História I Was Made For Loving You - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Personagens Originais, Steven Adler
Visualizações 42
Palavras 6.623
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPA, DESCULPA, MIL VEZES DESCULPA PELO O ATRASO!
Não me matem, mas enfim estou aqui nesse horário para finalizar essa shortfic tão linda do meu coração <3
Será que esse capítulo de mais 6K de palavras suprem a demora? Bem, eu tinha dito que postaria o capítulo na terça feira, mas pensei comigo, não valeria a pena em postar qualquer merda e dizer "pronto finalizei", não mesmo.
Eu confesso que fui muito desleixada com essa fanfic em questão de postagem, ela iniciou-se em JUNHO e estamos em AGOSTO, eram apenas 7 capítulos, dava para eu ter escrito ela toda e ter postado em junho, mas andei me embolando com as ideias, mas enfim estamos aqui.
Levei três madrugadas escrevendo ele, então relevem muito, doses de coca cola me ajudaram a escrevê-lo, quero agradecer a ela O/
e claro aos minhas leitoras, esse capítulo é dedicado a vocês que comentam e favoritam.
E CLARO AO MEU AMORZÃO VULGO STEVEN ADLER <3
E falando no meu anjinho precioso, eu quis mostrar ele amorzinho, sem dependência alguma de drogas, mas sim da paixão que ele tinha pela musa dele.
Acho que poderia ter dado um pouco mais, contudo a faculdade andou sugando minha alma, mas estou feliz em estar finalizando mais um projeto <3333

Boa leitura!!!!

(a letra da música estará no capítulo de novo, pois faz parte de uma das cenas do capítulo)

Capítulo 7 - Redemption


Fanfic / Fanfiction I Was Made For Loving You - Capítulo 7 - Redemption

― Qual destes discos é o mais interessante para você? – o loiro mostrava um disco do o Atom Heart Mother do Pink Floyd e o Magical Mystery Tour do The Beatles.

― Ambos têm uma sonoridade maravilhosa, encantam de mais o como eles conseguem produzir música de qualidade, – encarou os dois vinis. ― mil desculpas Pink Floyd, mas eu fico com o Beatles... Até porquê Pink Floyd tinha forte influência do quarteto.

― Penso o mesmo, as duas são demais, – sorria, colocando os dois vinis de volta a bancada. ― mas o que importa é de que ambas são essenciais para o rock.

Algo que ambos compartilhavam, o amor pelo rock and roll. E isso fora algo que também os uniu fortemente.

― Gostaria de um dia nós dois passarmos uma tarde em sua ou na minha casa, – comenta olhando um disco do Deep Purple. ― poderíamos discutir sobre os nossos gostos musicais, – olhava sugestiva ao loiro. ― seria divertido, mas claro, mantendo uma discussão calorosa, sem que nós briguemos por bobagem, como, por exemplo, discutirmos sobre qual é a banda que achamos a melhor do mundo.

― Seria maravilhoso passar uma tarde com você, – falou fazendo-a corar, mas ele consertaria antes que ela sem querer levasse para outro lado. ― claro, para conversamos sobre música e comemos sorvete.

Ele queria dizer que além daquilo, gostaria muito de beijá-la, mas percebia que aquilo não era o momento certo. Não queria estragar a intimidade que estava sendo recém-estabelecida entre eles.

― Quando digo que gosto de você, – disse deixando-o ansioso. ― eu não minto, você é um máximo.

 

{…}

 

E este pensamento se instalou a cabeça dela quando escutava a música de uma banda aleatória tocar no carro de Steven. Lembrou-se do como havia sido divertido aquele passeio, ele parecia ser um sonho.

 

***

 

Por quantas vezes ele se imaginou estar com ela naquela situação? Por várias e várias vezes. Ela se assustou de fato quando sentiu seu corpo sendo jogado sobre a parede outra vez naquela mesma noite, ela não poderia imaginar que por trás daquele rosto angelical, havia um homem com desejos e necessidades. Ele sorriu ao ver da surpresa que ela emanava em seu olhar.

Ele só apenas queria fazê-la dele.

A loira suspirou quando o viu se aproximando, distribuindo beijos molhados sobre a pele do pescoço onde a cada segundo ganhava uma cor mais vermelha. Por mais que o loiro mantivesse a vontade de fazer amor com ela, se via no desespero de senti-la tão intensamente. Deslizou suas mãos ao lado do corpo dela, fazendo-a gemer de olhos fechados, onde se entregava cada vez mais aquela sensação deliciosa que o fotógrafo proporcionava. O homem por sua vez, subia com seus lábios rasteiros, indo em direção ao queixo dela, dando leve mordidas. Aquilo estava sendo o começo das coisas que o rapaz estava planejando há tanto tempo. Apertava com força os lados do corpo dela, descontando a excitação que sentia ao escutá-la suplicando para que continuasse com aqueles toques tão sensuais e tão intensos.

Ele poderia ficar por horas beijando, ficando tão inebriado e dependente do cheiro de lavanda que ela tinha em seu pescoço, porém não tinha tempo para enrolar. Deixou com que os olhares se encontrassem, onde uma conexão se estabelecia de forma surreal onde fazia com que eles tivessem anseio de um pelo o outro.

― Deixa eu te fazer feliz, meu bem? – o loiro instiga a garota, fazendo-a acordar daquela sensação tão quente. ― Eu tenho tudo o que você precisa... Amor e paciência.

― Você não deveria me amar. – ela diz encarando os olhos afundados em libido do rapaz, ainda não poderia compreender do como era possível.

― E por que eu não posso te amar? – indaga sabendo que ela era frágil com aquele assunto. ― Você precisa de amor e é exatamente isso que eu tenho a te oferecer, Joana.

― Eu tenho tanto medo em me machucar, – deixou com que suas lágrimas escorressem ao seu rosto. ― sabe eu nunca tive sorte com nenhum homem, todas as minhas experiências foram péssimas, – comentava com ele, onde sentia que aquele fogo de minutos antes ia sumindo ao começar relembrar dos seus encontros fracassados. ― acho que não sirvo para namorar com ninguém, e você é uma pessoa maravilhosa demais para ficar comigo.

― Ei linda, – ele segurava o rosto dela. ― deixa eu te mostrar que o amor é o sentimento mais belo que existe, – sorria esperançoso. ― por favor? Só basta você me aceitar e eu te cuidarei da forma que você merece, – estava aflito, querendo que apenas dissesse sim. ― eu não sou como os outros, eu posso te provar isso...

― Você é incrível demais para mim. – dizia se menosprezando.

― Não faça isso com você, – tentava fazê-la compreender de que era a mulher que ele amava tão profundamente. ― você é uma garota maravilhosa, em que eu tenho a sorte de amar...

― Você é um amor. – comentou, onde Steven depositava um beijo casto sobre ela.

― Mas eu quero ser o seu amor. – ao escutá-lo, percebeu-se de que ele a queria tanto, então se permitiu a se render em relação a ele.

― Por que não me mostra o seu amor? – perguntou de forma ambígua, o fazendo se surpreender.

E era isso que ele estava louco em realizar.

Steven outra vez colocara a parede, para beijá-la conforme ele queria, seus lábios macios degustavam da textura da pele dela desde a boca, até o pescoço onde ele marcaria mais uma vez se fosse necessário para mostrar a quem olhasse de quem agora pertencia. Se sentia cada vez mais atiçado ao chupar a derme perfumada, onde o calor fazia com que seu corpo reagisse à excitação. O desconforto na calça era muito aparente, mas ela também não ficava para trás, sentia que a cada mordiscada dele, a sua calcinha se umedecia, estava ficando cada vez mais excitada e com vontade de tê-lo entre suas pernas.

Cansado, ele a levou para cama, de onde avançava para cima do corpo da menina, ficando entre as pernas dela, beijou-a de forma ardente, onde distribuía mais percorrendo com os lábios em um caminho, onde o destino final seria estar com a boca perto da sua genitália. Ela estava afundada ao mais puro deleite, quando sentiu o vestido sendo levantado, onde sua calcinha encharcada estava sendo exposta ao homem que mordeu os lábios ao vê-la molhada por ele.

― Tão molhada, – comentou como se estivesse vendo a coisa mais bela de todo o universo. ― tão deliciosa... Acredito que o seu gosto também seja muito delicioso como você. – disse lascivo, fazendo-a suspirar ao recorda-se do último pensamento pecaminoso, onde ele estava com seu rosto enterrado em meio as suas pernas. ― Tão linda e tão minha.

Teve um orgasmo ao sentir a possessividade entonada em sua voz, estava entregue ao desejo e a vontade de tê-lo onde lhe renderia a melhor transa da sua vida. Ela estava languida sem que ele de fato começasse. O homem por si só, olhava hostil ao como estava provocando-a sem sequer relar nela.

Mas, ele decidiu que era hora de dar aquilo que ambos estavam querendo.

Dedilhou com dois dedos ao tecido molhado, onde beijou por cima do mesmo, lambendo também para deixá-la mais ofegante. A mulher depositava suas forças as grades da cama dele descontando a fúria que sentia ao percebê-lo constatar da sua umidade. Contudo a paciência fora embora do homem, quando resolveu retirar a peça que estava impossibilitando de ver o que mais queria.

Quando percebera a intimidade reluzente, salivou ao perceber do quão molhada ainda se encontrava. Sem pestanejar, fora com a sua boca, deixando com que o gosto dela tomasse conta do seu paladar. Steven estava sendo impiedoso quando lambia os grandes lábios rosados dela que urrava em prazer. E quando ele encontrou o clitóris dela para massageá-la, outra onda de excitação decolava nela, tomando cada vez mais conta. A única coisa que fazia barulho era de Joana que gemia arrastado, pedindo por mais, quase deixando com que suas pernas apertassem a cabeça dele, por conta de cada chupão dado, além de que, às vezes ele beijava a intimidade dela, como se estivesse beijando na boca. E isso a deixou totalmente acessa ao fogo proporcionado por ele.

Levou uma de suas mãos em direção aos fios macios do rapaz, para comandar o ritmo que deveria. Arqueou sua coluna, tendo a visão dele lhe dando prazer, enquanto estocava com a língua a sua intimidada cada vez mais molhada. Gemia e ofegava rapidamente, querendo que ele continuasse a chupá-la sem que parasse.

Retirou a outra mão da grade, colocando-a na boca para tentar reprimir os grunhidos assanhados que saía de suas cordas vocais, não se importava de que aquilo poderia estar obsceno demasiadamente. Sentiu-o outra vez fazendo sucção desta vez aos lábios menores, separou por alguns segundos respirando de forma quente que causou um calor efervescente nela. Era sacanagem dele em fazer algo daquele tipo, mas ela estava adorando.

― Eu estava certíssimo que o seu gosto é uma delicia, – comentou, enquanto ela observava seus olhos azuis inundados à perversidade, ele a comia com os olhos. ― algo que nunca irei me cansar de provar todos os dias, é um gosto tão viciante de que eu sentiria sede e precisaria provar para nunca me esquecer-se do como isso é bom.

Ele depositou um beijo, mas percebeu que era hora de penetrá-la. Com o polegar direito sobre o clitóris inchado dela, a estimulava fazendo com que gemesse. Estocou o indicador, fazendo círculos por dentro da carne ensopada em prazer, sentido ser apertado, sendo do como seria delicioso seu membro estar ali deslizando para fora e para dentro, fundo e forte como ele gostava.

― Tão apertada, – diz ao penetrá-la mais uma vez, onde apenas os urros dela respondiam aos seus atos invasivos em seu corpo. Puta merda, por quanto tempo ele esteve pensando quando finalmente estaria a possuindo como ele queria? Desde que a viu pela primeira vez naquela cafeteria. ― você está me enlouquecendo o como você me aperta, – ao sentir sendo pressionado, seu pau pulsava por dentro da calça que estava o irritando por estar ali. ― quero tanto sentir você me engolindo enquanto desliza em mim, porra. – soltou o palavrão carregado em tesão.

Ela sorriu ao percebê-lo tão agitado, tão fogoso, tão descontrolado. Ela esperaria a hora certa em que fosse reverter as posições.

 

{…}

 

― Ás vezes em sempre você tem umas ideias tão doidas, – comenta a garota que estava com a voz ofegante após uma sessão de amassos quentes dentro do carro dele. ― mas isso foi interessante.

― É sempre bom dar uma apimentada no relacionamento. – pisca, também com sua respiração descompassada. ― Sexo em lugares onde há risco de gente aparecer me deixa muito excitado, a sensação do perigo dá a mesma dose de endorfina.

― Quem olha você com esse rosto tão angelical, – dizia encarando enfeitiçada aos traços celestiais dele. ― não pensa que o safado que é.

― Sou homem, amor. – riu, mordendo os lábios. ― Que tal nós dois inaugurarmos esse carro do modo certo? – sugere.

― E como seria? – indaga inocentemente.

― Deixa eu te mostrar. – pisca, trazendo-a rente ao seu corpo, ao seu peito, deixou com que suas mãos arranhassem a pele dele, enquanto Steven apertava as bandas da bunda dela, para descontar seu desconforto, gemeu quando ele a fez rebolar sobre seu membro tão endurecido, e tão desejoso por ela. ― É bem assim, querida, bem assim que eu me sinto quando estou perto de você.

 

{…}

 

Estocou o segundo fazendo com que ela acordasse, vendo que era completamente mais satisfatório o real, do como tê-lo ali era tão surreal.

― Gosto dos seus dedos, – comentou aleatoriamente, arrancando um riso cruel do homem, que tinha cada vez mais certeza da veracidade em que ela havia dito. ― gosto muito do como eles me fazem ter outro orgasmo. – de fato estava bêbada, mas um tanto sóbria para senti-lo tão bem. ― gostaria mais quando sentir você em mim.

― Calma, – disse em um tom harmonioso. ― ainda temos muito para aproveitar antes que tudo acabe. – suspirou sentido o incomodo fodido. ― Eu quero te sentir centímetro por centímetro, pois eu estive pensando nisso há muito tempo para fazer com pressa.

Choramingou ao sentir o terceiro dedo sendo adicionado para aquela penetração tão profunda que estava causando mais insanidade em sua mente. Joana não se privou ao deixar o grito da sua excitação tomar conta do quarto dele, não se privou a mais nada, se fosse possível gemeria até que suas cordas vocais estivessem ardendo, gemeria até que sentisse a sua intimidade ardida por conta das estocadas ardilosas dele. O loiro a encarava de modo depravado, e hipnotizado pela umidade mais uma vez a lambuzar seus dedos invadindo-a, mas aquilo não estava sendo o suficiente para ele.

Esperou com que ela liberasse mais uma vez o líquido, para que pudesse levar sua boca e tomar do gosto dela, para jamais esquecer do como ela fodidamente deliciosa ao seu paladar tão ferino em momentos como esses. Nada se comparava ao que sentia com ela, por mais que ele tivesse seus relacionamentos onde o amor era o alicerce, nenhum havia lhe rendido aquela sensação, aquela satisfação como agora. Bebia do líquido tão viciante, que estava cessando a sede que sentiu ao vê-lo escorrendo pelos seus dedos.

Joana suspirou bastantemente satisfeita, mas ela queria muito mais do que os dedos dele a invadindo. E agora seria o momento da revanche, onde ela mostraria que ela também sabia dar as cartas naquela brincadeira toda. Ao se levantar ainda sentido as pernas bambas, onde se ela ousasse sair daquela cama, cairia com facilidade ao chão.

― O que você irá fazer? – ele instiga ao notá-la se aproximando devagar, ficando por cima do seu corpo.

― Vou te mostrar, querido. – sorriu, sem delongas embarcar a um beijo sem ter nojo algum, ambos eram adultos e aquilo não faria desistir. Estava absorta a vontade de foder com ele.

Beijava-o esperando com que ele cedesse à passagem da sua língua, onde aos poucos os dois travavam uma batalha ardentemente com suas bocas, desfrutando daquele beijo onde dava a vontade de arrancarem suas roupas. Segurou aos cabelos dele firmemente, sentido os fios embrenhados em suas mãos, estavam com as bocas fortemente coladas em um beijo devasso, subiu em cima dele, sentando-se naquela parte evidente das suas pernas. Sentiu-o tão bem acordado, gemeu abafadamente ao senti-lo pinicando em sua intimidade. Alguns movimentos e os dois teriam o primeiro orgasmo juntos.

Mas aquilo seria muito melhor sem as roupas.

Continuou a beijar, quando sentiu as mãos dele apossando em sua cintura, fazendo-a rebolar sobre si, fazendo movimentos tão ligeiros. Ele não aguentava mais daquela tortura que Joana estava lhe causando, era tão injusto com Steven.

Separou-se onde era notória a falta do ar entre eles, riram cúmplices daquele desejo.

― Você beija muito bem, – comenta ele. ― espero receber outro beijo gostoso mais uma vez como esse.

Mordeu os lábios em malícia, deixando-a mais atiçada e com vontade de se perder naquela boca outra vez.

― Você me deixa com tanta vontade em fazer coisas nada católicas, – ambos tinham o álcool agindo em suas correntes sanguíneas. ― você está corrompendo com os meus pensamentos.

― Bom saber que eu ando causando a mesma coisa que você causa em mim. – disse deixando-a completamente sem reação.

Quer dizer que não era a única ali a manter pensamentos sujos com ele. Ou seja, ela também havia esse direito adquirido.

― E o que você tem andando pensando sobre mim? – instigou a ele sem temer a alguma resposta que fosse dar. Não haviam nada a esconder, não após daquele sexo oral.

― Algumas vezes você está sobre mim, – gargalhou. ― em outras eu estou em cima, mas nós dois sempre saímos satisfeitos... E você?

― O mesmo, – pisca. ― mas sempre em lugares inusitados, algumas vezes estamos nós dois conversando de modo apaixonado, mas em outras você aparentar ser um safado. – riu ao recordar-se de tantas lembranças com o fotógrafo.

― Mas desta vez nós dois sairemos satisfeitos de verdade. – Joana sentiu o corpo arrepiar com essa frase, sabendo de que ele estava muito certo disso. ― Assim colocando as nossas fantasias em pratica.

E aquela ideia se sustentou a cabeça dela que outra vez, tomou as rédeas da situação, onde desabotoava a camisa dele, expondo o peito inteiramente a ela. Abria cada botão admirando por cada parte descoberta, deixou com que sua mente perversa mais uma vez agisse onde pegou-se pensando em como seria roçar naquele peitoral enquanto ele estivesse por baixo, ou por cima dela do seu corpo.

Ele a ajudou retirar a camisa, jogando para qualquer canto do quarto, Steven se viu no direito de também despi-la. Retirou as mãos dela do seu peito, para levar as suas em direção a feche por trás na altura do pescoço dela, onde aberto, ele mordeu os lábios ao vê-la sem sutiã por baixo. Ah, ele degustaria do sabor que aquela região lhe renderia.

Empurrou na cama, prendendo os pulsos dela ao lado do rosto, descendo com seus lábios ao bico arrepiado esquerdo, para chupá-lo e também mordiscá-lo. Impulsionando força ao aperto, descia com a língua sobre o seio que aos poucos criava uma tonalidade roxa por estar sendo violado por sua boca. Beijava-o, lambia-o desde a base até o mamilo, fazendo-a delirar com aquela nova sensação. Nunca havia chegado aos extremos, e Steven estava mostrando do quanto aquilo era maravilhoso demais.

Em outro momento, começou a abusar do outro seio que estava a espera de sua boca, onde fazendo as mesmas ações, também recebia uma tonalidade roxa ao mamilo, mostrando do quão havia sido abusado. Ao vê-los tão frágeis, suspirou profundamente, quando ela remexeu por baixo, descontando aquele mórbido desejo. Soltou os pulsos dela, quando levou as mãos a aquele tecido, retirando por suas pernas, a deixando apenas de calcinha e saltos altos.

Um fetiche se estalou em sua mente, foder com ela usando salto era tão excitante.

― Minha vez de tirar essa calça também. – era o mais correto, então ele encostava sua coluna as grades da cama, vendo as mãos pequenas dela tateando o botão, abrindo-o, abrindo também o zíper dando o conforto que agora estava quase estabelecido.

Agora as coisas fluiriam como o devido. Quando os dois estavam apenas com suas peças intimas. Steven empurrou-a mais uma vez, mas desta vez deixando-a de costas para ele. Distribuía beijos molhados sobre o meio da coluna dela para deixá-la extasiada. Dedilhava os lados do seu corpo fazendo massagem nela que se assegurava naquela sensação tão surrealista. Acho que estava no céu quando ele estava sendo tão carinhoso. Após encerrar sua trilha de beijos em sua costas. Ele enfiava os indicadores a alça da calcinha, para retirar aquela peça deixando a sua mercê o corpo totalmente exposto.

― Quero você assim. – pediu, enquanto saía da cama para pegar o preservativo, retirou também a cueca ficando exposto quando ela fosse olhá-lo, vestiu-se com a camisinha ao membro duro, caminhando para perto dela.

Ela estava em expectativa quando sentiu-o puxar para mais perto, sentido o membro revestido com a camisinha. Fechou os olhos ao sentir o quão duro estava, do tamanho satisfatório, vendo que era mais gostoso do que apenas divagar do como era de fato estar sendo tomada por ele. Quando sentiu a primeira estocada sem aviso algum, ela gemeu em dor por conta do tamanho, mas adorou ao perceber do que aos poucos estava se adequando ao loiro.

Mas ela era rebelde, enquanto ele se preocupava em estocá-la mais uma vez, com uma pequena dificuldade, levantava seu corpo, chocando-se com o peito dele. Sentido as mãos dele subindo um pouco da sua cintura. Ela sorria e mordia os lábios enquanto era penetrada de forma devagar, mas grunhia em desgosto ao senti-lo sair por inteiro rapidamente. Como é que ele tinha essa coragem em maltratá-la desta forma?

Sentiu-se tomada mais uma vez ao escutar sua pele se batendo com a dele, os olhos azuis cravados em si, fazia-a gemer maravilhada e forma explicita, adorou aquela sensação em ser observada por ele que estava inerte ao aperto que rondava em seu membro.

― Caralho, você vai acabar comigo. – diz o fotógrafo, ao notá-la ditando o ritmo.

Ele ficou sem reação ao perceber do quanto era submisso a ela, ao ponto de entregar o controle. Murmurou ao observá-la saindo sem que deixasse gozar.

Joana deu um giro, enquanto ele se assentou sobre a cama.

Por sorte ele havia entendido o recado.

― Quero que você me coma, – argumenta sem pudor. ― enquanto me olha nos olhos, quero que você me veja desmanchando em cima de você.

Steven adorou aquela nova posição. Nada seria tão belo quanto vê-la daquela forma.

Encaixou-se sobre o membro, sentando-se em cima dele, aos poucos outra vez adequando ao tamanho no novo posicionamento. Ofegou quando o sentiu por completo outra vez.

― Me dê seu ritmo, querido. – avisa, pondo seus braços entorno do pescoço dele, se segurando a madeira, quando as mãos dele determinavam as movimentações rápidas, mas deliciosas, onde fazê-la cavalgar era intercalados com fazê-la rebolar.

Os olhos deles estavam numa conexão tão profunda, onde cada íris remetia ao desejo, insanidade, impetuosidade, promiscuidade, morbidez, excitação, malícia, satisfação, deleite e hostilidade.

― Geme mais uma vez, para mim, – pediu, e ela não negou quando deixou-os escapar pelos lábios vermelhos. ― nós dois estamos cada vez mais próximos ao ápice, meu anjo. – avisa, tomando-a em movimentações mais precisas, cavalgando-a outra vez, onde ela aos poucos descia com suas mãos ao peito dele, para arranhá-lo. ― Você é tão apertada como eu imaginava, e isso me deixa completamente doido.

Desferiu um tapa árduo a nádega esquerda dela, fazendo-a acordar do orgasmo, contudo ela achou tão errado gostar de algo como aquele, mas quem se importaria? Ninguém poderia julgá-la por ter achado tão bom. E sua falta de controle, fazia com que se movimentasse mais ligeiro que ele, desejando com que o limite visse rápido. Mas não queria deixar de senti-lo dentro dela.

Após mais algumas estocadas, o corpo exausto dela ainda se mantinha sobre o dele, estava querendo por mais.

― Quero que você me foda de novo. – ordenou com fúria, por mais que mal estivesse recuperada do orgasmo vindo, Joana o queria mais uma vez lhe preenchendo por inteira.

E Steven não negaria por aquele pedido, ele estava realizado por tê-la dependente naquele momento.

 

[…]

 

O relógio marcava no entorno de onze da manhã quando Steven se recordou da madrugada tão marcante em sua vida. Por mais que a dor de cabeça fosse presente, encarou onde ela esteve deitada em seu lado momentos antes de partir, mas se sentido tão bem por ter tido a sensação de tê-la em sua cama. Contudo acordou-se ao ouvir o barulho irritante da sua campainha avisando de que algum indivíduo estava a sua espera.

Levantou com mau humor, vestindo a primeira calça que havia encontrado jogada ao chão, além da mesma camisa que havia usado na noite anterior, vestia-se com pressa já que a pessoa que o incomodava em seu horário de lazer, resolvia apertar aquela maldita campainha, por um momento arrependeu-se em manter aquela porra já que não poderia ter um minuto sequer de paz.

Abria a porta exasperado, quando percebeu que eram Duff, Izzy, Axl e Slash carregando cinco violões, entrando no apartamento dele sem pedir permissão alguma.

― O que fazem aqui? – questiona confuso e sonolento, olhando aos amigos que não mantinham pudor algum quando estavam em casa. Ele era acostumado com aquele mau comportamento deles, que cansou de resmungar.

Notou que Axl havia ido em sua geladeira pegando uma garrafa de cerveja para tomar, por mais desaforo que fosse, deu ombros, querendo entender mesmo o porquê daquela visita estranha.

― E esses violões? – pergunta olhando aos outros três que pegavam os instrumentos em mãos.

― O tempo que está nos questionando tanto, – dizia Izzy. ― porquê não cala essa boca e sente aqui, – abriu a boca em choque ao escutá-lo ordenar sob seu próprio teto. ― estamos aqui para ensinar a você a tocar e cantar.

― Por quê? – olha a Duff e Slash.

― Porque você vai cantar para a Joana. – explica o irmão, fazendo-o chocar-se mais ainda.

 

31 DE JULHO DE 1990 – TERÇA FEIRA

Joana não acreditava que havia deixado de trabalhar naquela segunda por ter se deixado levar, onde rendeu ao sexo com aquele homem. Mas ele não era um indivíduo qualquer, era Steven Adler – um dos amigos do seu irmão, mas o mais importante, o homem que ela tinha certeza de que a amava. Não tinha como compará-lo com os demais que haviam surgido em sua vida, seria um crime, pois ele era tão especial. Ainda mais quando pediu para que ele mostrasse o seu amor que fora tão intenso e tão tórrido, e de que ela havia gostado.

 

{…}

 

― Você é um amor. – disse ela.

― Mas eu quero ser o seu amor. – diz ele com uma intensidade no olhar.

― Por que não me mostra o seu amor? – era aquilo que faltava para ele ter a certeza e impulsionar as suas vontades.

 

{…}

 

Aquelas palavras dele ainda eram vivas em sua cabeça fazendo com que seu mundo tornasse mais colorido do que antes, após aquela noite com ele, percebeu que realmente Steven era diferente dos demais com que teve os seus encontros.

Levantou com pressa observando que estava absurdamente atrasada para seu serviço, corria indo em direção ao banheiro para tomar seu banho como o habitual, abriu o registro, fazendo com que a água caísse em seu corpo para descarregar qualquer preguiça que ainda insistia para o ralo. A água gelada parecia fazer com que suas forças se renovassem, e então dando início as suas atividades diárias.

Corria completamente encharcada em direção ao guarda-roupa, escolhendo aleatoriamente suas roupas, vestindo calcinha e sutiã brancos, uma blusa simples da mesma cor, casaco de couro, calça jeans e botas, secava os cabelos com a toalha para que deixasse em um aspecto melhor do que deixá-los pingando e molhando-a, não havia mais tempo nem sequer para beber sua xícara de café preto, corria a porta, pegando a bolsa que por sorte já havia suas coisas que usaria naquele dia, pegando a chave para chavear a casa, ia em direção ao ponto de táxi onde iria para a escola em que lecionava.

O taxista abrira a porta sem delongas, ele a conhecia de outras corridas, então sabia exatamente para onde que a professora iria, por mais que ela não se recordasse dele – não havia o costume em reparar o rosto de quem quer que fosse que dirigisse. Entrando no automóvel, encarando o relógio que colocava em seu pulso, observava que marcava no entorno de nove e meia, estava atrasada demais, respirou fundo vendo que agora teria que tardar seu nervosismo, de que teria que fazer algumas coisas em seu intervalo. Estando inerte, deixou com que a sua cabeça levasse a pensamentos impuros com ele, mais uma vez naqueles últimos dias.

 

{…}

 

Escutava o barulho da água caindo, por mais abafado que fosse por conta da porta do banheiro estar fechada, ela poderia ouvir e onde as gotas faziam com que as invejassem por estarem caindo sobre o corpo dele. Levantava da cama, decidida em fazer uma surpresa ao seu cônjuge, fazia-se horas de que eles dois tinham nos entregado para valer como outras diversas vezes. Olhou ao relógio que ficava em cima do criado-mudo percebendo que se passavam das oito da manhã.

A cada passo dado no chão, o barulho se tornava mais alto, ainda mais quando abriu a porta observando o loiro lavar seu rosto passando as duas mãos sobre essa parte, deixando com que a água caísse em suas costas, o vapor se fazia presente em todo aquele ambiente. Aproveitando de sua distração, retirava a única vestimenta que era a calcinha preta, jogando-a no cesto de roupas sujas, para que pudesse se juntar a ele mais uma vez.

Caminhando cautelosa onde apenas ao abrir o box, ele percebeu a presença dela.

― Bom dia flor do dia, – sorriu devasso ao olhar para ela de cima para baixo, onde se recordou de que minutos atrás esteve em cima e dentro dela. ― dormiu bem amor?

― Bom dia querido, – comenta, deixando também com que seus olhos descessem por aquele corpo que ela tanto amava estar por cima também. ― tive um sono de rainha, e você dormiu bem?

― Não posso dizer o mesmo, ainda estou um pouco dolorido, sabe? – ria de forma promiscua fazendo-a corar. ― Alguém andou se aproveitando de mim e acabou me machucando, – comenta, mas parecia que nada daquilo o abalasse. ― mas foi muito bom, disso eu não posso me queixar.

― Quer dizer que se eu quisesse uma rapidinha matinal, – provoca-o se aproximando. ― você não daria conta só porquê a sua garota andou montando em você de forma nada carinhosa?

― Podemos dar duas, três, quatro se quiser, – dizia deixando com que o desafio tomasse conta dos seus orbes azuis. ― não é porquê estou dolorido que eu recusaria a uma trepadinha na manhã, ainda mais com você, amor.

― Tarado. – ela dava um tapa no braço esquerdo dele.

― Você é louca de amores por esse tarado que vós fala. – responde travesso, alisando seu rosto.

― Graças a você, – sorria ao lembrar-se dos encontros deles, do como ele era o idiota com que deixou se apaixonar. ― graças a sua paciência, sua resiliência em querer me conquistar, e você conseguiu.

Aos poucos, o seu corpo estava sendo posto contra aquela parede gelada, enquanto ele estava prestes a fazer dela sua mais uma vez naquela mesma manhã.

 

{…}

 

― Moça, – o motorista chama-a. ― moça, nós já chegamos. – ela nem sequer lembrava de que havia dito a ele onde deveria parar, mas vendo a fachada tão conhecida, pegou as notas entregando ao homem.

Saía do carro indo em direção à entrada, vendo que a escola estava completamente em silêncio. Não era estranho, pois naquela época as crianças estavam em férias, mas ela sentia falta do agito que dominava naquele ambiente. Porém, ela suspeitava de que algo de estranho estava acontecendo, por mais que fosse comum apenas estarem os professores, sentia que havia algo de diferente que não conseguia descobrir o que poderia ser.

Andando pelo corredor indo à sala dos professores, chegando primeiramente encarou April, logo a diretora da escola infantil e mais os outros quatro professores que ali também trabalhavam com algumas expressões cúmplices encarando um ao outro. Joana se indignou ao ver que estava por fora do que acontecia, questionaria-os prestes a acabar com aquele mistério todo.

― O que está acontecendo aqui? – questiona incomodada por ser a única que não entendia nada. ― O que foi que eu perdi? Vocês poderiam me explicar o porquê de estarem sorrindo dessa forma?

― Nada até o momento. – ouve a diretora falando de forma instigante. ― Só estamos esperando darem o sinal.

― Que sinal? – instigou, desta vez olhando para a amiga exigindo explicações.

― Calma amiga, – sorria bebendo sua água. ― seja paciente, não irá demorar não. – falou fazendo Joana ficara cada vez encabulada com a situação. ― Você tem que ser mais paciente, amiga.

― O que vocês estão me escondendo? – disparou a pergunta, quando escutou o sinal tocando, o mesmo quando soava ao liberar e ao mandarem voltar às crianças para as salas de aula. ― Por que do sinal ter tocado sendo que os alunos estão de férias?

― Pare de fazer perguntas e siga o corredor em direção ao pátio. – Olivia, uma das suas colegas ordenava a loira que nem cogitou, simplesmente saiu porta a fora seguindo ao corredor onde aos fundos era o pátio onde as crianças brincavam na hora do intervalo.

Numa das salas, escutou um som de violão, arqueou as sobrancelhas, mas estranhou de verdade ao ver que era um dos amigos de Duff, era Axl que surgira cantando:

 

Tonight I wanna give it all to you

(hoje à noite eu quero lhe dar tudo)

In the darkness

(na escuridão)

There's so much I wanna do

(há muito que eu quero fazer)

And tonight I wanna lay it at your feet

(e esta noite quero me colocar aos seus pés)

'Cause girl, I was made for you

(porque garota, eu fui feito para você)

And girl, you were made for me

(e garota, você foi feita para mim)
 

Não que ele fosse feio, ele era maravilhoso, ruivo, donos nos olhos mais hipnotizantes, mas ela gostava de outro. Percebia que o ruivo fazia menção para que ela prosseguisse o caminho, quando em outra sala aparecia mais um amigo do irmão, Slash que também começará a cantar:

 

I was made for loving you baby

(eu fui feito para amar você baby)

You were made for loving me

(você foi feita para me amar)

And I can't get enough of you baby

(eu não me canso de você, baby)

Can you get enough of me

(eu não me canso de você, baby)
 

Foi nesse momento que Joana se recordou de que essa mesma música havia tocado em um determinado momento, se recordou da noite passada, das sensações, do calor, e do prazer que ele havia dado a ela. Joana percebeu que aquilo era algo muito sentimental o que estava acontecendo, ela simplesmente poderia ter fugido daquilo tudo, mas desta vez ela percebeu que ele estava disposto a fazê-la feliz, a amá-la, e ela estava dando entrada ao fotógrafo.

Slash indicava para ela seguir a porta de onde ao começar a descer a rampa, surgira Duff com outro violão para cantar:
 

Tonight I wanna see it in your eyes

(esta noite quero olhar em seus olhos)

Feel the magic

(sentir a mágica)

There's something that drives me wild

(algo que me leva a ser selvagem)

And tonight we gonna make it all come true

(e hoje à noite vamos fazer tudo virar verdade)

'Cause girl, you were made for me

(porque garota, você foi feita para mim)

And girl, I was made for you

(e garota, eu fui feito para você)
 

Duff segurou na mão dela, fazendo-a dar um giro, indicando para que continuasse, até mais um tanto, observou o outro amigo, Izzy que também estava com um violão, para cantar:

 

I was made for loving you baby

(eu fui feito para amar você baby)

You were made for loving me

(você foi feita para me amar)

And I can't get enough of you baby

(eu não me canso de você, baby)

Can you get enough of me

(eu não me canso de você, baby)
 

Joana deixou com que aquele sentimento tomasse conta do seu peito, achou um gesto tão bonito e incrível, jamais imaginou que alguém submeteria fazer algo assim para ela. E notou de que estava se apaixonando por Steven, onde seguiu seu destino até se encontrar com ele saindo da estufa onde haviam as plantas das crianças.

Por mais que ele não fosse um dos melhores cantores e muito menos saber tocar o violão, nada disso parecia ter importância, aquele ato tão romântico parecia dar fim a todas as barreiras que ela mesma havia se imposto. Ela estava se rendendo ao homem, disso não tinha mais duvida alguma.

 

I was made for loving you baby

(eu fui feito para amar você baby)

You were made for loving me

(você foi feita para me amar)

And I can't get enough of you baby

(eu não me canso de você, baby)

Can you get enough of me

(eu não me canso de você, baby)
 

I was made for loving you baby

(eu fui feito para amar você baby)

 

I Was Made For Loving You Baby – ela percebia do como ele entonou a última frase, determinando de que ele havia sido feito a ela, para curar aquele coração tão machucado, para dar fim às inseguranças, para dar fim às tribulações que a moça passou e ainda passava com o amor.

Aquela Joana árdua e alérgica ao amor parecia ter morrido e substituída por outra que estava completamente apaixonada e rendida.

Sorria ao vê-lo continuar a cantar a música tão especial para aquele momento. Então, o loiro percebeu que era hora de parar em passar vergonha, se não ela poderia desistir, e isso era o que ambos menos queria que acontecesse.

― Um dia não foi o suficiente para saber tocar bem, – ele explicou um pouco envergonhado. ― muito menos cantar, mas pelo seu rosto, eu noto do quão valeu a pena arriscar... Seu irmão foi cúmplice disso comigo, além dos nossos amigos e dos seus colegas de trabalho...

― Isso foi maravilhoso. – sorriu, sabendo que atrás deles, uma plateia se formava para assistir o novo casal se formando. ― Nunca em toda a minha vida pensei que passaria por algo tão lindo desse jeito.

― Por mais que eu estive sempre ciente de que você não gostava de coisas românticas, – comentava. ― eu quis apostar todas as minhas fichas que de eu poderia fazê-la pelo menos gostar de mim, mais do que você gosta agora... Você é uma mulher incrível que eu tive a sorte de me apaixonar...

Observou-o retirando o violão, colocando-o escorado a uma das paredes da estufa, para que pudesse perguntar aquilo que ele tanto esperou por um dia.

― Será que poderíamos conversar? – ele leva seu braço, indicando para que ela segurasse em sua mão.

― Claro. – assentiu, segurando a mão quente e um pouco áspera dele, aquela que remeteu a cenas da noite passada.

Os dois loiros adentravam a estufa para que pudesse ter um pouco de privacidade.

― Ainda não acredito que meu irmão tenha apoiado, – sorriu balançando a cabeça, feliz pelo irmão ter desligado aquele instinto protetor dele. ― ele te considera bastante.

― Mostrei a ele que eu poderia amá-la, – começava a dizer. ― deixei esclarecido de que a minha única preocupação é em te fazer feliz como merece, curar esse coraçãozinho tão judiado por homens que nunca perceberam a mulher incrível que estava ao lado deles, – o loiro estava chateado ao falar sobre aquilo. ― eles não souberam te valorizar, mas eu sim, eu sei e por isso que me arrisquei sabendo que você poderia fugir de tudo isso, – sorria. ― mas não, você está aqui, na minha frente, de mãos entrelaçadas comigo, sorridente.

― Acho que você conseguiu quebrar esse meu coração de pedra. – respondeu eufórica.

― É por isso Joana que eu irei direto ao assunto, – segurou firmemente em suas mãos. ― você aceita namorar comigo? Aceita se render ao meu amor? Aceita com que eu te faça a mulher mais amada desse mundo todo?

O coração dele pulsava a mil, e se ela não aceitasse após essa declaração? Como seria depois disso? Ele temia, mas estava esperançoso em que ela aceitaria.

SIM. – e era aquilo que ele tanto desejava escutar que saísse da sua boca. ― Sim, eu me rendo ao seu amor... – aproximou-se do homem, deixando com que ele a abraçasse para ter a devida certeza de que ela apenas sua. ― eu me rendo a você, sim eu aceito querer ser a mulher mais amada desse mundo, sim a tudo, sim a você principalmente.

 

Ah, nada faria o acordá-lo daquele sonho tão puro, onde agora teria a sua musa ao seu lado, aquela musa que o inspirava em suas fotografias, aquela musa que também fizera-o lutar contra sua dependência química também... Ah, parecia que aquela noite com sua musa estava fresca a memória, era como se estivesse sentido a textura da sua pele de quando a teve profundamente pela primeira vez, era tão surreal.


Notas Finais


Espero muito que tenham gostado do final, eu não via outra coisa a não ser eles juntos, aliás me perdoem pelo o hentai :(
Gostaram da cena dos garotos cantando para ela? QUEM ME DERA GENTE
Brincadeiras a parte, obrigada por ter acompanhado essa história, perdoem os erros gente (eu to quase morrendo de sono)

Beijocas e até mais.

(eu irei responder aos comentários dos capítulos passados logo ao acordar rs, amo vocês mesmo, puta merda o que seria de mim sem meus leitores?)


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