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História I want you to stay - Capítulo 2


Escrita por: noodledz

Notas do Autor


Peço desculpas por qualquer erro gramatical ou ortográfico que encontrarem.

Capítulo 2 - It takes me all the way


 

A vida de herói lhe exigia, por vezes, interação humana. Deplorável! É muito mais fácil lidar com crianças do que um bando de arruaceiros bêbados na noite de ano novo. Tenso e agitado era como se sentia. Não estava acostumado a trabalhar disfarçado, tampouco a aguardar ordens já que era costume fazer tudo sozinho sem precisar envolver terceiros ao perigo. Busca e apreensão em uma boate noturna que funcionava como fachada ao tráfico de drogas e de mulheres.

– Uísque duplo, por favor. – Sentou-se na banqueta do bar. De vez em quando se rendia ao álcool, mas não estava no clima naquela noite. Mesmo assim, já que seu papel se limitava a observar e aguardar as ordens para agir, ao menos poderia entrar no personagem. E também lhe era favorável ficar longe da multidão.

– Um pink lemonade, por favor. – A voz feminina não lhe pareceu estranha. Já não ouvira aquele feitiço antes?

– Não servimos bebidas sem álcool. – Respondeu o bartender.

– Então pode ser uma água com gás, por favor.

Curiosidade, instinto ou qualquer que fosse o que o levou a parar de remexer o gelo no copo e olhar para o lado, agradeceu imensamente, pois sua visão se encantara em surpresa. A ruiva esmeralda, a princesa dos seus sonhos estava ali, tão linda quanto uma noiva em um vestido branco pouco decotado, mas exibindo orgulhosamente suas tatuagens. Tinha 17 outra vez? Ou aquilo era só um sonho? Desde quando o pro-hero Eraser Head perdia a cabeça por uma mulher qualquer? Afinal, a jovem não era nada demais, havia muitas outras mulheres no recinto muito mais bonitas do que ela. Mentira!

– Você... – O moreno sussurrou. E ela não teria ouvido se a música não parasse por um breve instante.

– Olá! – Que sorriso! Iluminou o local de um azul celeste como se fosse um dia sem sol, preenchendo-o com uma satisfação harmoniosa.

Mas toda a luz tem sua escuridão. E como toda boa animação, sempre há um vilão e um mocinho disposto a salvar sua mocinha. A verdade é que deixou se distrair demais e mal percebeu que ela bebia a água com muita sede. Ela não percebeu, obviamente, que o bartender havia colocado algo na garrafa que lhe foi entregue aberta. Tão inocente. Não poderia culpá-la, é claro, limitou-se a puxá-la à um local reservado. Procurava uma desculpa em si mesmo a fim de não deixar a culpa dominá-lo.

– Sr. Herói. – Ouviu seu chamado e atendeu prontamente. – Não parece ser do tipo que frequenta esses lugares. – Ela sorriu novamente, completamente alheia ao perigo.

– Não frequento. – Respondeu de forma simplória enquanto se aproximava. – E você?

– Também não. – A jovem deu de ombros.

– Você bebeu muito daquela água? – Aproximou-se um pouco mais, olhando fundo nos olhos dela checando suas pupilas.

– N-não... – Ela afastou o rosto sutilmente. Não faça isso, imploro. Deixe que a sinta só por um momento, a mente se tornara tormento absoluto desde a sua chegada. – Por quê?

– Eles fazem drinks sem álcool, mas aparentemente não para qualquer um. – Percebeu que ela começou a tremer. Havia a assustado? Bem, é provável que não fosse fatal, mas obviamente ela entrara em estado de choque. E pelo que ele reconhece, sua aparência não era lá das mais acolhedoras em momentos sensíveis como esse.

– Vai acontecer alguma coisa comigo? – Ela cantou a pergunta.

O destino pode ser uma praga às vezes, mas os amantes sempre o desafiam. É o que torna a aventura da vida muito mais interessante. Por outro lado, antes da tempestade sempre há um resquício de aviso, por uma força do universo e toda sua complexidade. Mas era como se a luz no fim do túnel não fosse o suficiente para se fazer entender. Enquanto o herói pensava e ainda atento às ordens que deveria receber, alguém entrara no banheiro em que estavam. Por impulso, a fim de não estragar o seu disfarce, ele pressionou o pequeno corpo a sua frente na parede e a beijou com certa brutalidade. A ansiedade sobrepondo qualquer outra necessidade além daquele beijo. A jovem não tentou se afastar em nenhum momento, apenas deixou-se levar pelos lábios ágeis dele enquanto passeava com suas mãos pelos cabelos, costas; ousou até mesmo chegar no bumbum e apertar levemente. Sorriu, aquilo estava realmente acontecendo? A sua princesa ruiva esmeralda finalmente se rendera aos encantos do antagonista? Que tipos de encantos possuía exatamente? Na verdade, esquecera ser uma mera marionete naquelas pequenas mãos, nem sempre o feitiço volta contra o feiticeiro.

Não se sabe ao certo quanto tempo se passou, nenhum dos dois se importou caso o intruso ainda estivesse presente. Mas antes que o local pudesse pegar fogo pelas faíscas dançantes nos lábios dos amantes, o moreno maldisse o nome de todos os deuses em pensamento quando ouviu a ordem de prisão e precisou se retirar o mais rápido possível, deixando sua donzela com uma expressão incrédula. Não sem antes ordenar que ela o aguardasse. Não, suplicou para que ela não fosse embora. Um sussurro no pé do ouvido que arrepiou todo o corpo pequeno e esbelto da jovem: espere por mim. Mas nem tudo está bem quando acaba bem, Shakespeare estava errado. Demorou demais no processo de captura dos vilões e quando retornou em busca da princesa, antes da meia-noite, sua ruiva esmeralda havia partido.

 

••⊱❄⊰••

 

Não foi difícil encontrar em sua pesquisa aquilo que almejava. O endereço por sorte não ficava tão longe do seu. Mas o nome o intrigava, queria que ela o tivesse dado, teria tanto poder sobre ela quanto ela tinha agora sobre ele. Mas ela o forneceu na entrada da boate, à um qualquer que estivesse a recepcionando. Quando a situação mais grave fora corrigida, um interrogatório era necessário para verificar a veracidade e o álibi dos presentes no local, portanto, sua curiosidade falou mais alto e ficou mais do que feliz em poder ajudar a polícia nesse caso. Foi então que pensou talvez estar errado sobre ela. E se ao invés da mocinha ela fosse a bruxa má?

– Nayowa Izumi. – Proferiu seu nome. Aquele que não lhe foi dado, havia tomado a força. – Preciso fazer umas perguntas.

“Como queira, Sr. Herói. É um prazer recebê-lo, por favor sente-se. Gostaria de beber algo, Sr. Herói? Talvez um chá nessa noite tão fria.” Sua cabeça latejava, levemente dolorida ao ser bombardeado com as perguntas cantadas de sua fada iluminada. Era ainda mais bonita sob roupas largas e confortáveis, adoraria tirá-las e lhe morder aquela pele alva. No entanto, se ela realmente fosse o verdadeiro vilão toda a sua fantasia estaria indo por água abaixo. Não deixando de se sentir frustrado, iniciou o questionário: “O que estava fazendo lá? Estava acompanhada? Sua amiga pode confirmar onde trabalham? Por que não me esperou?”

– Oh, eu esperei por você. Mas eu não poderia esperar para sempre. – Ela sorria, na boca carnuda se formou um bico gracioso e sutil. – O que é uma pena por que você beija muito bem, e eu adoraria outra rodada.

Se não fosse um herói, Izumi teria se assustado quando sentiu-se ser agarrada subitamente. As mãos grossas passeavam por seu corpo, estudando cada parte enquanto seus lábios eram tomados com desejo e luxúria. E ela deixou-se deliciar por aquele beijo quente e tão sedutor, necessário. Deixou-se embriagar por todo o rastro de saliva escorrendo em seu queixo e pela sensação de como ele a tocava, apertava, pressionava seu corpo contra o seu. Guiou-o até o quarto, jogou-se na cama rindo. Uma risada de prata líquida, extasiante. Contagiou-o a rir também, enquanto sua voz grossa era um contraste perfeito, uma sonata agridoce. Fazia frio noite adentro, mas o calor aumentava dentro do pequeno apartamento.

– Quero te ouvir gemer meu nome. – Clamou humildemente, um mero escravo àquela quem o cativava.

Izumi passou a língua entre os lábios exibindo um sorriso, a princípio desdenhoso, mas ao mesmo tempo piedoso. E então, a imagem que se postava sobre seu olhar finalmente era aquilo que desejava desde que a conhecera. A ruiva esmeralda implorava por seu contato, arranhando as unhas cortantes nos músculos de seus braços, arfando e retesando todo o corpo como uma corda a queimar. A voz rósea preenchia seus ouvidos com gemidos doces, baixos, altos, um grito de tesão ao sentir-se possuída de forma lenta e precisa, com força, a cada estocada fazendo seu interior queimar. Aizawa se move vagarosamente no contraponto delirante do quadril dela clamando por rapidez e mais força. Então é essa a sensação de estar no controle? Um sorriso sádico brotou em seus lábios, entusiasmou-se com a ideia do desafio. Para ele, sexo é um ato que requer tempo. E para gastar com ela, ele tinha de sobra. E a sentia mais quente. Sua pele sensível, como se uma chama ardesse cada vez mais intensa.

– Aizawa...

Sentiu um calafrio subir a espinha ao ouvi-la cantar seu nome, entoando-o em notas claras e firmes enquanto não tirava os olhos dos seus, gravando aquele momento na memória para sempre. Fogo puro, o ponto mais quente da chama. Izumi se contorceu sob seu corpo. Flexível, lenta e em suspiros. Com febre, suas costas se arqueiam, suas pernas o prendem com força. As mãos quentes já suadas, agarram-no pelos ombros, pelos braços, puxam-no pela cintura, com rapidez e súplica. As mãos da ruiva envolvem sua nuca, roçam seu rosto, enroscam-se em seu cabelo... Deslizam pela extensão macia e firme de suas costas largas cravando suas unhas, fazendo-o gemer mais alto, arfando e sorrindo. O coração disparado, conseguia ouvir a melodia dela cada vez mais alta, e mais alta. Grita seu nome de prazer:

– Izumi... – Contorce-se sobre seu corpo faminto.

Então tudo para. A visão levemente turva e a falta de ar o consome. Ele joga a cabeça para trás, trêmulo e vibrante. Tudo se agita em espasmos dolorosos. Deixa seu corpo cair sobre o dela, sentindo o hálito quente em seu ombro. Sorriu, sua fada lhe tomara o controle novamente.

E por mais que não fosse sua verdadeira vontade, saiu bem cedo na manhã seguinte, antes que ela acordasse. Seria um problema se ela o convidasse para o café, estava com pressa, precisava reportar seu relatório à polícia antes de voltar para casa. O dever o chama. Mentira! Estava com medo. Receio de ouvir seu nome ser pronunciado pelos lábios mágicos dela e tirá-lo da realidade novamente. Acovardou-se? Talvez. De fato, o encanto amedrontava, mas isso não queria dizer que não estava disposto a se aventurar novamente. Mas aquele não era o momento. A bem da verdade, é que sentiu como se ela mesma o expulsasse.

 

••⊱❄⊰••

 

Acordou sentindo cheiro de café e com um lado da cama vazio. Lamentou, gostaria de acordar com a voz harmoniosa dela preenchendo os ouvidos. Não estava nem um pouco afim de levantar da cama. Reclamando, espreguiçou-se como um gato. Ainda era cedo demais, mas desistiu de lutar contra os raios solares intrusos no quarto, tão desagradáveis. Talvez a água gelada ajudasse a livrar os pensamentos frívolos que ocupava a mente após aquele sonho incômodo. Imaginou-a invadir seu banho, com movimentos tão graciosos a emaranhar as mãos por seus cabelos desgrenhados, ficando na ponta dos pés ao puxá-lo para um beijo quente, tão quente que a água gelada tornara-se agulhas sobre as costas. Deixou que aquela imagem o possuísse por um momento, tamanho seu desejo por finalmente se render aos encantos dela. Mas não, ela não estava ali. E aquele talvez não fosse o melhor momento para se deixar embriagar com as próprias ilusões.

O famigerado herói número um era o aniversariante do dia. Um convite lhe foi entregue semanas antes, tão simplório. Entregue não por Endeavor e sim, pela sua secretária gostosa, então faria questão de ir mesmo que odiasse festas e o fato de ser obrigado a socializar em ocasiões como essa. O que mais lhe incomodava, no entanto, era o fato de não poder tocá-la em público. Muito chato. Uma regra ridícula. Não que fosse um homem extremamente romântico e meloso, longe disso. Apenas lhe era irritante não poder seguir seus instintos, como quando, muitas vezes, suas intenções envolviam situações tão triviais como "andar de mãos dadas". Mas era assim que tinha que ser. Eram ambos descompromissados. Quem ditava essas regras afinal? O aborrecimento maior era saber que ela poderia estar saindo com outra pessoa e poderia levar um acompanhante à festa. Novamente, estranhou sua confusão quando aquilo o atormentou mais do que deveria.

Desde quando tudo isso começou, aquele tipo de pensamento nunca o perturbara tanto quanto agora. Talvez seus sonhos recentes estivessem pregando uma peça em sua mente. Isso o deixava cada vez mais nervoso, como um homem tão ponderado não consegue controlar simples inquietações? Obviamente a ideia de levar alguém à festa consigo sequer passou pela sua cabeça, afinal, quem seria tão imbecil quanto Izumi para ficar com ele? E por que tinha de ser ela desde o começo?

– Hello, Shouta-kun! – Fora despertado de seus devaneios por seu amigo escandaloso. – Vem sempre aqui?

– Pensei que não viesse, Mic. – Respondeu, ignorando a provocação do loiro.

– E perder a oportunidade de te acompanhar em uma party?! Never! – Aizawa revirou os olhos. – É um milagre que tenha vindo. Miracle!

– Eu não viria...

– Se não fosse por ela? – Yamada riu. Ora, é claro que sabia sobre seu ‘relacionamento’ ou seja lá o que era aquilo, com Izumi. Hizashi era um pé no saco, mas era seu melhor amigo.

Bufou a contragosto. Odiava quando podia-se ver através de seu âmago. Sendo um homem tão reservado, sempre lhe era uma surpresa quando seu estado deplorável demonstrava muito mais do que permitisse. Inquieto, irritado. Um mundo totalmente diferente ao seu redor e ninguém para ampará-lo, um mundo que não era seu e tão imundo em sua opinião. Falso, logo depois do incidente de maior escárnio para aquele herói flamejante que agora não passava de um pária.

– Seu olhar te denuncia. – Ouviu no tom rosa, um pouco mais escuro, um toque de censura. Limitou-se a dar de ombros, tentando ignorar que ela agora o intimidava por ter lido seus pensamentos, julgando seu chefe.

– Está linda. – Ah, estava mesmo. Um vestido verde como seus olhos acentuava suas curvas, exibindo orgulhosamente sua tatuagem favorita pelo decote nas costas. Os cabelos em um coque mal feito com algumas mechas escorridas feito lava. Era hilário como até mesmo de salto ela ficava baixinha.

– Obrigada. – Sua ruiva esmeralda lhe sorriu, tão galante e gentil.

– Você demorou. – Desviou o olhar. Aquele não era o momento para deixar-se levar por seus encantos.

– Bem, eu acabei passando muito tempo escolhendo uma lingerie decente para usar com esse vestido. – Ela o encarou, as sobrancelhas arqueadas como se o desafiasse a resisti-la.

– Estou curioso. – Aizawa sorriu. Fatalmente, já havia desistido. – Qual você escolheu? – Izumi chegou perto o suficiente para roçar os lábios ao lóbulo de sua orelha antes de responder:

– Nenhuma.

E se retirou, tão rápido quanto possível. Deixou-o absorvendo a ideia, sofrendo para não deixar sua excitação se mostrar. Aquilo não era nenhuma novidade, ela gostava de provocá-lo na maioria das vezes, principalmente se estavam em público. Sorriu, mesmo que sua vontade fosse agarrá-la e fodê-la com força no meio da pista de dança sem se importar minimamente com o pudor. Conteve-se é claro, deixaria os escândalos para a família Todoroki. A música alta ecoava a cada batida importuna, silenciando qualquer pensamento que pudesse perturbá-lo agora. Sentado no balcão em frente ao bar, sem muito ânimo para beber (mesmo sentindo-se estranhamente aliviado), apenas encarando um copo de água gelada. Movido por uma estranha sensação nostálgica, pensou ter ouvido uma voz conhecida chamá-lo, ordenando que lhe desse atenção.

– Você nunca se diverte? – Izumi perguntou. Seu sorriso antes de um azul celeste primaveril, alardeava um tom escuro e atroz. Arrepiante, para dizer no mínimo. Adoraria afogar-se naquele mar noturno, formidável de tão assombroso.

– Eu não me importo com essas coisas. – Deu de ombros.

– Com o que você se importa então? – Questionou, instigada. Sua fada despertava em si seus instintos mais perversos. Ele se aproximou lentamente, permitindo-se embriagar daquele perfume que tanto conhecia.

– Em foder você. – Sussurrou, baixinho. – Aqui. Agora. – A jovem surpreendeu-se. Era raro ele deixar se descontrolar em momentos assim. Mas estaria louca se negasse.

– Pensei que não gostasse de "rapidinhas". – Disse, o olhar semicerrado. Sua libido clamando para ser alimentada.

– Estou abrindo uma exceção. – O moreno sorriu de forma lasciva.

– Cinco minutos. Segundo andar, última porta à esquerda. – Ela se apressou, deixando-o animado. Por dentro e por fora.

Observou o quarto mal iluminado e pouco cuidado sem interesse. Era mais do que suficiente para deixar-se manipular pela jovem novamente. Já que estavam na mansão do atual herói número um, não deveriam demorar a ponto de sentirem sua falta. A iniciativa veio dela, estava tão excitada quanto ele, suplicando carinhosamente por um beijo. As mãos de seu fantoche enlaçaram sua cintura curva apertando com força, fazendo-a estremecer, deslizando por toda a extensão de seu corpo. Os dedos hábeis, tão suaves, levantam-na a apoiando na cômoda. Subiu um caminho por entre as coxas roliças e sorriu ao constatar que ela dizia a verdade: estava mesmo nua por debaixo daquele vestido. Que devassa! Abriu suas pernas de forma bruta e respirou profundamente sentindo o cheiro conhecido de sua intimidade. Um cheiro feminino, completamente extasiante. Abocanhou com pressa, com vontade. Precisava saciar sua sede. A fez arfar e gemer baixinho ao dar atenção ao seu ponto mais sensível.

– Aizawa... – Conhecia aquela canção, já a ouvira antes com tamanho clamor. Com luxúria, deliciou-se com muito gosto. Sorveu de toda a doçura que ela lhe propunha, ali tão obediente, o anseio ao servi-lo.

– Doce. – Lambeu os lábios. – Alguma coisa em você tinha que ser.

Ao menos naquele momento permitiu-se ser selvagem. Perdia todo o controle ao ouvi-la arfar ao ser penetrada de quatro, os dedos grossos apertando levemente os cabelos, desmanchando o penteado. Sentiu a lava queimar as mãos. Izumi agora rebolava no seu pau, gemendo manhosa, buscando um contato mais rápido. Não permitiu, era ele quem estava no comando. Gemeu rouco ao sentir suas paredes internas acomodá-lo com tanto almejo. Sentia o gozo dela pingar e escorrer por entre as pernas. Meteu com força, e mais forte, golpeando-a cada vez mais rápido. E então uma corrente elétrica subiu a espinha, alertando-o a sair de dentro daquele conforto, desmanchando-se na bunda levemente avermelhada pelas fortes estocadas. Arfou próximo ao ouvido, colando sua bochecha à dela. Suado, trêmulo. Inerte sobre o corpo abaixo, tentando se recuperar do feitiço que acabara de quebrar.

 


Notas Finais


Eu fico toda boiola quando escrevo putaria kkkk


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