História I Want Your Love - Capítulo 8


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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Gloria Mendoza, Nicky Nichols, Personagens Originais, Piper Chapman
Tags Alex, Drama, Netflix, Orange Is The New Black, Piper, Vauseman
Visualizações 113
Palavras 2.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, foi mal pela demora. Tive que refazer todo o capítulo porque meu notebook deu a louca.
Kkkkk Rindo de nervoso.

Mas no final, deu tudo certo. E aqui está um capítulo saindo do forno para vocês.
Tenham uma ótima leitura e uma boa noite. <3

Capítulo 8 - It's June 7th. (Parte II)


Fanfic / Fanfiction I Want Your Love - Capítulo 8 - It's June 7th. (Parte II)

Ao retornarmos para o jardim, fui chamada por minha mãe para um canto discreto. Alex então vai se juntar à Nicky, Polly, Lorna, Pete e papai, estes que estavam acomodados em uma mesa.

- "Você estava aonde, Elizabeth?" - Ela pergunta chamando-me por meu segundo nome. 

Eu já fiquei nervosa, pois minha mãe só me chamava de "Elizabeth" quando estava chateada ou desconfiada por alguma coisa.

 

- "Estava mostrando a casa para Alex, mamãe." - Disse de forma natural.

- "Isso inclui o seu quarto?" - Após essa pergunta eu gelei por completo. - "Eu vi você entrando para o quarto com ela. O que vocês estavam fazendo lá dentro hein Piper?" 
 

Se minha mãe pudesse ouvir as batidas do meu coração, ela provavelmente acharia que o mesmo iria sair por minha boca, assim como eu pensei que fosse acontecer ali naquele momento. 
 

- "Sim, nós fomos até lá." - Para ganhar mais tempo em pensar no que responder, dou uma tossida fingindo limpar a garganta. - "Ela teve um pequeno acidente com o absorvente e a levei até o quarto para ela usar meu banheiro e se trocar. Daí quando ela saiu, ficamos conversando sobre minhas fotografias que estavam ao lado do abajur." 

- "Piper, Piper..." - Ela fala completamente desconfiada.

- "Mamãe, o que foi? O que você está pensando hein? Que coisa!" - Eu falo visivelmente alterada. 

- "Não sei. Mas eu achei essa mulher estranha." - Diz mamãe.

- "Eu não vejo nada de 'estranho' em Alex. E eu acho bom você parar de falar essas coisas, pois já estou me chateando." 

- "Tudo bem, querida. Perdoe-me. Hoje é o seu dia, não quero estragá-lo. Perdão!" - Ela fala.

- "Ok, mamãe. Agora vamos logo comer, já estou morta da fome." – Saio do canto e mamãe vem logo atrás de mim.
 

Um buffet contratado ficou encarregado de servir as mesas. Eu sentei em uma perto da que Alex estava. Nicky e papai logo vieram sentar na mesma mesa em que eu estava, junto de nossa família. 

Lorna conversava animadamente com Polly e Pete. Alex vez ou outra participava do papo. A maior parte do tempo, ficávamos trocando olhares cúmplices. 
 

Ao final da noite, trouxeram um lindo bolo que foi cortado após cantarem os parabéns.
 

Pete e Polly já estavam se despedindo, pois Finn encontrava-se dormindo em um profundo sono. 

 

Em seguida, fora a vez de Lorna e Alex se despedirem. 

Mas antes de sair da área do jardim, Alex educadamente foi se despedir dos meus pais. Meu pai a convidou para jogar golfe no próximo fim de semana. Ele ficou sabendo pela própria Alex que este (depois do boxe) era o seu esporte preferido, e por coincidência meu pai também adorava golfe. Alex aceitou na hora.

 

Nos afastamos de meus pais e lhe levei até a porta. Lorna estava vindo logo atrás acompanhada de Nicky.

- "Nos vemos, Chapman." - Alex disse enquanto beijava o meu rosto. 

- “Está bem, Vause.” – Para finalizar, dou-lhe um abraço.

- “É...”

- “É o que?” – Pergunto sorrindo.

- “Você quer jantar comigo amanhã?” – Alex me pergunta.

- “Oh, claro. Quero sim.” – Respondo prontamente.

- “Ok. Então que horas eu te pego?”  - Alex pergunta com um sorriso sacana.

- “A hora que você quiser.” – Vou na sua onda. Ela soergue uma sobrancelha e segura meu queixo enquanto me encara profundamente.

 

Maritza nos observava ao fundo com uma cara de poucos amigos. 

 

- “Bom saber.” – Vause completa e por fim molha os lábios com a ponta da língua.

- “Ei, não-lésbicas.” – Nicky interrompe nosso momento. – “Alex, você vai deixar minha garota em casa, não vai?”

- “Sua garota?” – Eu pergunto.

- “Sim. Minha garota. Acabei de pedi-la em namoro e ela aceitou.” – Disse uma sorridente Nicky.

- “É verdade, Lorna?” – Pergunto à italiana.

- “É sim, Piper. Agora somos da mesma família.” – Lorna diz.

- “Pois garota, você é corajosa viu?!” – Brinco e Nicky dá um tapa no meu braço. – “Oh Nicole, tá maluca cacete?”

- “Isso é pra você aprender à não falar mal da sua prima preferida.” – Nicky diz.

- “Vocês são duas bobas.” – Disse Lorna à mim e Nicky. Ela continua a falar. – “Ah Piper, eu não sabia que o seu irmão namorava a irmã de Maritza.”

- “Sério?” – Lorna afirma positivamente com a cabeça. – “Pois é garota. Você já a conhecia?”

- “Ela eu conhecia apenas de vista. Agora Maritza eu conheço, nós estudávamos juntas na universidade.”

- Uau! Dessa eu não sabia.” – Digo realmente surpresa.

- “Pois é. Alguns semestres depois ela saiu e foi cursar Jornalismo em outra universidade. Ah, e tem mais, ela me perguntou se você e Alex estavam juntas.”

 

Eu encaro o rosto de Lorna boquiaberta.

 

- “Ela o quê? Que horas foi isso?” – Pergunto.

- “Ah, foi assim que eu e Nicky saímos da cozinha. Ela estava sozinha na sala e logo em seguida sua mãe chegou perguntando se nós havíamos encontrado você em algum lugar, aí eu e Nicky falamos que não. Logo em seguida Nicole volta até a cozinha e Maritza fala para dona Carol que viu você e Alex entrando no seu quarto.” – Lorna conta tim tim por tim tim.

- “Então foi essa puta quem contou para minha mãe.” – Falo bufando da raiva.

- “Espera aí, então sua mãe nos viu Piper?” – Pergunta-me Alex.

- “É. Basicamente foi isso.”

- “Como assim? Me explica isso direito. O que ela falou?” – Alex pergunta aflita.

- “Não foi nada demais. Depois eu te explico.” – Falo pra ela. – “Agora Lorna, continua essa história aí.” – Peço e ela continua.

- “Então, assim que sua mãe subiu, Maritza veio até mim e perguntou: ‘E aí, será que tá rolando algo entre elas?’ e eu neguei, claro. Disse que vocês eram apenas amigas e tal... Mas mesmo assim ela ficou com uma pulga atrás da orelha.” – Me subiu uma raiva descomunal. Tinha vontade de arrastar Maritza pelos cabelos. – “Ela é gananciosa, Piper. Maritza sempre foi assim. Quando ela quer algo, ela não desiste fácil. E se ela estiver afim de você, pode contar que ela não vai te deixar em paz tão cedo.”

- “Iiih, Alex... Então não abre o olho!” – Nicky fala tirando sarro da cara de Vause.

- “Abrir meu olho para quê mesmo? Piper é uma mulher livre, Nicole.” – Eu posso notar um visível tom de irritação na voz de Alex. – “Vamos embora, Lorna.” – Alex diz e me dá um abraço como despedida. Para Nicky ela mostra o dedo do meio.

- “Também te desejo uma ótima noite, Vause.” – Fala Nicole.

Após a partida de Alex e Lorna, decido ir para o meu quarto. Foda-se se ainda tivesse convidados no jardim, eu só queria tomar um banho e me deitar.

 

 

Passo alguns minutos dentro da banheira e logo me pego pensando em Alex Crush Vause. Pensando mais exatamente no nosso beijo e em como ele foi bom. Posso até dizer que foi melhor que o primeiro. Fecho os meus olhos e começo a imaginar o que teria acontecido se Alex não tivesse interrompido nosso beijo.

Ainda de olhos fechados, e com a mente imaginando mil e uma coisa, começo a sentir meu sexo latejar.

 

Ouço batidas na porta do quarto.

 

- “Droga.” – Pego uma toalha e me enrolo. – “Já vai.”

Ao sair do banheiro e abrir a porta do quarto, dou de cara com Maritza.

 

- “Ah, você.” – Falo fazendo pouco caso.

 

Ela me olha dos pés à cabeça.

 

- “Nossa, é tão ruim assim me ver?” – A cínica pergunta entre risos.

- “Qual é a sua, hein Maritza? Por que você disse para minha mãe que me viu entrando no quarto com Alex? Por acaso você está me seguindo agora?!”

 

Ela fica sem saber aonde meter a cara. Eu continuo.

 

- “E por que você anda perguntando para as pessoas se eu estou ou não com a Vause? O que você quer? Não se meta na minha vida.” – Falo sem desviar de seus olhos. Ela logo percebe a minha raiva e tenta se explicar.

- “Chapman, eu só falei porque sua mãe estava procurando você.” – Diz ela.

- “Mentira! Você o fez para tentar me prejudicar e prejudicar à Alex.”

- “Não! Eu juro que não foi essa a minha intenção!” – Fala Maritza já nervosa.

- “Não mente pra mim!” – Praticamente berrei em cima dela.

 

Noto que ela estava meio alcoolizada. Maritza então se põe à chorar.

 

- “Perdoe-me Piper, por favor me perdoe. Eu só não entendo o que você viu nessa caminhoneira e não viu em mim.” – Ela diz entre lágrimas.

- “O quê? Do que você tá falando? Eu e Alex não temos nada! Somos apenas amigas.”

- “Não tem agora, mas depois terão. Eu vi o jeito que vocês se encaravam o tempo inteiro lá embaixo.” – Ela completa.

- “Olha, eu não vou ligar para o que você tá falando. Você está completamente bêbada e acho melhor você sair daqui.” – Digo.

- “Piper, será que você ainda não percebeu?” – Ela fala de forma alterada.

- “Perceber o que Maritza?” – Me faço de desentendida. Já sabia o que viria pela frente.

- “Eu sou apaixonada por você!” – Ela grita.

- “Cala a boca, espero que ninguém escute as lorotas que você está falando! Olha só o teu estado cara, você está bêbada, e por isso vai sair agora mesmo do meu quarto.” – Pego-a pelo braço e levo quarto à fora.

 

Fico sem acreditar que Maritza se prestou àquela cena toda. Vou até o closet e escolho uma camisola de renda na cor vermelha. Visto a mesma e na sequência vou deitar.

 

 

 

- “Alex...” – Chamo por seu nome.

 

Estou deitada completamente nua, e Alex está de joelhos na cama, de frente para mim. Ela começa a beijar meus lábios de forma extremamente erótica e excitante. A cada sugada que ela dá em minha língua, solto um gemido. Vause então vai descendo os lábios até chegar no vão dos meus seios, onde ela passa o nariz me causando arrepios. Na sequência ela começa a lamber e beijar.

Alex então se dedica a chupar um dos meus mamilos que já estavam à sua espera. Enquanto chupava um, ela se dedicava ao outro, ora massageava, ora dava leves beliscões. Meu corpo estava em chamas, e a causadora de tudo isso tinha nome, sobrenome e por sinal, era uma morena extremamente sexy.

- “Me fode logo, sua traiçoeira.” – Falo entre um gemido e outro.

- “Vira de lado.” – Disse Vause.

 

Num pulo só lá estava eu lhe obedecendo. Alex então se posiciona atrás de mim, e ergue minha perna direita afim de ter um melhor contato com a minha vagina.

Ela começa estimular meu clitóris com movimentos leves, e em seguida vai aumentando. Eu gemia descontroladamente.

- “Eu quero sentir você dentro de mim.” – Mal terminei de falar, e já senti Alex penetrar dois dedos dentro do meu sexo apertadinho. – “Ahh, isso... Não pare!”

Ela me estocava com vontade e muito desejo. Eu sentia sua respiração pesada bater em meu pescoço. Nossos corpos exalavam luxúria total.

 

Enquanto me penetrava com seus dedos da mão direita, Alex deslizou a mão esquerda por baixo de mim até que chegasse em meu clitóris para que além de me masturbar, ela também pudesse massageá-lo.

 

Senti que estava prestes a gozar, e comecei a rebolar freneticamente em seus dedos. Fechava as pernas afim de fazer com que o atrito fosse o maior possível. Alex aumentou a velocidade das estocadas e introduziu mais um dedo. Foi o que bastou para que eu tivesse um orgasmo maravilhoso que molhou toda a sua mão.

Vause então sai de trás de mim, e fica na minha frente. Ela lambeu os dedos de forma fodidamente sexy.

 

Não satisfeita, ela abre as minhas pernas e se coloca entre elas. Começa beijando a minha coxa, depois passa para a virilha e, finalmente chega ao meu sexo encharcado por meu prazer.

Sinto sua língua quente e ágil penetrando e lambendo toda a minha extensão. De repente ela começa a dar leves mordidas em meu clitóris que já encontra-se enrijecido novamente. Sinto que meu corpo vai explodir, tamanho era o prazer que estava sentindo. Ela passou a me chupar com maestria, e acabei gozando mais uma vez, só que agora foi na sua boca. Alex então bebe cada gota do meu prazer derramado ali.

- “O seu mel é o melhor de todos, Pipes.” – Ela diz  passando a pontinha da língua em seus lábios.

 

 

- “Alex, continua...” – Eu falo enquanto desperto me masturbando por conta do meu sonho erótico com... “Vause”? – Fico tremendamente assustada.

“Então tudo não passou de um sonho?” – Pergunto a mim mesma.

Balanço a cabeça negativamente e levanto para ir até o banheiro. Tomo um banho quente e depois retorno para cama.

Desta vez consigo dormir sem ter sonhos eróticos com Alex Sedutora Vause.

 

Bom, pelo menos por enquanto.


Notas Finais


Carol é mamãe todinha, a desconfiança em pessoa! Hahaha

Desconsiderem algum erro.

Fui.


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