História I Want You (She's So Heavy) - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Izzy Stradlin, Steven Adler
Visualizações 83
Palavras 3.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Está bem, eu mereço ser apedrejada pela minha demora sim.
Mas há um porquê, e esse é de que eu havia duas fanfics para finalizar e finalmente consegui *-* (links estarão nas notas finais)
Agora essa e OIAM são minhas duas únicas responsabilidades, a vantagem de OIAM é que preciso reescrevê-la, enquanto essa eu preciso muito de imaginação, contudo eu estou escrevendo demais, acaba saindo uns capítulos enormes rsrs

Enfim, chega de enrolação e espero que vocês gostem muitooooo dessa fanfic.
Aviso para vocês que essa fanfic terá coisas semelhantes com "Sex, Drugs And Rock N' Roll"
Ela será digamos, mais "pesada" em muitas coisas aqui tratadas, estão não venham reclamar se estiver meio explicitas (???) as coisas, avisados estão.

Conforme a fanfic vocês entenderão <3

Capítulo 2 - Talk Dirty To Me


Fanfic / Fanfiction I Want You (She's So Heavy) - Capítulo 2 - Talk Dirty To Me

Não era novidade estar dentro daquela cela, serem presos fazia parte do grupo, não havia mais ninguém que roubasse o posto daqueles arruaceiros que eram jogados de qualquer jeito sobre o cubículo. Adler mantinha seus olhos inundados em ódio ao ver o novo delegado que demonstrava satisfação ao prender garotos como ele, que causavam problemas à sociedade.

― Estarei de volta em duas horas, – avisa o velho que havia um dente de ouro em meio aos outros, avisando para o policial que assentia tudo. ― você e o policial Nikolay estão responsáveis em manter ordem nessa delegacia. – olhava aos dois loiros em deboche. ― Espero que tenham uma boa noite de sono dentro da cela.

O delegado soberbo saía acompanhado por aquele mesmo policial, deixando os dois garotos para trás naquele lugar onde a lua era responsável em dar claridade. McKagan sentou-se numa das camas, enquanto o outro se mantinha encostado à grade, vasculhando em sua jaqueta de couro, seus cigarros.

― O bom desses cretinos é de que eles nunca revistam a gente, – comenta impetuoso, pegando um para colocar a boca, para depois acendê-lo com seu inseparável isqueiro que havia ganhado do avô no aniversário de dezoito anos. ― passei livre com a minha carteira de cigarros, – sorria debochado, aproveitando para tragar. ― o que tanto te afligi? Você deveria estar acostumado que sempre estamos em cana em todas as semanas.

― Precisava ter jogado o garoto no barranco? – indagava ainda inconformado com tudo. ― Vocês três ultimamente tem andando pegando pesado com todo mundo.

― Está com pena deles? – questiona sarcástico, desaprovando da compaixão dele com os forasteiros – onde ultimamente eram estes que estavam causando irritabilidade no grupo, parte dele. ― Leve-os para fora daqui e nem precisa mais voltar.

― Já sabe como iremos escapar daqui? – pergunta, onde o loiro mais baixo sorria de forma cruel.

― Eu não, mas Slash e Axl sabem o que fazer para nós dois sairmos daqui, – responde. ― estávamos planejando por isso há tanto tempo.

Duff nem fazia ideia da tramoia que os amigos estavam idealizando em pôr em prática.

― Falando nesses dois vagabundos, – o loiro mais alto perguntaria, afinal ambos eram para estar ali com eles também sendo que haviam feito parte do crime. ― onde é que esses dois filhos da puta se esconderam?

― Pedi para que eles se escondessem enquanto os policias nos prendiam, – McKagan se surpreende. ― afinal, nós todos não poderíamos ser presos, assim não teria como nós escaparmos daqui. – diz dando outra tragada em seu cigarro, encarando a fumaça esbranquiçada saindo da sua boca. ― disse a eles para que se mantivessem atentos, pois é hoje que iremos por parte desta delegacia para baixo.

Duff não compreendeu de primeira, então decidiu perguntar ao amigo o que exatamente ele estava dizendo sobre colocá-la para baixo.

― Como assim cara? Eu não entendi com o que você quis dizer. – para ele, tudo era possível vindo da cabeça de Adler e Rose principalmente, tudo que envolvesse o perigo e o caos.

― Nós vamos explodir essa merda, – escutou, ficando chocado. ― nós vamos bombardear esse inferno.

 

[...]

 

Pamela estava exausta com cada pessoa chata que ia de encontro a sua mãe que conversava de forma pacifica com cada morador daquela cidadezinha chinfrim, onde sua cota de paciência se esgotava a cada segundo. Ela queria diversão, queria ação e momentos que lhe renderia a satisfação de ainda manter-se viva naquele porre de lugar. A mãe da garota percebendo o descontentamento dela, decidiu ceder e deixar a menina andar por onde quisesse.

― Vá, – escutou a voz da sua mãe ordenando. ― vá, porquê não estou aguentando essa sua cara de enterro ao meu lado. – comentava de forma debochada, fazendo a menina festejar por finalmente estar liberta daquela chatice. ― Desde que você volte até ás duas de manhã, – Pamela deu um beijo ao rosto da mãe. ― eu também te amo, filha.

Disparou daquele povo tão “grudento”, indo em direção a uma quadra de futebol antiga, caminho onde pudesse se esconder dos olhos da mãe, e assim desfrutar do seu cigarro. Estava pensando em muitas formas de como escapar da cidade sem que sua mãe percebesse, mas sabia que seria muito inútil à tentativa. Lembrou-se de que horas mais cedo no palanque, a sua ideia de infernizar o padrasto estava vindo à tona, fazendo-a sorrir de forma cruel e interessante.

― Acho justo infernizá-lo, – soprou a fumaça provinda do seu cigarro, jogando-o ao chão para apagá-lo. ― afinal você tirou a minha liberdade sem me consultar, seu verme.

Ela o odiava tanto, não admitia em ele estar com sua mãe sendo tão amigo do seu finado pai. Senhor Wright pediu para que Baker as cuidasse, mas em sua concepção, o amigo havia entendido errado onde ele casou-se com sua mãe. Esse fato, Pamela nunca engoliu, não gostava do padrasto e não fazia questão em esconder dele. Baker também não fazia questão pela moça, ele apenas a aturava por conta da sua esposa, mas por ele, já havia expulsado-a de sua casa, não aguentando mais as palavras, as juras de ódio que a morena dizia para ele.

Observando o ponto de táxi, fez sinal onde um gordo com um aspecto nada agradável vinha perto dela abrindo a porta do carro. O homem adentrou ao veículo, encarando-a pelo retrovisor.

― Me leve à delegacia. – disse evitando qualquer contato com ele que também para ajudar, não cheirava bem, seu carro era uma completa imundícia, deduzindo que até um animal morto poderia encontrar ali. Prendia a respiração, tentando evitar de respirar aquele cheiro fétido, quase vomitando.

 

***

 

Dez minutos foram os suficientes para ela largar as notas de dólares, correndo do carro, observando a delegacia.

― Quanta cafonice. – encarou ao prédio antigo, escrito “delegacia de Paraíso” pintado de branco na parede azulada. ― Alguém faz o favor de me esquartejar de tanto tédio. – disse, olhando ao tapete azul na entrada.

Escutava algumas vozes, eram dois policiais com caras de ratazanas que conversavam, continuo escondia observando que um deles havia adentrado ao corredor escuro. Observou que o padrasto não estava presente ali. Bufou com a viagem perdida e o dinheiro gasto. Contudo voltou a espionar quando observou que dois loiros vinham para a sala em que os policiais estavam.

― Sabe que nós dois não podemos acobertar os crimes de vocês para sempre, – escuta um dos policiais dizendo aos dois loiros. Pamela abria a boca ao compreender de que eram corruptos, gargalhou por dentro ao lembrar-se do como seu padrasto tinha nojo de pessoas corrompidas por dinheiro. ― sabe, nós temos um trato?

― Me deixe ligar para Rose que ele poderá dar um jeito nisso tudo, – escuta o loiro mais alto dizer. ― não é mesmo Adler?

Ela olhou ao loiro mais baixo que tinha uma expressão angelical, diria até apaixonante. Contudo sua curiosidade em escutá-los fazia com que ela parasse de observar aos dois homens.

― Rose é o homem do dinheiro, – ouve o loirinho dizendo de modo firme. ― vocês sabem disso, vocês sabem que se não quiserem fazer o que mandamos, nós mesmos poderemos agir com nossas próprias mãos, ás vezes vocês tem a infelicidade de se esquecerem de que não estão conversando com qualquer vagabundo, não.

Pamela achou atrativa e emocionante a sagacidade do loiro mais baixo ao dizer aquelas palavras. Causando uma certa curiosidade. Porém, curiosidade que a denunciou quando encostou a mesa com força, derrubando o vaso com algumas plantas ao chão. Sorriu sem graça quando virou o centro das atenções dos quatro homens.

― Boa noite senhorita, – um dos policiais com um sorriso lascivo, vinha em sua direção. Ela demonstrou um pouco de incomodo ao notá-lo persuadindo-a. ― o que uma belezinha como você faz em um lugar caindo aos pedaços como esse?

Pamela achou tamanho exagero sobre o como ele havia definido aquele pedaço de inferno, por mais que o prédio era antigo, não estava caindo aos pedaços. Aquele tom galante fez enjoar-se com rapidez.

― Ainda não nos disse o que está fazendo aqui? – o mesmo policial insistia.

Pamela teria milésimos de segundos para pensar em algo coerente para responder ao indivíduo fardado.

― Vim pedir uma informação. – respondeu, sorrindo forçadamente, se ela pudesse correr, faria isso, mas algo a impedia de fazer aquilo. Algo que estava sendo escondido pelo policial sem graça a sua frente.

― Diga boneca, – o homem ousou a tocá-la, onde deu um passo atrás. ― o que foi? Não gosta de contato?

― Gosto, – responde ultrajada com aquela atitude estúpida do homem. ― mas quando eu consinto, não quando um doido queira encostar em mim.

― Eu sou um policial, menina. – ameaçou. Quase deixou escapar que era enteada do delegado, quase mesmo quando achou tremenda de uma babaquice vê-lo falar aquilo por ela não ter deixado-o tocar nela.

Isso era um completo absurdo – pensou em sua mente. Estava outra vez disposta a desacatá-lo, quando o loiro mais baixo se aproximou deles.

― Se ela não quer, não insista. – ela achou nobre do preso ao ter enfrentado o policial que apenas revirou os olhos desistindo. ― Você não é daqui, não é?

Ah, eles odiavam forasteiros, mas aquilo não se aplicava as forasteiras, não. Ele ficou atraído pela morena, deixando um riso cretinamente insinuante tomar conta do seu rosto. Era automático, quando via uma garota tão bonita como ela. Naquele momento ele se esqueceu de que namorava, mas a forasteira não precisava saber disso, não é mesmo?

Ele estava muito interessado nela, tornando-se a sua paixão a primeira vista.

 

[...]

 

Aos poucos os dois rapazes dentro do Impala preto, vinham a rua que tinha por trás da delegacia, Rose dirigia o automóvel ligeiramente onde a adrenalina impulsionava por sua corrente sanguínea fazendo com que a vontade de colocar a delegacia aos ares tomava conta dele.

― Colocaremos as bombas onde estão as celas, – diz Slash preparando com cautela as bombas. ― são pequenas, mas farão um estrago enorme.

― Certo, – dá o aval. ― bom, eu arranquei a placa para que ninguém nos casse, depois que estivemos longe o suficiente, podemos por fogo naquele nosso deposito sem que ninguém desconfie de nós.

O ruivo estacionava o carro em frente à delegacia, desciam para que pudessem por o plano em prática. Os dois recolhiam as poucas bombas para colocá-las na parede onde ficavam as celas por dentro. Deveriam ser ágeis, nenhum segundo poderia ser desperdiçado, e como o delegado estava fora, isso facilitava em tanto para que pudesse por o crime em prática. Após colocarem as bombas que estavam interligadas por um único fio, corriam de pressa para o carro em que ali estava o controle que determinava em que momento poderia acionar a explosão.

― É hora do show, cara. – o ruivo parecia estar com os olhos brilhando em expectativa quando apertasse aquele botão vermelho.

 

[...]

 

Após o cavalheirismo do desconhecido que achou bonito, estava pensando em que faria para retribuir o favor.

Pagar a fiança. – fora o que instalou em sua mente confusa e desmiolada.

― Quanto que é a fiança? – perguntou ao outro policial que arqueou as sobrancelhas.

― Por que está interessada? – o primeiro policial perguntava incomodado, ainda afetado com a indiferença dela em não deixá-lo tocar nela.

― Sessenta dólares os dois. – surpreendeu-se ao escutar o valor tão baixo, sem delongas retirou uma nota de cem sorrindo em deboche.

― Acho justo pagar porquê você não se mostrou como certos indivíduos. – balbuciou, mas antes que pudesse entregar o dinheiro. Escutou o barulho estrondoso, e uma onda de poeira tomando conta da parte de onde ficavam as grades.

Pamela ficou sem compreender nada do que havia acontecido, simplesmente se viu perdida, observando os dois policiais seguindo para aquela área, enquanto observava os dois loiros caminhando com tranquilidade em direção a porta.

Uma coisa ela estava certa, aquela explosão havia causado a única alegria desde que chegou naquela cidade ridícula. Caminhou, indo para fora onde notava os dois loiros entrando em um carro. Ela se viu satisfeita notando que a sua única nota de cem dólares estava com ela, deu ombros caminhando, deixando-os para trás. Agora sua única opção era ir para casa para evitar problemas maiores com seu padrasto.

Porém um assovio fez com que ela olhasse ao lado, observando os cúmplices da explosão sentados no banco da frente. Não pode descobrir que havia sido o responsável por chamá-la. Mas percebera que o loiro mais baixo saía do carro, aquele que mesmo com um único ato, ela quis ajudá-los a sair da cadeia.

― E aí? – ele se aproxima dela, com um riso que fizera sentir um pouco umedecida. ― Gostaria de dar uma voltinha conosco?

Era arriscado aceitar carona de estranhos – de quatro estranhos naquela situação, eles eram em enorme quantidade, poderiam fazer o que bem quisesse com ela. Mas Pamela gostava tanto do perigo... E ele lhe remetia ao perigo. Juntando as duas coisas, sabia que poderia causar mais problemas, por isso mesmo que aceitou a entrar naquele carro.

Ela estava em busca de encrenca, achou tão bizarro por estar envolvida em coisas erradas numa única situação só sendo que nem fazia um dia a sua chegada em Paraíso.

― Não seria uma má ideia. – pisca, o que deixou ele um pouco mexido e com calor. ― Meu nome é Pamela Wright, – tomou a atitude em se apresentar. ― qual é o seu nome?

― Steven Adler ao seu dispor. – pegou a mão dela para depositar um beijo casto sobre as costas da mão. ― Mas pode me chamar de Stee, para facilitar as coisas.

Os três olhavam a cena com perplexos, horas atrás Steven espancava o garoto que havia dado em cima da sua namorada, e agora? Ele estava aos poucos dando em cima da forasteira – nem tão forasteira assim. Contudo, os amigos preferiam omitir e deixarem ele curtir com a novata.

― Pam. – disse também para que ambos pudessem ter alguma intimidade, mesmo fazendo no entorno de quarenta minutos em que haviam se visto pela primeira vez.

 

***

 

Pamela estava surpresa que naquele fim de muito esquecido, haveria um bar como os que estava acostumada em Los Angeles, deixando com que o rock and roll tomasse conta do lugar. Sorriu quando conhecia música que começara a tocar, não se prolongou muito, adentrando ao lugar que lhe remetia lembranças do Rainbow.

 

You know I never

(eu nunca)

I never seen you look so good

(eu nunca havia visto você tão bem)

You never act the way you should

(você nunca age como deveria)

But I like it

(mas eu gosto disso)

And I know you like it too

(e eu sei que você gosta disso também)

The way that I want you

(da maneira como eu quero você)

I gotta have you

(eu tenho que ter você)

Oh yes, I do

(ah sim, eu tenho)

 

― Pelo que eu notei você gosta muito de dançar, não é mesmo? – o loiro surge do nada, perguntando a menina.

― Dançar é divertido e muito prazeroso. – respondeu, balançando a cintura. E ele ficou hipnotizado com o conforme a garota insistia em se remexer.

A qualquer momento ele poderia perder a droga do seu autocontrole. Estavam na pista de dança. Steven engoliu em seco ao fitar com vontade a saia curta dela, por mais que não aparecesse nada, estava causando um festival de pensamentos sujos com a menina.

― Posso pagar uma bebida para você? – indaga, olhando absorto em desejo, para ela que parava de rebolar a sua frente.

― Claro, – parou de dançar, sentido com que o suor descesse em seu corpo. ― traga uma coca cola para mim, por favor?

Estranhou o pedido, mas não iria remediar.

 

You know I never

(eu nunca)

I never ever stay out late

(eu nunca fiquei fora até tarde)

You know that I can hardly wait

(você sabe que eu mal posso esperar)

Just to see you

(só para te ver)

And I know you cannot waits

(e eu sei que você não pode esperar)

Wait to see me too

(esperar para me ver também)

I gotta touch you

(eu tenho que te tocar)

 

I gotta touch you – e aquela frase dizia exatamente o que ele queria fazer, era tão estranha aquela atração repentinamente, mas Adler estava pouco se fodendo para isso. Ele queria tocá-la e claro, queria muito mais do que isso.

Estava quase prestes a arrancar os cabelos, quando viu Duff se aproximando dele no balcão.

― O que deu em você para dar em cima dela? – questiona ainda sem compreender.

― Você viu o como ela é gostosa, – comentou se lembrando dos detalhes da garota. ― meu namoro está indo cada vez de mal a pior...

― Isso não é motivo para você agir feito um galinha, – reclama, Duff sabia que para esse tipo de coisa o amigo era tão imaturo. ― você parece um obcecado por sexo do modo em como observa essa forasteira.

 

Cause baby we'll be

(porque, baby, nós estaremos)

At the drive-in

(no drive-in)

In the old man's Ford

(no ford do meu velho)

behind the bushes

(atrás dos arbustos)

till I'm screamin' for more

(até que eu esteja gritando por mais)

Down the basement

(no porão)

lock the cellar door

(tranque a porta do porão)

And baby

(e, baby)

Talk dirty to me

(fale sacanagem para mim)

 

― Por que você não vai atrás de uma para comer, assim parando de torrar a minha paciência? – questiona bravo, esperando o garçom vir. ― Uma dose de whisky e uma coca cola.

― Coca cola? – indaga.

― Ela me pediu. – sorriu. ― O que é cara? Eu ofereci a ela uma bebida, e ela quis coca cola.

― Sério que você fará isso? – a pergunta fazia com que o loiro compreendesse o que de fato Duff queria se referir. ― Você não tem ouvidos, mesmo... Sabe que você ainda pagará caro por cada erro que você cometeu no seu namoro...

― Não estamos aqui para discutirmos o que eu devo fazer com a porra do meu relacionamento, – olho a moça que agora parecia estar com o intuito de provocá-lo, descendo e subindo com o corpo num modo sensual. ― é só hoje, ela não precisa saber da minha namorada e muito menos Érica saber sobre a forasteira.

― Depois não diga que eu não te avisei. – saiu, pegando o seu pedido, deixando o amigo sozinho no balcão.

 

You know I call you

(você sabe que eu te chamo)

I call you on the telephone

(eu te chamo no telefone)

I'm only hoping that you're home

(eu estou apenas esperando que você esteja em casa)

So I can hear you

(apenas para eu te ouvir)

When you say those words to me

(quando você diz aquelas palavras pra mim)

And whisper so softly

(e sussurra tão suavemente)

I gotta hear you

(eu tenho que te ouvir)

Talk Dirty To Me – Poison – Look What the Cat Dragged In (1986)
 

Agradeceu por seus pedidos terem sido atendidos com pressa, pegou o copo de whisky e a latinha de coca cola com o canudo, indo em direção a menina que parecia estar bem inerte aquela dimensão.

Ele sabia que era errado, mas sabia que se arrependeria amargamente se não o fizesse.

Steven odiava quando o julgavam por suas escolhas quase na maioria das vezes desastrosas. Mas naquele momento, ele desejava uma única coisa.

A sua paixão à primeira vista, Pamela Wright.


Notas Finais


Essa fanfic terá uma playlist com todas as músicas que nomearão todos os capítulos, próximo capítulo eu estarei disponibilizando e conforme a cada capítulo eu vou adicionando as músicas <333
Perdoem os erros, ele mesmo foi feito ontem de madrugada. (se tiver fora de formatação algo no texto, eu estou editando pelo celular :(((( )

MINHAS FICS CONCLUÍDAS:
(gnr) https://www.spiritfanfiction.com/historia/sweet-child-o-mine-13497074
(steven) https://www.spiritfanfiction.com/historia/i-was-made-for-loving-you-13361752
(izzy) https://www.spiritfanfiction.com/historia/beast-of-burden-13039329


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