História I Want Your Love - Capítulo 9


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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Gloria Mendoza, Nicky Nichols, Personagens Originais, Piper Chapman
Tags Alex, Drama, Netflix, Orange Is The New Black, Piper, Vauseman
Visualizações 284
Palavras 4.333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite galerooo...

Não vou mentir, tive dificuldades para escrever esse capítulo. Eu reescrevi tantas vezes, mas ainda acho que ficou faltando coisas.
Enfim, é isto.

Boa leitura, meu povo.

Até mais.

Capítulo 9 - I Heart You


Fanfic / Fanfiction I Want Your Love - Capítulo 9 - I Heart You

| 6:20 pm, Manhattan

 

Mandei mensagem à Vause informando que já estava arrumada e na sua espera. Optei por um look básico, coloquei uma calça jeans folgada, uma blusa branca estampada com o rosto do Presley, e nos pés, um tênis branco. Peguei também uma pequena bolsa de mão branca. Estava uma típica garota dos anos 90. 
 

- "Já estou com o carro estacionado na sua porta, Pipes." - Disse Alex por mensagem. 
 

Desço as escadas e encontro meus pais na sala junto de vovó e tia Piper.
 

- "Vai sair?" - Pergunta mamãe atraindo a atenção de todos para mim.

- "É... Sim. Estou indo jantar." 

- "E vai jantar com quem?" - Ela continua. 

- "Com a Vause." - Respondo.

- "Hum. Com a Vause, ok. E posso saber para onde ela vai te levar?" 

- "Oras, para jantar, mamãe." - Era só o que me faltava, dona Carol e seu monte de perguntas. 

 

Para a minha sorte, a campainha ecoou por toda a sala. Provavelmente Alex já havia cansado de esperar e resolveu entrar. Vou até a porta e abro. 

 

E era ela mesmo. Dessa vez mais linda do que nunca. Livre dos óculos, ela trajava um conjunto rendado. A blusa de manga comprida cobria os seus braços alvos, enquanto na parte inferior uma curta saia deixava suas pernas à mostra. Nos pés um par de salto alto na cor bege. Já em seu rosto ela optou por uma maquiagem leve, porém bem marcada nos olhos, estes que estavam mais verdes do que nunca, devidamente contornados por um delineador e lápis de olho. Nos lábios, um gloss discreto.
 

- "Olá, boa noite Pipes." - Ela diz me olhando dos pés à cabeça. 

- "Oi, boa noite. Eu já estava indo." - Risos.
 

Alex entra e cumprimenta à todos na extensa sala. Mas antes dela entrar, notei que ela ficou olhando para trás, tipo como se tivesse desconfiada com algo, ou com medo de estar sendo vigiada por alguém. Achei estranho, mas decidi não tocar no assunto.
 

- "Que bom revê-la querida Alex." - Disse vovó.

- "Eu lhe digo o mesmo, vovó Celeste." - Alex disse carinhosamente.
 

Ao conhecer Vause ontem na festa, minha avó havia pedido para ela lhe chamar como quisesse, e Alex optou por chamá-la de "vovó", dona Celeste Chapman adorou.  

 

- "Vocês estão indo jantar, Alex?" - Pergunta papai.

- "Isso mesmo, Bill." - Responde Alex. - "Eu prometo que essa mocinha aqui - Vause aponta para mim - não irá demorar." - Risos.

- "Tudo bem, minha querida. Aproveitem seu jantar." - Disse meu pai.

- "Obrigada, Bill. Iremos aproveitar sim!" - Ela disse

- "Então vamos? Já está ficando tarde." - Me apressei em sair logo de casa e dos olhares desconfiados de dona Carol para conosco.


 

POV ALEX
 

| 6:00 pm, Brooklyn
 

Após organizar todo o apartamento, decidi que hoje cozinharia para mim e para Piper. Eu não era nenhuma “super cozinheira” ou algo do tipo, mas quando colocava a mão na massa, fazia o meu convidado lamber os dedos.  Como entrada principal optei por um frango grelhado com molho mostarda e champignon, para acompanhamento escolhi um Monti Garbi Ripasso, um de meus vinhos preferidos.
 

Eu queria que essa noite fosse uma das mais especiais possíveis, pois finalmente eu iria abrir meu coração para a Pipes. Não seria uma tarefa fácil, pois eu nunca fui de me declarar para ninguém, logo porque eu nunca senti por alguém o que eu sinto pela Piper. É maluco demais como certas coisas acontecem em nossa vida sem que tenhamos controle para contornar a situação e escapar dela. Nesse caso eu não queria escapar. Nesse caso eu fazia questão de me jogar de cabeça. Eu quero me arriscar, eu quero dizer tudo o que eu tenho à falar. A gente só vive uma vez não? Então que possamos ir atrás do que nos faz feliz e, a minha felicidade estava resumida em uma loira de lindos olhos azuis.
 

Com tudo pronto, vou em direção a casa dos Chapman buscar a minha loirinha.
 
 

 

| 6:20 pm, Manhattan 
 

Estacionei o carro em frente a casa de Piper. Enquanto digitava uma mensagem lhe informando que já estava à sua espera, recebo uma sua dizendo que já estava pronta. Resolvi então esperar no carro. 

Ao passar-se mais ou menos cinco minutos, um carro estaciona do outro lado da rua e para minha infelicidade, uma mulher ruiva saí do veículo. Silvye. Era ela em carne e osso. 

Só que a mesma não estava sozinha, ela estava acompanhada de um homem que parecia bem mais velho que ela. Acompanho a cena por alguns minutos. Depois decidi sair do carro quando os mesmo adentram em uma casa. 

Vou até a campainha da casa de Piper, e aperto o botão. Ao entrar, cumprimento à todos e minutos depois saio com Piper.

 

- “Você está linda, sabia?” - Piper diz.

- “Estou?” – Pergunto aérea olhando na direção do carro de Silvye. 

- "Alex, você está bem?" - Piper pergunta.

- "Hum?" – Saio do modo ‘aéreo’ e encaro seu rosto. Piper ainda me analisa. – “Eu estou bem. Por que a pergunta?”

- “Você tá sei lá... estranha.” – Ela diz.

- “Impressão sua, Pipes.” – Digo acariciando seu rosto. Piper me sorri.

- “Então ok.”
 

Dou partida no carro e seguimos para o nosso jantar.

 

- “Para onde você vai me levar?” – Pergunta Chapman.

- “Você é bem curiosa, hein mocinha?!”

- “Só um pouquinho.” – Risos. Ela diz

- “Você logo verá.” – Digo.

- “Huum... quanto suspense!”

“Não. Você que é curiosa demais.”

 
 

XxxxX

 

- “Então, aqui estamos.” – Digo.

- “Seu apartamento?” – Chapman pergunta com uma cara engraçada.

- “Decepcionei?” – Pergunto entre risos.

- “Claro que não, boba.” – Ela diz.

Seguimos então para o imóvel.

 

Antes de sair, eu havia deixado todo o espaço em meia-luz, para dar um toque de suavidade e calmaria.
 

- “Nossa, está tudo tão lindo Alex. Essa luz baixa transmite uma calmaria sem fim.” – Disse Piper.

- “Era essa a intenção.” – Risos. – “Então vamos jantar?”

- “O que você preparou?” – Piper pergunta enquanto me segue até a cozinha.

- “Frango grelhado com molho mostarda e champignon, como entrada principal.” – Disse.

- “Uau! Você é realmente uma garota prendada. Meus parabéns.” – Falou Piper.

Sorri.
 

Nos servi, e desfrutamos de nosso jantar entre risos e muitas conversas. Piper me contou de suas travessuras quando criança, e eu não imaginava que ela fora a criança tão rebelde que ela me descreveu. Ao finalizarmos nosso jantar, seguimos para a sala com nossas taças de vinho. Já era a segunda garrafa que estávamos consumindo. Notei que Piper já estava ficando “animadinha” demais. Sentamos no sofá uma ao lado da outra.
 

 - “Oooh, vai com calma.” – Disse enquanto via ela tomar a garrafa de minhas mãos e ingerir goela abaixo boa parte do vinho.

- “Você ainda tem mais?”

- “Piper, eu acho bom a gente parar aqui nessa garrafa. Eu não quero que você chegue bêbada em casa e dê motivos para os seus pais não confiarem mais em mim.”

- “Eu estou bem, Alex.” – Piper diz enquanto levanta e senta em minhas pernas. Fico estática. – “Você é ainda mais bonita de perto, sabia?” – Ela encara os meus lábios e eu posso sentir o seu hálito misturado ao álcool .

- “Obrigada, Pipes.” – Digo e a coloco de volta à sua antiga posição.

- “Agora você vai me dar essa taça e chega de vinhos por hoje.”

- “Ah nããão, Vause. Qual é!” – Ela reclama.
 

Vou até a cozinha e volto de lá com uma maçã já cortada em mãos.
 

- “Pegue. Coma essa maçã.” – Estendo o pratinho com os pedaços de maçã para Chapman.

- “Eu não quero comer maçã. Eu estou cheia.” – Ela diz.

- “Mas você tem que comer para cortar mais o efeito do álcool, Pipes.” – Falo.

- “E quem disse que maçã corta efeito de álcool?” – Pergunta ela.

- “Eu.”

- “Você é maluca.” – Sorrimos. Ela come os pedacinhos e depois vai até a cozinha beber água.
 

Ficamos na sala conversando amenidades, e percebo que Piper está com uma cara sonolenta.
 

- “Piper, você quer ir para casa?” – Questiono.

- “Não. É que agora me deu um sono... Será que eu poderia usar o seu banheiro e tomar um banho para espertar mais?”

- “Caramba, você é fraca mesmo para bebidas hein garota?!”

- “Eu só preciso banhar. Assim ficarei boa rapidinho.”

- “Sendo assim, tudo bem Pipes. Você pode usar o banheiro do meu quarto.”

Assim ela se foi.

- “É já que eu levo uma toalha para você.” – Gritei na tentativa de fazer com que ela escutasse, pois já se encontrava no quarto.

 

Enquanto Piper fora tomar seu banho, aproveitei para dar uma geral na cozinha. Limpei tudo e segui para o quarto.

 

 

POV PIPER

 

Como a própria Alex disse, eu sou muito fraca para bebidas. Tive que vir tomar esse banho, pois só assim eu voltaria ao normal. Tomei a ousadia de colocar sua banheira para encher e quando já encontrava-se cheia, adentrei. Passaram-se então alguns minutos.
 

- “Piper?” – Ouço Alex chamar por mim.
 

- “Banheiro!” – Falei em voz alta. Ela bate na porta que estava semiaberta. – “Pode entrar.”
 

Alex entra com uma toalha em mãos.
 

- “Aqui está sua toalha.” – Ela diz enquanto observa meu corpo coberto pela espuma. Alex pendura a toalha em um cabide perto da banheira.

- “Obrigada, Alex.” – Eu digo e ela acena positivamente com a cabeça. Logo após ela vai na direção da porta. – “Alex?” – Chamo-a.

- “Sim?” – Ela vira.

- “Você não quer vir?” – Pergunto enquanto brinco com algumas espumas.

- “Pra onde?” – Ela pergunta meio confusa.

- “Pra banheira, oras.”

- “Quê? Com você aí dentro? E... Pelada?!” – Alex pergunta com uma expressão de surpresa total. Acho graça de sua cara.

- “E o que tem?”

- “Não Piper, eu te espero lá fora.” – Ela diz indo na direção da porta novamente.

- “Sua covarde!” – Falei irônica.
 

Ela se volta à mim com uma expressão séria. Chega perto da banheira e me encara.
 

- “Do que você me chamou, mocinha?” – Não mais séria, Alex dá uma risadinha por fim.

- “De CO-VAR-DE!” – Repito sílaba por sílaba.

- “Piper, Piper... não me provoque.” – Disse Vause enquanto ergue sua sobrancelha esquerda.

- “E eu não estou provocando, Vause. Mas você é uma covarde!” – Na verdade, eu estava provocando sim.

- “Ah é? Você vai ver quem é a covarde agora.” – Alex falou enquanto se afastava e tirava sua roupa.
 

Não pisquei em momento algum durante essa cena, pois não queria perder um segundo sequer daquela obra de arte em pessoa. Alex tinha um corpo escultural, confesso que senti até uma certa inveja branca. 

Após tirar suas roupas e ficar completamente nua, Alex prende seu cabelo em um coque alto, entra na banheira com cuidado e senta de frente para mim. Ela joga espuma no meu rosto.
 

- "Ei!" - Tiro o excesso e jogo em sua direção.

- "Pronto. Agora eu realizei o seu fetiche em me ver nua." - Vause diz.

- "Eu não tenho fetiches em ver você nua, sua convencida." 

- "Ah, jura? Pois não parece, Chapman. 'Você não quer vir pra banheira?' , 'Vem pra banheira Alex.'" - Alex repete minhas falas entre risos, tirando sarro da minha cara.

- "Cala boca, sua idiota." - Sorri.

- "A maçã parece que fez efeito." 

- "A maçã eu não sei, mas o banho sim. Nossa, me sinto novinha em folha." - Disse.

- "Que bom, Pipes." - Ela diz.

- "Obrigada por esse jantar, Al. Estava maravilhoso." 

- "Al?" - Vause pergunta.

- "Sim, 'Al'. Fofo não?!" 

- "Pra caramba, Pipes." 
 

Vause chega mais perto e pega a minha mão. Sinto um calafrio percorrer por minha espinha. 
 

- "Piper, eu..." 

- "Alex quero..." 

Falamos juntas.

- "Fale você primeiro." - Eu digo sorridente. Alex então continua.

- "Eu só queria que você soubesse que eu gosto muito de você. E que todo segundo que eu estou com você, se torna mais que especial para mim." - Ela diz. 
 

Sinto que meu coração vai sair pela boca a qualquer momento. Eu lhe lanço um sorriso terno. Tomo a iniciativa de beijá-la. Dei um selinho tímido em seus lábios. Alex fechou os olhos e permaneceu estática. Então me afastei e sentei na minha antiga posição. Alex abriu seus olhos enquanto eu encarava o seu rosto com a minha cabeça repousada no alto da banheira. Fora então a vez dela de se aproximar para me beijar. 
 

Vause ficou de joelhos em minha frente, entre minhas pernas. A espuma que antes cobria os seus seios, agora os deixara a mostra. Eles eram tão lindos e pareciam ser tão macios. Deu vontade de apertar, mas contive meus desejos.

Para ter um melhor contato com a minha boca, Vause se curva um pouco e eu posso sentir o seu sexo encostar em minha perna direita. 

Eu nunca havia tido um contato com uma outra vagina na minha vida. E ter Alex ali, nua e ainda por cima encostando a sua na minha perna me deixou totalmente excitada, o que achei estranho por demais. Eu seria lésbica por estar gostando daquele contato físico? Eis a questão! 

- "Senta." - Disse.

- "O quê?" - Vause pergunta.

- "Senta na minha perna, não tem problema." 

- "Então tá bom." - Ela diz e o faz.

- "Agora termina o que você não começou." 
 

Alex então sorri de forma incrivelmente sexy e me beija. 

 

Ela começou dando leves selinhos em meus lábios. Logo em seguida aprofundamos o beijo de forma que nossos corpos já estavam totalmente colados. Eu podia sentir os seios de Alex batendo contra os meus. 

Por mais que estivéssemos dentro de uma banheira, eu pude sentir que nossos corpos estavam em chamas. Alex sugava a minha língua com toda a fome do mundo e, a cada sugada eu dava um gemido baixo. Finalizamos o beijo. 
 

- "Vamos sair daqui." - Disse me levantando. Alex me imitou. 
 

Fomos até o box onde encontrava-se o chuveiro. Liguei-o e deixei a água escorrer por toda o meu corpo. Alex ao meu lado devorava o meu corpo por completo. Lhe puxei para beijá-la e lhe imprensar contra a parede. Alex então repousou suas duas mãos em minha cintura e tratou de colar ainda mais os nossos corpos. A água morna que caía do chuveiro tentava aliviar as chamas que estavam em nossos corpos, mas estava difícil.
 

Parei nosso beijo de repente. Vause me olhou sem nada entender. Desliguei o chuveiro.
 

- "Alex?" - Falei bem próxima ao seu ouvido.

- "Sim, Pipes." - Ela responde com a voz mais grave que o normal. 

- "Eu quero ser amada por você. E o quero agora." 

 

Alex me olha surpresa. Noto que suas pupilas estão dilatadas.
 

- "Você ainda tá bêbada?" - Ela pergunta e dou-lhe um tapa no braço. - "Ai! Isso doeu, Pipes." - Disse Vause sorrindo enquanto alisava a área. 

- "Ha ha ha. Engraçadinha, você." - Disse e lhe dei língua. - "É sério, Al. Você não quer?" 

- "É claro que eu quero, Pipes. Mas não assim, com você levemente embriagada. Amanhã você não lembrará de nada." - Disse Alex enquanto acariciava o meu rosto.

- "Alex, eu não estou bêbada, cacete. Faz um teste então. Pergunta quantos dedos você está me mostrando, ou sei lá, pergunta qual o modelo do seu carro." 

- "Eu estou brincando, boba." - Ela diz sorrindo. - "É a sua primeira vez. Você quer mesmo que seja comigo?" 

- "Você é a melhor pessoa para esta função. Eu quero que seja com você." - Disse em seu ouvido. 

- "Eu espero não decepcionar." 

- "E não vai, pode ter certeza." - Disse. 
 

Alex então me abraça para logo em seguida me beijar. Eu sentia minha respiração cada vez mais alterada. Vause deixa meus lábios e parte para o pescoço onde começa a dar muitos beijos e chupões. 
 

- "Por favor, não me deixe marcada." - Pedi. 

- "Não deixarei, Chapman." - Risos.

 

Saímos do box e Alex me carrega. Fiquei escanchada em sua cintura. Meu sexo tocava em sua barriga e assim fomos até o quarto. Chegando lá, Alex sobe na cama e fica de joelhos enquanto me sustenta em seus braços. Fui colocada com cuidado sobre a cama. Vause então deita em cima de mim e me beija de forma voraz. Nossos corpos apesar de ainda estarem molhados pegavam fogo. 
 

Alex agora passa a me beijar de forma lenta, calma. Tipo como se quisesse aproveitar cada segundo daquele beijo. Eu acariciava sua costa. 

- "Nós vamos molhar toda a sua cama, Al." - Disse entre o beijo. 

- "Não tem problema." - Vause fala com a respiração extremamente alterada. - "Eu tô muito feliz de estar com você aqui." 

- "Eu também, Al." - Digo e Alex me beija novamente. 

- "Eu 'coração' você". - Disse Vause.

- "Você 'coração' eu?”

- “Sim.” – Vause afirma entre risos.

- “O que é isso? É tipo ‘eu te amo’ para medrosos?" – Pergunto. 

- "Diz isso de novo." – Ela diz e logo em seguida me dá um selinho.
 

Alex então deita ao meu lado e eu encaro seus lindos olhinhos verdes. 

- "Eu 'coração' você também." – Disse. Logo em seguida beijo-a ternamente enquanto ela desenha meu corpo com suas mãos.

 

Relaxo meu corpo em cima do de Alex. Nos beijávamos com paixão. Novamente Alex fica por cima de mim e começa a beijar todo o meu corpo. Ao sair do domínio de meus lábios, ela passa pelo pescoço deixando muitos cheiros e beijinhos, me causando todos os arrepios que eu poderia sentir. Assim segue sua trilha de carinhos por todo o meu corpo, até que chega entre o meio de minhas pernas. Automaticamente lembro do sonho e fecho os olhos ao sentir a boca quente de Alex beijar e morder de leve minha coxa esquerda. Eu já estava completamente molhada e, Alex já havia percebido isso. Por isso ela provocava tanto.

Alex então abre mais as minhas pernas e, passa seu polegar em meu clitóris rígido. Dou um leve gemido após esse contato.

 

- “Você está tão molhada, Pipes. Dá água na boca só em ver.” – Falou Alex para logo em seguida abocanhar meu sexo com gana.

- “Aaaaaah... Oh meu Deus, Alex...” – Eu mal podia falar, tamanho era o desejo que eu estava sentindo.

 

Alex sabia como me excitar, até parece que ela já havia lido o manual de instruções do meu corpo. Ela sabia usar a língua muito bem. Ora chupava meu clitóris, ora me penetrava. Eu rebolava sem pudor algum em sua cara. Quando senti que estava prestes a gozar comecei a rebolar mais rápido e gemer descontroladamente. Alex vendo toda a minha reação parou antes que eu atingisse o orgasmo.

 

- “Mas o quê...” – Alex sai do meio de minhas pernas, levanta e vai em direção a porta do quarto. – “Alex, aonde você vai?” – Fico sem entender absolutamente nada.

 

Após mais ou menos dois minutos, ela retorna ao quarto com um copo em mãos. Neste haviam alguns cubinhos de gelo. Vause logo deposita o copo em cima do criado mudo e vai em direção ao guarda-roupa. De lá ela tira uma caixinha de tamanho médio e a coloca ao meu lado. Eu lhe observo sem nada a dizer.

 

- “Abra.” – Ela diz e assim o faço.

 

Ao abrir a pequena caixa, uma cinta peniana é revelada juntamente com uma...

 

- “Máscara tapa olhos?” – Pergunto.

- ”Eu quero que você a coloque.” – Ela diz enquanto entrega a máscara em minhas mãos.

- “Você é algum tipo de Christian Grey?” – Vause dá uma sonora gargalhada após a minha pergunta.

- “Qual é, Pipes?! Não quebra o clima. Eu prometo que não irei lhe machucar.”

- “Eu sei. Estou apenas brincando. Dá essa máscara aqui.” – Recebi a máscara junto de um beijinho.

 

 

POV ALEX

 

Após Piper colocar a máscara, deitei-a novamente na cama. Alcancei o copo que estava em cima do criado mudo e coloquei um cubo de gelo na boca. Abri suas pernas e fiquei entre elas. Comecei a massagear seus seios de forma delicada e ao mesmo tempo bruta. Meu sexo estava latejante e ao mesmo tempo tão encharcado quanto o de Piper.

Após massagear, passo a dar boas mamadas em seus seios. Piper se contorce ao sentir minha língua extremamente gelada tocar em seu mamilo. Eu seguro os seus dois braços e os prendo entre minhas mãos no alto de sua cabeça. Deixo-a totalmente imóvel.

Enquanto estou concentrada em seus seios, coloco meu joelho direito entre as pernas de Piper para que pudesse haver um atrito entre ele e o seu sexo. Ela então começa a gemer e rebolar freneticamente.

 

Passado alguns minutos, decido tirar meu joelho de onde estava e começo a massagear levemente seu clitóris. Piper aperta minha cabeça contra seus seios. Dou uma mordida de leve em seu mamilo rígido. Ela por sua vez, geme alto. Abandonando os seios, mas não totalmente,  pego outro cubo de gelo e o coloco na boca.

Vou descendo até chegar no sexo de Piper, onde deixo pingar gotículas de água gelada. Em seguida, jogo o gelo no chão e abocanho sua vagina com toda a minha fome. Comecei fazendo movimentos de vai e vem, e revezava com um de zigue-zague. Lhe penetrei dois dedos para que pudesse ir se acostumando.

- “Você é tão apertadinha.” – Disse.

- “Oooh Deus...” – Ela disse com certa dificuldade.

- “Eu estou te machucando, Pipes?” – Pergunto.

 

Ela ergue a máscara e me encara.

 

- “Não, Al. Por Deus, não pare.” – Sorrimos.

 

Continuo a estocá-la, dessa vez mais rápido e fundo. Chapman fecha as pernas afim de aprofundar o atrito de meus dedos dentro de seu sexo. Sinto meus dedos serem engolidos por sua vagina indicando que a mesma já atingiu seu orgasmo. Após sair de dentro dela, vou lambendo meus dedos afim de me deliciar com o seu gosto.

- “O seu mel é o melhor de todos, Pipes.” – Falo em seu ouvido, e Piper começa a rir. – “Do que você está rindo?” – Questiono-a.

- “Você já me disse isso antes, acredite.” – Ela diz.

- “Quê? Como assim?” – Fico sem entender absolutamente nada.

- “Depois eu te explico, agora não é o momento.” – Falou Chapman.

 

Realmente, agora não era o momento. Agora é o nosso momento, então vamos aproveitar cada segundo dele.

 

Volto para o meio das pernas de Chapman, e começo a chupar seu sexo. Limpo cada gota do seu prazer que ali fora derramado. Ela estava prestes a gozar novamente quando eu decido parar para colocar a cinta peniana.

- “Alex?” – Ela chama.

- “Estou aqui, babe.” – Digo e retiro sua máscara.

 

Ela sorri e se inclina para me beijar. Retribuo seu beijo calmo e cheio de carinho. Ao finalizarmos, Piper olha para a cinta e depois volta seu olhar para o meu rosto.

 

- “A gente não precisa usar se você não quiser.” – Falei para ela.

- “Não. Eu quero, Al.” – Chapman diz enquanto faz carinho no meu rosto.

- “Certeza?”

- “Sim, bobinha. Você tem total liberdade de fazer o que quiser comigo.” – Ela diz com um sorriso sacana nos lábios.

- Bom saber, Chapman.” – Risos.

 

Piper deita e eu fico por cima. Novamente começo a estimular seu corpo em pontos específicos. Percebo que ela já encontra-se excitada e bem lubrificada, pronta para receber o objeto.

 

- “Se doer, você pode pedir pra parar, ok Pipes?”

- “Tá bom, Al.”

 

Com cuidado começo a penetrar o objeto em sua vagina apertada. Piper aperta meus braços com força enquanto geme.

- “Alex, aaaah...”

- “Tá machucando?” – Pergunto.

- “Continua.” – Ela diz.

 

Com a mão direita estimulo seu clitóris e começo a penetrá-la com mais rapidez. Piper está em êxtase e eu também. Passo a chupar um de seus seios, para logo em seguida passar para o outro.

 

- “Ohhhh... Ai Alex. Eu vou gozar... Vou gozar... Eu vou gozar.” – Ela disse.

 

Antes que Piper pudesse atingir o orgasmo, tirei o objeto de dentro de si e logo após tirei a calcinha peniana que eu usava. Joguei-a longe e, encaixei meu sexo ao de Piper.

 

- “Vamos gozar juntas.” – Disse em seu ouvido.

 

Rebolávamos freneticamente uma na outra, afim de conseguir atrito entre nossos sexos. Agora nós duas estávamos gemendo. Piper segurou minha cintura com as duas mãos e a apertou contra si. Beijei seus lábios afim de abafar mais os nossos gemidos que se tornavam cada vez mais altos.

 

- “Aaaaaaahhhhh...” – Atingi meu orgasmo e meu líquido quente escorreu por sua vagina.

 

Piper me acompanhou gozando logo após.

 

- “Oooh Jesus, Alex...” – Ela disse se contorcendo abaixo de mim. O seu líquido também escorre por sua vagina, juntamente com um pouco de sangue, resultado do rompimento do hímen.

 

Encaro o lindo rostinho, agora ruborizado de Piper Suada Chapman.

 

- “Eu poderia ficar a noite toda fazendo amor com você.” – Ela diz.

- “Então fique, Pipes.” – Disse enquanto beijava seu rosto.

- “Eu infelizmente não posso. Por conta dos meus pais, principalmente minha mãe, sabe?” – Chapman diz em um tom meio triste.

- “Entendo. Mas não fique assim, babe. Nós temos tempo de sobra para fazermos amor.” – Lhe disse. Ela me sorriu.

- “Assim espero.”

 

Namoramos mais um pouquinho. Depois partimos para o banheiro e tomamos outro banho juntas. Tivemos mais dois orgasmos.

 

Já se passava das onze da noite, então fui deixar Piper em casa. A rua estava deserta e as cortinas da janela da casa de Piper encontravam-se fechadas.

 

- “Nos vemos amanhã?” – Pergunto a ela.

- “Sim, meu bem.” – Ela diz e me dá um selinho. – “Boa noite, sonhe comigo.”

- “Nem precisa pedir.” – Disse.

 

Nos beijamos mais uma vez, fora um beijo cheio de amor e saudades que já estávamos sentindo uma da outra. Piper entra em casa e eu sigo para o meu apartamento com a sensação de ter ganho o meu dia. Estava feliz por ter amado aquela mulher. Feliz por estar perdidamente apaixonada por Piper Elizabeth Chapman.

 


Notas Finais


Pretendo enviar mais um capítulo essa semana (só não sei exatamente o dia)
Prometo não demorar.,
Fui!


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