que poderia ter sido
Movido rápido demais cedo demais
Eu estava obrigado a perder
Eu dei-lhe o que eu tive enquanto eu pensava nisso

Estou bem, não tente se esconder num disfarce descuidado
Bem, eu cai muito e eu cai rápido
Mas você sabe disso
Deixe sua marca e nós vamos esquecer isso
 

Ooh, deixe-me esquecer disso

 

 

Entro na sala de aula, como de costume sou ignorado por todos. Abaixo a cabeça, me escondendo no capuz em que eu usava. Aff, bando de recalcados... Ando até o meu lugar. 

Como você pode perceber, sou o isolado da sala. Ninguém fala comigo, nem mesmo sentam perto de mim, mas quando falam comigo ou olham, é só pra tirar uma com a minha cara ou ficar com cara de cu pra cima de mim. Pessoal, um claro avisinho do Jeonzinho: inveja mata.  Essa gente não sabe que ódio gratuito não leva a nada. Resumindo, sou pika das galáxia e vocês não, então chupa sociedade!

– Jeon! – Sou tirado dos meu pensamentos com a voz do mais velho. O encara, percebendo os olhares de todos sobre nós dois.

– Bom dia, Sr. Kwon! – Sorrio. Me aproximo do mesmo, oferecendo ajuda pois quantia várias pastas suas mãos. Sr. Kwon é meu professor de fotografia contemporânea, ou melhor dizendo, o professor mais foda que você pode conhecer.

– Sinto sua falta ontem, Jungkook! Você nunca falta, o que aconteceu? Ficou doente?

– É-é, tive uma forte dor de cabeça. – Menti. Acho que nem um professor gostaria de saber que seu aluno “exemplar”, saiu numa segunda-feira pra uma festa, ficou bêbado, perdeu o BV com o crush e ainda quase perdeu sua inocência... Si é se tenho alguma depois do que aconteceu  ontem.

– Own, espero que esteja melhor. Ainda bem que veio hoje, programei uma ótima aula. – Andamos até sua mesa. Deixo as pastas  cima da mesma, indo até meu lugar, a frente do professor – Obrigado, Jungkook. – Sussurra.

– Bom turma! Sente- se por favor! – Todos, apesar de bufarem, sentam nos lugares.

O mais velho senta-se  na mesa, dando uma bela visão  de todos presentes.

– Toda fotografia é uma impressão, um recorte, uma visão da nossa realidade. Na idade de vocês, o que me interessou na fotografia é seu poder de comunicação, para além do factual, uma ideia, uma expressão de pensamento.

–  Grandes fotógrafos podem, contudo, fazer transcender essa limitação espacial fazendo com que a imagem exceda aquilo que é retratado seja uma paisagem, um objeto em si, seja a face da pessoa. Se o que caracteriza a Arte Contemporânea é certa descrença na representação, não é estranho que ela se construa por meio do questionamento desta, tornando por objeto esse próprio problema, refletindo sobre ele, questionando-o com base na própria tradição representativa seus limites.

– O trabalho da artista coreana Nikki S. Lee me interessa particularmente, não apenas por que a fotógrafa dispensa por completo a dimensão técnica e mecânica do aparato fotográfico, mas por que faz da fotografia o registro de uma experiência mais complexa, mostrando a capacidade adaptativa do sujeito contemporâneo.

– No centro do trabalho de Nikki S. Lee está a questão da identidade. A mesma faz “projetos” em que forja para si outras possibilidades de existência. Não se trata apenas de autorretratos, como o faz Cindy Sherman, ainda mais que não é ela que fotografa a si, mas de registro de uma experiência de imersão performática.

– A obra de Nikki é organizada em torno de projetos bem definidos nos quais a artista mais que desenvolver um estudo distanciado, procura não apenas se infiltrar, mas assimilar estilos visuais e comportamentais dos grupos sociais. Mais que se individualizar, Nikki explora a identidade a partir da incorporação da estética, da linguagem corporal, gestual, comunicativa e gosto artístico que permite se identificar e ser acolhida por um grupo.

– Mais que se individualizar, Nikki explora a identidade a partir da incorporação da estética, da linguagem corporal, gestual, comunicativa e gosto artístico que permite se identificar e ser acolhida por um grupo.

– Após passar semanas com o grupo, vivendo seu cotidiano, rotina e atividades, sua assimilação a tribo urbana escolhida se realiza quando Nikki S. Lee pede às pessoas do próprio grupo que a fotografem com uma simples câmera automática. As fotos revelam esta incorporação visual e emotiva, pois às fotos sempre apresentam o aspecto de retrato espontâneo de um momento íntimo, pessoal, entretanto, isto não corresponde de fato à realidade, posto que é Nikki quem determina o instante do clique, como que dirigindo o que pretende captar como a essencialidade do grupo por ela assimilado.

– Formalmente, o instantâneo precário, com polaroide e câmeras automáticas que trazem data impressa, colaboram para ilusão de pertencimento ao grupo. Ampliadas e postas em grande dimensões, quando expostas em galerias, provocam novo estranhamento. São registros de terceiros, mas trazem a “assinatura” e “estética” determinada pela artista, não só pelo modo como se faz captar nas fotos, mas por estar no controle. Este vai desde a encenação para o clique, como a seleção, edição e recorte daquilo que resultará na obra exposta. O que parece espontâneo, dinâmico, verdadeiro, legítimo, captada de forma despretensiosa por um não-fotógrafo profissional constitui à estética de Nikki S. Lee.

– Nikki S. Lee mostra uma sociedade de guetos, de grupos e padrões de estranhamento, seus trabalhos mostram as capacidades adaptativas do sujeito contemporâneos, dos grupos étnicos cuja cultura resiste e se remodela dentro de sociedades de valores rígidos e excludentes e subculturas específicas, divergentes quanto gênero, idade, religião e classe social.

– Ela não explora somente a diversidade de ser, bota em questão a autenticidade do que a câmera capta, os limites do artista, a questão do eu e da própria identidade. Não é nada pouco para a fotografia.

– Fotógrafos contemporâneos destacam a importância de contar histórias e dar emoção. E a grande importância centrada em relacionamentos. Também denominada fotografia de estilo de vida, esse estilo não é somente sobre como você captura, mas também o que você captura. A fotografia em si tem um propósito de não somente capturar a imagem de alguém, mas na verdade de refletir sua personalidade, raivas, devaneios, bobagens, peculiaridades e tudo mais; É a combinação de antecipar o momento, encontrar o ambiente e controlar a luz para criar imagens fortes e dinâmicas.

A aula é interrompida pelo sinal do intervalo. – Infelizmente, nosso tempo acabou pessoal! – Sorri, doce.

Todos deixaram a sala rapidamente, sobrando eu e o Sr. Kwon.

– Ótima aula, Sr. Kwon! – Sorrio.

– Obrigado, Jungkook! – Sorri de volta, pegando suas pastas e indo a porta. – Até a próxima aula, Jeon!

 O mais velho saí, me deixando bufando intendiado.

Ando pelos corredores em direção ao refeitório, mais, de repente, sinto um corpo eclodir com o meu brutalmente. 

– Ah me desculpe! – Se levanta, rápido – Jungkook! Me desculpe!

– N-não foi nada, Jimin. Acontece… – Rio sem graça, colocando a mão na nuca, envergonhado.

– Você viu o Nam por aí? – Acho, mais só acho, que não sou a pessoa mais indicada pra responder essa pergunta. 

– Não. Por que? – Intrometido? Sou mesmo.

– Eu tô com uma ressaca fudida, minha cabeça parece que vai explodir, aí. – Resmunga de dor, colocando a mão na cabeça.

– V-você lembra do que aconteceu ontem? – Pergunto, hesitante. Por favor que lembre, por favor, Bolinho, mozão tá te pedindo…

– Tem algo que eu tenha que lembrar? – Bang! Meu coração foi fuzilado no mesmo segundo. Ele… Eu… Nos… Ele não lembra – A única coisa que sei foi que cheguei lá e comecei beber – Ri. Meu rosto continuava fechado, decepcionado. O menor para, me olhando confuso – Jungkook, eu deveria lembrar de alguma coisa? – Que a gente quase se com – Jungkook! – Me chama.

– N-não, de nada…

– Hum, que bom! – Sorri, fazendo seu eye-smile – Até mais! – Se aproxima, selando minha bochecha. E eu? Estava parado que nem um retardado de boca aperta, estático. Nos beijamos e ele sequer se lembra…

– Jungkookie! – Alguém me puxa pelo braço.

– Oi, Tae… – Digo, sem animação.–

– Alguma coisa aconteceu? – Pergunta, preocupado.

– Não, não houve nada…

~°•°•°•°•°~ 

– Sou um idiota! – Mok me encarava do outro lado do quarto. Agora, constantemente, conversa comigo pessoalmente. Neste momento, permanecia na bad em um canto. Motivo? Park Jimin. Tudo tinha sido tão especial pra mim, e ele… Não lembra nem de ter falado comigo.

 – Não se diminuie, Jungkook. Ele não tem culpa de não lembrar o que aconteceu, a bebida faz isso...

 – Eu gosto dele, Mok, gosto muito. Aquilo…

 "Com a ajuda do Jimin, tiro a peça junto com a cueca. Meu membro ereto finalmente respira, fazendo com que Jimin o olhasse salivando. Jimin volta pra cima de mim. O menor afasta minhas coxas fardas, e começa a morder-las. Às vezes dava beijinhos ou trocava por lambidas. Se divertia “pintando” meu corpo de várias maneiras diferentes.

 – Quero sentir seu gosto Jungkookie. – Suas mãos vão até meu membro duro como pedra, iniciando uma masturbação lenta.

– Own, Isso é bom...

– Então vai adorar ainda mais.”

– Significou muito, eu…

Eu sei. – Se aproxima, com um sorriso amigável nos lábios.

Vocês devem estar pensando: Porque diabos esse idiota tá na bad? Entenda, meu crush me “notou”, nos pegamos, mas no dia seguinte ele não lembra de nada, Belesma. Cada dia duvido mais e mais da minha “sorte”.

– Jão! – Hyun-Ki entra no quarto, fazendo com que Mok desaparecesse – Aí mano, que bad é essa? – Se joga na minha cama.

– Jimin não lembra de nada…

– Como assim?

– Ele não lembra que nos-

– Ah… – "Lamenta"– Sinto muito, Biscoito. Cê vai superar… Eu se fosse você, só de raiva, pegava o Taehyung na frente dele, só pra ele sentir o gostinho. – Ri, diabólico.

– Por que caralhos meteu o Taehyung no meio?

– Sei lá – Deu de ombros – Me pareceu uma boa ideia, recomendo. É uma boa troca de contas.

– Primeiramente: Qual é a parte que você não entendeu que ele não lembra, aquilo pra ele, não aconteceu nem fudendo, não teria por que motivos me vingar dele. Segundamente: Nunca usaria o Tae dessa forma e terceiramente: … Não tem terceira.

– Falou o santo… – Revira os olhos – Vai me disser que nunca usou uma pessoa pra fazer ciúmes em outra? – Nego – Céus, em que mundo você vive?

– Em um mundo que eu era BV até ontem.

– Realmente…

– Por que ter crush, Hyun-ssi?

– Foca no Hyunzão aqui – O encarou com minha maravilhosa  cara de “eu queria estar morto” – Exatamente pra fuder com seu psicológico, estragar sua vida social, básico.

– Você tem crush?

– Eu tenho um crush sim.

– Quem? – Pergunto, animado.

– Pela minha mão na sua cara.

– Noza, que agressão é essa Jesus? Que foi que fiz pra merecer isso?

– Nasceu, Jeon Jungkook, nasceu…        

~°•°•°•°•°~

Andava com alguns livros nas mãos, em direção a biblioteca. Peguei alguns livros sobre fotografia e acabei esquecendo de devolver, que merda, a tia vai encher meu saco.

– Sr. Jeon, o prazo de entregue já passou, por que não entregou? – Perguntava, ajeitando seus óculos.

– Sinto muito Sra. Wang, isso não vai se repetir.

– Acho bom mesmo. Chegou novos livros na sessão de quadrinhos, se quiser dar um olhada…

– Claro que vou! Obrigado!

Deixo os livros em sua bancada,ando até a aguardada sessão de quadrinhos. Esperava volumes novos há meses, ainda bem que finalmente chegaram. Pego um mangá, sento no chão, me escorando na prateleira e começo a folheá-lo.

Termino o último, e quando percebo, a biblioteca estava vazia – Não que ela estivesse muito cheia antes – Olho pra uma janela mais próxima, estava de noite. Me levanto, espreguiçando-me logo em seguida, devolvo o mangá ao lugar, andando até a mesa da Sra. Wang.

– Ficando até tarde estudando, Jeon? – Na mesma hora dou um pulo pra trás.

– Caralho! Jesus é pai não é padrasto!

– Nunca te imaginei falando desse jeito. – Ri.

– Oi Namjoon.

– Veio ler os mangás novos? – Assenti – Leu o último cara? Foda pra caralho, já tô ansioso pro próximo. – Namjoon? Conversando sobre mangá comigo? Ele deve estar sob efeito de maconha, não tem outra explicação.

– É, foi muito bom mesmo…

– Não precisa ficar com medo, Jungkook. Não mordo. Aliás, aproveitando que estou aqui, quer sair comigo e com o bonde no final de semana? – Pera, que?!

– Ahmm...

– As 2:00 esteja na frente da faculdade, estaremos te esperando lá. – Pisca o olho esquerdo, se virando e indo até a saída.

Como de costume, fiquei parado que nem poste ambulante. Isso aconteceu ou eu alucinei? Namjoon me convidou pra sair com ele e os outros?

 


Notas Finais


Música: Careless - Vacation Manor
Fonte: http://soulart.org/artes/fotografia/nikkislee


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...